23-07-2015, 09:07 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 23-07-2015, 09:11 AM por Major Lobo Honrado.)
Polêmica: Mulheres fazendo extorsão pela internet
Atualmente está ficando bastante comum mulheres até comprometidas que tiram a roupa para estranhos pelo WhatsApp, depois querem dinheiro de qualquer forma.
Criminoso e vítima: Universitário gasta R$ 3 mil da avó com pornografia na internet
23/07/2015
O estudante de classe média, 26 anos, usou escondido o dinheiro da idosa para bancar o vício
Um universitário de 26 anos de classe média gastou R$ 3 mil em um mês com uma compulsão por pornografia online. O dinheiro era da avó do rapaz, 68 anos, com quem ele mora em Vitória. Parte do valor, R$ 1 mil, foi passado no crédito em três vezes e o restante foi sacado da conta da senhora.
Ele fazia depósito para mulheres que enviavam fotos e vídeos nuas pelas redes sociais e também colocava crédito nos números de celulares delas.
![[Image: a1-3920963.jpg]](http://midias.gazetaonline.com.br/_midias/jpg/2015/07/23/a1-3920963.jpg)
Pelas mensagens no celular do jovem, o contato era feito com pelo menos 30 prostitutas de todo o país, de locais como Santa Catarina e Mato Grosso. Uma delas até ameaçou divulgar a imagem dele por ser “mau pagador” e “tarado”.
Com algumas da Grande Vitória, ele marcava encontro presenciais para manter relações pagas. A situação foi descoberta pela avó que identificou um parcelamento de R$ 1 mil em três vezes.
“Minha mãe não sabia dizer onde tinha gasto aquilo. Como ela tinha o costume de pedir ao neto que pagasse algumas contas e sacasse dinheiro com seu cartão em confiança, perguntamos se foi ele que gastou com algo, e o meu sobrinho negou”, explica X., tio do universitário.
Como também foram identificados saques não autorizados pela avó, a família pediu para ver as imagens das câmeras do local de onde o dinheiro foi retirado e o rapaz foi reconhecido nas filmagens. “Foi então que pegamos o celular dele e descobrimos todas as mensagens com essas mulheres”, conta o tio.
Provavelmente, o jovem gastou muito mais com a pornografia online em meses anteriores, mas a avó, abalada e decepcionada, preferiu não investigar.
A família acredita tratar-se de uma espécie de rede de prostituição, onde a comunicação e troca de fotos acontece por WhatsApp. “Nas mensagens encontramos a de um colega dele que diz que ‘tem mais números (de telefone) para passar’”, diz o tio.
Prostituta ameaça expor o rapaz como "tarado"
As mulheres com quem ele conversava, pediam que mostrasse comprovantes de que tinha colocado o crédito para celular ou depósito em conta. O rapaz até enviou seu extrato bancário com baixo saldo para uma delas como forma de mostrar que não poderia fazer o “pagamento”. Essa moça ameaçou espalhar a foto dele pela internet como “Tarado de Vitória”.
![[Image: jovem2_3920739-3920938.jpg]](http://midias.gazetaonline.com.br/_midias/jpg/2015/07/23/jovem2_3920739-3920938.jpg)
O jovem teve que enviar para uma das garotas seu saldo bancário para provar que não tinha dinheiro.
Apesar da situação, a família decidiu não denunciar o universitário. “Deixei claro para ele que o que fez foi roubo e depois ele disse à mãe, que mora em outra cidade, que reconhecia o erro. Mas mudamos todas as senhas das contas da minha mãe e determinamos que ele deve pagar a dívida”, ressalta X.
Situação pode ser vício ou infantilização
Existe uma linha tênue entre algo que é um hábito, um hobbie, e o que não está mais sob controle. Você pegou dinheiro dos outros para sustentar isso? Deixou o convívio familiar? parou de sair com os amigos? São sinais de que a coisa saiu dos limites.
Essa situação pode ser encarada como um vício e também como uma infantilização, parece um garoto que acabou de descobrir o sexo, é um autoerotismo. Ele não busca o ato em si, mas está compulsivo pelas imagens dessas mulheres. O dependente parte do pressuposto de que sua fala é mais forte do que ao fato. Da mesma forma que um viciado em cocaína tira algo de casa e acha que ninguém vai perceber, que vão acreditar na palavra dele antes de tudo.
Penélope Zecchinelli - especialista em psicologia clínica
Crimes pela internet aumentaram
Apesar de ter utilizado o dinheiro da vó sem o consentimento dela, o universitário foi vítima na história por outro lado. As moças insistiam no pagamento e uma chegou a fazer ameaças de expor a imagem dele nas redes sociais como “mau pagador” e “tarado”, o que pode configurar extorsão.
Dependendo da situação, casos como esse também podem ser classificados como estelionato, pois o jovem mantinha conversas amorosas com as moças. “Legalmente, sendo apenas uma relação ‘comercial’, não haveria problema. Mas a questão é que a mulher quis extorquir, tirar dinheiro dele de qualquer forma”, diz o advogado Leonardo Pacheco, especializado em casos de Direito Digital.
Ele conta que os crimes envolvendo pornografia e internet têm se multiplicado. “Atualmente é bastante comum esse tipo de coisa, mulheres até comprometidas que tiram a roupa para estranhos pelo WhatsApp. E há tanto os casos em que elas tentam tirar dinheiro deles, como situações em que eles descobrem a verdadeira identidade delas e passam a persegui-las”.
Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/...ernet.html
Atualmente está ficando bastante comum mulheres até comprometidas que tiram a roupa para estranhos pelo WhatsApp, depois querem dinheiro de qualquer forma.
Criminoso e vítima: Universitário gasta R$ 3 mil da avó com pornografia na internet
23/07/2015
O estudante de classe média, 26 anos, usou escondido o dinheiro da idosa para bancar o vício
Um universitário de 26 anos de classe média gastou R$ 3 mil em um mês com uma compulsão por pornografia online. O dinheiro era da avó do rapaz, 68 anos, com quem ele mora em Vitória. Parte do valor, R$ 1 mil, foi passado no crédito em três vezes e o restante foi sacado da conta da senhora.
Ele fazia depósito para mulheres que enviavam fotos e vídeos nuas pelas redes sociais e também colocava crédito nos números de celulares delas.
![[Image: a1-3920963.jpg]](http://midias.gazetaonline.com.br/_midias/jpg/2015/07/23/a1-3920963.jpg)
Pelas mensagens no celular do jovem, o contato era feito com pelo menos 30 prostitutas de todo o país, de locais como Santa Catarina e Mato Grosso. Uma delas até ameaçou divulgar a imagem dele por ser “mau pagador” e “tarado”.
Com algumas da Grande Vitória, ele marcava encontro presenciais para manter relações pagas. A situação foi descoberta pela avó que identificou um parcelamento de R$ 1 mil em três vezes.
“Minha mãe não sabia dizer onde tinha gasto aquilo. Como ela tinha o costume de pedir ao neto que pagasse algumas contas e sacasse dinheiro com seu cartão em confiança, perguntamos se foi ele que gastou com algo, e o meu sobrinho negou”, explica X., tio do universitário.
Como também foram identificados saques não autorizados pela avó, a família pediu para ver as imagens das câmeras do local de onde o dinheiro foi retirado e o rapaz foi reconhecido nas filmagens. “Foi então que pegamos o celular dele e descobrimos todas as mensagens com essas mulheres”, conta o tio.
Provavelmente, o jovem gastou muito mais com a pornografia online em meses anteriores, mas a avó, abalada e decepcionada, preferiu não investigar.
A família acredita tratar-se de uma espécie de rede de prostituição, onde a comunicação e troca de fotos acontece por WhatsApp. “Nas mensagens encontramos a de um colega dele que diz que ‘tem mais números (de telefone) para passar’”, diz o tio.
Prostituta ameaça expor o rapaz como "tarado"
As mulheres com quem ele conversava, pediam que mostrasse comprovantes de que tinha colocado o crédito para celular ou depósito em conta. O rapaz até enviou seu extrato bancário com baixo saldo para uma delas como forma de mostrar que não poderia fazer o “pagamento”. Essa moça ameaçou espalhar a foto dele pela internet como “Tarado de Vitória”.
![[Image: jovem2_3920739-3920938.jpg]](http://midias.gazetaonline.com.br/_midias/jpg/2015/07/23/jovem2_3920739-3920938.jpg)
O jovem teve que enviar para uma das garotas seu saldo bancário para provar que não tinha dinheiro.
Apesar da situação, a família decidiu não denunciar o universitário. “Deixei claro para ele que o que fez foi roubo e depois ele disse à mãe, que mora em outra cidade, que reconhecia o erro. Mas mudamos todas as senhas das contas da minha mãe e determinamos que ele deve pagar a dívida”, ressalta X.
Situação pode ser vício ou infantilização
Existe uma linha tênue entre algo que é um hábito, um hobbie, e o que não está mais sob controle. Você pegou dinheiro dos outros para sustentar isso? Deixou o convívio familiar? parou de sair com os amigos? São sinais de que a coisa saiu dos limites.
Essa situação pode ser encarada como um vício e também como uma infantilização, parece um garoto que acabou de descobrir o sexo, é um autoerotismo. Ele não busca o ato em si, mas está compulsivo pelas imagens dessas mulheres. O dependente parte do pressuposto de que sua fala é mais forte do que ao fato. Da mesma forma que um viciado em cocaína tira algo de casa e acha que ninguém vai perceber, que vão acreditar na palavra dele antes de tudo.
Penélope Zecchinelli - especialista em psicologia clínica
Crimes pela internet aumentaram
Apesar de ter utilizado o dinheiro da vó sem o consentimento dela, o universitário foi vítima na história por outro lado. As moças insistiam no pagamento e uma chegou a fazer ameaças de expor a imagem dele nas redes sociais como “mau pagador” e “tarado”, o que pode configurar extorsão.
Dependendo da situação, casos como esse também podem ser classificados como estelionato, pois o jovem mantinha conversas amorosas com as moças. “Legalmente, sendo apenas uma relação ‘comercial’, não haveria problema. Mas a questão é que a mulher quis extorquir, tirar dinheiro dele de qualquer forma”, diz o advogado Leonardo Pacheco, especializado em casos de Direito Digital.
Ele conta que os crimes envolvendo pornografia e internet têm se multiplicado. “Atualmente é bastante comum esse tipo de coisa, mulheres até comprometidas que tiram a roupa para estranhos pelo WhatsApp. E há tanto os casos em que elas tentam tirar dinheiro deles, como situações em que eles descobrem a verdadeira identidade delas e passam a persegui-las”.
Fonte: http://gazetaonline.globo.com/_conteudo/...ernet.html
O que me preocupa não é nem o grito dos esquerdistas, das feminazis, das mães solteiras, dos corruptos, dos maconheiros, dos cachorrentos, dos LGBTs, dos sem caráter e sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons.
