15-10-2016, 11:28 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 15-10-2016, 11:42 AM por Sociólogo.)
Lembrei de dois casos de um vizinho que foi morar na Itália como ilegal, se desgraçou e voltou para o Brasil, e outro que foi para os EUA e se arrumou muito bem com direito a Green Card.
Ele trabalhava como concursado na Federal e largou tudo para ir morar lá, sem era e nem beira, levou a "esposa" formada em Enfermagem que era uma "espertinha" e rapidamente se virou por lá, abandonando-o a própria sorte.
Quando ele chegou com uma mão atrás e outra na frente, não teve a mesma disposição que o confrade Libertador de se firmar em algo que lhe desse retorno, a mãe já se encontrava há décadas como ilegal por lá, e tinha um emprego em uma casa de família, já ele devido a falta de "traquejo social" logo criou desavenças com outros nacionais onde estava hospedado como ilegal, e fora expulso por não ter um emprego e não ajudar nas tarefas domésticas.
A "esposinha" logo tratou de legalizar sua situação, arrumou um emprego na área de atuação que fora formada em Enfermagem, arrumou um mangina Italiano ou de outra nacionalidade, e abandonou o cara a própria sorte, na verdade isso era questão de tempo, pois os planos dos dois eram distintos, e aquele lance da "prostituição inconsciente" é claro nas mulheres, elas entram com a buceta, os manginas entram com as benfeitorias materiais, a troca é clara, implícita e o acordo silencioso.
Logo, o cara se viu em diversas dificuldades: sem emprego, sem dinheiro, em desavença com os próprios nacionais que poderiam de certa forma lhe dar um norte, teve que recorrer a mãe para voltar para o Brasil, e viver sob o medo permanente de ser preso e "devolvido" para o país de origem, não teve jeito, suas tentativas de arrumar e se estabelecer em um emprego foram infrutíferas, conforme o mesmo narrava para nós nacionais aqui no Brasil, o cara trabalhara em um restaurante como lavador de pratos, pilhas e mais pilhas para serem lavadas, o acordado inicialmente nunca era cumprido, e a resposta dos Italianos era sempre a mesma quando questionados acerca do tratado: "Reclame seus direitos com a imigração", sua última tentativa como arrancador de uvas fez lhe desistir de vez da vida no país da bota, a cada tentativa de arrancar as uvas, a mãos eram esfoladas devido a falta de prática, pois, as "mãos virgens" de um burocrata não acostumadas com o trabalho braçal era sua marca mais cara.
Logo passado uma semana, saiu do campo, voltou para a cidade grande e passou a viver escondido com medo da imigração, pediu ajuda a mãe que gastou todas as economias para enviar-lhe de volta para o Brasil, enquanto isso a "ex-esposinha" estava trabalhando como Enfermeira em um Hospital, casada de papel passado com um mangina estrangeiro, e estava esperando um filho, enredo de novela no qual o mocinho não terminou bem, hoje ele trabalha como taxista, conseguiu se estabelecer, teve um filho e é casado, mas, a experiência foi dolorosa.
O outro caso envolveu um primo de um colega da vizinhança que teve a oportunidade de ir jogar Basquete nos Estados Unidos da América, uma oportunidade de ouro muito bem aproveitada diga-se de passagem, chegando lá, o cara um "realista nato" e adepto ao "heterodelicismo" se firmou com uma coroa na casa dos 50 anos, casou com ela e arrumou o Green Card, passada a temporada de Basquete, provavelmente foi dispensado, mas, já tinha o Green Card garantido, deu um pé no cu da americana coroa, e depois arrumou uma mais nova.
Esse cara saiu daqui com uma ideia certa na cabeça, se deu muito bem, provável que tenha conhecido essa coroa em um site de namoro, pois, é comum que mulheres nessa faixa de idade caiam em golpes muitos mais sofisticados e sejam extorquidas, o que não foi o caso do colega do meu primo, pois, ele se casou de papel passado, e sabemos que relacionamentos assim se desgastam, o tempo que ele esteve "casado", lhe serviu para aprimorar o Inglês com a "esposa" que lhe tomava lições diárias a fim de deixar-lhe afiado.
Tanto que mesmo após o termino da relação, manteve-se uma amizade com a ex-esposa, sem traumas nenhum, tanto que ele ainda continua a frequentar a casa da ex-esposa junto com a esposa mais jovem, o cara é um craque mesmo, muito esperto.
Ele trabalhava como concursado na Federal e largou tudo para ir morar lá, sem era e nem beira, levou a "esposa" formada em Enfermagem que era uma "espertinha" e rapidamente se virou por lá, abandonando-o a própria sorte.
Quando ele chegou com uma mão atrás e outra na frente, não teve a mesma disposição que o confrade Libertador de se firmar em algo que lhe desse retorno, a mãe já se encontrava há décadas como ilegal por lá, e tinha um emprego em uma casa de família, já ele devido a falta de "traquejo social" logo criou desavenças com outros nacionais onde estava hospedado como ilegal, e fora expulso por não ter um emprego e não ajudar nas tarefas domésticas.
A "esposinha" logo tratou de legalizar sua situação, arrumou um emprego na área de atuação que fora formada em Enfermagem, arrumou um mangina Italiano ou de outra nacionalidade, e abandonou o cara a própria sorte, na verdade isso era questão de tempo, pois os planos dos dois eram distintos, e aquele lance da "prostituição inconsciente" é claro nas mulheres, elas entram com a buceta, os manginas entram com as benfeitorias materiais, a troca é clara, implícita e o acordo silencioso.
Logo, o cara se viu em diversas dificuldades: sem emprego, sem dinheiro, em desavença com os próprios nacionais que poderiam de certa forma lhe dar um norte, teve que recorrer a mãe para voltar para o Brasil, e viver sob o medo permanente de ser preso e "devolvido" para o país de origem, não teve jeito, suas tentativas de arrumar e se estabelecer em um emprego foram infrutíferas, conforme o mesmo narrava para nós nacionais aqui no Brasil, o cara trabalhara em um restaurante como lavador de pratos, pilhas e mais pilhas para serem lavadas, o acordado inicialmente nunca era cumprido, e a resposta dos Italianos era sempre a mesma quando questionados acerca do tratado: "Reclame seus direitos com a imigração", sua última tentativa como arrancador de uvas fez lhe desistir de vez da vida no país da bota, a cada tentativa de arrancar as uvas, a mãos eram esfoladas devido a falta de prática, pois, as "mãos virgens" de um burocrata não acostumadas com o trabalho braçal era sua marca mais cara.
Logo passado uma semana, saiu do campo, voltou para a cidade grande e passou a viver escondido com medo da imigração, pediu ajuda a mãe que gastou todas as economias para enviar-lhe de volta para o Brasil, enquanto isso a "ex-esposinha" estava trabalhando como Enfermeira em um Hospital, casada de papel passado com um mangina estrangeiro, e estava esperando um filho, enredo de novela no qual o mocinho não terminou bem, hoje ele trabalha como taxista, conseguiu se estabelecer, teve um filho e é casado, mas, a experiência foi dolorosa.
O outro caso envolveu um primo de um colega da vizinhança que teve a oportunidade de ir jogar Basquete nos Estados Unidos da América, uma oportunidade de ouro muito bem aproveitada diga-se de passagem, chegando lá, o cara um "realista nato" e adepto ao "heterodelicismo" se firmou com uma coroa na casa dos 50 anos, casou com ela e arrumou o Green Card, passada a temporada de Basquete, provavelmente foi dispensado, mas, já tinha o Green Card garantido, deu um pé no cu da americana coroa, e depois arrumou uma mais nova.
Esse cara saiu daqui com uma ideia certa na cabeça, se deu muito bem, provável que tenha conhecido essa coroa em um site de namoro, pois, é comum que mulheres nessa faixa de idade caiam em golpes muitos mais sofisticados e sejam extorquidas, o que não foi o caso do colega do meu primo, pois, ele se casou de papel passado, e sabemos que relacionamentos assim se desgastam, o tempo que ele esteve "casado", lhe serviu para aprimorar o Inglês com a "esposa" que lhe tomava lições diárias a fim de deixar-lhe afiado.
Tanto que mesmo após o termino da relação, manteve-se uma amizade com a ex-esposa, sem traumas nenhum, tanto que ele ainda continua a frequentar a casa da ex-esposa junto com a esposa mais jovem, o cara é um craque mesmo, muito esperto.
