13-05-2016, 06:23 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 09-09-2016, 12:35 PM por Mandrake.)
Sente aí e prepare-se para um conto da cripta. O fato é verídico, acompanhei de perto e traz a constatação de como a falta de conhecimento realista traz o fim para o homem honrado.
A história começa com FULANO. Ele é empregado de um colega meu. Bom funcionário, não bebe, não fuma, e vive pra família. Ele é casado com SICRANA. Ela também é empregada do meu colega, mas trabalha em outra loja. Juntos, possuem dois filhos.
Estabeleceu em frente à loja onde Sicrana trabalha um camelô, que vende aquelas bugingangas. E logo começou o romance com Sicrana.
Ela botou FULANO pra fora de casa. Levava o camelô para passar bons momentos dentro de casa. Enquanto isso, FULANO já sabia de tudo, ia na porta de casa e via o camelô com sua esposa. Os dois até ficaram amigos, batendo longos papos na porta de casa.
A esposa traíra disse que só voltaria para o marido se ele comprasse um carro. E o FULANO levou isso à sério: chegou para meu amigo, que é seu patrão, e pediu para ele fazer tipo de acerto, com demissão, para que ele pudesse comprar o carro. Claro que seu pedido de desespero não foi atendido.
Ela também reclamou da forma física do sujeito. Ele passou a correr no horário de almoço. Isso mesmo: o cara passou a correr debaixo do sol quente de meio dia, só pra tentar melhorar a forma física para agradar a Sicrana.
Nesse meio tempo, um dia meu colega chega pra mim e diz que o camelô saiu fora da mulher. Com nosso conhecimento realista disse pra ele que mulher é igual macaco: só larga um galho quando já tá segurando outro, e que ela voltaria pro Fulano. Não deu outra, na mesma semana já estavam juntos novamente.
Normalmente, sempre discutimos aqui sobre poder de barganha, mas o cara foi trocado por um sujeito com condição inferior. Perdeu pro camelô vai ganhar de quem?
Agora estão juntos. E Fulano está mais feliz do que nunca.
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