01-10-2024, 11:44 AM
Nenhum homem médio - em condições normais de temperatura e pressão - consegue assimilar bem a promiscuidade feminina, exceto em alguns casos especiais (homem já naturalmente promíscuo, cafetão, psicopatas e cia. limitada).
Dessa forma, se você não consegue viver bem com esse passado da sua mulher / namorada / ficante, a melhor alternativa é se separar por mais que esses seus sentimentos sejam genuínos e continuar na busca por uma mulher minimamente decente e razoável. Obviamente e, jamais, haverá algo como "mulher exceção". Então vamos nos limitar a buscar uma mulher de baixa quilometragem/rolagem.
Em todos os casos de namoradas/ficantes que tive (na verdade não foram tantos casos) assim que eu descobria os maiores podres da dita cuja eu rebaixava a mesma para ficante e depois me separava, alegando motivos diversos, muito estudo e trabalho, viagens etc. Claro que esse trabalho de "pesquisa" não era feito de forma direta, é preciso saber ler no comportamento (nenhuma mulher consegue mentir por tanto tempo) e nas entrelinhas.
O que não me parece justo é um promíscuo da vida querer rejeitar uma mulher igualmente promíscua; mas mesmo aqueles tendem SEMPRE a considerar as mulheres menos promíscuas para relacionamentos sérios, estáveis e visando (quase) sempre a geração de filhos.
Agora, se é uma mulher razoável e tem um passado mínimo "ok" (NÃO conversa com outros homens; NÃO flerta com outros homens; É DISCRETA; sabe se comportar; ao menos estuda ou tem profissão aceitável etc) creio que deve haver um esforço do homem para manter esse relacionamento. Obviamente essa análise precisa ser feita da maneira mais fria e racional possível, pois se o homem mente para si mesmo há grandes chances dessa inquietação voltar com força em outro momento.
Todavia, e no geral, sabendo e aceitando que a mulher já teve seu passado sexual independentemente de sua existência é suficiente para que seja superada a fase da revolta.
Dessa forma, se você não consegue viver bem com esse passado da sua mulher / namorada / ficante, a melhor alternativa é se separar por mais que esses seus sentimentos sejam genuínos e continuar na busca por uma mulher minimamente decente e razoável. Obviamente e, jamais, haverá algo como "mulher exceção". Então vamos nos limitar a buscar uma mulher de baixa quilometragem/rolagem.

Em todos os casos de namoradas/ficantes que tive (na verdade não foram tantos casos) assim que eu descobria os maiores podres da dita cuja eu rebaixava a mesma para ficante e depois me separava, alegando motivos diversos, muito estudo e trabalho, viagens etc. Claro que esse trabalho de "pesquisa" não era feito de forma direta, é preciso saber ler no comportamento (nenhuma mulher consegue mentir por tanto tempo) e nas entrelinhas.
O que não me parece justo é um promíscuo da vida querer rejeitar uma mulher igualmente promíscua; mas mesmo aqueles tendem SEMPRE a considerar as mulheres menos promíscuas para relacionamentos sérios, estáveis e visando (quase) sempre a geração de filhos.
Agora, se é uma mulher razoável e tem um passado mínimo "ok" (NÃO conversa com outros homens; NÃO flerta com outros homens; É DISCRETA; sabe se comportar; ao menos estuda ou tem profissão aceitável etc) creio que deve haver um esforço do homem para manter esse relacionamento. Obviamente essa análise precisa ser feita da maneira mais fria e racional possível, pois se o homem mente para si mesmo há grandes chances dessa inquietação voltar com força em outro momento.
Todavia, e no geral, sabendo e aceitando que a mulher já teve seu passado sexual independentemente de sua existência é suficiente para que seja superada a fase da revolta.
Homens não são reféns das mulheres, mas reféns da própria libido.
Homem cafajeste merece mulher rodada. Ambos se completam.
Casamento nos moldes modernos é uma roleta russa, mas com todas as balas carregadas.
Todos os meus tópicos
Homem cafajeste merece mulher rodada. Ambos se completam.
Casamento nos moldes modernos é uma roleta russa, mas com todas as balas carregadas.
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