23-10-2017, 12:39 PM
@Tesla e Bandeirante: As qualificações de respeito e que sua resposta não é uma indireta são desnecessárias. Não levo críticas para o lado pessoal até mesmo porque não nos conhecemos pessoalmente nesse fórum, e estou aqui para aprender também.
Dito isso, homens que se prezam são raridade hoje em dia. O que vocês deixam passar batido é que mesmo as mulheres "normais" de hoje em dia não prestam muito para a família. Nós da Real sabemos disso também, mas o artigo é uma análise da sociedade de maneira geral. Tais análises são irrelevantes? Eu particularmente não acho, esquecer dos padrões gerais da sociedade não é um caminho muito saudável, precisamos saber em que terreno estamos pisando.
O feminismo está tão infiltrado na cabeça do pessoal que vocês aceitam e acham normal as bandeiras feministas de 70 anos atrás como normais. A crítica sobre punhetação e elementos paralisantes é infundada, o objetivo do texto é justamente alertar dos perigos de relacionamentos duradouros no ambiente atual e fornecer uma "solução" menos danosa, o desapego total para evitar frustrações maiores.
Sim, devemos viver, da melhor maneira que nos é possível. Isto não muda o fato que a nossa cultura extremamente permissiva começou com esses ideais feministas que hoje até realistas veteranos julgam como normal. A indústria do divórcio, a mãe solteirice, o feminismo radical, a demonização do masculino, da família, até da religião que tantos prezam e tudo o mais não existem num vácuo, são produto dos ideais feministas/gramscistas de primeira geração. Como todo bom comunista, conseguiram desviar a janela de Overton para onde o absurdo virou normal...
As feministas de 1850 tinham o pensamento parecido com alguns realistas do século XXI...
Dito isso, homens que se prezam são raridade hoje em dia. O que vocês deixam passar batido é que mesmo as mulheres "normais" de hoje em dia não prestam muito para a família. Nós da Real sabemos disso também, mas o artigo é uma análise da sociedade de maneira geral. Tais análises são irrelevantes? Eu particularmente não acho, esquecer dos padrões gerais da sociedade não é um caminho muito saudável, precisamos saber em que terreno estamos pisando.
O feminismo está tão infiltrado na cabeça do pessoal que vocês aceitam e acham normal as bandeiras feministas de 70 anos atrás como normais. A crítica sobre punhetação e elementos paralisantes é infundada, o objetivo do texto é justamente alertar dos perigos de relacionamentos duradouros no ambiente atual e fornecer uma "solução" menos danosa, o desapego total para evitar frustrações maiores.
Sim, devemos viver, da melhor maneira que nos é possível. Isto não muda o fato que a nossa cultura extremamente permissiva começou com esses ideais feministas que hoje até realistas veteranos julgam como normal. A indústria do divórcio, a mãe solteirice, o feminismo radical, a demonização do masculino, da família, até da religião que tantos prezam e tudo o mais não existem num vácuo, são produto dos ideais feministas/gramscistas de primeira geração. Como todo bom comunista, conseguiram desviar a janela de Overton para onde o absurdo virou normal...

As feministas de 1850 tinham o pensamento parecido com alguns realistas do século XXI...
- Sem a visão de um objetivo um homem não pode gerir a sua própria vida, e muito menos a vida dos outros.
