15-03-2016, 12:22 AM
O cara é de uma outra época, de um momento em que os problemas sociais causados pelo feminismo eram pouco danosos e perceptíveis, ainda que está ideologia estivesse começando a ganhar destaque. Nesse quesito ele parou no tempo, além de ter parado por conveniência, já que o público dele é formado por inúmeros manginas e mulheres. É interessante que ele não meta a Real, justamente para evitar assustar essa gente, que representa em muito a fonte de renda do cara, com seus livros e cursos. É óbvio que o estudo de N.A é incompatível com a agenda do cara, por isso as coisas não se misturam. Fora que a esquerda nacional em peso persegue o cara e o rotula de "mentor intelectual da Direita Brasileira" e de "guru direitista", por isso a necessidade de não se meter em polêmicas.
Extraia o que tem de melhor no Olavo e o que tem de melhor no N.A, o resto ignore. Com isso, você só tem a ganhar.
Pessoalmente, depois dos inúmeros benefícios que a Real trouxe para a minha vida, jamais deixaria de aprofundar os meus estudos por causa do que A ou B falou de N.A.
Sobre a menção de Esther Vilar, a obra dela foi escrita no início dos anos 70. Muito provavelmente foi a primeira ou uma das primeiras pensadoras (sem fazer distinção de sexo), a apontar os estragos do lado obscuro feminino. Já ele seguiu outra vertente de estudo passando reto sobre isso.
Extraia o que tem de melhor no Olavo e o que tem de melhor no N.A, o resto ignore. Com isso, você só tem a ganhar.
Pessoalmente, depois dos inúmeros benefícios que a Real trouxe para a minha vida, jamais deixaria de aprofundar os meus estudos por causa do que A ou B falou de N.A.
Sobre a menção de Esther Vilar, a obra dela foi escrita no início dos anos 70. Muito provavelmente foi a primeira ou uma das primeiras pensadoras (sem fazer distinção de sexo), a apontar os estragos do lado obscuro feminino. Já ele seguiu outra vertente de estudo passando reto sobre isso.

