15-03-2016, 01:50 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 15-03-2016, 01:54 PM por Constrito.)
O problema do Olavo é exatamente esse que vocês descreveram, oportunismo e falta de sintonia com a realidade. Oportunismo porque não convém mesmo a ele falar como as coisas são, por isso, por mais sentido que façam essas colocações que fazemos aqui, ele estaria em maus lençóis se resolvesse bancar o realista, porque o público que o financia não é composto em sua maioria por pessoas esclarecidas.
E sintonia com a realidade seria mais ou menos assim: por um lado o Olavo fala que é contra o feminismo, que percebe esse comportamento feminino (ou natureza da mulher de agir assim e assado), mas por outro a própria vida dele impede que ele mantenha essas linhas de pensamento.
Pra me fazer entender: é como a questão do cigarro: o Olavo fumou a vida toda, nunca ligou se fazia mal, mesmo sendo alertado, hoje vive com aquela tosse/pigarro horríveis, não pegou uma doença mais séria aí, mas óbvio que tem efeitos colaterais, e hoje em dia com tanto acesso à informação sobre males do cigarro ou casos de pessoas que se deram mal pelo vício, ele simplesmente renega essa verdade e ataca um mal maior, que são as drogas. Diz que é tudo conspiração e que cigarro tem benefícios.
Peraí, ninguém nega que estão querendo impor drogas ainda piores, mas pra vocês verem, o Olavo desvia o foco de um mal menor pra um maior como se não conseguisse enxergar (na verdade ele NÃO QUER enxergar) que todos constituem uma dependência a um vício que é destrutivo à saúde. O cigarro, tal como o álcool, não deve ser o foco de ataques (o que ele causa, sim), tal como a mulher só por ser mulher, mas a mentalidade feminina, que é inferior, não se trata portanto de luta de classes ou qualquer outra desculpa, mas de reconhecer algo básico como o fato de que biologicamente a mulher age e pensa de um jeito diferente do homem, e que esse último, se se comportar como a mulher, assimilou apenas a criação ou influência social que teve, ou se adaptou ao mundo ginocêntrico que vivemos.
Exemplo: toda mulher é, em maior ou menor grau, materialista, manipuladora, etc., e só haveria alguma perspectiva de mudança se esses traços fossem reconhecidos como prevalentes na maioria delas, mas é tabu descrever as coisas como elas são, então nem que fosse possível mudar esses traços biologicamente, tal como prevenir que psicopatas surgissem, impedindo que tivessem esse desvio mental, isso seria feito, porque me vem um suposto "pensador" e diz que quem se preocupa em fazer constatações tão óbvias é "corno" ou algo similar.
Quer dizer, basta usar os velhos chavões e táticas de intimidação, que tudo se resolve.
Ele não está preocupado em descobrir a verdade, não só se essa verdade lhe for inconveniente do ponto de vista social e financeiro, mas se contradizer a vida que sempre levou. Se amanhã o Olavo reconhecesse os males do cigarro se veria obrigado a largá-lo, tal como o homem promíscuo, o mangina, o casado, o separado que paga pensão, etc. que pensariam imediatamente: "putz, joguei minha vida no lixo, agora é tarde demais pra reconhecer que sou/fui um perfeito idiota, então é melhor combater quem está expondo meu fracasso".
Eu penso que se você não é a mudança que prega, se você não segue seu discurso ou procura se desenvolver/evoluir e mudar suas atitudes, seu discurso não tem valor, e rapidinho outras pessoas irão desmascarar suas intenções e a fragilidade das suas propostas.
É o caso do Olavo, quem não lembra quando ele falou que "a consciência não é causada pelo cérebro" (sem contar a dos fetos da pepsi) e foi preciso aquela turminha de vagabundos neo-ateus pra desmenti-lo, só que ao invés de chegar e dizer "pô, errei, vou ser homem agora e assumir isso", mas não, a prepotência dele não deixa.
Olavo só se preocupa em estudar ciências humanas e sociais, acha que estudar ciências naturais (exatas) é irrelevante, secundário, por isso nem dá pra levá-lo a sério, de que adianta eu chegar aqui e citar estatísticas que comfirmem hipergamia e outras obviedades, mas não ter embasamento científico algum pra dizer que homens e mulheres são diferentes, dados esses que eu mesmo posso levantar, aí amanhã todos os valores estarão invertidos e estaremos defendendo tudo aquilo que condenamos hoje.
Enfim, um dia admirei o Olavo, mas com o tempo fui percebendo devagarzinho o quanto ele é desonesto intelectualmente. Mas é aquela coisa, esses cidadãos adquirem, imerecidamente, status de divindades, e nada do que eles dizem ou fazem pode mais ser contestado, como eles comandam massas, séquito de pessoas carentes e fracas de espírito, se acham acima do bem e do mal.. Não existe isso, filhos, autoridade não significa absolutamente nada na busca pela verdade.
E sintonia com a realidade seria mais ou menos assim: por um lado o Olavo fala que é contra o feminismo, que percebe esse comportamento feminino (ou natureza da mulher de agir assim e assado), mas por outro a própria vida dele impede que ele mantenha essas linhas de pensamento.
Pra me fazer entender: é como a questão do cigarro: o Olavo fumou a vida toda, nunca ligou se fazia mal, mesmo sendo alertado, hoje vive com aquela tosse/pigarro horríveis, não pegou uma doença mais séria aí, mas óbvio que tem efeitos colaterais, e hoje em dia com tanto acesso à informação sobre males do cigarro ou casos de pessoas que se deram mal pelo vício, ele simplesmente renega essa verdade e ataca um mal maior, que são as drogas. Diz que é tudo conspiração e que cigarro tem benefícios.
Peraí, ninguém nega que estão querendo impor drogas ainda piores, mas pra vocês verem, o Olavo desvia o foco de um mal menor pra um maior como se não conseguisse enxergar (na verdade ele NÃO QUER enxergar) que todos constituem uma dependência a um vício que é destrutivo à saúde. O cigarro, tal como o álcool, não deve ser o foco de ataques (o que ele causa, sim), tal como a mulher só por ser mulher, mas a mentalidade feminina, que é inferior, não se trata portanto de luta de classes ou qualquer outra desculpa, mas de reconhecer algo básico como o fato de que biologicamente a mulher age e pensa de um jeito diferente do homem, e que esse último, se se comportar como a mulher, assimilou apenas a criação ou influência social que teve, ou se adaptou ao mundo ginocêntrico que vivemos.
Exemplo: toda mulher é, em maior ou menor grau, materialista, manipuladora, etc., e só haveria alguma perspectiva de mudança se esses traços fossem reconhecidos como prevalentes na maioria delas, mas é tabu descrever as coisas como elas são, então nem que fosse possível mudar esses traços biologicamente, tal como prevenir que psicopatas surgissem, impedindo que tivessem esse desvio mental, isso seria feito, porque me vem um suposto "pensador" e diz que quem se preocupa em fazer constatações tão óbvias é "corno" ou algo similar.
Quer dizer, basta usar os velhos chavões e táticas de intimidação, que tudo se resolve.
Ele não está preocupado em descobrir a verdade, não só se essa verdade lhe for inconveniente do ponto de vista social e financeiro, mas se contradizer a vida que sempre levou. Se amanhã o Olavo reconhecesse os males do cigarro se veria obrigado a largá-lo, tal como o homem promíscuo, o mangina, o casado, o separado que paga pensão, etc. que pensariam imediatamente: "putz, joguei minha vida no lixo, agora é tarde demais pra reconhecer que sou/fui um perfeito idiota, então é melhor combater quem está expondo meu fracasso".
Eu penso que se você não é a mudança que prega, se você não segue seu discurso ou procura se desenvolver/evoluir e mudar suas atitudes, seu discurso não tem valor, e rapidinho outras pessoas irão desmascarar suas intenções e a fragilidade das suas propostas.
É o caso do Olavo, quem não lembra quando ele falou que "a consciência não é causada pelo cérebro" (sem contar a dos fetos da pepsi) e foi preciso aquela turminha de vagabundos neo-ateus pra desmenti-lo, só que ao invés de chegar e dizer "pô, errei, vou ser homem agora e assumir isso", mas não, a prepotência dele não deixa.
Olavo só se preocupa em estudar ciências humanas e sociais, acha que estudar ciências naturais (exatas) é irrelevante, secundário, por isso nem dá pra levá-lo a sério, de que adianta eu chegar aqui e citar estatísticas que comfirmem hipergamia e outras obviedades, mas não ter embasamento científico algum pra dizer que homens e mulheres são diferentes, dados esses que eu mesmo posso levantar, aí amanhã todos os valores estarão invertidos e estaremos defendendo tudo aquilo que condenamos hoje.
Enfim, um dia admirei o Olavo, mas com o tempo fui percebendo devagarzinho o quanto ele é desonesto intelectualmente. Mas é aquela coisa, esses cidadãos adquirem, imerecidamente, status de divindades, e nada do que eles dizem ou fazem pode mais ser contestado, como eles comandam massas, séquito de pessoas carentes e fracas de espírito, se acham acima do bem e do mal.. Não existe isso, filhos, autoridade não significa absolutamente nada na busca pela verdade.
