31-08-2025, 10:52 PM
Dei uma breve olhada nas partes do seu relato. Cheguei a uma conclusão. Acho que você garoteou bonito (como você mesmo disse). Como tenho toc, abaixo estão os pontos que considerei relevante com base no seu relato e com minha experiência de vida:
1º) Se você não for o chefe (o dono da bagaça), não vale a pena se relacionar com funcionárias, pois pode dar uma merda grande.
Vide o meu caso, que era recatado e virgem durante minha adolescência e período na universidade. Entrei no meu primeiro emprego e acabei conhecendo com uma série de putianes, que nunca havia tido contato antes. A maioria, era papo de um namorado/ficante novo por semana.
Fiquei loucão, e em parte funcionou, numa festa da empresa, tomei um chá de b*ceta e perdi a virgindade com uma mina de outro departamento (que só não assumi um relacionamento, porque ela não quis, como elas diziam, eu era emocionado de mais). Flertava constantemente com outras, o que nunca havia feito antes. E tudo ia bem, até que me apaixonei por uma garota do mesmo departamento.
Tínhamos uma química natural. Éramos muito próximos. Ela tinha várias red flags, mas o meu coração de betinha fazia meus os olhos ficarem cego. Ela teve cinco namorados com 20 anos de idade, gostava de festas (acho que ela ficou com muita gente nesses rolês), tinha sinais de desequilíbrio emocional, soltava "liberdades" para vários, mesmo compromissada.
Na época não tentei nada, pois ela namorava. Exceto, uma situação em que fui com ela par ao aniversário de uma amiga, que olhando do futuro, acho que ela deu a oportunidade para eu dar uns pegas nela no banheiro, mas não tenho certeza, e nem coragem na época de pegar alguém compromissado.
Quando ela acabou com o namorado em que estava, ficou com inúmeros caras. Eu betinha, como sempre, achei que era a oportunidade de me tornar o namorado dela. Dava em cima dela, ela resistia falando que estava com alguém e parava de falar comigo. Quando minhas intenções de voltavam para outras, ela vinha correndo para cima de mim soltando indireta. Resultado: do nada a vadia me denuncio de assédio com meu supervisor, me trocaram de departamento, fiquei deprimido, pedi demissão, em crise de ansiedade e pânico fiz um corte no meu braço que ficou com uma cicatriz que parece o olho de Sauron. Ainda estou me recompondo. Mas pelo menos me abriu os olhos para a realidade e ficou a máxima para mim, "enquanto peão, mulher de trabalho quero distância".
2º) O risco de sair com uma mulher casada (mesmo em processo de divórcio, como no caso), normalmente, não vale a pena.
Isso é fácil de raciocinar. Quando você fica com uma mulher casada, vem um risco acompanhado, mais conhecido como o "corno". Em alguns casos ele pode ser manso. Mas em outros, pode ser muito arisco e imprevisível.
Vide o caso de um vizinho meu, na minha infância. Pegou uma mulher casada. O corno descobriu, passou somente alguns dias e ele deu quatro tiros nas costas dele. Ele sobreviveu, mas ficou paraplégico. Ou o caso de outro vizinho, que a mulher dele o traia com todo mundo, e ele não fazia nada, não sei se por não saber ou fingir não saber. Até que um dia, viu a mulher dele na garupa de uma moto e endoidou. Pegou um facão e foi para cima do motorista da moto que puxou um punhal para se defender. Eu estava na rua na hora da briga, mas minha mãe colocou eu para dentro de casa na hora da confusão. No final, pelo que fiquei sabendo, o corno levou um corte no rosto, e o ricardão conseguiu escapar, não sei se machucado.
Acho que a única exceção, que talvez o risco vale a pena, são as mulheres que tem uma relação hotwife/cuckold para com seus maridos (o maridão deixa a esposa fazer s*xo com outras pessoas, sozinha ou com ele assistindo ou participando). Mas isso geralmente é muito escondido e geralmente eles tem uma rede de contatos privada para isso, abrindo-se pouco para estranhos (que devem ter o perfil certo, mas conhecido como "chad").
3º) Não usar camisinha com uma mulher que você mal conhece.
Aí você garotou bonito. Você ficou exposto a dois riscos muito batidos, mas que não custa relembrar. O primeiro é o risco de pegar uma DST. O segundo é o risco de virar pai em uma gravidez não planejada, com uma pessoa com quem você não tem um relacionamento, o que piora tudo mais ainda.
Para mim, camisinha é regra, e a única exceção é com uma namorada/esposa que tenha os exames em dia e em quem eu confie.
Mas ainda bem que você disse que aprendeu a lição e não via fazer algo parecido de novo. Apesar de que há uma probabilidade de que em algumas semanas, alguém apareça no seu trabalho grávida e esteja pronta para te dar dor de cabeça. Ou quando for fazer xixi, ver uma surpresinha misteriosa no seu amigão (risos).
A dor é passageira, persistir dura para sempre.

