25-07-2015, 06:25 PM
http://noticias.r7.com/sao-paulo/profess...h-24072015
Tentou o parto FEMINAZI GUERREIRA e foi para o cemitério, nem o marido médico foi capaz de convencer a RAMBA FEMINISTA...
Mariana, que também era especialista em Saúde da Mulher e vice coordenadora do curso de enfermagem da universidade, queria ter o filho em casa. Ela contratou uma doula (parteira) e tentou por 48 horas dar à luz na tentativa de fazer um parto humanizado, mas não conseguiu, pois teria apresentado dificuldades e precisou ser levada para a Casa de Saúde e Maternidade de São Carlos, onde passou por uma cesariana. A criança, uma menina, nasceu saudável, no dia 11 de julho.
A professora não conseguiu se recuperar e, por causa da gravidade de suas condições clínicas após a cirurgia, teve de ser internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da Casa de Saúde. Dias depois, com o agravamento de seu estado de saúde, seu marido, um médico anestesista, pediu a transferência de Mariana para o HB (Hospital de Base) de São José do Rio Preto. Segundo o HB, ela deu entrada "em estado muito grave" em 18 de julho, e veio a falecer na última terça-feira.
Como a família não permitiu que os hospitais divulgassem dados do atendimento de Mariana, a natureza e a causa das complicações não foram reveladas, assim como o nome da parteira que a acompanhou. No entanto, já se sabe que ela teria sofrido uma parada cardiorrespiratória.
A Casa de Saúde divulgou nota afirmando que o parto foi realizado "sem nenhuma intercorrência". "No entanto, no processo pós-cirúrgico, devido ao quadro clínico da paciente, foi encaminhada à Unidade de Terapia Intensiva - UTI Adultos", onde permaneceu internada até dia 18, "quando foi transferida, a pedido da família, para o Hospital de Base de São José do Rio Preto".
O caso de Mariana se assemelha ao da fotógrafa australiana Caroline Lovell, 36 anos, defensora do parto domiciliar, que morreu após o nascimento de sua segunda filha, em sua casa, em Melbourne, na Austrália. Caroline, que estava na companhia de parteiras, também chegou a ser levada para o hospital e, assim como Mariana, não resistiu. A filha de Caroline, nasceu saudável.
Tentou o parto FEMINAZI GUERREIRA e foi para o cemitério, nem o marido médico foi capaz de convencer a RAMBA FEMINISTA...
Mariana, que também era especialista em Saúde da Mulher e vice coordenadora do curso de enfermagem da universidade, queria ter o filho em casa. Ela contratou uma doula (parteira) e tentou por 48 horas dar à luz na tentativa de fazer um parto humanizado, mas não conseguiu, pois teria apresentado dificuldades e precisou ser levada para a Casa de Saúde e Maternidade de São Carlos, onde passou por uma cesariana. A criança, uma menina, nasceu saudável, no dia 11 de julho.
A professora não conseguiu se recuperar e, por causa da gravidade de suas condições clínicas após a cirurgia, teve de ser internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da Casa de Saúde. Dias depois, com o agravamento de seu estado de saúde, seu marido, um médico anestesista, pediu a transferência de Mariana para o HB (Hospital de Base) de São José do Rio Preto. Segundo o HB, ela deu entrada "em estado muito grave" em 18 de julho, e veio a falecer na última terça-feira.
Como a família não permitiu que os hospitais divulgassem dados do atendimento de Mariana, a natureza e a causa das complicações não foram reveladas, assim como o nome da parteira que a acompanhou. No entanto, já se sabe que ela teria sofrido uma parada cardiorrespiratória.
A Casa de Saúde divulgou nota afirmando que o parto foi realizado "sem nenhuma intercorrência". "No entanto, no processo pós-cirúrgico, devido ao quadro clínico da paciente, foi encaminhada à Unidade de Terapia Intensiva - UTI Adultos", onde permaneceu internada até dia 18, "quando foi transferida, a pedido da família, para o Hospital de Base de São José do Rio Preto".
O caso de Mariana se assemelha ao da fotógrafa australiana Caroline Lovell, 36 anos, defensora do parto domiciliar, que morreu após o nascimento de sua segunda filha, em sua casa, em Melbourne, na Austrália. Caroline, que estava na companhia de parteiras, também chegou a ser levada para o hospital e, assim como Mariana, não resistiu. A filha de Caroline, nasceu saudável.
Só Jesus salva, vá e não peques mais...

