02-01-2024, 08:02 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 02-01-2024, 08:08 PM por Minerim.)
Não concordo com o discurso em que as M$Ol são um ser depreciativo e digno de chacota pelo simples fato de ser M$OL. A questão realmente se resume a duas coisas:
Victor Buceta @"victorbossuet" vc pode ser filho de M$OL ou até se relacionar com uma tbm, na primeira opção vc não teve escolha, na segunda sua escolha dependerá do consentimento alheio tbm, que envolverá analise e valoração de personalidade, carater, humor, historia de vida etc
Victor Buceta @"victorbossuet" vc pode ser filho de M$OL ou até se relacionar com uma tbm, na primeira opção vc não teve escolha, na segunda sua escolha dependerá do consentimento alheio tbm, que envolverá analise e valoração de personalidade, carater, humor, historia de vida etc
Parece que engoliu o discurso de censura e limitação feminista/comunista rotulatorio e impositivo, está contaminado pelo temor do identitarismo coletivista, manipulatorio e controlador.
Inferir, deduzir, calcular, descrever etc sobre hipoteses plausiveis de seletividade e discriminação em interação relacional é mera abstração e exercicio da liberdade de pensamento, são elementos de ponderação e analise para serem aplicados e valorados em interações individuais submetidos ao crivo subjetivo, não são dogmas proibitivos e excludentes. As escolhas e preferências de todos os individuos podem ser objeto de critica, satira e sarcasmo. Mulheres expressam o tempo todo suas preferencias e opiniões de parceiros ideiais na internet e redes sociais, aqueles que se sentem rejeitados ou excluídos poderiam utilizar-se do mesmo argumento que o seu para tentar cala-las, argumentum ad coletivum identitarian, um estratagema pseudo juridico que fundamenta o autoritarismo, que deve ser repudiado para o bem das liberdades individuais da minoria, que são todos os individuos.
Só Jesus salva, vá e não peques mais...

