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O Governo é o Inimigo
#2
Iniciativa Privada versus Estado

Aí alguns dizem: "Mas precisamos do governo porque sem o estado quem faria as coisas importantes como as pontes?"

Os gaúchos refutaram esse argumento na prática. A ponte que o povo fez por vaquinha e rifa permaneceu de pé durante a maior enchente do Rio Grande do Sul. Ela custou quatro vezes menos e foi muito mais rápida de construir do que se o governo tivesse feito.

O governo reagiu dizendo que era uma ponte temporária e construiria uma nova, mais cara e demorada, porque nas próximas chuvas a ponte do povo cairia. Em outras palavras, estava dizendo que o povo não tem capacidade de fazer o que o governo faz. Então, veio a enchente, a maior de todas; várias outras pontes superfaturadas e demoradas do governo desabaram, e a ponte do povo resistiu bravamente e permaneceu de pé. Mostrando que a iniciativa privada, o povo, consegue fazer literalmente qualquer coisa melhor que o governo e que não precisamos deles.

Com a tecnologia atual, o governo se tornou dispensável. Não precisamos de pontes, estradas, escolas, saúde, regulamentação ou mesmo moeda estatais. O Bitcoin está aí para provar isso, uma moeda 100% privatizada e sem intermediários, que funciona muito melhor que a moeda de qualquer país. A melhor coisa que o governo pode fazer é desaparecer.

"Mas e a segurança pública? Precisamos do governo para isso." Uma coisa que o governo fez com agilidade no início do desastre foi soltar os presos que rapidamente começaram a roubar as vítimas, invadir casas, roubar barcos e atrapalhar os resgates que estavam sendo feitos pelo povo, piorando a situação que já era grave. Os policiais foram incapazes de proteger as pessoas de saques e assaltos. Se o governo não tivesse feito um desarmamento forçado contra o povo, o próprio povo poderia se defender com muito mais eficácia, porque atuam de forma descentralizada. A polícia estatal não consegue estar em todos os lugares, mas o povo está em todos os lugares. É muito difícil para um criminoso assaltar uma pessoa na rua ou uma casa quando sabe que a maior parte delas está armada e não tem medo de reagir. A melhor segurança pública que existe é o povo armado. Uma arma em cada casa.

Outras pontes foram construídas pelo povo, como uma passarela atravessando um rio grande construída em um único dia pelos gaúchos, viabilizando a passagem no Bairro Canudos. O povo mostrando velocidade e eficiência para resolver os problemas. Voluntários também disponibilizaram seus próprios tratores e retroescavadeiras, seu combustível e operadores de máquinas e estavam limpando e reconstruindo pontes para liberar rapidamente o acesso para enviar ajudas e assim as pessoas e carros conseguirem sair para áreas mais seguras e abrigos.

Mas agentes do governo foram atrás, pegando numeração das máquinas, placas de caminhão, identificação de motoristas e ameaçando que, se prosseguissem com o que estavam fazendo, iriam ser processados e pagar o preço do que estavam fazendo. Multando, porque alegavam que máquinas não podiam trabalhar em rodovia que é do estado. O povo estava limpando as pontes sem autorização do governo e teve que parar.

O crime era o povo fazendo rapidamente recuperações de graça de obras do estado que eles iriam superfaturar na obra de recuperação depois. E o estado alegando que não se pode reconstruir uma ponte emergencial para liberar o acesso das vitimas assim de qualquer jeito.

Os agentes estatais barraram todas as recuperações de ponte que conseguiram para poder fazer devidamente o ritual do seu processo burocrático em oferenda ao seu deus estado, uma avaliação técnica, um departamento de engenharia qualificado, um engenheiro especializado em infraestrutura viária, fazer um croqui, mandar plotar em A1 e discutir como será montado o canteiro, pra início das obras, locação de containers, preparar o refeitório e levar o livro de registro pra saber se todos estão registrados, superfaturar a obra e deixar a ponte inutilizada por alguns anos para só então finalmente liberar. E o povo que está do outro lado da ponte desesperado pra se salvar que espere tudo isso ser feito para poder escapar do desastre.

Militares e bombeiros

"Mas e o exército estatal? Precisamos dele." Também não precisamos. Se mostraram lentos, negligentes e dispensáveis durante o momento de maior necessidade. São inúteis em tempos de paz, não há necessidade de se gastar uma fortuna para manter um exército pintando meios-fios. Eles servem para a guerra; um país que não está em guerra não precisa manter um exército permanente com seu alto custo e suas aposentadorias gordas. Vamos falar da atuação deles também, porque fazem parte do governo, são funcionários públicos, agentes estatais.

Depois de algum tempo, chegaram os militares. Não entraram na água sem autorização superior, ficando parados enquanto as pessoas precisavam de ajuda. Como bons agentes estatais, eles só obedecem ordens. Afinal, eles estavam conduzindo um patrimônio que, se estragasse sem a ordem de um superior, eles teriam que responder um processo administrativo e burocrático e ter que pagar pelos danos.

Vimos caminhões parados, jet-skis devolvidos e aviões e helicópteros do estado sem voar devido ao tempo. Enquanto isso, os jet-skis, barcos, carros e helicópteros do povo continuavam o serviço, priorizando salvar vidas em vez do patrimônio.

Essa é a grande vantagem do povo. Eles não estão presos a protocolos, burocracia ou autorizações centralizadas, por isso podiam agir rápido. Mas quem era escravo do sistema corria para travar e multar os seres livres que estavam atuando.

Militares parados em volta ou em cima de viaturas, sem ajudar os voluntários ao lado deles, "fazendo reconhecimento". Carregavam e descarregavam com morosidade e desânimo, desmotivados, porque estavam lá como funcionários, cumprindo ordens. Só foram porque foram obrigados por superiores a irem para poder continuar recebendo o seu soldo na conta. Quando não havia instruções claras, sentavam e esperavam apáticos por ordens. Ao contrário dos voluntários, que, com a moral alta, investiam seu próprio dinheiro e equipamentos para salvar o máximo de vidas possível. O contraste era absurdo.

Alguns ficaram chocados com a atitude dos militares, mas esqueceram que o exército defende o governo, não o povo. Trabalham para o estado e não para o povo, aguardando ordens enquanto o povo clamava por ajuda. São só mais agentes do governo trabalhando para a manutenção do próprio governo. E se forem enviados para uma guerra, eles vão de fato lá dar a vida lutando, mas não estão dando a vida pelo povo e sim sacrificando a sua vida em tributo ao estado que os mandou.

Se o Rio Grande do Sul iniciar uma segunda revolução farroupilha, o exército obedecerá cegamente e atirará em gaúchos para defender o governo central. Não espere nada deles em favor do povo.

É importante lembrar que teve sim vários militares e agentes estatais que ajudaram no sul de forma rápida, mas que fique claro que eles estavam paisanos. Sem farda. Não ajudaram como estado e sim como pessoas comuns. Não ajudaram com recursos do governo e sim com recursos próprios.

Para ajudar o povo rapidamente, precisaram abandonar a burocracia e ir por conta própria, sem usar recursos do exército ou do governo. Imagina se um desses soldados entra no galpão e libera os botes e jet-skis para a população usar e agilizar o resgate. Ele seria processado, preso, crime militar, responderia um monte de acusações e pagaria por todos os botes que não voltaram e seria punido, mesmo que todas as viaturas e equipamentos voltassem bonitinhos e limpos, porque não aguardou uma ordem centralizada chegar.

Sendo que o material estatal, como os jet-skis, na teoria foi comprado para salvar vidas. A questão é que, se salvar uma única vida e depois o jet-ski ou a viatura estragar, já terá valido a pena o uso. Mas o estado burocrático de direito não enxerga assim, o material e a burocracia valem mais para eles do que as vidas. A centralização e burocracia mata. Por isso, voluntários abandonaram os recursos do governo e fizeram o que podiam com os próprios recursos. Ou seja, mesmo que fossem agentes estatais sem farda, ainda assim, na prática, era o povo salvando o povo.

Enquanto isso, dezenas de aeronaves particulares e centenas de jet-skis e barcos particulares com as mesmas restrições, de famosos e anônimos, ricos e pobres, fazendo do jeito dos gaúchos, não ficaram esperando por socorro do estado ou por boas condições atmosféricas, estavam a mil por hora o dia e a noite inteira salvando pessoas nessa condição "insalubre" e com os próprios recursos.

E por mais boa vontade e bem intencionados que alguns bombeiros militares e outros agentes estatais tiveram, com seu treinamento altamente especializado para esse tipo de resgate, não conseguiram agir de forma rápida e eficiente como o povo fez, porque o povo atua de forma descentralizada e o estado de forma centralizada. Então, bombeiros, com toda a capacidade técnica deles, tiveram que esperar pelos trâmites e rituais burocráticos, autorizações, discursos de políticos com eles junto dos equipamentos e viaturas antes do envio, envio de forma oficial de todo o seu aparato apenas em aviões do estado e autorização de um supervisor para finalmente poderem começar.

Enquanto isso, algumas pessoas no local que o estado não conseguiu atrapalhar porque não conseguia chegar até o local, já estavam salvando muitas vidas, com poucos recursos, sem treinamento, sem receber nada por isso e sem mídia alguma. E muitas dessas vidas teriam morrido se eles não tivessem atuado de forma descentralizada ali naquele momento. E quando chegaram várias equipes estatais com muitos recursos, tiveram que recolher os corpos onde seriam vítimas vivas se a resposta fosse rápida e eficiente como a do povo. A descentralização de poder, de decisões e de recursos é fundamental, e só a iniciativa privada consegue fornecer isso.

Pix para o Governo

Aí, a única coisa que o governo fez rapidamente foi criar uma conta Pix para receber doações em dinheiro, se aproveitando de todos que se sensibilizaram com a catástrofe.

Já se gasta muito com contadores e advogados pra conseguir pagar o mínimo de impostos possível e o povo inocente doando voluntariamente mais dinheiro direto para o governo roubar. O agente estatal pegou o dinheiro, mandou para um banco amigo dele, não ajudou ninguém com a contribuição que pediu, alegando que o dinheiro vai para "entidades sociais" e que um dia, não agora, vai atender as pessoas que foram atingidas, ou seja, agora que o povo precisa, ninguém vai receber nada e um dia vai para os amigos do agente estatal sem precisar de prestação de contas.

E, logo em seguida, fez anúncio pedindo para os brasileiros de todos os estados pararem de mandar doações físicas (agasalhos, mantimentos, etc.) direto para as vítimas. É para doar apenas em dinheiro, em Pix, para o governo. Informava que doações físicas iriam estragar o comércio local. Exatamente o mesmo agente estatal que fechou as gôndolas e comércios na pandemia, destruindo a economia local, agora se diz preocupado com o comércio.

Ele quer doação em dinheiro e não itens físicos porque é difícil pra ele usar tantos agasalhos e cobertores, ainda mais que não são de marca de luxo, mas se mandar em Pix direto pra conta dos bancos privados parceiros dele, ele consegue fazer um uso muito melhor das doações para o que realmente importa, que ninguém sabe o que é, só ele.

Para ridicularizar de vez com a cara dos gaúchos e do povo brasileiro, teve um cavalo caramelo que o governo e a Globo fizeram um show midiático em cima. Fizeram mídia, fizeram drama, fizeram fake news. Tirando o foco dos resgates humanos e induzindo o debate público com mais distrações. Líderes do governo dizendo que ficaram sem dormir preocupados com um cavalo e falando de time de futebol, ignorando as pessoas morrendo e claramente zombando e desrespeitando as vidas humanas que estavam lutando pela sobrevivência lá. Foi um show de horrores que só o estado consegue fazer.

Então, outra agente do governo, ao ser pressionada sobre a ajuda estatal que não chegava nunca, enquanto o povo fazia vaquinhas, comprava alimentos e água e ajudava sem parar, respondeu: "O dinheiro (vindo do estado) vai chegar no tempo certo, que não é agora. Porque não tem nem o que liberar. Porque não recebemos ainda as demandas dos prefeitos. Eles não sabem o que pedir porque a água não baixou." Ahh, a burocracia estatal. Eles não têm iniciativa nem boa vontade. Roubam à força o dinheiro do povo e, quando precisam, eles não liberam. A ajuda vai chegar quando for tarde demais para fazer qualquer coisa e não tiver mais ninguém para salvar, e o governo puder aparecer com um plano de reconstrução bilionário, doações superfaturadas com muito desvio de dinheiro e todos os agentes estatais e amigos do rei comemorando muito essa montanha de dinheiro caindo nas suas mãos.

Vale lembrar que o governo, em uma atitude de benevolência, prorrogou o prazo para pagarem o IPTU e demais impostos de bairros e casas que nem existem mais. E, é claro, ligou a máquina de imprimir dinheiro. Já se perguntou porque o governo simplesmente não corta impostos e desburocratiza durante tragédias e pandemias?

Eles preferem imprimir dinheiro porque cortar impostos e desburocratizar permitiria ao povo, com a sua iniciativa privada, se tornar várias vezes ainda mais eficiente que o governo, resolvendo problemas de forma que ridicularizaria ainda mais o papel do estado, mostrando sua irrelevância (como o caso da ponte que citei). E, ao imprimirem dinheiro, os agentes estatais podem distribuir esse dinheiro da forma que quiserem, e a maior parte vai para a corrupção, ou seja, para eles mesmos.

Por isso vão fazer um grande Plano Marshall Brasileiro para a reconstrução do Rio Grande do Sul, em vez de simplesmente desburocratizarem e cortarem os impostos.

Se deixassem o povo gaúcho livre para trabalhar, era perigoso que eles se tornassem uma potência mundial e declarassem independência. Os gaúchos não precisariam de nenhuma ajuda do governo federal se a cada 100 reais que mandam para lá voltassem apenas 35 reais. E nem de governo regional se adotassem o Bitcoin como moeda e privatizassem as funções que o governo monopolizou com o uso da força.

Censura

Então, o governo, vendo que estava sendo criticado fortemente por suas atitudes, se arrependeu e decidiu mudar completamente de atitude e salvar vidas? Claro que não. Eles não são a solução, são o problema. Ao serem criticados e seus crimes expostos, decidiram reagir atacando o povo com as suas armas estatais.

O governo acionou imediatamente o consórcio Globo, que é a assessoria de imprensa do governo, e que durante o desastre que ignoravam estavam só cobrindo o show da idosa satanista Madonna, para agora os mesmos dizerem o que era verdade ou mentira no desastre. Vale lembrar que a Goebbels sempre fez isso, dar cobertura para assuntos fúteis enquanto ignora completamente assuntos que são realmente importantes. Mas agora com a internet eles perderam o monopólio da atenção e precisam se justificar (e ao governo) quando fazem isso.

Tudo que contrariava o "grande irmão", o ministério da verdade taxava como fake news e crime. E começaram a vender a sua própria versão do desastre. Diziam que não tinham caminhões sendo barrados e multados, nem donativos bloqueados, que o governo não estava atrapalhando e sim ajudando, e muito mais do que o povo era capaz de fazer.

Em vez de estimular o povo a continuar doando e se ajudando, porque era o que estava funcionando, eles desmotivaram as ajudas voluntárias, tiraram todo o mérito do povo que ficou dias e noites salvando vidas e fizeram o seu show pirotécnico mostrando as poucas viaturas do estado que agora estavam salvando e desqualificando os salvamentos individuais. O povo salvando o povo agora era fake news. O que era visto agora por todos era o estado salvando o povo.

Explicaram que as filmagens do povo denunciando estavam descontextualizadas e eram criminosas e precisavam ser punidas. A verdade dependia de quem está falando e não do que está sendo falado. O ministério da verdade do livro "1984" estava lá com seus jornazistas atuando mais vivos do que nunca. O problema deles é que as redes sociais, com seu sistema livre e descentralizado, estavam atrapalhando e mostrando informações contrárias. O Pravda Brasileiro, que espalhava fake news, era desmentido, então atacava a todos que falavam a verdade, alegando que é o povo que estava fazendo as fake news. Acuse-os do que você faz.

O governo, indignado com a reação do povo em não o deixar atrapalhar e travar tudo sem expor publicamente isso, percebe novamente que perdeu o controle da narrativa com as redes sociais e conclui que a raiz do problema é a liberdade de expressão e aponta suas armas para isso.

Começa a censura e perseguição contra as críticas ao governo, usando o seu monopólio de violência. Afinal, a mentira se combate com a verdade, mas a verdade só se combate com censura. Como o governo sabe que o povo está falando a verdade, só lhe resta usar a violência para calá-los.

Se o povo estivesse mentindo, o governo refutaria fácil com a verdade e o assunto seria resolvido. Mas o estado não tem medo de fake news e mentiras, eles têm medo da verdade. Em toda ditadura, as pessoas foram perseguidas por dizerem a verdade sobre o governo. Por isso, o objetivo do governo ao calar o povo é controlar a verdade e não as fake news.

Então, em caráter de urgência, o governo, no meio do caos, tramitou para votação novamente a PL da Censura com uma nova roupagem. Agora com o nome de PL da Globo (taxação dos streamings, menos da Globo).

Além disso, o estado mostrou que não se contenta em ser mau, ele tem ódio dos bons. Fica ressentido da caridade particular e busca uma vingança contra os que estavam praticando o bem com os próprios recursos.


Citação:"Socialistas não gostam que as pessoas façam as coisas por elas mesmas. Os socialistas gostam de deixar as pessoas dependentes do estado." - Margaret Thatcher


Então, Gusttavo Lima, Neymar, Luciano Hang, Renata Barreto, Pablo Marçal, Elon Musk, Whindersson Nunes, Pedro Scooby, Negro Di, milionários, bilionários e famosos, usando voluntariamente os seus recursos e fama para salvar vidas e denunciar abusos do governo, começaram a ser atacados e perseguidos pelos burocratas do estado e pelo Pravda Brasileiro com força total.

O Ministro da Propaganda pediu (e foi aceito) ao Ministro da Injustiça a abertura de um inquérito na Polícia Federal para investigar sobre "mentiras" sobre o que estaria acontecendo no RS. No pedido, estavam literalmente pedindo para investigar as opiniões e críticas das pessoas para criminalizar como fake news e desinformação. Pediram para incluir na investigação Pablo Marçal, Leandro Ruschel, Eduardo Bolsonaro, senador Cleitinho, jornalistas, influencers e pessoas comuns.

Liberdade de expressão e de opinião para criticar o governo? Jamais, para os agentes estatais isso precisa ser investigado criminalmente e punido. No meio do desastre e pessoas precisando de ajuda, o governo focado em censura e em perseguir os que estavam engajados em ajudar. Assim, os influenciadores são investigados por críticas à resposta do governo no desastre.

O Ministério Público, com seus agentes estatais, ordenou aos famosos a apagarem seus vídeos expondo a situação, sob multas extorsivas de 100 mil reais por vídeo por dia que permanecessem no ar. Eles decidem o que é fake news. Se for contra o governo, mesmo que seja verdade, é fake news e surto gaúcho coletivo.

Se essas vítimas da violência estatal tiverem seu dinheiro todo em Bitcoin em custódia própria, o governo, com todo o seu poder, não pode fazer nada para os roubar com multas extorsivas. Vão poder afrontar o estado igual o Daniel Fraga fez: "boa sorte ao juiz para tentar acessar a minha carteira de Bitcoin".

Se os gaúchos se separassem do Brasil, não teriam grande parte da sua renda sendo extorquida por Brasília e enviada para outros estados. Nem todo esse aparato de perseguição que foi montado contra eles. Aí fica a pergunta: sustentam Brasília para quê?

Arrecadação

Durante o auge do desastre, os agentes estatais, que o estado mostrou serem muito ruins para salvar o povo gaúcho, mostraram também como são bons em servir a si mesmos. Como o congresso que aproveitou a calamidade no sul para tentar ampliar seus gastos. Aumentou o valor de emendas parlamentares (orçamento secreto) em 5,9 bilhões em apenas um dia em nome da governabilidade, enquanto demorou uma semana para liberar 10% disso para o RS. Recriaram o DPVAT, voltando com um imposto extinto. Aprovaram uma reforma tributária; o Brasil terá agora o maior Imposto de Valor Agregado (IVA) do mundo. Impôs sigilo sobre gastos. Bateu recorde em verba para Lei Rouanet (16 bilhões). Aprovou o fundão eleitoral em 5 bilhões. Mostrou eficiência em cuidar da elite do judiciário que julga os seus próprios casos ao dar um aumento de 81 bilhões de reais pra eles. Acabou com a isenção de compras até 50 dólares. O STF suspendeu a desoneração da folha para 17 setores que era compensação pelos lockdowns. Eles estavam trabalhando durante as mortes dos gaúchos, mas para si mesmos.

Todo o dinheiro que os gaúchos pagaram de imposto está faltando agora porque Brasília já gastou ele em coisas desnecessárias, viagens, lagostas, champanhes e tudo mais.

E os políticos agora estão se esforçando para estender essa tragédia o quanto podem para ganhar dinheiro e fazer política em cima dos cadáveres de inocentes. Vão liberar licitações de forma desenfreada, chamar as superconstrutoras amigas do rei para reconstruir o estado com mais desvios trilhonários do dinheiro do povo. Não é ineficiência estatal, é o sistema funcionando da forma mais plena. Existe inimigo maior do que o governo?

Conclusão

Todo o crime que o estado fez muito provavelmente ficará impune, já que são eles que legislam. Espero que tenha ficado claro que o estado é o verdadeiro inimigo do povo.

O que vimos no povo gaúcho foi uma sociedade civil organizada exemplar que se auto municiou de responsabilidade e liderança que foi ao encontro do desafio, que não esperou por ninguém. Muito pelo contrário. Qualquer empecilho que foi colocado pelo governo, pelos burocratas e agentes estatais foi colocado de lado, e agiram da maneira que acharam conveniente. Vimos o contraste disso com todos os agentes do governo e forças armadas. A sociedade coesa com resposta ágil diante da tragédia, e os sistemas públicos desorganizados e ineficientes apenas criando entraves burocráticos no momento crítico. Ficou claro que toda aquela fortuna que foi roubada do povo se perdeu lá dentro de Brasília no emaranhado de custos da própria estrutura estatal.

Com o avanço da tecnologia, ficou cada vez mais claro que o Estado se tornou desnecessário e sua principal função hoje é cobrar impostos. Um grupo armado que toma o seu dinheiro à força e disfarça o roubo com o nome de impostos. E, para evitar revoltas, inventa várias desculpas para que sua inutilidade pareça necessária. Usando a estratégia de criar dificuldades para vender facilidades.

Eles impedem indivíduos e empresas de resolverem os problemas, assim só sobra o estado para fazer isso. É aí que entram os monopólios estatais, licitações impedindo a livre concorrência, protecionismo, infinitas licenças pra fazer qualquer coisa, leis trabalhistas, impostos sobre impostos. Crises financeiras frequentes (pela impressão de moeda), pandemias e lockdowns. Em suma, tudo que possa dificultar a descentralização do povo e da iniciativa privada que tornaria o estado obsoleto. A estratégia é: quando todos forem impedidos de ajudar, clamarão pela ajuda estatal, por mais corrupta e danosa que ela seja.


Citação:"Não espere que a solução venha do governo. O governo é o problema." - Ronald Reagan


O governo que está te roubando e dizendo que vai te salvar é o pior inimigo que você tem. O estado é um ente que violenta a população, obrigando as pessoas a ceder parte da renda delas na base da violência e ameaças, para pagar por um serviço que supostamente ajuda em momentos cruciais da sua vida.

Mas agora dá pra ver claramente que o estado não se trata de uma entidade para ajudar a população, ele é apenas um parasita que rouba os recursos da população fazendo falsas promessas de que esses recursos retornariam em algum momento, mas não é esse o objetivo. Ele governa para si mesmo. Foram muitos casos e denúncias de que o estado no desastre gaúcho não só não ajudou como atrapalhou o máximo que pôde, proibindo as pessoas de se salvarem usando todos os recursos estatais possíveis que estavam ao seu alcance.

O governo não está aí para você. Os policiais, militares e funcionários públicos não trabalham para a população, trabalham para o governo, para si mesmos. Para o próprio sistema. O governo não tem o interesse de ajudar as pessoas, só de "ajudar" o suficiente para conseguir tirar mais ainda delas. Quem salvou vidas no Rio Grande do Sul foi a própria população APESAR do estado tentar impedir isso.


Citação:"A melhor maneira do governo ajudar os pobres, portanto - bem como o resto da sociedade é saindo do seu caminho, removendo sua enorme e parasitante rede de impostos, subsídios, ineficiências e privilégios monopolísticos." - Murray Rothbard
“A maior necessidade do mundo é a de homens — homens que se não comprem nem se vendam; homens que, no íntimo de seu coração, sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao polo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” Educação, Pág 57.
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