14-10-2023, 09:19 AM
Eu sei que muitos de nós nós tempos que vivemos sofrem de desilusão, inesperança e ausência de significado.
Inspirado nas falas do hombre de hielo, que família é fachada, que homem casado é lixo, ou que não se deve ser mangina de mãe, pensei em trazer uma breve reflexão.
O grande mal da modernidade se inicia com Marx. Segundo o mesmo, o homem que nasce sob a égide do mercado, se torna apenas um apêndice do maquinário capitalista, não podendo dessa forma viver o que é intrinsecamente humano.
De tal forma que o capitalismo foi um evento histórico que no momento apenas existe como fenômeno, o que limite a liberdade humana, já que a liberdade e o livre arbítrio se restringe no fenômeno deixado pelos antepassados.
O fenômeno portanto deve ser transposto.
O capitalismo deve morrer para que os seres humanos se tornem livres, e possam viver a verdadeira história humana.
Quais as consequências desse pensamento?
Primeiro que ele fomenta o espírito do ressentimento, já que o ódio ao capitalismo é o mais puro ressentimento. Sentimento este que é um misto de preguiça, auto vitimização e ódio.
Segundo que a natureza humana, tão almejada pelo marxismo, é totalmente nefasta e desprovida de qualquer freio, é a mesma natureza que escravizou milhares na Grécia, cometeu o genocídio de Judeus, os estupros coletivos em guerras e limpezas étnicas.
O ser humano como força potente é um destruidor da realidade.
E esse é o terceiro ponto: o marxismo não visa conservar nada que a sociedade tenha construído, o capitalismo é antes de tudo a representação da natureza nas trocas comerciais e ambientes de trabalho entre os homens. Isso reduz as pulsões destrutivas.
Portanto o capitalismo é um bem a ser preservado e não destruído.
E no quarto e último ponto: o pensamento marxista é uma força destrutiva que após inúmeras reinterpretações (como na escola de Frankfurt) vida destruir ou ressignificar TUDO que a sociedade já vislumbrou como bem comum.
Como a família, o casamento, o amor, as amizades sinceras, a confraternização, o homem no sentido masculino de ser homem.
Qual a solução para isso?
Preservar o que é bem comum, é olhando para trás, refletir o que construiu a sociedade que antes permitia ao homem ter um emprego e ser suficiente para ter quatro filhos, carro na garagem e uma esposa decente. Oque esses homens tinham que hoje nós não temos?
Oque queremos preservar dessa sociedade dita ultrapassada, mas que na minha opinião era muito mais a verdadeira história humana do que é hoje?
Urge que enxerguemos o próprio progressismo dentro de nossas almas, que exterminemos tais valores, e que enfrentemos o mundo moderno como a água se adapta a um recipiente, mas sem perder sua constituição.
As frases do nosso pobre confrade somente mostram como estamos permeados de progressismo inconsciente e o quanto temos que melhorar se quisermos uma sociedade mais humana.
Agradeço a todos que tiveram a paciência de ler, espero que possa ter contribuído em algo.
Vamos pensar juntos? Oque você identifica de progressismo na sua alma que sente que deve eliminar?
Inspirado nas falas do hombre de hielo, que família é fachada, que homem casado é lixo, ou que não se deve ser mangina de mãe, pensei em trazer uma breve reflexão.
O grande mal da modernidade se inicia com Marx. Segundo o mesmo, o homem que nasce sob a égide do mercado, se torna apenas um apêndice do maquinário capitalista, não podendo dessa forma viver o que é intrinsecamente humano.
De tal forma que o capitalismo foi um evento histórico que no momento apenas existe como fenômeno, o que limite a liberdade humana, já que a liberdade e o livre arbítrio se restringe no fenômeno deixado pelos antepassados.
O fenômeno portanto deve ser transposto.
O capitalismo deve morrer para que os seres humanos se tornem livres, e possam viver a verdadeira história humana.
Quais as consequências desse pensamento?
Primeiro que ele fomenta o espírito do ressentimento, já que o ódio ao capitalismo é o mais puro ressentimento. Sentimento este que é um misto de preguiça, auto vitimização e ódio.
Segundo que a natureza humana, tão almejada pelo marxismo, é totalmente nefasta e desprovida de qualquer freio, é a mesma natureza que escravizou milhares na Grécia, cometeu o genocídio de Judeus, os estupros coletivos em guerras e limpezas étnicas.
O ser humano como força potente é um destruidor da realidade.
E esse é o terceiro ponto: o marxismo não visa conservar nada que a sociedade tenha construído, o capitalismo é antes de tudo a representação da natureza nas trocas comerciais e ambientes de trabalho entre os homens. Isso reduz as pulsões destrutivas.
Portanto o capitalismo é um bem a ser preservado e não destruído.
E no quarto e último ponto: o pensamento marxista é uma força destrutiva que após inúmeras reinterpretações (como na escola de Frankfurt) vida destruir ou ressignificar TUDO que a sociedade já vislumbrou como bem comum.
Como a família, o casamento, o amor, as amizades sinceras, a confraternização, o homem no sentido masculino de ser homem.
Qual a solução para isso?
Preservar o que é bem comum, é olhando para trás, refletir o que construiu a sociedade que antes permitia ao homem ter um emprego e ser suficiente para ter quatro filhos, carro na garagem e uma esposa decente. Oque esses homens tinham que hoje nós não temos?
Oque queremos preservar dessa sociedade dita ultrapassada, mas que na minha opinião era muito mais a verdadeira história humana do que é hoje?
Urge que enxerguemos o próprio progressismo dentro de nossas almas, que exterminemos tais valores, e que enfrentemos o mundo moderno como a água se adapta a um recipiente, mas sem perder sua constituição.
As frases do nosso pobre confrade somente mostram como estamos permeados de progressismo inconsciente e o quanto temos que melhorar se quisermos uma sociedade mais humana.
Agradeço a todos que tiveram a paciência de ler, espero que possa ter contribuído em algo.
Vamos pensar juntos? Oque você identifica de progressismo na sua alma que sente que deve eliminar?
