10-10-2023, 10:24 AM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 10-10-2023, 11:48 AM por Gorlami.)
Vamos movimentar mais um pouco o setor mais acessado do fórum. Me deparei com o tema recentemente, então vamos trazer para a discussão de tão distintos cavalheiros.
O psicologo Dr. Mark Baker dedicou os últimos anos de sua carreira totalmente ao estudo dos relacionamentos. Ele até parece alguns fracassados aqui do fórum, mas com pHD na conta. Não é preciso jogar tarot, ler bola de cristal ou visitar a cigana Katita, os resultados deveriam ser óbvios, mas para a ala casada ou para os que não adotaram o marriage strike, as dicas e conselhos que ele aponta são interessantes. Afinal, como prever um divórcio?
Claro, humanos são seres complexos, não há receita de bolo e as variáveis são incontáveis. Não encare o conteúdo aqui exposto como dogmas, mas métricas observáveis no dia a dia e que podem indicar problemas. O que mais vejo nos relatos dos juvenas é que os sinais sempre estiveram lá, mas por apego, insegurança ou cegueira pós-coito, o homem se recusa a racionalizar os sinais claros.
Atitude hostil
O primeiro sinal de que o fim da relação está próximo, é a atitude hostil para com o companheiro. Iniciar uma conversa de forma abrupta, grosseira, sem o menor tato ou cuidado. Nesse ponto não há mais empatia ou qualquer sinal de estima.
Criticismo, Gelo, Defensiva
“hmm”, “aham”, “ok”; Essas são as respostas que você recebe? O famoso gelo é um indicador claro. A postura corporal também indica este tipo de comportamento: não olhar nos olhos, parecer distante enquanto você fala, braços cruzados e mãos fechadas.
O afastamento, postura defensiva e calada impede que você leia as intenções da sua parceira ou compreenda com clareza o que ela sente é o segundo sinal de que a coisa pode, e vai, desandar.
“Flooding”
Flooding ocorre com homens emocionados e sentimentais, com pouca inteligência emocional. Após tantos joguinhos e manipulações emocionais é comum que a vítima (o beta) acabe em uma enchente ou turbilhão de emoções (daí “flooding”, enchente), e fique confuso.
É aqui que muitos perdem a cabeça e tomam medidas descabidas e imbecís.
Estresse físico
Pálpebras tremendo, insônia, dores no corpo, aumento na queda de cabelo, queda na produção de testosterona e na libido, baixa imunidade são alguns dos sinais de que seu corpo está sofrendo por conta da sua mente. Reflexos físicos de desgastes emocionais.
Pode ser o trabalho, pode ser por hábitos pouco saudáveis, mas muitas vezes a raíz está na relação, mais um indicador de que um possível divórcio ou término está próximo.
Memórias negativas
Cientificamente nosso cérebro tem a tendência de lembrar as coisas de forma positiva ou suavizada. Se você começa a associar a parceiro a lembranças ruins é porque sua mente está alterando a forma que interpreta a história, trazendo negatividade.
Por exemplo: “ah, eu me lembro do casamento, pra variar a minha esposa estava atrasa, não contratou bons músicos”.
Brigas e discussões são normais em uma relação. Isso se torna um problema quando somos incapazes de encontrar termos comuns, fazer as pazes, reparar o relacionamento. Mulheres brigam como uma forma de se conectar ao companheiro, é algo comum e natural, e as vezes não tem a menor importância de fato.
Se na sua relação NÃO há comunicação aberta, direta e clara; gritos e falta de respeito mútuo; falta de espaço; confiança; se ela te puxa pra baixo – é hora de avaliar a possibilidade de meter o pé. Geralmente as coisas não acabam bem.
Um ponto que o doutor não abordou mas que eu gostaria de ressaltar, inclusive bem fundamentado na sabedoria popular: pau que nasce torto, não se indireita – tudo que começa errado, vai acabar errado.
Na última semana fui visitar um colega – típico desequilibrado. Foi criado pelos avós em uma família disfuncional no interior. Sempre bancou o rebelde, roqueiro, tentando comer várias, fazendo rolo com carros, bebendo sem limite. Nessa época eu nem o conhecia direito, sempre mantive distância de malucos disfuncionais.
Com a idade o rapaz tomou juízo, passou em direito, arrumou emprego e sossegou. A questão é que em nosso grupo de amigos apenas ele está solteiro e ficou claro que o jovem estava desesperado, começou a sair com gordas, maconheiras, todo tipo de desgraça, na ânsia de arrumar um buraco quente para chamar de seu.
Resumo da ópera: fui convidado pra um churrasco na casa desse guerreiro e ao entrar me deparo com a cena – a casa parecendo uma creche. Brinquedos e crianças pra todo lado.
O evento na verdade foi para ele apresentar a nova namoradinha. Loira, filézinha, 19 anos e com dois filhos de pais diferentes.
Eu é que vou bancar o herói e avisar o tamanho da cagada? É claro que não. Ele me segredou que a tia dele, outra M$ol, disse para ele pular fora que mulher com filho é furada. Até elas mesmas sabem disso.
O doutor afirma e eu assino embaixo: os sinais estão lá, basta ter bolas para aceitá-los. Não me digam que foram pegos de surpresa com um divórcio ou término.
O psicologo Dr. Mark Baker dedicou os últimos anos de sua carreira totalmente ao estudo dos relacionamentos. Ele até parece alguns fracassados aqui do fórum, mas com pHD na conta. Não é preciso jogar tarot, ler bola de cristal ou visitar a cigana Katita, os resultados deveriam ser óbvios, mas para a ala casada ou para os que não adotaram o marriage strike, as dicas e conselhos que ele aponta são interessantes. Afinal, como prever um divórcio?
![[Image: autor-mark-baker-original.jpg]](https://veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2016/12/autor-mark-baker-original.jpg)
Claro, humanos são seres complexos, não há receita de bolo e as variáveis são incontáveis. Não encare o conteúdo aqui exposto como dogmas, mas métricas observáveis no dia a dia e que podem indicar problemas. O que mais vejo nos relatos dos juvenas é que os sinais sempre estiveram lá, mas por apego, insegurança ou cegueira pós-coito, o homem se recusa a racionalizar os sinais claros.
Atitude hostil
O primeiro sinal de que o fim da relação está próximo, é a atitude hostil para com o companheiro. Iniciar uma conversa de forma abrupta, grosseira, sem o menor tato ou cuidado. Nesse ponto não há mais empatia ou qualquer sinal de estima.
Criticismo, Gelo, Defensiva
“hmm”, “aham”, “ok”; Essas são as respostas que você recebe? O famoso gelo é um indicador claro. A postura corporal também indica este tipo de comportamento: não olhar nos olhos, parecer distante enquanto você fala, braços cruzados e mãos fechadas.
O afastamento, postura defensiva e calada impede que você leia as intenções da sua parceira ou compreenda com clareza o que ela sente é o segundo sinal de que a coisa pode, e vai, desandar.
“Flooding”
Flooding ocorre com homens emocionados e sentimentais, com pouca inteligência emocional. Após tantos joguinhos e manipulações emocionais é comum que a vítima (o beta) acabe em uma enchente ou turbilhão de emoções (daí “flooding”, enchente), e fique confuso.
É aqui que muitos perdem a cabeça e tomam medidas descabidas e imbecís.
Estresse físico
Pálpebras tremendo, insônia, dores no corpo, aumento na queda de cabelo, queda na produção de testosterona e na libido, baixa imunidade são alguns dos sinais de que seu corpo está sofrendo por conta da sua mente. Reflexos físicos de desgastes emocionais.
Pode ser o trabalho, pode ser por hábitos pouco saudáveis, mas muitas vezes a raíz está na relação, mais um indicador de que um possível divórcio ou término está próximo.
Memórias negativas
Cientificamente nosso cérebro tem a tendência de lembrar as coisas de forma positiva ou suavizada. Se você começa a associar a parceiro a lembranças ruins é porque sua mente está alterando a forma que interpreta a história, trazendo negatividade.
Por exemplo: “ah, eu me lembro do casamento, pra variar a minha esposa estava atrasa, não contratou bons músicos”.
Citação:Memórias negativas > mau sinal > provável divórcio, brigas, etc
Brigas e discussões são normais em uma relação. Isso se torna um problema quando somos incapazes de encontrar termos comuns, fazer as pazes, reparar o relacionamento. Mulheres brigam como uma forma de se conectar ao companheiro, é algo comum e natural, e as vezes não tem a menor importância de fato.
Se na sua relação NÃO há comunicação aberta, direta e clara; gritos e falta de respeito mútuo; falta de espaço; confiança; se ela te puxa pra baixo – é hora de avaliar a possibilidade de meter o pé. Geralmente as coisas não acabam bem.
Um ponto que o doutor não abordou mas que eu gostaria de ressaltar, inclusive bem fundamentado na sabedoria popular: pau que nasce torto, não se indireita – tudo que começa errado, vai acabar errado.
Na última semana fui visitar um colega – típico desequilibrado. Foi criado pelos avós em uma família disfuncional no interior. Sempre bancou o rebelde, roqueiro, tentando comer várias, fazendo rolo com carros, bebendo sem limite. Nessa época eu nem o conhecia direito, sempre mantive distância de malucos disfuncionais.
Com a idade o rapaz tomou juízo, passou em direito, arrumou emprego e sossegou. A questão é que em nosso grupo de amigos apenas ele está solteiro e ficou claro que o jovem estava desesperado, começou a sair com gordas, maconheiras, todo tipo de desgraça, na ânsia de arrumar um buraco quente para chamar de seu.
Resumo da ópera: fui convidado pra um churrasco na casa desse guerreiro e ao entrar me deparo com a cena – a casa parecendo uma creche. Brinquedos e crianças pra todo lado.
O evento na verdade foi para ele apresentar a nova namoradinha. Loira, filézinha, 19 anos e com dois filhos de pais diferentes.
Eu é que vou bancar o herói e avisar o tamanho da cagada? É claro que não. Ele me segredou que a tia dele, outra M$ol, disse para ele pular fora que mulher com filho é furada. Até elas mesmas sabem disso.
O doutor afirma e eu assino embaixo: os sinais estão lá, basta ter bolas para aceitá-los. Não me digam que foram pegos de surpresa com um divórcio ou término.
Um homem com escolhas é um homem livre.
