02-01-2024, 08:55 PM
(02-01-2024, 08:02 PM)Minerim Escreveu: Não concordo com o discurso em que as M$Ol são um ser depreciativo e digno de chacota pelo simples fato de ser M$OL. A questão realmente se resume a duas coisas:
Victor Buceta @"victorbossuet" vc pode ser filho de M$OL ou até se relacionar com uma tbm, na primeira opção vc não teve escolha, na segunda sua escolha dependerá do consentimento alheio tbm, que envolverá analise e valoração de personalidade, carater, humor, historia de vida etc
Parece que engoliu o discurso de censura e limitação feminista/comunista rotulatorio e impositivo, está contaminado pelo temor do identitarismo coletivista, manipulatorio e controlador.
Inferir, deduzir, calcular, descrever etc sobre hipoteses plausiveis de seletividade e discriminação em interação relacional é mera abstração e exercicio da liberdade de pensamento, são elementos de ponderação e analise para serem aplicados e valorados em interações individuais submetidos ao crivo subjetivo, não são dogmas proibitivos e excludentes. As escolhas e preferências de todos os individuos podem ser objeto de critica, satira e sarcasmo. Mulheres expressam o tempo todo suas preferencias e opiniões de parceiros ideiais na internet e redes sociais, aqueles que se sentem rejeitados ou excluídos poderiam utilizar-se do mesmo argumento que o seu para tentar cala-las, argumentum ad coletivum identitarian, um estratagema pseudo juridico que fundamenta o autoritarismo, que deve ser repudiado para o bem das liberdades individuais da minoria, que são todos os individuos.
Li tudo o que você falou, concordei com quase tudo, mas lamento dizer que não tem nada a ver com o que eu escrevi.
A frase que você transcreveu é conjunto mínimo de orações introdutórias que servem como premissa aberta para o desenvolvimento do texto onde cito exemplos de pessoas e discorro sobre o aspecto complexo da realidade e alerto sobre o perigo de transformar em dogma a máxima de que M$Ol é o demônio, pois o perigo é esquecer os problemas que vão desde a natureza do relacionamento até problemas mais abrangentes como a atuação estatal em um caso de um processo sobre sociedade socioafetiva.
Também discorro sobre o fato, um tanto esquecido de que há homens que sabem muito bem dos problemas e risco mas não estão em condições de conseguir algo muito diferente. O exemplo do conhecido de 40 anos, com 4 P.As, que ganha pouco, e que ainda quer entrar em um relacionamento. Boa sorte pra tentar ensinar um cara desses que não se pode ficar com M$OL e que ele deve achar uma virgem de 35 pra baixo pra se relacionar. A cena seria até ridícula.
E depreender do meu texto que estou falando que um cara não pode fazer piada com o que quer que seja extrapola em muito o escopo interpretativo.
Mas seu texto relevou um questão que considero bastante interessante ressaltar. O argumento de que se há mulheres sendo depreciativas sobre os homens, os homens podem fazer igual. É a famosa falácia de que se o vizinho fez, eu também posso fazer. Não é uma justificar moral nem ética.
Lembrando que não estou citando nenhum postagem sua em específico, apenas citando a falácia que é comumente disseminada.
E tem uma questão que é importante ressaltar, saindo do conteúdo da resposta e falando de forma mais abrangente.
O homem tem que entender que se ele se mede por padrões morais e éticos de pessoas promíscuas, de moral baixa e antiética, ele é só mais um iludido que não é melhor do que aquilo que critica. E é tão velho que está até na Bíblia, quando Jesus disse para tirar a trava do próprio olho antes de tentar falar do próximo.
