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[RELATO] Loucuras do Libertador - Estados Unidos da América
#11
Continuando!

Parte 2: O Outlet

[Image: Orlando-International-Premium-Outlets-3.jpg]
Eu trabalhei exatamente neste Outlet da foto acima!

Acordei cedo no dia seguinte e comecei o trabalho no horário combinado. Vou falar um pouco sobre esse trabalho pois aprendi muito com ele.
Eramos cerca de 30 funcionários em uns 6 kiosks espalhados, que "concorriam" entre si. O cliente achava que existia uma concorrência, mas eram quase todos do mesmo dono. Coisa de judeu. Ele foi comprando todos os concorrentes e na época faltava só um kiosk, que era de outro judeu e este se recusava a vender. Não vi nenhum judeu trabalhar em algo que não fosse vendas lá nos Estados Unidos.

Dos trinta funcionários, mais ou menos, uns quinze eram judeus, que vieram direto de Israel só para trabalhar nisso, uns seis eram brasileiros, uns cinco venezuelanos, uma da Republica Dominicana e uma das Filipinas. O pagamento era semanal e em dinheiro. Eles não pediram documento nenhum e só perguntaram o primeiro nome para colocar um nickname no sistema, eles nem queriam saber o seu nome real.

Segundo as informações que recebi por lá, Orlando recebe uma média de 55 milhões de turistas por ano. Essa quantidade absurda em uma cidade de porte médio. Para se ter uma ideia, o Brasil inteiro recebe uma média de 6 milhões de turistas por ano. Todo dia apareciam milhares de pessoas novas de varias partes do mundo, prontas para gastar o seu dinheiro lá no outlet. É uma mina de ouro e os judeus rapidamente aprendem a garimpar essa mina.

A taxa de desistência do trabalho era muito alta, muitos ficavam poucos dias e depois desistiam. Pois a parte mais difícil era ficar abordando os estranhos que passavam, puxar uma conversa com eles, forçar eles a parar pra ouvir sobre o seu produto e depois empurrar o produto. Iniciar uma conversa e tentar vender para estranhos é algo que muita gente tem dificuldade e eu também estava nesse grupo. Tive que superar essa barreira.

Apesar da alta desistência, todo dia aparecia um venezuelano pedindo emprego nos outlets e um brasileiro aparecia a cada dois dias, mais ou menos. E percebi como tive sorte de ter conseguido uma vaga lá. Pois quase nenhum deles estava na mesma hora que o dono, que raramente aparecia por lá. E com a crise na venezuela e o PT afundando o Brasil a cidade estava saturada de brasileiros e venezuelanos.

E tinha mais gente do que empregos ilegais disponíveis. Apesar disso, empregos legalizados tinham aos montes, em todo canto havia uma placa de contrata-se, mas era necessário green-card ou visto de trabalho para ser contratado nessas lojas. Então, os empregos ilegais estavam saturados, pagando cada vez menos, e cheio de pessoas tentando entrar e os empregadores legalizados se estapeando para conseguir segurar os trabalhadores, oferecendo benefícios excelentes e com mais vagas do que funcionários dispostos a preenche-las.

Voltando ao kiosk, no inicio foi muito difícil. Abordar estranhos pra forçar vendas é algo que requer muito esforço mental para quem não está acostumado com a rejeição constantes dos clientes. Por isso, a maioria desistia nos primeiros dias. Mas se você supera esta barreira inicial, você amadurece muito como pessoa, saber lidar com a rejeição social é algo muito importante para a vida.

Logo nos primeiros dias, eu também enfrentei o maior frio da minha vida, naqueles dias estava acontecendo a segunda pior nevasca registrada desde 1922, nos Estados Unidos. A nevasca Jonas, também foi apelidada pela imprensa da costa leste de Snowzilla, uma mistura de Snow(Neve) e Zilla de Godzilla, o monstro do cinema. Onze estados declararam estado de emergência, mais de 10500 voos cancelados, algumas mortes por conta do frio, foi também os dias que eu mais me esforcei para vender, eu não ficava parado por nada, era tentando vender sem parar pra ver se esquentava um pouco o corpo.

[Image: nevascanasa1.jpg]

A Flórida fica ali no sul desta foto acima, um pouco abaixo daquela pequena parte verde, foi um dos locais que não fez tanto frio quando no norte, com o Snowzilla. Não chegou a nevar aqui na Flórida, mas mesmo assim fez frio.

Essa foto abaixo é de como ficou a situação no norte do país:

[Image: neve-eua6.jpg]

O local que eu trabalhava ficava em um corredor aberto, que o sol não pegava, mas tinha uma ventilação natural muito forte, então, fazia bastante frio. Eu ia trabalhar no outlet com 2 calças, 3 meias em cada pé, 2 camisas, 3 blusas de frio, toca, e ainda sentia frio. Além de que todos os vendedores estavam se tremendo também.

E por incrível que pareça, em um desses dias passou uma família de canadenses andando de shorts, regata e chinelo, e sem sentir frio, caminhando como se tivessem na praia, todo mundo ficou impressionado com aquilo. Como isso era possível?!


Noticias da época para vocês terem ideia:

http://g1.globo.com/jornal-nacional/noti...ortos.html
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noti...spaco.html
http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/0...stade.html

Nas primeiras semanas eu sofri bastante e pensei em desistir das vendas e procurar outra coisa para trabalhar, fiquei me perguntando o que eu estava fazendo lá, e me veio vários pensamentos ruins sobre como estava difícil de vender, como era ruim ficar sozinho em um país estrangeiro e etc. Aí orei a Deus pedindo para Ele me ajudar a achar alguma solução e tive um pensamento curioso naquele momento, que era assim, se eu ficasse reclamando e vendo os pontos negativos do trabalho e das coisas que eu passo, eu só iria tornar as coisas mais difíceis, me veio o pensamento de que passar por isso ia ser importante para mim no futuro, e que quanto mais se reclama, mais difíceis as coisas vão se tornando, mas se eu procurasse sentir prazer de estar trabalhando ali, o aprendizado se tornaria muito mais fácil, e até minhas vendas aumentariam.

Eu não precisaria mudar o que acontecia a minha volta e sim a forma como eu interpretava o que acontecia a minha volta. Eu entendi o que eu devia fazer, gerenciar os meus pensamentos e aprender a me divertir no trabalho, aprender a gostar do que eu estava fazendo, eu não sabia como iria fazer isso, mas eu entendi que era isso que Deus queria que eu fizesse. Então, passei a fazer isso, e a ver as coisas ao longo de toda esta saga pelo lado positivo, aproveitar os momentos e aprendizados e também parei de ficar reclamando e dificultando mentalmente as coisas, e adivinhe, isso me ajudou muito.

Comecei a pensar em tudo que tinha de legal e positivo neste trabalho atual. E repetia isto mentalmente quando começava a ficar desanimado. Então vou mostrar a vocês as vantagens que eu comecei a perceber.

O que eu mais gostei desse trabalho de vendas foi a oportunidade de conversar e conhecer pessoas das culturas mais diversas do mundo. Nas primeiras semanas, eu só vendia em português e espanhol. E tentava falar em inglês com todo mundo que não falava esses dois idiomas, porém, depois de algum tempo, eu já conseguia conversar em inglês com certa dificuldade.

[Image: 8513456f0becc8f57bd33dcd8613060f.jpg]

Aprendi a falar em hebraico algumas palavras. E também aprendi bastante sobre a cultura, como por exemplo, que o serviço militar é obrigatório em Israel para homens (3 anos) e mulheres (2 anos), vi cicatrizes de esfaqueamentos feitos por islâmicos em um judeu que quase morreu quando tentaram degolar ele. Lá eles não acreditam que Jesus foi o Messias. Me ensinaram como funciona os Kibbutz, o único "socialismo" que funciona pois é totalmente privatizado, tive a oportunidade de comer diversas comidas típicas de Israel, quando ia na casa deles visitá-los, entre outras coisas.

Lá no trabalho existia uma quantidade grande de turistas chineses e eram muito difícil parar eles para tentar vender, não paravam por nada. Então, um dia, eu saí do kiosk "esbarrei" em um chinês qualquer, puxei assunto, fiz uma amizade rápida e pedi para ele me ensinar a falar: "Oi, tudo bem?" em chinês e também mais algumas palavras. Voltei pra loja e descobri que eles sempre respondiam quando eu falava em chinês. E comecei a conseguir segurar eles para oferecer os produtos.

Rapidamente aprendi a cumprimentar em russo, turco, japonês, árabe, francês e em italiano. O que melhorou em muito a minha abordagem. Cada coisa que alguém me ensinava do seu país, eu usava contra o próximo daquele mesmo país para tentar vender para ele.

Conheci gente de todas as partes do mundo: Singapura, Japão, China, Sri Lanka, Índia, Canadá, Chile, Noruega, Arábia Saudita e etc.
Vendi para pessoas de vários países, era como um trunfo para mim conseguir vender para alguém de um país que eu ainda não tinha vendido. Tirava foto com alguns pra guardar de recordação, estava começando a me divertir com o trabalho. Aprendi muita coisa interessante nesse contato com todas estas culturas diferentes.

Os judeus não contavam para nenhum cliente que eram judeus, e sempre fingiam ser de outro país quando eram questionados, pois os muçulmanos não compravam de judeus de jeito nenhum, e os outros judeus também não gostavam de comprar com judeus pois diziam que eles eram mentirosos, e eram mesmo, eles falavam qualquer coisa para vender. Alguns mentiam descaradamente.

[Image: salesman.jpg]

Teve um judeu em particular, chamado Yaron, tinha só 19 anos, mangina ao extremo, mas ele conseguia ganhar cerca de 400 a 700 dólares de comissão todo dia. E tinha dias que ele ganhava mais de 1000 dólares de comissão. Eu, como a grande maioria, mal conseguia tirar 300 dólares na semana. E teve semanas que recebi algo como 70 dólares. Mas, quando o Yaron chegou nos Estados Unidos, ele passou algo como 3 meses sem vender nada, pois ele mal falava o inglês também, e persistiu até começar a pegar o jeito e hoje domina a arte das vendas. Para poder aprender com calma, ele foi com uma reserva em dinheiro e se esforçou bastante, além do fato de que ele tinha prazer em vender, ele realmente gostava disso. Ou, com o tempo, aprendeu a gostar disso.

Uma coisa que eu reparei foi que todos os melhores vendedores dos kiosks, aqueles que vendiam bem mais que os outros, eles gostavam muito de vender, eles realmente sentiam prazer em estar lá fazendo isso. Eles se divertiam em estar fazendo aquele trabalho, brincavam com os clientes, pegavam os telefones das clientes gatas de outros países e saiam com elas depois do turno. Enquanto todos que vendiam mal, estavam sempre reclamando, sempre depressivos e chateados, parecem que estavam indo para uma sessão de tortura diária. Eles sofriam em estar lá e o que mais queriam era arrumar um jeito de sair daquelas vendas agressivas o mais rápido possível. Torciam para acabar logo o turno e, muitas vezes, ficavam sentados esperando dar o horário de ir embora. Mesmo sem ganhar por hora, só comissão das vendas. A maioria desistia entre uma a duas semanas.

Isso ficou martelando bastante na minha cabeça, desde aquela oração que fiz no inicio desse trabalho e que pedi ajuda divina, me veio o pensamento de que eu devia aprender a gostar do que eu estava fazendo. Fazia todo o sentido agora com essas observações. Continuei me esforçando para me divertir com as vendas, brincar mais com os clientes, mudar o meu padrão mental.

Tinham alguns que vendiam muito em uma semana, mas na semana seguinte não, e as vezes ficava diversos dias seguidos sem conseguir vender nada e desistiam. E isso era algo muito interessante desse trabalho: O emocional.

Muitos vendedores poucos dias ou horas antes de desistir repetiam exaustivamente esses chavões:
Eu não sei vender.
Eu não nasci para ser vendedor.
Tem gente que nasce sabendo vender, outros não, eu não nasci pra isso.
Estou perdendo o meu tempo aqui tentando ser alguém que eu não sou.
Vender é muito difícil.
Eu não quero ficar mentindo pros outros.
Não vou ficar nesse emprego humilhante, eu sou formado no meu país.
Não vou ficar me humilhando e implorando pra conseguir vender pros outros, eu tenho a minha dignidade.
Se algum conhecido do Brasil me ver trabalhando nisso, o que vão pensar de mim?


Enquanto os vendedores de alto nível falavam:
Vender é como tocar um instrumento, alguns aprendem rápido, outros demoram um pouco mais, mas qualquer um pode aprender a vender.
Ninguem nasce um bom vendedor, mas pode se aprender a ser um bom vendedor.
Não precisa ficar mentindo pros outros, você mente só se quiser vender mais.
Não precisa ficar se humilhando, se eles te desrespeitam, tire eles da sua frente ou chame o segurança.
A maioria dos grandes vendedores aqui chegaram sem conseguir vender quase nada no início mas persistiram até aprender.
Se você se esforçar pra valer, uma hora vai aprender a vender bem.


Nenhum vendedor experiente aceitava desrespeito dos clientes. E eu decidi que não iria mentir para vender, então eu sempre falava a verdade sobre os produtos para os meus clientes.

A questão é que os desistentes tinham que arrumar uma desculpa para justificar emocionalmente para eles mesmos o seu fracasso nas vendas, e quase todos colocavam a culpa em algo que eles não podiam mudar, eles queriam justificar para si mesmos que alguns nascem vendedores e outros nascem desprovidos desse dom, como se fosse uma qualidade inata, e não algo que pudesse ser desenvolvido com o tempo.

Já alguns dos melhores vendedores, começaram vendendo muito mal, mas persistiram até dominar a arte das vendas. Ou seja, eles desenvolveram a habilidade de vender. Eu procurei a me doutrinar mentalmente a pensar como os grandes vendedores e a rechaçar os meus pensamentos que eram parecidos com os pensamentos dos vendedores ruins.

O nosso emocional tinha influencia total sobre estas vendas agressivas. Se você acordava desanimado ou com algum problema, não vendia nada, se você estava motivado, vendia muito. A questão era que você levava algo como uns 10 a 20 nãos rudes para cada sim. E a cada não que recebia, isso te abalava bastante. E atrapalhava o seu emocional na próxima venda.

Nesse período, eu li um tópico sobre Inteligência Emocional (Clique aqui) do fórum, refleti bastante sobre o assunto, e então percebi que os bons vendedores tinham um controle muito alto sobre as emoções, por isso conseguiam estar sempre se auto-motivando em pensamento e sempre agindo como se tivessem felizes na hora de vender, mesmo passando 20 ou 30 tentativas seguidas só levando nãos, sem vender nada.

Isso mesmo, os melhores vendedores levavam diversos nãos também, mas administravam isso para permanecerem animados, pois sabiam que se agissem com desanimo, não vendiam. Aconteceu do Yaron terminar um namoro em que ele era muito apegado a garota, afinal, ele era muito mangina, e passou uns 2 dias sem conseguir vender nada. Mas depois ele finalmente conseguiu colocar os sentimentos de lado na hora das vendas e voltou a vender loucamente de novo.

Vou escrever aqui algumas observações que aprendi lá observando os melhores e praticando todo dia, que me ajudaram bastante. Acredito que são úteis para diversas outras áreas da nossa vida:
  • Nunca pergunte se pode mostrar o produto, eles sempre dizem não. Dê ordens de forma educada e elas farão o que você quer.
  • Crie conexão rapidamente
  • Não deixe eles pensarem demais. Eles compram por impulso.
  • A forma como você faz é mais importante do que o que você faz.
  • A forma como você fala é mais importante do que o que você fala.
  • Como você se sente é muito importante, se você se sente mal, vende pouco, se você se sente muito bem, vende muito bem. Gerencie os seus sentimentos.
  • Aja com energia e entusiasmo sempre, independente da quantidade de nãos que levou. Desanimados não conseguem vender.
  • Se você perceber que eles não te respeitam, deixe eles irem embora logo. Não perca seu tempo.
  • Olhe nos olhos, aja com confiança, quanto mais autoridade e confiança no falar, mais venderá.
  • Tudo depende de sua energia, de como você age e se sente.
  • É tudo sobre você.
[Image: mzfexXy.jpg]
Tradução: O homem não pode refazer-se sem sofrer, pois ele é, ao mesmo tempo, o mármore e o escultor.

Depois que passei a aplicar isso melhorei bastante. Mas, ainda não o suficiente para conseguir pagar o aluguel. Pois as vendas acabaram caindo muito no período em que eu estava, pois era a época de turismo do Brasil, mas vieram pouquíssimos turistas, por conta da alta do dólar e da crise que o PT gerou, isso afetou as vendas de todos os vendedores e em todas as lojas que dependiam de turismo. Mas os experientes estavam tranquilos, pois sabiam que dentro de 2 meses, iria começar o turismo em massa de outros países, então era só usar a reserva que eles tinham. Mas eu não tinha reserva nenhuma, eu estava no limite do meu dinheiro, tinha ido só com 500 dólares, e só o aluguel custava 550 dólares, fora que eu já estava usando o meu dinheiro para me alimentar durante o período, o meu dinheiro já estava diminuindo bastante.

Então eu tive uma ideia, resolvi vender os mesmos produtos no Ebay para os americanos. Eu comecei vendendo um que era vendido por 50 dólares no Kiosk, mas era vendido por 150 dólares no site oficial. Como eu ganhava 25% de comissão, então ele me saía por 37,50. Eu passei a tentar vender por 55 a 65 dólares na internet. Pesquisei como anunciar, criei uma conta no Paypal para receber o dinheiro, e então passei a anunciar o produto no Ebay. E começou a dar certo, comecei a vender aos poucos, mas cometi um erro nisso que me custaria caro.

Além disso, aconteceu que nesses dias uma americana se mudou para a mesma casa que eu morava. Ela foi para o quarto ao lado e tínhamos que dividir o banheiro. Quando eu conheci ela, vi que seu olhar era frio, ela agia com falsidade nas expressões, tentava se passar por uma mulher extremamente religiosa e se fazendo de vitima sempre que podia. Parecia uma psicopata. Na hora eu pensei: Tem alguma coisa muito errada com essa mulher. E o pior é que eu estava certo.

Continua em breve.

Visitante, a história continua na página 2, aqui: http://legadorealista.net/forum/showthre...367&page=2

E na página 3, aqui: http://legadorealista.net/forum/showthre...367&page=3
“A maior necessidade do mundo é a de homens — homens que se não comprem nem se vendam; homens que, no íntimo de seu coração, sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” Educação, Pág 57.
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RE: Loucuras do Libertador - 1° Parte - de Loki - 14-10-2016, 08:53 AM
RE: Loucuras do Libertador - 1° Parte - de Mente - 14-10-2016, 02:33 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Mr. Rover - 14-10-2016, 10:41 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Libertador - 14-10-2016, 11:16 PM
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RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Mandrake - 16-10-2016, 03:44 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Aragons - 16-10-2016, 05:06 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Lansky - 17-10-2016, 07:24 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Héracles - 18-10-2016, 11:00 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Mente - 18-10-2016, 11:17 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Lansky - 18-10-2016, 12:21 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Adam_Smith - 19-10-2016, 09:50 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Libertador - 19-10-2016, 11:58 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Lansky - 19-10-2016, 01:41 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Henry Volk - 19-10-2016, 09:01 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Henry Volk - 19-10-2016, 09:15 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Lansky - 20-10-2016, 01:54 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Minerim - 20-10-2016, 02:36 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Madroox Mx - 20-10-2016, 01:56 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Aragons - 20-10-2016, 02:02 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Libertador - 21-10-2016, 01:34 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Roland - 21-10-2016, 08:34 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Mandrake - 21-10-2016, 09:15 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Ragnarok - 21-10-2016, 10:11 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Mandrake - 21-10-2016, 11:06 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Mente - 21-10-2016, 06:11 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Mandrake - 22-10-2016, 02:19 PM
4° Parte - de Libertador - 22-10-2016, 12:23 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Bean - 22-10-2016, 02:09 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Mandrake - 22-10-2016, 02:43 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Roland - 24-10-2016, 08:39 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Lansky - 24-10-2016, 02:29 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Minerim - 24-10-2016, 04:35 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Mandrake - 24-10-2016, 06:44 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Mente - 24-10-2016, 09:07 PM
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RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Libertador - 29-10-2016, 10:09 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Libertador - 29-10-2016, 12:04 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Sociólogo - 30-10-2016, 03:54 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Lansky - 30-10-2016, 04:18 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Sociólogo - 30-10-2016, 04:20 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Roland - 30-10-2016, 08:04 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Libertador - 30-10-2016, 09:59 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Lansky - 30-10-2016, 11:54 PM
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RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Mandrake - 31-10-2016, 04:05 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Libertador - 04-11-2016, 11:15 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Bean - 05-11-2016, 12:28 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Libertador - 06-11-2016, 02:03 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Bean - 06-11-2016, 02:33 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Mente - 06-11-2016, 12:16 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Roland - 06-11-2016, 01:23 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Lansky - 06-11-2016, 01:38 PM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Lansky - 06-11-2016, 02:36 PM
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RE: Loucuras do Libertador - EUA - de Libertador - 07-04-2017, 12:06 AM
RE: Loucuras do Libertador - EUA - de destruidor - 10-04-2017, 03:56 PM
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