29-07-2015, 08:53 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 29-07-2015, 08:58 AM por Major Lobo Honrado.)
Mais uma cobertura, dessa vez de um crime que está abalando a Grande Vitória. Um pai de família é morto por um marginalzinho "dimenor", deixando crianças traumatizadas, sem pai, esposa sem marido, família destruída, amigos e colegas (e a população em geral) indignados. Menor com outras passagens, e ainda tem o displante de dizer que o cara "pediu isso":
Câmeras de restaurante filmam assalto a representante comercial na Serra
Alexandro José da Silva foi assassinado por um adolescente de 16 anos ao entrar em luta corporal com o bandido dentro da caminhonete da vítima, uma Toyota Hilux
Câmeras de vigilância do restaurante onde o representante comercial Alexandro José da Silva ia jantar com a família registraram o momento da tentativa de assalto ocorrido na noite desta segunda-feira (28), no bairro de Fátima na Serra.
![[Image: untitled_1-3925966.jpg]](http://midias.gazetaonline.com.br/_midias/jpg/2015/07/28/untitled_1-3925966.jpg)
Representante consegue tirar as crianças do carro antes de lutar com o criminoso
Alexandro foi assassinado por um adolescente de 16 anos ao entrar em luta corporal com o bandido dentro da caminhonete da vítima, uma Toyota Hilux.
Adolescente confessou assassinato
Um adolescente de 16 anos, acusado do assassinato do representante comercial foi apreendido na casa da mãe, em Valparaíso, na Serra. O menor confessou o crime e disse que não se arrepende do que fez. De acordo com ele, o roubo do caminhonete Toyota Hilux teria sido encomendado por R$ 5 mil e ele lucraria R$ 2 mil. Ele seguiu até as proximidades do restaurante para realizar o assalto acompanhado de um outro homem, que o aguardava em um veículo Ford Fiesta branco.
Na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Vitória, na manhã desta terça, o menor disse que a culpa era da vítima. "Quase que eu morri. Já foi agora, eu não me arrependi de nada não, tô normal. Ele que pediu isso, agora é puxar cadeia", disse, friamente.
O delegado que efetuou a apreensão, Rodrigo Sandi Mori, informou que o menor deixou o celular dentro do veículo do representante ao fugir. Desta forma, o delegado conseguiu realizar a identificação do suspeito em parceria com a Polícia Militar.
Os policiais chegaram até a casa da sogra do menor, em São Diogo, onde mora o filho de um ano do acusado. Lá conseguiram a informação de que o menor estaria em Valparaíso, na casa da mãe. Os policiais seguiram em diligência e realizaram a apreensão.
Adolescente tinha outras passagens pela polícia
O delegado Rodrigo Sandi Mori afirmou que o adolescente detido acusado de matar o representante comercial tem boas condições financeiras, mora em um condomínio bom na Serra e o avô dele é dono de uma empresa. Mesmo assim, já tem várias passagens pela polícia por tráfico, roubo e posse ilegal de arma. A família do jovem contou ao delegado que não sabe o que fazer para tirar ele da vida do crime.
![[Image: img_20150728_wa0003_min_be-3925919.jpg]](http://midias.gazetaonline.com.br/_midias/jpg/2015/07/28/img_20150728_wa0003_min_be-3925919.jpg)
Alexandro José da Silva foi assassinado pelo
adolescente durante tentativa de assalto
O crime
A vítima, Alexandro José da Silva, estava com a família no carro, uma caminhonete Hilux, em frente a um restaurante no Bairro de Fátima, na Serra. No veículo estavam a mulher dele e duas filhas pequenas.
A família chegava ao restaurante para comemorar o aniversário de 4 anos de uma das filhas. O representante ainda conseguiu tirar a família do carro e entrar em luta corporal com o menor. Durante a briga, o acusado conseguiu realizar dois disparos, um acertou a cabeça da vítima.
Mulher chorou a morte do marido, mas tem um breve momento de alento ao saber da prisão do autor do assassinato
![[Image: 1_pli280715na1411-3926415.jpg]](http://midias.gazetaonline.com.br/_midias/jpg/2015/07/28/1_pli280715na1411-3926415.jpg)
A dor de perder o marido foi um pouco amenizada pela prisão do autor do assassinato, para a vendedora Denize Maciel de Lacerda, 36 anos. Na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ela agradeceu o trabalho dos policiais e pediu que a justiça seja feita.
Como era o Alecsandro como pessoa?
Ele era muito trabalhador, não merecia isso. A gente quer justiça. Eu era casada com ele há seis anos. A gente passou o fim de semana no interior, no dia do aniversário da minha filha, e ele fez questão de comemorar aqui com a família.
Em que momento você percebeu que era um assalto?
Quando eu saí do carro, vi o bandido com a arma apontada para a cabeça dele e corri para pedir socorro. Aí ele eu um empurrão no cara e correu para pegar as crianças. Ele pegou as meninas e quando voltei já tinham baleado ele.
Você chegou a ouvir os tiros?
Sim. Eu entrei em desespero e já imaginei o pior. Não deu para socorrer quando vimos.
Porque você acha que ele voltou ao carro?
Eu não sei. Ele só ia tirar as crianças, não ia reagir. Mas depois ele tentou pegar o cara que estava no volante.
E agora, como fica a sua vida daqui para frente?
A minha filha menor está em choque, não consegue nem mesmo conversar direito. Nem sei como vai ser sair de casa agora. Eu saía muito com ele para jantar, almoçar, estava sempre presente. Era muito família.
Emoção do filho comove amigos
Foi ao som da oração do “Pai Nosso” que os familiares e amigos do representante comercial Alecsandro José da Silva viram o caixão com o corpo dele ser baixado na sepultara, às 17 horas desta terça-feira, no Cemitério Jardim da Paz, na Serra.
Cerca de 80 pessoas participaram da última despedida ao representante comercial. Ao redor do caixão, ficaram a todo instante a esposa de Alecsandro, o irmão, a irmã e os pais. Antes do sepultamento, o corpo chegou a ser velado na Igreja Matriz de São José Operário, no bairro Maria Ortiz, em Vitória, bairro onde Alecsandro morava desde pequeno.
Lá, o filho do primeiro casamento, um menino de 7 anos, compareceu para dar adeus ao pai e comoveu ainda mais quem também participava do momento. “O menino chorava muito abraçado à mãe. Foi um pai de família que teve a vida tirada por essa violência”, descreveu Patrícia Alves, 36, prima de Alecsandro.
A ex-mulher da vítima, que não quis se identificar, disse que, por pouco, o filho do casal também não estava no local do crime. “Levei meu filho ao médico e acabamos atrasando. Por isso, meu filho não foi junto com o pai comemorar o aniversário da irmã”, disse a ex-mulher bastante emocionada.
Segundo outra prima do representante comercial, Zanandrea Rodrigues, 32 anos, ele já havia vencido a morte no ano passado, quando sofreu um acidente. “Ele havia ido ao Rio e na volta outro veículo fez uma ultrapassagem e colidiu de frente. Meu primo ficou seis meses sem andar”.
http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/...inado.html
http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/...serra.html
Câmeras de restaurante filmam assalto a representante comercial na Serra
Alexandro José da Silva foi assassinado por um adolescente de 16 anos ao entrar em luta corporal com o bandido dentro da caminhonete da vítima, uma Toyota Hilux
Câmeras de vigilância do restaurante onde o representante comercial Alexandro José da Silva ia jantar com a família registraram o momento da tentativa de assalto ocorrido na noite desta segunda-feira (28), no bairro de Fátima na Serra.
![[Image: untitled_1-3925966.jpg]](http://midias.gazetaonline.com.br/_midias/jpg/2015/07/28/untitled_1-3925966.jpg)
Representante consegue tirar as crianças do carro antes de lutar com o criminoso
Alexandro foi assassinado por um adolescente de 16 anos ao entrar em luta corporal com o bandido dentro da caminhonete da vítima, uma Toyota Hilux.
Adolescente confessou assassinato
Um adolescente de 16 anos, acusado do assassinato do representante comercial foi apreendido na casa da mãe, em Valparaíso, na Serra. O menor confessou o crime e disse que não se arrepende do que fez. De acordo com ele, o roubo do caminhonete Toyota Hilux teria sido encomendado por R$ 5 mil e ele lucraria R$ 2 mil. Ele seguiu até as proximidades do restaurante para realizar o assalto acompanhado de um outro homem, que o aguardava em um veículo Ford Fiesta branco.
Na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Vitória, na manhã desta terça, o menor disse que a culpa era da vítima. "Quase que eu morri. Já foi agora, eu não me arrependi de nada não, tô normal. Ele que pediu isso, agora é puxar cadeia", disse, friamente.
O delegado que efetuou a apreensão, Rodrigo Sandi Mori, informou que o menor deixou o celular dentro do veículo do representante ao fugir. Desta forma, o delegado conseguiu realizar a identificação do suspeito em parceria com a Polícia Militar.
Os policiais chegaram até a casa da sogra do menor, em São Diogo, onde mora o filho de um ano do acusado. Lá conseguiram a informação de que o menor estaria em Valparaíso, na casa da mãe. Os policiais seguiram em diligência e realizaram a apreensão.
Adolescente tinha outras passagens pela polícia
O delegado Rodrigo Sandi Mori afirmou que o adolescente detido acusado de matar o representante comercial tem boas condições financeiras, mora em um condomínio bom na Serra e o avô dele é dono de uma empresa. Mesmo assim, já tem várias passagens pela polícia por tráfico, roubo e posse ilegal de arma. A família do jovem contou ao delegado que não sabe o que fazer para tirar ele da vida do crime.
![[Image: img_20150728_wa0003_min_be-3925919.jpg]](http://midias.gazetaonline.com.br/_midias/jpg/2015/07/28/img_20150728_wa0003_min_be-3925919.jpg)
Alexandro José da Silva foi assassinado pelo
adolescente durante tentativa de assalto
O crime
A vítima, Alexandro José da Silva, estava com a família no carro, uma caminhonete Hilux, em frente a um restaurante no Bairro de Fátima, na Serra. No veículo estavam a mulher dele e duas filhas pequenas.
A família chegava ao restaurante para comemorar o aniversário de 4 anos de uma das filhas. O representante ainda conseguiu tirar a família do carro e entrar em luta corporal com o menor. Durante a briga, o acusado conseguiu realizar dois disparos, um acertou a cabeça da vítima.
Mulher chorou a morte do marido, mas tem um breve momento de alento ao saber da prisão do autor do assassinato
![[Image: 1_pli280715na1411-3926415.jpg]](http://midias.gazetaonline.com.br/_midias/jpg/2015/07/28/1_pli280715na1411-3926415.jpg)
A dor de perder o marido foi um pouco amenizada pela prisão do autor do assassinato, para a vendedora Denize Maciel de Lacerda, 36 anos. Na Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), ela agradeceu o trabalho dos policiais e pediu que a justiça seja feita.
Como era o Alecsandro como pessoa?
Ele era muito trabalhador, não merecia isso. A gente quer justiça. Eu era casada com ele há seis anos. A gente passou o fim de semana no interior, no dia do aniversário da minha filha, e ele fez questão de comemorar aqui com a família.
Em que momento você percebeu que era um assalto?
Quando eu saí do carro, vi o bandido com a arma apontada para a cabeça dele e corri para pedir socorro. Aí ele eu um empurrão no cara e correu para pegar as crianças. Ele pegou as meninas e quando voltei já tinham baleado ele.
Você chegou a ouvir os tiros?
Sim. Eu entrei em desespero e já imaginei o pior. Não deu para socorrer quando vimos.
Porque você acha que ele voltou ao carro?
Eu não sei. Ele só ia tirar as crianças, não ia reagir. Mas depois ele tentou pegar o cara que estava no volante.
E agora, como fica a sua vida daqui para frente?
A minha filha menor está em choque, não consegue nem mesmo conversar direito. Nem sei como vai ser sair de casa agora. Eu saía muito com ele para jantar, almoçar, estava sempre presente. Era muito família.
Emoção do filho comove amigos
Foi ao som da oração do “Pai Nosso” que os familiares e amigos do representante comercial Alecsandro José da Silva viram o caixão com o corpo dele ser baixado na sepultara, às 17 horas desta terça-feira, no Cemitério Jardim da Paz, na Serra.
Cerca de 80 pessoas participaram da última despedida ao representante comercial. Ao redor do caixão, ficaram a todo instante a esposa de Alecsandro, o irmão, a irmã e os pais. Antes do sepultamento, o corpo chegou a ser velado na Igreja Matriz de São José Operário, no bairro Maria Ortiz, em Vitória, bairro onde Alecsandro morava desde pequeno.
Lá, o filho do primeiro casamento, um menino de 7 anos, compareceu para dar adeus ao pai e comoveu ainda mais quem também participava do momento. “O menino chorava muito abraçado à mãe. Foi um pai de família que teve a vida tirada por essa violência”, descreveu Patrícia Alves, 36, prima de Alecsandro.
A ex-mulher da vítima, que não quis se identificar, disse que, por pouco, o filho do casal também não estava no local do crime. “Levei meu filho ao médico e acabamos atrasando. Por isso, meu filho não foi junto com o pai comemorar o aniversário da irmã”, disse a ex-mulher bastante emocionada.
Segundo outra prima do representante comercial, Zanandrea Rodrigues, 32 anos, ele já havia vencido a morte no ano passado, quando sofreu um acidente. “Ele havia ido ao Rio e na volta outro veículo fez uma ultrapassagem e colidiu de frente. Meu primo ficou seis meses sem andar”.
http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/...inado.html
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O que me preocupa não é nem o grito dos esquerdistas, das feminazis, das mães solteiras, dos corruptos, dos maconheiros, dos cachorrentos, dos LGBTs, dos sem caráter e sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons.
