21-10-2024, 01:46 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 21-10-2024, 01:51 PM por realrealista.)
(21-10-2024, 09:56 AM)Matuto Paulista Escreveu: Primeiramente, parabéns por suas conquistas profissionais e acadêmicas.
Isso é digno de nota, porque o que tem de vagabundo por ai, não está escrito.
Você é uma pessoa produtiva, isso deveria ser o básico, mas não é.
Ela flertava contigo, pois provavelmente, acreditava que você poderia ser "útil" para ela de alguma forma, em algum momento.
Não fique com raiva disso, pois isso é normal e acontece o tempo todo! Naquele momento, ela enxergou seu "potencial" e tentou garantir ficar próxima o suficiente para ganhar alguns créditos sociais.
Mulheres normalmente tentam seduzir, e os homens, tentam fazer amizade. Isso é comum.
Quando ela conseguiu a tal bolsa, viu que poderia ascender "sem a sua ajuda", portanto, não precisava mais te dar atenção e esfriou. Totalmente normal, também.
As relações sociais se tratam disso: UTILITARISMO.
Não leve isso em absoluto ao pé da letra, existem nuances e também podemos "gostar por gostar" de alguma mulher ou de algum amigo, mas não é o recorte padrão.
Dito tudo isso, a questão é que simplesmente por receber alguma migalha de atenção, você montou um conto de fadas na sua cabeça.
Sim, isso é carência e falta de experiência.
Presta atenção e finge que é outra pessoa contando a sua história pra você mesmo: "Uma colega de trabalho, casada, fica dando uns moles de leve e eu acabei me apaixonando e imaginando dormir de conchinha com ela"
Você iria pensar o que?! Que negócio esquisito, você cogitou mesmo que simplesmente por uns joguinhos aqui e ali, ela iria largar toda uma vida constituída pra ficar contigo?
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Mas é normal, crescemos desequilibrados.
Algumas pessoas se saem muito bem no desenrolar com o sexo oposto, mas não sabem ganhar dinheiro e não estudam (subempregados e sem perspectiva de futura), outros, como no seu caso, o inverso.
Deveria se alegrar, é uma vagabunda padrão, casada e te deu algum mole. Coitado do boi, quando ela for pra Europa.
Seja como for, isso te serve de aprendizado. Você precisa CONTINUAR seu mestrado, ascendendo profissionalmente, mas também, dar alguma atenção para sua vida social e relacionamento com o sexo oposto. São "músculos" que você não está exercitando, e essa sua escassez, pode fazer em algum momento da sua vida, colocar tudo a perder.
Existem muitas histórias, inclusive neste fórum, de pessoas que são bem sucedidas financeiramente e desmoronam na mão de alguma merdileira rabuda e aproveitadora, que vê o pobre carente como presa fácil pra "aposentadoria" delas.
De momento, esqueça a dita cuja, trate-a com respeito e profissionalismo, pra não parecer um lunático e se prejudicar no trabalho.
De modo geral, entenda essa experiência como um alerta de que você precisa viver e dar atenção a sua vida pessoal, também. Essa carência indica tão somente isso: Falta de vivência.
Cara, não foi ruim, se você parar pra pensar, aprendeu algo e não perdeu nada. A maioria das pessoas só aprendem como já sofrem severas consequências e estão irremediavelmente amarrados a ex com alguma pensão, paternidade sócio afetiva e demais bizarrices jurídicas bostileiras.
Sinta-se alertado e trabalhe seu lado social.
NÃO ABANDONE suas conquistas e siga em frente.
Esqueça a vagabunda em questão no sentido romântico e não fique acompanhando a vida dela em redes sociais, isso ai é com o marido dela.
Matuto Paulista, muito obrigado pelo texto que você escreveu. Estou aqui refletindo sobre cada palavra e cada orientação que você deixou registrada em seu texto. Não tenho palavras para lhe agradecer por está abrindo os meus olhos e mostrando uma verdade que eu não estava enxergando. Vou procurar trabalhar mais o meu lado social e levar tudo isso que aconteceu como um aprendizado. Como você disse, não perdi nada e ainda aprendi lições para toda a vida. Muito obrigado pelo comentário.
(21-10-2024, 10:19 AM)Trglodita Escreveu:(21-10-2024, 05:41 AM)realrealista Escreveu:Olá, tenho 25 anos, sou solteiro e venho através desse texto pedir ajuda e orientação aos nobres guerreiros da real sobre um problema que vem me afligindo e sobre o qual relato logo a seguir.
No começo do ano passei a trabalhar em uma empresa que me gerou muitas oportunidades profissionais. Na medida em que eu ia crescendo e me destacando na empresa conheci uma funcionária mais velha de 33 anos que foi deslocada para trabalhar no meu setor. Em pouco tempo ela buscou se aproximar da minha pessoa sendo extremamente simpática, sorridente, brincalhona e bem-humorada. Logo no começo, sempre a tratei de forma profissional e com respeito, pois, ela fazia doutorado e tinha muito conhecimento técnico e acadêmico. Conhecimento esse importante para o nosso setor e para o bom desenvolvimento das demandas profissionais do dia a dia. Mesmo a tratando de forma profissional, mesmo assim, ela sempre que podia fazia algumas coisas para chamar a minha atenção.Passados dois meses de convivência diária ela revelou para todos os funcionários do nosso setor que era casada e, após esse dia, passou a usar o anel de casamento no dedo, porém, continuou buscando flertar e chamar a minha atenção em diversos momentos do meu dia a dia. Nesse tempo eu estava muito focado no trabalho e em paralelo me submeti a uma seleção de mestrado e fui aprovado. Logo em seguida, apresentei um projeto que foi elogiado e aprovado pela alta direção da empresa. Na verdade, entre tantos projetos apresentados, apenas dois projetos foram aprovados pela direção da corporação para serem implementados, o meu e o projeto da funcionária de 33 anos. Estava me sentindo incrível, afinal, eu tinha em pouco tempo obtido reconhecimento e confiança dos chefes, estava crescendo profissionalmente e um projeto meu havia sido aprovado e elogiado tanto o quanto de uma funcionária que faz doutorado e tem mais experiência acadêmica e profissional do que eu. Quando isso aconteceu os flertes e atitudes por parte desta funcionária para chamar a minha atenção se intensificaram e foi aí que cometi algo que considero um grande erro. Não sei se por carência ou por empolgação comecei a retribuir toda a atenção que ela estava me dando. Comecei a acreditar que ela largaria o marido para ficar comigo e que viveríamos uma linda história de amor. Porém, após algumas semanas ela esfriou e, para a surpresa de todos (inclusive minha) ela revelou que conseguiu junto a universidade uma bolsa para passar 06 meses fora do Brasil vivendo na Europa e cursando o seu doutorado. Nem a direção da empresa sabia dessa história, mas, após uma reunião com a direção foi autorizado o afastamento da funcionária para estudos e ela está feliz com essa nova conquista. Se despediu dos amigos de trabalho e viajou ontem. Confesso que fiquei arrasado, pois, me apeguei as nossas conversas, a esperança de um possível relacionamento a dois e ao jeito simpático e sempre sorridente dela falar e se comunicar. Gostaria de uma orientação dos colegas sobre como superar este momento e como agir quando ela voltar da Europa para o nosso ambiente de trabalho. Olho para a sua mesa no escritório e sinto saudades da nossa convivência diária e das conversas que nós tínhamos.
Dados adicionais para ajudar na análise dos amigos
-Marido sempre quis ter filhos com ela, mas, ela sempre disse que não quer ter filhos e ele teve que aceitar.
-Marido é advogado e seu pai é um engenheiro com boa situação econômica. A família dela é de classe social mais baixa, apesar de ter um pouco de patrimônio fruto do esforço do pai dela, não se compara a condição financeira da família do marido.
-Sua relação com o pai só veio a melhorar depois que ela saiu de casa. Ela arrumou um emprego, comprou um apartamento e decidiu sair de casa. Sempre diz que o pai prendia muito ela e que não tinha liberdade sequer para viajar tranquila com um namorado.
-Ela é alegre, brincalhona, divertida, sempre sorridente, as vezes estabanada e esquecida (já perdeu no escritório a chave do carro e teve que voltar pra casa de Uber). Também é muito inteligente e possui grande conhecimento técnico e acadêmico. Ela também é conhecida por ter pavio curto, não ter “papas na língua” e agir primeiro e pensar depois no que fez. Certa vez, inclusive, ela ameaçou um supervisor de denúncia na ouvidoria da empresa por falta de material de trabalho e o cara saiu da sala dele para conversar com ela e, pouco depois, o material apareceu para todos os funcionários. Esse supervisor, um senhor de meia idade, já sabe dessa característica dela e ele, com muita tranquilidade, pediu a ela calma e sem levantar a voz resolveu o problema com uma simples ligação telefônica e esclareceu que a pessoa responsável pela reposição do material tinha chegado atrasada e, por isso, a demora na reposição do material.
-Antes da viagem o marido tentou pedir férias do escritório de advocacia, mas não conseguiu e, por isso, irá no recesso de Natal e Ano Novo se encontrar com ela fora do Brasil, sendo que, após a primeira semana de janeiro ele volta para o Brasil e ela fica na Europa.
-Publicamente ela sempre fala que o marido adora treinar na academia, vive gastando dinheiro com suplemento, gosta de praticar esportes radicais, mas, no dia a dia do casamento ele é um homem tímido e muito bonzinho. Ela sempre fala que o casamento dela só deu certo até hoje porque o marido sempre compra todas as ideias dela.
-Ela gosta de bons vinhos, ler livros e de viajar para praias do Nordeste durante as férias. Ela também adora doces e comidas de um modo geral. Faz academia para manter a forma, mas, reconhece que muitas vezes a preguiça fala mais alto e ela termina perdendo aquele dia de treino.
-Ela alugou um apartamento próximo a universidade e, no mesmo prédio, o melhor amigo de curso também alugou um apartamento. O marido recebeu em casa o melhor amigo de curso dela que também foi premiado com uma bolsa de estudos. Segundo ela, o marido pediu que ele a ajudasse no que fosse necessário durante esse período já que ele, o marido, não teria como viajar com ela e só a encontraria no recesso de final de ano na Europa. (essa história ela contou para mim e mais 08 pessoas durante o almoço de despedida antes da viagem).
-Quando algumas pessoas da família a criticam por viajar e deixar o marido sozinho no Brasil ela diz que se casou com um homem adulto e não com uma criança e que a mentalidade de algumas pessoas da sua família é semelhante a mentalidade de alguns povos da antiguidade.
Amigos estou precisando de ajuda e orientação para colocar a cabeça no lugar e entender tudo o que aconteceu comigo e como proceder daqui pra frente. Humildemente agradeço a todos os que puderem me ajudar.
Nada de novo no fronte.
O relacionamento moderno virou isso ai, cuckagem pura e simples, se o cabra não se adequar é inseguro, infantil e ultrapassado.
O mais curioso é você sabendo que ela faz o marido de otário e mesmo assim querendo ficar no lugar dele. Ela obtém toda a segurança financeira que o marido oferece para poder ir estudar na Europa, mas como ele é um cuckão, ela pode flertar com os miqueinhas da firma e da universidade, que se apaixonam por ela sem nem mesmo desbravar suas partes.
Desculpe, meu nobre @realrealista, mas você foi feito de otário, é o betinha que infla o ego dela, e só isso basta pra ela nessa relação entre vocês. Agora ela ficará na Europa, e se encontrar algum otário melhor que ganha em euro, o maridão vai dançar.
Carreirista de topo de pirâmide são as piores, pensa o tamanho do ego dessa muié. O nosso amigo se sentiu seguro com a força dessa mulher, o polo masculino dela com seu polo feminino deu match. No final das contas, ela seria como um prêmio, mulher bonita, inteligente, fazendo doutorado, nada melhor do que isso para melhorar a autoestima de um homem moderno, que além de não se conhecer direito, ainda não gosta muito de si mesmo.
Acredito que conversaram sobre arte, música, filmes, museus, todo aquele papo intelectual padrão, menos sobre a mandioca no bombril. Ela só disse o mínimo para manter o betinha aquecido e ele não morrer de hipotermia.
Você já sabe disso tudo, lá no fundo sabe.
Trglodita, obrigado pelo comentário. Sua opinião e análise me levam a refletir sobre aspectos que eu ainda não tinha analisado. Muito obrigado pela sua sinceridade e por deixar aqui a sua análise sobre o que aconteceu.
