26-03-2026, 12:20 AM
A DIREITA BOSTILEIRA TEM Q.I DE MACACO é um bando de dissimulado FDP.
Com essa lei em vigor o PT e o PsoL aprovam o aborto visto que a proibição pode ser considerada misoginia face a restrição e cerceamento dos direitos sexuais e reprodutivos da Molier... um teatrinho de petição e protocolo no STF fim de papo.
O WOKISMO será a nova versão de denuncismo soviético no Bostil
A ESQUERDA BOSTILEIRA não quer a pacificação social, quer a guerra....
O consenso flutuante e relativo é uma bela ferramenta de empoderamento...num futuro não muito distante pode ser revogado
Dever ser uma honra casar-se na Igreja Cristã Francesa sob o manto de potencial estuprador....
https://www.cnnbrasil.com.br/internacion...casamento/
Na FRANÇA criaram uma lei para SUSTENTAR O ESTUPRO NO CASAMENTO....Em breve chegará no Bostil....
Proposta foi levada a votação após a identificação de uma ambiguidade jurídica que, ao longo de anos, permitiu interpretações sobre “dever conjugal”
Com essa lei em vigor o PT e o PsoL aprovam o aborto visto que a proibição pode ser considerada misoginia face a restrição e cerceamento dos direitos sexuais e reprodutivos da Molier... um teatrinho de petição e protocolo no STF fim de papo.
O WOKISMO será a nova versão de denuncismo soviético no Bostil
Funça já tem mentalidade fascista comunista, sequer fazem controle de legalidade , apenas cumprem ordens, vão ter como mostrar serviço com facilidade, visto que a acusação de machismo poderá apenas se sustentar na palavra da molier...e o cara que for preso terá que esperar audiencia de custódia....
A ESQUERDA BOSTILEIRA não quer a pacificação social, quer a guerra....
O consenso flutuante e relativo é uma bela ferramenta de empoderamento...num futuro não muito distante pode ser revogado
Dever ser uma honra casar-se na Igreja Cristã Francesa sob o manto de potencial estuprador....
https://www.cnnbrasil.com.br/internacion...casamento/
Na FRANÇA criaram uma lei para SUSTENTAR O ESTUPRO NO CASAMENTO....Em breve chegará no Bostil....
Proposta foi levada a votação após a identificação de uma ambiguidade jurídica que, ao longo de anos, permitiu interpretações sobre “dever conjugal”
A Assembleia Nacional da França aprovou nesta quarta-feira (28), por unanimidade, um projeto de lei que esclarece de forma explícita que não há obrigação em manter relações sexuais dentro do casamento.
A proposta foi levada a votação após a identificação de uma ambiguidade jurídica que, ao longo dos anos, permitiu interpretações distorcidas do Código Penal e do Código Civil do país.
A Constituição francesa estabelece quatro deveres básicos no casamento: fidelidade, sustento, assistência e coabitação.
Embora o texto legal não tenha mencionado a existência de um “dever conjugal”, decisões judiciais passaram a equiparar, em alguns casos, o dever de coabitação à ideia de “dormir juntos”.
Essa interpretação acabou alimentando a noção equivocada de que haveria uma obrigação implícita de manter relações sexuais entre cônjuges.
A brecha jurídica é frequentemente utilizada por homens em processos judiciais, inclusive em casos de estupro dentro do casamento, além de servir como argumento em ações de divórcio baseadas na recusa de relações sexuais.
A brecha jurídica é frequentemente utilizada por homens em processos judiciais, inclusive em casos de estupro dentro do casamento, além de servir como argumento em ações de divórcio baseadas na recusa de relações sexuais.
Só Jesus salva, vá e não peques mais...

