17-07-2015, 06:38 PM
Nós nos acostumamos com qualquer coisa, mesmo com o sofrimento e a infelicidade; se não nos acostumássemos tão facilmente, seriamos mais infelizes e perturbados. Julgamos ser melhor tornarmo-nos insensíveis e embotados do que termos de enfrentar novos e maiores problemas. Podemos até invocar razões econômicas, psicológicas ou religiosas, mas permanece o fato: todos preferem “ir levando”, trabalhar no escritório ou na fábrica mais de trinta anos e aceitar o tédio e a futilidade de uma vida inútil e vazia; e dizemos: “temos de viver, temos responsabilidades e, portanto, é mais seguro aceitar as coisas assim como são”.
Nós nos acostumamos com aquilo que chamamos amor, com o medo, com os abusos do governo, com leis que nos oprimem, com a aproximação da morte, com tudo. O hábito se transforma em (falsa) bondade, em (falsa) virtude; até mesmo as fugas e as religiões se transformam em hábito. Mas, a mente que vive no hábito é fútil, estúpida e imatura. O hábito é o velho, o conhecido.
http://obuscadordedeus.blogspot.com.br/2...murti.html
Nós nos acostumamos com aquilo que chamamos amor, com o medo, com os abusos do governo, com leis que nos oprimem, com a aproximação da morte, com tudo. O hábito se transforma em (falsa) bondade, em (falsa) virtude; até mesmo as fugas e as religiões se transformam em hábito. Mas, a mente que vive no hábito é fútil, estúpida e imatura. O hábito é o velho, o conhecido.
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