19-10-2016, 09:50 AM
Saudações confrade!
Esse relato é muito bom, mostra a verdadeira essência do homem que é a coragem. Nessa geração de fracos e molengas esse relato é muito animador, você é tão corajoso quanto os homens e mulheres que saiam do velho continente e iam construir o novo mundo só com a roupa do corpo.
Lendo o relato lembrei-me deste trecho de um livro A era do Capital do Hobsbawn.
Perguntaram onde estava o marido.
"Ele está na América"
"O que ele faz lá?"
"Ele conseguiu um emprego como Tzar"
"Mas como pode um judeu ser Tzar"
"Tudo é possível na América", ela respondeu.
Esse relato é muito bom, mostra a verdadeira essência do homem que é a coragem. Nessa geração de fracos e molengas esse relato é muito animador, você é tão corajoso quanto os homens e mulheres que saiam do velho continente e iam construir o novo mundo só com a roupa do corpo.
Lendo o relato lembrei-me deste trecho de um livro A era do Capital do Hobsbawn.
Perguntaram onde estava o marido.
"Ele está na América"
"O que ele faz lá?"
"Ele conseguiu um emprego como Tzar"
"Mas como pode um judeu ser Tzar"
"Tudo é possível na América", ela respondeu.
"As mulheres têm isso de particular; reconhecendo-se fracas, a sua maior ambição é reinar pelo ímã dessa mesma fraqueza, sobre tudo que é forte, grande e superior a elas: não amam a inteligência, a coragem, o gênio, o poder, senão para vencê-los e subjugá-los.
Entretanto a mulher deixa-se bastantes vezes dominar; mas é sempre pelo homem que, não lhe excitando a admiração, não irrita a sua vaidade e não provoca por conseguinte essa luta de fraqueza e força" - José de Alencar em o Guarani.
Entretanto a mulher deixa-se bastantes vezes dominar; mas é sempre pelo homem que, não lhe excitando a admiração, não irrita a sua vaidade e não provoca por conseguinte essa luta de fraqueza e força" - José de Alencar em o Guarani.
