13-01-2016, 09:42 PM
Mesmo se o relato for falso, encampa alguns pontos interessantes, a saber:
1 - alguém sempre vai tocar pressão pro cidadão casar; a mãe, as tias, os irmãos, a própria namorada, como já aconteceu comigo. Uma decisão baseada no que os outros decidem pode ser - e geralmente é - uma grande enrascada;
2 - o estereótipo de moça do interior pode enganar feio. Meu antigo fisioterapeuta contou de um chegado que tirou uma garota de um reduto interiorano e trouxe pra cidade. A "menina" supostamente deslumbrou-se e caiu nas esparrelas de costume - amigas vadias, baladas, choppadas , etc. Não sei até que ponto a estória é real, mas quando alguém conhece uma realidade nova e movimentada, pode tender ao agito pra se enturmar ou mesmo pra tirar o atraso. Atitudes são sempre sinceras e devem ser observadas, venha a moça do interior ou de um lar dito conservador;
3 - o desleixo para consigo mesmo é responsável por afundar de vez não apenas a aparência, como também a autoestima de um sujeito, e isso traz reflexos diretos nas experiências do peão. Se ele não costuma se dar valor, não se cuida, se mantém largado, não terá como se portar com segurança e adquirir confiança no próprio taco. Não precisa virar um metrossexual, mas nosso corpo é nossa morada e, por mais defeitos que possa apresentar, é o que os outros verão quando nos entrevistarem para um emprego ou nos receberem como visita. Ser um gordo tetinha pode indicar desleixo, problema de saúde, ou excesso de comida pra compensar alguma carência. Manter o corpo e a mente sãos; passo importante para evoluir;
4 - nossas mães costumam ter um tipo de radar para espertinhas (pelo menos a minha tem e é porreta). A par disso, a família deve ser valorizada e tida em consideração; não é deixar meterem o bedelho em tudo, mas sim escutar a voz dos mais experientes e saber que, se dizem algo, é porque nos querem bem (aqui excluindo os casos de problemas graves com pais, irmãos e afins). Não esqueçamos de onde viemos;
5 - o estudo e o trabalho libertam. Ficar à mercê de outra pessoa ou em busca de casamento (como se fosse sinônimo de vitória na vida) é perda de tempo e energia. Só podemos melhorar se quisermos e fizermos algo a respeito, por isso é importante buscar oportunidades; sem falar que o trabalho é melhor antidepressivo que qualquer ansiolítico;
Não vou me alongar mais. Mesmo se tratando de um relato falso, serve pra ilustrar como a passividade nos põe de joelhos e tolhe a felicidade.
1 - alguém sempre vai tocar pressão pro cidadão casar; a mãe, as tias, os irmãos, a própria namorada, como já aconteceu comigo. Uma decisão baseada no que os outros decidem pode ser - e geralmente é - uma grande enrascada;
2 - o estereótipo de moça do interior pode enganar feio. Meu antigo fisioterapeuta contou de um chegado que tirou uma garota de um reduto interiorano e trouxe pra cidade. A "menina" supostamente deslumbrou-se e caiu nas esparrelas de costume - amigas vadias, baladas, choppadas , etc. Não sei até que ponto a estória é real, mas quando alguém conhece uma realidade nova e movimentada, pode tender ao agito pra se enturmar ou mesmo pra tirar o atraso. Atitudes são sempre sinceras e devem ser observadas, venha a moça do interior ou de um lar dito conservador;
3 - o desleixo para consigo mesmo é responsável por afundar de vez não apenas a aparência, como também a autoestima de um sujeito, e isso traz reflexos diretos nas experiências do peão. Se ele não costuma se dar valor, não se cuida, se mantém largado, não terá como se portar com segurança e adquirir confiança no próprio taco. Não precisa virar um metrossexual, mas nosso corpo é nossa morada e, por mais defeitos que possa apresentar, é o que os outros verão quando nos entrevistarem para um emprego ou nos receberem como visita. Ser um gordo tetinha pode indicar desleixo, problema de saúde, ou excesso de comida pra compensar alguma carência. Manter o corpo e a mente sãos; passo importante para evoluir;
4 - nossas mães costumam ter um tipo de radar para espertinhas (pelo menos a minha tem e é porreta). A par disso, a família deve ser valorizada e tida em consideração; não é deixar meterem o bedelho em tudo, mas sim escutar a voz dos mais experientes e saber que, se dizem algo, é porque nos querem bem (aqui excluindo os casos de problemas graves com pais, irmãos e afins). Não esqueçamos de onde viemos;
5 - o estudo e o trabalho libertam. Ficar à mercê de outra pessoa ou em busca de casamento (como se fosse sinônimo de vitória na vida) é perda de tempo e energia. Só podemos melhorar se quisermos e fizermos algo a respeito, por isso é importante buscar oportunidades; sem falar que o trabalho é melhor antidepressivo que qualquer ansiolítico;
Não vou me alongar mais. Mesmo se tratando de um relato falso, serve pra ilustrar como a passividade nos põe de joelhos e tolhe a felicidade.
"Primeiro vêm os sorrisos, depois as mentiras; por último, o tiroteio" - Roland de Gilead
