09-05-2016, 07:56 AM
Antes de mais nada, parabéns pelas experiências e por ter compartilhado conosco!
Sobre os mendigos.
Já atuei em um sopão e fazia doações para algumas ONGs com essa proposta de ajudá-los, porém desisti e saí disso. Não notava progresso algum naquelas atividades, e irregularidades como falta de prestações de contas, além da sensação de que nada era feito para resolver o problema na fonte (inserí-lo na sociedade), mesmo quando o mendigo já estava nessa proposta há meses. Ou a ajuda era ineficiente, ou a pessoa não queria ser ajudada e sair daquela condição de vulnerabilidade.
Eu levo muito a sério aquela famosa expressão: "ensinar a pescar, e não dar o peixe".
Outro fato "curioso":
Trabalhei em um local que ficava em frente a uma casa de amparo aos moradores de rua, mantida pela prefeitura. Era um puta espaço. E da minha janela, dava para ver o interior. Lá os caras recebiam alimentos, havia um espaço para dormir e tomar banho, e acho que ministravam alguns cursos para ver se conseguiam tirar o cara das ruas. Acontece que no final das contas, essa casa foi fechada porque os progressos eram mínimos e os custos eram altos, além de supostas irregularidades.
Houve um forte debate sobre a natureza desse tipo de ajuda, porque não estava resolvendo a situação. Eles continuavam marginalizados e nas ruas, os exemplos de sucesso eram pouquíssimos. Fora ainda aquele profundo debate de que se essa ajuda realmente serve ao propósito de retirá-los dessa condição (e resolver esse tipo de problema), ou se querem apenas dar um pouco de conforto e mantê-los nessa situação. Um detalhe que não posso deixar de mencionar, é que ao lado dessa casa de amparo, em uma rua paralela (uma distância de uns 50 passos), ficam aquelas putas thrash, daquelas que cobram 20 lava-jatos, fodem sem preservativo e o cara tem que comer ela na rua ou em um terreno baldio. Não apenas isso foi mencionado ao fechar a casa, mas como eu presenciei também, os mendigos receberem algumas doações e iam lá trocá-las por sexo com as GPs.
Sobre os mendigos.
Já atuei em um sopão e fazia doações para algumas ONGs com essa proposta de ajudá-los, porém desisti e saí disso. Não notava progresso algum naquelas atividades, e irregularidades como falta de prestações de contas, além da sensação de que nada era feito para resolver o problema na fonte (inserí-lo na sociedade), mesmo quando o mendigo já estava nessa proposta há meses. Ou a ajuda era ineficiente, ou a pessoa não queria ser ajudada e sair daquela condição de vulnerabilidade.
Eu levo muito a sério aquela famosa expressão: "ensinar a pescar, e não dar o peixe".
Outro fato "curioso":
Trabalhei em um local que ficava em frente a uma casa de amparo aos moradores de rua, mantida pela prefeitura. Era um puta espaço. E da minha janela, dava para ver o interior. Lá os caras recebiam alimentos, havia um espaço para dormir e tomar banho, e acho que ministravam alguns cursos para ver se conseguiam tirar o cara das ruas. Acontece que no final das contas, essa casa foi fechada porque os progressos eram mínimos e os custos eram altos, além de supostas irregularidades.
Houve um forte debate sobre a natureza desse tipo de ajuda, porque não estava resolvendo a situação. Eles continuavam marginalizados e nas ruas, os exemplos de sucesso eram pouquíssimos. Fora ainda aquele profundo debate de que se essa ajuda realmente serve ao propósito de retirá-los dessa condição (e resolver esse tipo de problema), ou se querem apenas dar um pouco de conforto e mantê-los nessa situação. Um detalhe que não posso deixar de mencionar, é que ao lado dessa casa de amparo, em uma rua paralela (uma distância de uns 50 passos), ficam aquelas putas thrash, daquelas que cobram 20 lava-jatos, fodem sem preservativo e o cara tem que comer ela na rua ou em um terreno baldio. Não apenas isso foi mencionado ao fechar a casa, mas como eu presenciei também, os mendigos receberem algumas doações e iam lá trocá-las por sexo com as GPs.

