14-09-2017, 11:33 PM
Ok, no more Olavo rsrs. Vou fazer os meus próprios apontamentos, então.
Quando o participante do qual não sei reproduzir o nickname recomendou que se aumentasse a leitura de romances, mesmo sem saber se esta era a intenção dele, eu supus que ele partira do mesmo ponto que eu, ao avaliar essa questão. Como eu disse, a literatura não é só romances, mas também os contempla.
A aquisição de cultura literária contribui de diferentes maneiras para a vida do indivíduo. Na verdade, sabendo-se organizar o próprio tempo e não dispendendo-o de forma ineficaz, penso que o máximo que se puder ler, sobre tudo, seria bom. O máximo que pode acontecer é uma obra não acrescentar nada. Nada, em termos. Ao menos a capacidade de formulação de raciocínios se exercita um pouco.
A literatura universal, sobretudo aquela atinente à alto cultura, como já mencionado favorece a ampliação do horizonte de consciência e de percepção humanas. Diria que é bem possível que qualquer problema que discutimos aqui no fórum, ou em nossas conjecturas íntimas, já tenha sido abordado com maior profundidade na literatura. Principalmente, aqueles problemas que são gerais à condição humana. Este tipo de substrato colabora demais para análise, compreensão e mesmo atuação na vida como um todo, quer individualmente quer em sociedade.
A capacidade imaginativa é incrementada substancialmente pela imersão na literatura. E é desta faculdade tão especial que derivam intenções, desejos, vocações e deliberações, que podem se converter ou não em ações futuras. Mas o potencial ela dá. Não precisa muito para perceber os benefícios do seu desenvolvimento e emprego, basta seguir o raciocínio dedutivo a partir desta premissa.
De resto, reafirmo a importância fundamental da leitura não só de romances - e tampouco só ficção - mas de toda obra que se caracterize por um conteúdo rico, universal, que compartilhe material de experiência humana. Eu tenho convicção de que não será em vão.
Quando o participante do qual não sei reproduzir o nickname recomendou que se aumentasse a leitura de romances, mesmo sem saber se esta era a intenção dele, eu supus que ele partira do mesmo ponto que eu, ao avaliar essa questão. Como eu disse, a literatura não é só romances, mas também os contempla.
A aquisição de cultura literária contribui de diferentes maneiras para a vida do indivíduo. Na verdade, sabendo-se organizar o próprio tempo e não dispendendo-o de forma ineficaz, penso que o máximo que se puder ler, sobre tudo, seria bom. O máximo que pode acontecer é uma obra não acrescentar nada. Nada, em termos. Ao menos a capacidade de formulação de raciocínios se exercita um pouco.
A literatura universal, sobretudo aquela atinente à alto cultura, como já mencionado favorece a ampliação do horizonte de consciência e de percepção humanas. Diria que é bem possível que qualquer problema que discutimos aqui no fórum, ou em nossas conjecturas íntimas, já tenha sido abordado com maior profundidade na literatura. Principalmente, aqueles problemas que são gerais à condição humana. Este tipo de substrato colabora demais para análise, compreensão e mesmo atuação na vida como um todo, quer individualmente quer em sociedade.
A capacidade imaginativa é incrementada substancialmente pela imersão na literatura. E é desta faculdade tão especial que derivam intenções, desejos, vocações e deliberações, que podem se converter ou não em ações futuras. Mas o potencial ela dá. Não precisa muito para perceber os benefícios do seu desenvolvimento e emprego, basta seguir o raciocínio dedutivo a partir desta premissa.
De resto, reafirmo a importância fundamental da leitura não só de romances - e tampouco só ficção - mas de toda obra que se caracterize por um conteúdo rico, universal, que compartilhe material de experiência humana. Eu tenho convicção de que não será em vão.
"Trata de saborear a vida; e fica sabendo, que a pior filosofia é a do choramingas que se deita à margem do rio para o fim de lastimar o curso incessante das águas. O ofício delas é não parar nunca; acomoda-te com a lei, e trata de aproveitá-la." - Trecho de Memórias Póstumas de Brás Cubas
