12-06-2018, 10:38 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 13-06-2018, 10:59 PM por Libertador.
Motivo: Arrumando imagens
)
Salve salve confraria!
Irmãos, existe um blog de um cara assumidamente realista chamado SEU MADRUGA (http://seumadrugainvestimentos.blogspot.com). Recomendo que leiam pois o cara é fera e ensina altos macetes de economia, bem legal o conteúdo dele.
Ele relatou a história da Vanessa, uma mulher extremamente fútil e irresponsável. Gostaria de compartilhar os 3 textos contando a história da Vanessa para que fiquemos de olho aberto: Fujam das Vanessas!
Crônicas da matrix financeira: Vanessa, a assessora
Convivo com bastante gente que tem entre 25 e 30 anos, e essa é uma faixa etária bem propícia para observar como a corrida dos ratos/matrix financeira se desenvolve e domina a vida das pessoas.
O caso que contarei hoje envolve pessoa de meu convívio que se jogou sem o menor pudor na matrix financeira, desfrutando de todos os prazeres de curto prazo que a gastança descomedida tem a oferecer.
Sem mais delongas, vamos ao primeiro post da série "Crônicas da matrix financeira":
Vanessa se formou em direito e se deparou com um mercado de trabalho saturadíssimo, com milhares de advogados dispostos a aceitar qualquer esmola para conseguir um cliente.
Concurso público também não era uma opção imediata para Vanessa, afinal, há milhares de bacharéis em direito se digladiando por vagas em todo e qualquer concurso que aparece pela frente.
Depois de dois anos trabalhando em um escritório de advocacia que lhe pagava míseros R$ 1.600/mês, Vanessa tirou uma bela carta da manga: foi até o Tribunal, se encontrou com o Desembargador para o qual ela estagiou durante os tempos de faculdade e implorou por um cargo comissionado.
E não é que deu certo? Alguns dias após o fatídico encontro com o Desembargador, Vanessa já ostentava em seu perfil do Facebook a sua função de "Assessora Jurídica de Nível Superior", um cargo comissionado no Tribunal que, segundo fiquei sabendo, paga algo entre R$ 7 e R$ 8 mil.
Deslumbrada com seu novo poder aquisitivo, Vanessa decidiu que precisava de vestes mais condignas com sua nova função, razão pela qual se encheu de camisas da Les Chemises, Dudalina, Lacoste, maquiagem cara e sabe-se lá mais o quê.
Decidiu também que uma Assessora Jurídica de Nível Superior não deveria ficar andando por aí de ônibus, e por isso fez um financiamento e adquiriu um Onix 0km completo, com todos os tipos de acessórios e firulas imagináveis e inimagináveis.
Com uma remuneração digna de respeito, Vanessa decidiu dar mais um passo rumo à independência pessoal e, aos 26 anos, saiu da casa dos pais e alugou um apartamento de dois quartos num bairro boêmio aqui da cidade, fazendo uma obra aqui e outra ali para deixar o apê "com a sua cara".
Além de ostentar o cargo de "Assessora Jurídica de Nível Superior", seu perfil do Facebook passou a ser preenchido com selfies tiradas dentro de seu novo carro, selfies na frente do espelho mostrando o "look do dia", selfies em Búzios no feriadão, em Arraial no fim de semana ma-ra-vi-lho-so com as amigas, foto de pratos elegantes com cortes de carnes argentinas, e por aí vai.
Ela se esforçava para mostrar ao mundo que se deu bem na vida, e o mundo respondia com curtidas, seguidas e comentários genéricos.
No meio de 2016, Vanessa, a prima dela (que por acaso é minha namorada) e eu estávamos em um bar, quando a jovem Assessora soltou a trágica notícia: seu chefe, o Desembargador, tirou licença para tratar de um câncer.
Felizmente o câncer foi descoberto em estágio inicial, e mais felizmente ainda o magistrado estava combatendo a doença em um renomado hospital paulista, então não havia motivo para entrar em pânico, disse Vanessa.
Eu respondi que realmente não era motivo para pânico, mas que ela poderia começar a guardar dinheiro, pois nunca se sabe o dia de amanhã, ainda mais em se tratando de câncer, e uma eventual morte do Desembargador significaria que ela seria exonerada de seu amado cargo de Assessora.
Vanessa ficou claramente ofendida quando mencionei a possibilidade de perder o emprego, e começou a listar seus atributos profissionais que lhe tornam insubstituível na estrutura do Tribunal.
Na visão distorcida de uma menina que realmente acha que seu trabalho é o mais importante do universo, o Poder Judiciário implodiria e mergulharia em caos caso ela fosse exonerada.
Alguns meses depois disso o Desembargador faleceu, sendo substituído por um outro magistrado recém-promovido. O novo Desembargador mandou exonerar a grande maioria dos assessores que integravam o gabinete do falecido, e dentre os demitidos se encontrava Vanessa.
Vanessa foi para o olho da rua sem fazer jus a direitos trabalhistas como seguro-desemprego ou FGTS + multa, pois seu cargo é de livre nomeação e exoneração, sem qualquer vínculo de emprego.
Como tentativa de garantir um ganha pão, Vanessa distribuiu seu currículo para todos os Desembargadores do Tribunal, para o Ministério Público e para a Assembleia Legislativa, uma estratégia que posteriormente se revelou inútil, pois ninguém mais lhe procurou.
Como a fonte de renda secou e não havia perspectiva de melhora, Vanessa teve que desocupar o apartamento que alugava, pagando multa pela desocupação antecipada e voltando a morar com os pais.
Além disso, não tinha mais bufunfa para honrar com o financiamento do carro, e por isso seu pai assumiu tal despesa.
Para não ficar feio perante a sociedade, Vanessa diz que, após a morte do Desembargador, recebeu outras ofertas de trabalho, mas resolveu recusá-las para se dedicar aos concursos públicos. É mentira.
Hoje nossa ex-assessora se diz concurseira, depende 100% dos pais, vive reclamando para a minha namorada que não tem dinheiro para nada e diz que pretende fazer mestrado na Europa, muito embora todo mundo na família saiba que ela não tem a menor condição financeira de estudar no exterior.
Alguns dias atrás minha namorada trouxe Vanessa para visitar meu recém-adquirido apartamento, e a ex-assessora soltou um "nossa, que apê pequeno, não sei se conseguiria morar aqui não".
Essa crítica entrou por um ouvido e saiu pelo outro, pois pequena é a mente da pessoa que passa 13 meses ganhando R$ 7 mil por mês e não consegue construir absolutamente nada de positivo, muito pelo contrário, tem que recorrer ao pai para pagar o saldo devedor remanescente do financiamento do passivo ambulante.
Que essa história sirva de motivação para que entremos em 2017 ainda mais focados na nossa busca pela independência financeira.
Acredito que este será o último post do ano, então desejo a todos feliz natal e próspero ano novo!
Aquele abraço!
Esse trabalho não era tão "glorioso" quanto o cargo comissionado que ela outrora ocupou, pois a remuneração era baixa (menos de R$ 1.800,00/mês) e a carga horária era alta (44 horas semanais), algo bastante comum no super prostituído mundo da advocacia.
Nem por isso Vanessa perdeu a pose, e recheou seu Facebook com selfies dentro do carro a caminho do trabalho, selfies no escritório pela manhã sempre com um copo da Starbucks estrategicamente posicionado para mostrar ao mundo como ela é cosmopolita.
Dentro e fora das redes sociais, a imagem que Vanessa queria passar era de advogada de sucesso. Enchia o peito para dizer que era chefe de uma equipe, postava fotos para mostrar que trabalhava até tarde da noite, postava foto presenteando a "equipe" com chocolate para mostrar que era uma boa chefe e por aí vai.
Quem conhece os bastidores sabe bem que a vida que Vanessa projetava para os outros era uma mentira.
Seu salário era pífio, suas horas extras aconteciam contra sua vontade, a "equipe" que ela comandava consistia em um estagiário, o cargo de "chefe" que ela usava para se referir a si própria era puro delírio, e sua situação financeira era de semi-dependência dos pais (ela bancava gasolina, seguro do carro e vida social, enquanto os pais bancavam moradia, alimentação, plano de saúde, financiamento do carro e basicamente todo o resto).
Ainda assim, o importante para Vanessa era manter a pose de "pessoa que tem tudo sob o controle" e de "profissional insubstituível", então publicamente ela agia como se adorasse aquilo tudo.
O trabalho de escravogada durou até agora, e no começo da semana passada ela foi dispensada do escritório em que trabalhava, por algum motivo que eu não sei qual é.
Para agravar a situação, Vanessa foi dispensada sem direito a nenhuma verba trabalhista pois ela estava contratada como advogada associada, que é uma figura que consegue ter menos direito trabalhista que um boliviano em regime de semi-escravidão.
Com a súbita dispensa e sem dinheiro no bolso, Vanessa confessou para a prima dela (vulgo minha namorada) que tem uma dívida de R$ 14 mil no cartão de crédito, que ela vinha refinanciado no crédito rotativo pagando sempre o mínimo todo santo mês, e que agora ela está pagando parcelado.
Como Vanessa não queria que seus pais descobrissem que essa dívida existe, ela pediu dinheiro emprestado à minha namorada para que conseguisse continuar pagando as parcelas.
A Madruguete quis minha opinião sobre o assunto e eu fiz uma longa exposição que pode ser resumida em "não empresta senão vai dar merda", e felizmente ela me escutou, então provavelmente Vanessa vai acabar jogando mais essa despesa nas costas dos pais.
O curioso é que, mesmo demitida e tendo acabado de mendigar dinheiro emprestado para pagar uma dívida de 14 mil joesleys, ontem mesmo Vanessa orgulhosamente compartilhou para a sua prima que estava comprando roupas e, quando descobriu que havia um desconto de 10% para compras acima de R$ 200,00, levou uma bermuda a mais, alcançou os R$ 200,00 e obteve o desconto em questão.
Vou esperar o tempo passar e quanto tiver mais assunto escreverei a parte 3 dessa história. Pelo andar da carruagem, não vejo um futuro dos mais brilhantes para essa menina, rs.
Aquele abraço!
Seja como for, o fato é que ela já está de volta ao nosso querido país, novamente morando com os pais e vivendo de mesada enquanto procura emprego e reclama que "não tá fácil".
A não ser que "mestrado incompleto" anotado no currículo sirva para alguma coisa, sua aventura europeia foi o mais puro desperdício de tempo e dinheiro, isso sem mencionar a queimação de filme, pois certamente não fui o único que senti que Vanessa foi desonesta e roubou todo mundo.
Ainda estou pensando se vale a pena constranger Vanessa e exigir meus cem joesleys de volta, mas por ora acho que não vale a pena. Se vocês acharem que vale a pena comprar essa briga, me digam aí que eu posso rever meu posicionamento.
Aquele abraço!
Irmãos, existe um blog de um cara assumidamente realista chamado SEU MADRUGA (http://seumadrugainvestimentos.blogspot.com). Recomendo que leiam pois o cara é fera e ensina altos macetes de economia, bem legal o conteúdo dele.
Ele relatou a história da Vanessa, uma mulher extremamente fútil e irresponsável. Gostaria de compartilhar os 3 textos contando a história da Vanessa para que fiquemos de olho aberto: Fujam das Vanessas!
Crônicas da matrix financeira: Vanessa, a assessora
Convivo com bastante gente que tem entre 25 e 30 anos, e essa é uma faixa etária bem propícia para observar como a corrida dos ratos/matrix financeira se desenvolve e domina a vida das pessoas.
O caso que contarei hoje envolve pessoa de meu convívio que se jogou sem o menor pudor na matrix financeira, desfrutando de todos os prazeres de curto prazo que a gastança descomedida tem a oferecer.
Sem mais delongas, vamos ao primeiro post da série "Crônicas da matrix financeira":
Vanessa, a assessora
Vanessa se formou em direito e se deparou com um mercado de trabalho saturadíssimo, com milhares de advogados dispostos a aceitar qualquer esmola para conseguir um cliente.
Concurso público também não era uma opção imediata para Vanessa, afinal, há milhares de bacharéis em direito se digladiando por vagas em todo e qualquer concurso que aparece pela frente.
![[Image: 2796367140_0c312afa72_o_1.jpg]](https://4.bp.blogspot.com/--jI17CEn6NY/WFwUX17iBlI/AAAAAAAABFU/Pzu8B0VPKwsankXKEJX8nEs9OhhI2ICzQCLcB/s400/2796367140_0c312afa72_o_1.jpg)
Quantidade de pessoas que se formam em direito no Brasil todos os dias
Depois de dois anos trabalhando em um escritório de advocacia que lhe pagava míseros R$ 1.600/mês, Vanessa tirou uma bela carta da manga: foi até o Tribunal, se encontrou com o Desembargador para o qual ela estagiou durante os tempos de faculdade e implorou por um cargo comissionado.
E não é que deu certo? Alguns dias após o fatídico encontro com o Desembargador, Vanessa já ostentava em seu perfil do Facebook a sua função de "Assessora Jurídica de Nível Superior", um cargo comissionado no Tribunal que, segundo fiquei sabendo, paga algo entre R$ 7 e R$ 8 mil.
Deslumbrada com seu novo poder aquisitivo, Vanessa decidiu que precisava de vestes mais condignas com sua nova função, razão pela qual se encheu de camisas da Les Chemises, Dudalina, Lacoste, maquiagem cara e sabe-se lá mais o quê.
Decidiu também que uma Assessora Jurídica de Nível Superior não deveria ficar andando por aí de ônibus, e por isso fez um financiamento e adquiriu um Onix 0km completo, com todos os tipos de acessórios e firulas imagináveis e inimagináveis.
![[Image: 20140516133153341516o.jpg]](https://4.bp.blogspot.com/-xsJ6nG73NFg/WFwefsKWzDI/AAAAAAAABFk/V5v0IvGhrvITYD1UN4z_ZrFaBllUzn5NwCLcB/s400/20140516133153341516o.jpg)
Agora sim.
Com uma remuneração digna de respeito, Vanessa decidiu dar mais um passo rumo à independência pessoal e, aos 26 anos, saiu da casa dos pais e alugou um apartamento de dois quartos num bairro boêmio aqui da cidade, fazendo uma obra aqui e outra ali para deixar o apê "com a sua cara".
Além de ostentar o cargo de "Assessora Jurídica de Nível Superior", seu perfil do Facebook passou a ser preenchido com selfies tiradas dentro de seu novo carro, selfies na frente do espelho mostrando o "look do dia", selfies em Búzios no feriadão, em Arraial no fim de semana ma-ra-vi-lho-so com as amigas, foto de pratos elegantes com cortes de carnes argentinas, e por aí vai.
Ela se esforçava para mostrar ao mundo que se deu bem na vida, e o mundo respondia com curtidas, seguidas e comentários genéricos.
![[Image: c7ac1f41c554c41b54baab31b7e93ec5.jpg]](https://4.bp.blogspot.com/-UQyhHa70TYY/WFwju1kvsDI/AAAAAAAABF0/HzCSS8ZSJZ8isydzcuPAyzjL5do0PK5vQCLcB/s320/c7ac1f41c554c41b54baab31b7e93ec5.jpg)
"Look do dia" (foto aleatória tirada do Google Imagens)
No meio de 2016, Vanessa, a prima dela (que por acaso é minha namorada) e eu estávamos em um bar, quando a jovem Assessora soltou a trágica notícia: seu chefe, o Desembargador, tirou licença para tratar de um câncer.
Felizmente o câncer foi descoberto em estágio inicial, e mais felizmente ainda o magistrado estava combatendo a doença em um renomado hospital paulista, então não havia motivo para entrar em pânico, disse Vanessa.
Eu respondi que realmente não era motivo para pânico, mas que ela poderia começar a guardar dinheiro, pois nunca se sabe o dia de amanhã, ainda mais em se tratando de câncer, e uma eventual morte do Desembargador significaria que ela seria exonerada de seu amado cargo de Assessora.
Vanessa ficou claramente ofendida quando mencionei a possibilidade de perder o emprego, e começou a listar seus atributos profissionais que lhe tornam insubstituível na estrutura do Tribunal.
Na visão distorcida de uma menina que realmente acha que seu trabalho é o mais importante do universo, o Poder Judiciário implodiria e mergulharia em caos caso ela fosse exonerada.
![[Image: disa.jpg]](https://3.bp.blogspot.com/-U9sfwpsEBTI/WFz_DTo0RYI/AAAAAAAABGE/yZOdJHWeAJ432dSaHgaiahb0uKE3r5XygCLcB/s320/disa.jpg)
Como reajo toda vez que alguém se diz insubstituível
Alguns meses depois disso o Desembargador faleceu, sendo substituído por um outro magistrado recém-promovido. O novo Desembargador mandou exonerar a grande maioria dos assessores que integravam o gabinete do falecido, e dentre os demitidos se encontrava Vanessa.
Vanessa foi para o olho da rua sem fazer jus a direitos trabalhistas como seguro-desemprego ou FGTS + multa, pois seu cargo é de livre nomeação e exoneração, sem qualquer vínculo de emprego.
Como tentativa de garantir um ganha pão, Vanessa distribuiu seu currículo para todos os Desembargadores do Tribunal, para o Ministério Público e para a Assembleia Legislativa, uma estratégia que posteriormente se revelou inútil, pois ninguém mais lhe procurou.
Como a fonte de renda secou e não havia perspectiva de melhora, Vanessa teve que desocupar o apartamento que alugava, pagando multa pela desocupação antecipada e voltando a morar com os pais.
Além disso, não tinha mais bufunfa para honrar com o financiamento do carro, e por isso seu pai assumiu tal despesa.
![[Image: carolinaprint.jpg]](https://3.bp.blogspot.com/-KJxZ2cGSN5M/WF0F1roRmFI/AAAAAAAABGU/wuhhgbTaV2YnIsFZTmr43NgWL-olsdBRgCLcB/s320/carolinaprint.jpg)
O bom e velho "pai"trocínio
Para não ficar feio perante a sociedade, Vanessa diz que, após a morte do Desembargador, recebeu outras ofertas de trabalho, mas resolveu recusá-las para se dedicar aos concursos públicos. É mentira.
Hoje nossa ex-assessora se diz concurseira, depende 100% dos pais, vive reclamando para a minha namorada que não tem dinheiro para nada e diz que pretende fazer mestrado na Europa, muito embora todo mundo na família saiba que ela não tem a menor condição financeira de estudar no exterior.
Alguns dias atrás minha namorada trouxe Vanessa para visitar meu recém-adquirido apartamento, e a ex-assessora soltou um "nossa, que apê pequeno, não sei se conseguiria morar aqui não".
Essa crítica entrou por um ouvido e saiu pelo outro, pois pequena é a mente da pessoa que passa 13 meses ganhando R$ 7 mil por mês e não consegue construir absolutamente nada de positivo, muito pelo contrário, tem que recorrer ao pai para pagar o saldo devedor remanescente do financiamento do passivo ambulante.
Que essa história sirva de motivação para que entremos em 2017 ainda mais focados na nossa busca pela independência financeira.
Acredito que este será o último post do ano, então desejo a todos feliz natal e próspero ano novo!
Aquele abraço!
Crônicas da Matrix Financeira:
Vanessa, a advogada
Assim que foi pro olho da rua e viu sua vida de "jovem de sucesso" desmoronar, Vanessa voltou a morar com os pais e assumiu o rótulo de concurseira.
Como eu tive a oportunidade de mencionar no post "Crianças de 30 anos", estudar para concurso é uma atividade válida, mas o que não falta por aí é vagabundo se autodenominando concurseiro para esconder da sociedade o fato de que não faz nada de produtivo o dia todo.
![[Image: van.jpg]](https://2.bp.blogspot.com/-s0aUhzJwteM/WV2XGpXxiSI/AAAAAAAABk8/MUZIs-HF-usDSFS0UamXrtE3lcTGXzjsACLcBGAs/s400/van.jpg)
Vanessa estudando para concursos
Vanessa não precisou fingir por muito tempo que era concurseira, pois logo no começo de 2017 conseguiu um trabalho como advogada em um escritório de advocacia gigante, desses que tem centenas de advogados e cuida de milhares de processos defendendo empresas de telefonia.
Esse trabalho não era tão "glorioso" quanto o cargo comissionado que ela outrora ocupou, pois a remuneração era baixa (menos de R$ 1.800,00/mês) e a carga horária era alta (44 horas semanais), algo bastante comum no super prostituído mundo da advocacia.
Nem por isso Vanessa perdeu a pose, e recheou seu Facebook com selfies dentro do carro a caminho do trabalho, selfies no escritório pela manhã sempre com um copo da Starbucks estrategicamente posicionado para mostrar ao mundo como ela é cosmopolita.
Dentro e fora das redes sociais, a imagem que Vanessa queria passar era de advogada de sucesso. Enchia o peito para dizer que era chefe de uma equipe, postava fotos para mostrar que trabalhava até tarde da noite, postava foto presenteando a "equipe" com chocolate para mostrar que era uma boa chefe e por aí vai.
![[Image: bus8.jpg]](https://2.bp.blogspot.com/-nKyXW-Vn5Ko/WV5fsVTLBFI/AAAAAAAABlM/kzIFT4ieqaw3gxsgcDjjJcrnCPZaOkIWgCLcBGAs/s400/bus8.jpg)
Já que a vida de servidora pública do alto escalão não deu certo, Vanessa assumiu a identidade de business woman cosmopolita
Quem conhece os bastidores sabe bem que a vida que Vanessa projetava para os outros era uma mentira.
Seu salário era pífio, suas horas extras aconteciam contra sua vontade, a "equipe" que ela comandava consistia em um estagiário, o cargo de "chefe" que ela usava para se referir a si própria era puro delírio, e sua situação financeira era de semi-dependência dos pais (ela bancava gasolina, seguro do carro e vida social, enquanto os pais bancavam moradia, alimentação, plano de saúde, financiamento do carro e basicamente todo o resto).
Ainda assim, o importante para Vanessa era manter a pose de "pessoa que tem tudo sob o controle" e de "profissional insubstituível", então publicamente ela agia como se adorasse aquilo tudo.
O trabalho de escravogada durou até agora, e no começo da semana passada ela foi dispensada do escritório em que trabalhava, por algum motivo que eu não sei qual é.
Para agravar a situação, Vanessa foi dispensada sem direito a nenhuma verba trabalhista pois ela estava contratada como advogada associada, que é uma figura que consegue ter menos direito trabalhista que um boliviano em regime de semi-escravidão.
Com a súbita dispensa e sem dinheiro no bolso, Vanessa confessou para a prima dela (vulgo minha namorada) que tem uma dívida de R$ 14 mil no cartão de crédito, que ela vinha refinanciado no crédito rotativo pagando sempre o mínimo todo santo mês, e que agora ela está pagando parcelado.
Como Vanessa não queria que seus pais descobrissem que essa dívida existe, ela pediu dinheiro emprestado à minha namorada para que conseguisse continuar pagando as parcelas.
A Madruguete quis minha opinião sobre o assunto e eu fiz uma longa exposição que pode ser resumida em "não empresta senão vai dar merda", e felizmente ela me escutou, então provavelmente Vanessa vai acabar jogando mais essa despesa nas costas dos pais.
O curioso é que, mesmo demitida e tendo acabado de mendigar dinheiro emprestado para pagar uma dívida de 14 mil joesleys, ontem mesmo Vanessa orgulhosamente compartilhou para a sua prima que estava comprando roupas e, quando descobriu que havia um desconto de 10% para compras acima de R$ 200,00, levou uma bermuda a mais, alcançou os R$ 200,00 e obteve o desconto em questão.
![[Image: vn.jpg]](https://1.bp.blogspot.com/-3-HBTEsh8Uc/WV7HN84qxeI/AAAAAAAABlc/DuIvScx7Nb05O-9_Sjec2tViwMzdOtchQCLcBGAs/s320/vn.jpg)
Parabéns pela economia, campeã.
Vou esperar o tempo passar e quanto tiver mais assunto escreverei a parte 3 dessa história. Pelo andar da carruagem, não vejo um futuro dos mais brilhantes para essa menina, rs.
Aquele abraço!
Crônicas da Matrix Financeira:
Vanessa, a europeia
Depois de ser mandada embora do escritório de advocacia e se ver novamente desempregada, Vanessa não estava muito otimista com o seu futuro em terras brasileiras.
A partir de então ela resolveu viver fora do país, preferencialmente em algum lugar que valorizasse uma jovem de enorme potencial como ela, e traçou o seguinte plano de imigração:
1) Vender o carro, embolsar a grana e ter capital o suficiente para se bancar por alguns meses fora do país.
2) Ser aprovada no mestrado de alguma universidade europeia (parece difícil mas não é, tem muita universidade no velho mundo oferecendo mestrados em inglês e com o coração aberto para receber brasileiros dispostos a pagar mensalidade).
3) Mudar para o país em que fará o mestrado.
4) Cursar o mestrado ao mesmo tempo em que tenta arranjar emprego.
5) Após conseguir emprego e estabilidade financeira, ficar na Europa para todo o sempre.
Com o dinheiro da venda do carro no bolso e devidamente aprovada em um mestrado na Espanha, Vanessa começou a planejar a sua mudança do terceiro mundo para o primeiro.
Ela pegou o avião rumo à Espanha certa de que o Brasil não lhe ofereceu as oportunidades profissionais que merecia, sem em nenhum momento cogitar que talvez sua incapacidade de se sustentar seja culpa exclusivamente sua, e não uma conspiração nacional contra o seu enorme talento.
Em terras espanholas Vanessa passou a morar no quartinho de uma pensão, frequentar as aulas do mestrado e compulsivamente postar fotos de sua nova vida nas redes sociais.
Apesar de já ter gasto uma parte relevante do dinheiro da venda do carro com passagem aérea, mensalidade do mestrado e adiantamento do aluguel do quartinho, Vanessa não resistiu à tentação de fazer uma viagem à Bélgica, postando dezenas de fotos de Bruxelas e Bruges em suas redes sociais.
De volta à Espanha, Vanessa lembrou que sua grana não duraria para sempre e percebeu que chegou a hora de colocar em prática a parte mais importante de seu plano: arranjar emprego.
Se ela realmente se esforçou pra arranjar emprego eu não sei, afinal, eu não estava na Espanha pra ficar monitorando a vida dela.
Mas o fato é que ela não conseguiu trabalho algum, o que muito provavelmente tem a ver com o fato de que ela não fala espanhol direito e a Espanha está longe de ser o melhor lugar do mundo para quem busca emprego.
![[Image: old.jpg]](https://1.bp.blogspot.com/-cIkYR7YFzSI/WoiphX4_sZI/AAAAAAAAB1c/cKsgIeuf9mADtSNnNAMHkxdkpHiafaITgCLcBGAs/s400/old.jpg)
Ah, o velho mundo!
Com o dinheiro da venda do carro no bolso e devidamente aprovada em um mestrado na Espanha, Vanessa começou a planejar a sua mudança do terceiro mundo para o primeiro.
Ela pegou o avião rumo à Espanha certa de que o Brasil não lhe ofereceu as oportunidades profissionais que merecia, sem em nenhum momento cogitar que talvez sua incapacidade de se sustentar seja culpa exclusivamente sua, e não uma conspiração nacional contra o seu enorme talento.
![[Image: A330-200-1024.jpg]](https://1.bp.blogspot.com/-MSf3msfmlGI/Woit_qlriBI/AAAAAAAAB1o/IfPuD0HO7lcXvTxM-Ewbo1ve5HaeQm0NACLcBGAs/s400/A330-200-1024.jpg)
hashtag partiu espanha
Em terras espanholas Vanessa passou a morar no quartinho de uma pensão, frequentar as aulas do mestrado e compulsivamente postar fotos de sua nova vida nas redes sociais.
Apesar de já ter gasto uma parte relevante do dinheiro da venda do carro com passagem aérea, mensalidade do mestrado e adiantamento do aluguel do quartinho, Vanessa não resistiu à tentação de fazer uma viagem à Bélgica, postando dezenas de fotos de Bruxelas e Bruges em suas redes sociais.
![[Image: ryan.jpg]](https://1.bp.blogspot.com/-uoQkV8y3SWU/WozRxrd8VqI/AAAAAAAAB28/a8-TGJbvTUEvn7WK6RGBeAmmXs7b5uaeQCLcBGAs/s400/ryan.jpg)
"Vou ali na Bélgica rapidinho, a passagem está só € 69 (+ € 23 da franquia da bagagem, + € 120 euros de deslocamento pra chegar e sair dos aeroportos no cu do mundo em que a Ryan Air opera)".
De volta à Espanha, Vanessa lembrou que sua grana não duraria para sempre e percebeu que chegou a hora de colocar em prática a parte mais importante de seu plano: arranjar emprego.
Se ela realmente se esforçou pra arranjar emprego eu não sei, afinal, eu não estava na Espanha pra ficar monitorando a vida dela.
Mas o fato é que ela não conseguiu trabalho algum, o que muito provavelmente tem a ver com o fato de que ela não fala espanhol direito e a Espanha está longe de ser o melhor lugar do mundo para quem busca emprego.
![[Image: desemprego_espanha_reuters.jpg]](https://4.bp.blogspot.com/-nmx1kOjQ6Ls/WojCJMTCy_I/AAAAAAAAB2E/ilMZlXohHfg8OrsLyP-Vwow1-xHIwtvLgCLcBGAs/s400/desemprego_espanha_reuters.jpg)
Vai lá arranjar emprego em um dos países com mais desempregados na Europa
O desemprego de Vanessa foi se prolongando no tempo e, como consequência, o dinheiro da venda do carro foi diminuindo.
Com menos de um semestre na Espanha o dinheiro de Vanessa se encontrava no volume morto - só tinha o necessário para comprar a passagem de volta ao Brasil -, e ela passou novamente a depender de dinheiro enviado pelos pais.
Para os pais de Vanessa, sustentá-la no Brasil era fácil. O mesmo não se pode dizer em relação a bancar a filha na Europa, tendo que pagar aluguel, mensalidade de mestrado, alimentação e outras coisas mais.
Vendo que não iam dar conta do recado, os pais de Vanessa lhe disseram que ela deveria arranjar um emprego o quanto antes, do contrário teria que retornar ao Brasil.
Percebendo que sua aventura europeia não ia ter final feliz, Vanessa deixou a dignidade de lado e lançou uma campanha, no Facebook e Instagram, pedindo a colaboração de seus amigos e familiares para ajudar a financiar o seu mestrado na Espanha, mediante transferência de dinheiro para a sua conta bancária, tendo como meta o montante de R$ 25 mil, quantia que seria suficiente para bancar os meses em que ainda tinha que ficar na Europa para cumprir as aulas presenciais do mestrado.
Ao perceber que mendigar nas redes sociais não seria o suficiente, Vanessa partiu para a encheção de saco "corpo a corpo", mandando mensagens individuais para cada um de seus amigos e familiares no WhatsApp explicando a sua situação e indicando a conta bancária para que lhe transferissem dinheiro.
Com menos de um semestre na Espanha o dinheiro de Vanessa se encontrava no volume morto - só tinha o necessário para comprar a passagem de volta ao Brasil -, e ela passou novamente a depender de dinheiro enviado pelos pais.
Para os pais de Vanessa, sustentá-la no Brasil era fácil. O mesmo não se pode dizer em relação a bancar a filha na Europa, tendo que pagar aluguel, mensalidade de mestrado, alimentação e outras coisas mais.
Vendo que não iam dar conta do recado, os pais de Vanessa lhe disseram que ela deveria arranjar um emprego o quanto antes, do contrário teria que retornar ao Brasil.
Percebendo que sua aventura europeia não ia ter final feliz, Vanessa deixou a dignidade de lado e lançou uma campanha, no Facebook e Instagram, pedindo a colaboração de seus amigos e familiares para ajudar a financiar o seu mestrado na Espanha, mediante transferência de dinheiro para a sua conta bancária, tendo como meta o montante de R$ 25 mil, quantia que seria suficiente para bancar os meses em que ainda tinha que ficar na Europa para cumprir as aulas presenciais do mestrado.
Ao perceber que mendigar nas redes sociais não seria o suficiente, Vanessa partiu para a encheção de saco "corpo a corpo", mandando mensagens individuais para cada um de seus amigos e familiares no WhatsApp explicando a sua situação e indicando a conta bancária para que lhe transferissem dinheiro.
Não me considero amigo de Vanessa, nem sou familiar. Sou apenas namorado da prima dela, um mero "agregado", e mesmo assim recebi mensagem da mendiga europeia no WhatsApp, pedindo contribuição para financiar seus estudos e afirmando que o quartinho dela na Espanha estaria de portas abertas para todo mundo que contribuísse.
![[Image: holomisa.jpg]](https://1.bp.blogspot.com/-eCpeySTXnd8/V1XV4L40oNI/AAAAAAAAAms/USrM40t_4Q8XFRQI468yU-P7UkDXRn_XQCPcBGAYYCw/s400/holomisa.jpg)
Minha reação quando recebi a mendigagem de Vanessa no WhatsApp
Comovida com a situação financeira da patricinha, a família de Vanessa se mobilizou em massa para ajudar, inclusive fazendo um "listão" no WhatsApp com o nome de todos os familiares, e ao lado do nome a quantia que cada pessoa doou.
Doeu na minha alma ver que "Madruga" estava naquele listão, e ao lado do meu nome havia um zero bem redondo indicando que eu não havia doado nada até aquele momento, mas que todos esperavam que eu doasse, sob pena de ficar com o filme queimado perante a família de Vanessa, que por acaso também é a família da minha namorada.
Me amarraram direitinho nesse sofisticado esquema de esmola baseado no constrangimento público, e em nome da paz social transferi R$ 100,00 para a conta de Vanessa e procurei esquecer desse assunto.
![[Image: Dinheiro-jogado-fora.jpg]](https://3.bp.blogspot.com/-ZrwYlCz5iew/Wozf-n-SwZI/AAAAAAAAB3M/J9XviWS-NxgkVJ3U2vdXSLCSPhKZI-wxQCLcBGAs/s320/Dinheiro-jogado-fora.jpg)
Adeus, cem reais
Somente de doações de familiares, em especial graças às tias ricas, Vanessa arrecadou R$ 4,2 mil.
Provavelmente ela arrecadou mais do que isso, já que também recebeu doação de amigos, ex-colegas de trabalho e homens aleatórios que acham que doar dinheiro neste momento poderá garantir uma fornicação no futuro.
Depois de tanto esforço coletivo, Vanessa postou uma mensagem nas redes sociais dizendo que não conseguiu arrecadar os R$ 25 mil necessários para concluir o mestrado, que retornaria ao Brasil dentro de duas semanas e que mal podia esperar para ver todas as pessoas queridas.
A mensagem de Vanessa acerca da desistência do mestrado e de seu imediato retorno ao Brasil deixou no ar uma dúvida relevante: o que vai acontecer com o dinheiro arrecadado?
Ora, se ela fez toda uma campanha para juntar bufunfa com o objetivo de continuar no mestrado, e no fim das contas ela não vai continuar no mestrado e retornará imediatamente ao Brasil, deveria devolver o dinheiro aos doadores, não é mesmo?
Só que não foi isso que aconteceu.
Vanessa não fez absolutamente nenhuma menção à destinação que daria ao dinheiro doado pelos financiadores do mestrado, situação que aliás permanece até a presente data.
De volta ao Brasil, tive a oportunidade de encontrar Vanessa na festa que a família dela fez para recepcioná-la.
Provavelmente ela arrecadou mais do que isso, já que também recebeu doação de amigos, ex-colegas de trabalho e homens aleatórios que acham que doar dinheiro neste momento poderá garantir uma fornicação no futuro.
Depois de tanto esforço coletivo, Vanessa postou uma mensagem nas redes sociais dizendo que não conseguiu arrecadar os R$ 25 mil necessários para concluir o mestrado, que retornaria ao Brasil dentro de duas semanas e que mal podia esperar para ver todas as pessoas queridas.
A mensagem de Vanessa acerca da desistência do mestrado e de seu imediato retorno ao Brasil deixou no ar uma dúvida relevante: o que vai acontecer com o dinheiro arrecadado?
Ora, se ela fez toda uma campanha para juntar bufunfa com o objetivo de continuar no mestrado, e no fim das contas ela não vai continuar no mestrado e retornará imediatamente ao Brasil, deveria devolver o dinheiro aos doadores, não é mesmo?
Só que não foi isso que aconteceu.
Vanessa não fez absolutamente nenhuma menção à destinação que daria ao dinheiro doado pelos financiadores do mestrado, situação que aliás permanece até a presente data.
De volta ao Brasil, tive a oportunidade de encontrar Vanessa na festa que a família dela fez para recepcioná-la.
![[Image: 1907621_919082108112695_4454246527333846985_n.jpg]](https://2.bp.blogspot.com/-cJpkYfJZoKs/Wo7iacl9pjI/AAAAAAAAB3c/xQuDlLQsLdkdZsOBHzjGBpOUsDONeGI-gCLcBGAs/s320/1907621_919082108112695_4454246527333846985_n.jpg)
Bem vinda de volta e parabéns por conquistar um mestrado incompleto
Na festa em questão, minha namorada veio até mim, apontou discretamente para o celular que Vanessa tinha em mãos e sussurrou: "pra você que não para de reclamar que Vanessa roubou seus cem reais, olha ali o que ela comprou com o seu dinheiro".
Eu não sou nenhum especialista em smartphone, mas pelo que a Madruguete me disse, Vanessa tinha em mãos um Samsung Galaxy S8 Plus comprado uma semana antes de retornar ao Brasil.
Pelo que pesquisei, aqui no bananal o celular em questão não sai por menos de R$ 3,3 mil, então sim, tudo indica que Vanessa transformou o dinheiro que todo mundo doou para financiar seus estudos em um smartphone de primeira linha.
Eu não sou nenhum especialista em smartphone, mas pelo que a Madruguete me disse, Vanessa tinha em mãos um Samsung Galaxy S8 Plus comprado uma semana antes de retornar ao Brasil.
Pelo que pesquisei, aqui no bananal o celular em questão não sai por menos de R$ 3,3 mil, então sim, tudo indica que Vanessa transformou o dinheiro que todo mundo doou para financiar seus estudos em um smartphone de primeira linha.
![[Image: John-goodman-thebiglebowski-2.jpg]](https://3.bp.blogspot.com/-56USvdSl-Nc/WojNM2TkBlI/AAAAAAAAB2g/iDieyE3WgEEXFp3owTOL6laO6O-MthrFACPcBGAYYCw/s400/John-goodman-thebiglebowski-2.jpg)
Minha reação tentando ganhar a vida honestamente com meu celular de quinta categoria no bolso enquanto a bandida ostenta um Samsung Galaxy S8 Plus
Sabe quando um mendigo te aborda na rua pedindo dinheiro pra comprar comida, mas você sente que ele quer comprar cachaça ou crack? Pra mim Vanessa fez uma picaretagem parecida, pois pediu dinheiro pra "financiar estudos" e usou pra comprar celular antes de retornar ao Brasil.
Seja como for, o fato é que ela já está de volta ao nosso querido país, novamente morando com os pais e vivendo de mesada enquanto procura emprego e reclama que "não tá fácil".
A não ser que "mestrado incompleto" anotado no currículo sirva para alguma coisa, sua aventura europeia foi o mais puro desperdício de tempo e dinheiro, isso sem mencionar a queimação de filme, pois certamente não fui o único que senti que Vanessa foi desonesta e roubou todo mundo.
Ainda estou pensando se vale a pena constranger Vanessa e exigir meus cem joesleys de volta, mas por ora acho que não vale a pena. Se vocês acharem que vale a pena comprar essa briga, me digam aí que eu posso rever meu posicionamento.
Aquele abraço!


exibe etiqueta e elegância, viaja para vários lugares e o bom observador verá que ela não tem renda compatível com o estilo de vida ostentação, num empreguinho merdiano, esse é o pulo do gato. Muitas dessa afirmam : o namoro mais longo que eu tive não durou 1 ano...elas quebram os caras $$$$$, o sujeito não aguenta a extorsão, cú doce e ameaças.
Tem muita mulher que pensa que é vinho quando não passa de um vinagre, ou vinho estragado.
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