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[Reflexão] Somos a oposição controlada
#5
Confra, a temática é muito boa.


O motivo provável de não acabarem com fóruns como o nosso, na minha opinião é somente porque qq argumento serviria de base para também serem atacados os clubes das luluzinhas, que em muitos casos são recheados de misandria e de androfobia num grau mais explícito e exagerado que o nosso no que concerne a algum comentário sobre mulheres, atraindo adeptas diariamente.

Pau que bate em Chico, bate em Francisco. Sem contar que aqui inumeras vezes são rebatidas e contestadas afirmações ou ideias misógenas. Nossa real serve mais pra ficarmos espertos nos relacionamentos do que criticar mulheres, bem como para o desenvolvimento pessoal. E, portanto, consideramos na maioria das vezes tê-las, e saber conduzir. Não odiá-las. O radicalismo vem de uma meia dúzia de histéricas do lado de lá. Não da nossa parte.

Daí porque nos atacar poderia ser um tiro no pé. Suponho, confra. Mas desconheço abordagens a esse assunto.

Muito provavelmente nunca houve uma organização masculina politicamente e pautas políticas porque o feminismo nunca foi realmente uma ameaça à posição de poder dos homens, de maneira geral. Alguns especialistas, inclusive, afirmam que o movimento nunca conquistou nada que não tivesse sido meramente cedido pelos homens (Ana Carolina Campagnolo, p. ex).

No âmbito político, o feminismo é uma ramificação da pauta da esquerda, que trabalha outras minorias. Com uma alternância de poder entre direita e esquerda, pode ser que a tendência do movimento seja ser sufocada e perder força, na medida que a esquerda enfraquece. No Brasil, p. ex, descobriu-se que existe uma direita forte que está se organizando natural e lentamente. Acredito que com o mero predominio da direita, o feminismo perderá muito espaço, sem que precisemos fazer maiores esforços. Futuramente, com eventual ascenção da esquerda, volta tudo de novo e assim segue o mundo.

Todavia, me parece necessário de todo modo, seja como antagonismo ao feminismo, seja como forma de reconhecimento puro e simples e disseminação dos conceitos da real, a organização de um movimento, e o estabelecimento de pautas pra direcionar pleitos por alterações em legislações, políticas de pró-atividade na difusão de alguns conteúdos, dentre outras questões.

E como todo movimento, é preciso a existência de lideranças e de pessoas dispostas ao ativismo. Essa parte, creio que será a mais difícil. Nesse ponto, o TheReturn fez uma excelente observação qdo falou da contrarrevolução cultural. O caminho é esse, mas observo que normalmente o sugimento relevante de um movimento é seguido de um acontecimento impactante pra haver mobilização, e o feminismo, em si considerado, envenena a sociedade de forma paulatina e em doses homeopáticas.

A maioria das coisas ditas acima se baseiam em conjecturas e observações leigas da minha parte, sem muito embasamento, portanto.

À disposição pra discutir o assunto com os demais confrades e amadurecer ou modificar qq ponto de vista, e ajudar naquilo que for necessário.

Pelo poder da verdade, eu, ainda vivo, conquistei o universo

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RE: [Reflexão] Somos a oposição controlada - de MacGyver - 07-12-2022, 07:37 PM

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