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Vocês já tiveram uma convivência próxima com alguém com transtorno bipolar?
Pode ser esposa, namorada, mãe, pai, irmão ou outro familiar.
Gostaria de saber como foi essa experiência para vocês e como aprenderam a lidar com a situação no dia a dia.
No caso de relacionamentos amorosos, como foi conviver com uma namorada ou esposa com transtorno bipolar? E, no caso de pai ou mãe, como vocês lidaram com essa realidade ao longo do tempo?
Quais foram as maiores dificuldades?
O que ajudou vocês a compreender melhor a pessoa e a lidar com os momentos mais difíceis?
Gostaria de ouvir relatos sinceros, tanto de experiências positivas quanto negativas. Acredito que ouvir quem já passou por isso pode ajudar bastante quem está vivendo uma situação semelhante.
"To be, or not to be, that is the question."
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03-09-2026, 02:35 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 03-09-2026, 02:39 PM por eremita_urbano.)
Suas perguntas tem uns equívocos sobre bipolaridade.
Bipolaridade é um transtorno crônico de humor que afeta desde a mulher que entrou em surto psicótico e transou com o mendigo até o seu Ze, pai de três filhos, diágono que vive sempre com a cara amarrada.
O tratamento também é na realidade, relativamente fácil. Um estabilizador de humor e um antipsicótico ou antidepressivo prescrito com muito cuidade, já costuma resolver.
No meu trabalho tem uma menina que tem. É super gente boa. Nunca tive problema com ela e ela vive saindo com as outras meninas pra ir no bar tomar umas geladas.
Você perguntou uma negócio muito engraçado sobre o que fazer convivendo com pessoas com bipolaridade. A respostá é bem simples: A mesma coisa que você faria se ela não tivesse. Se a pessoa é uma bomba, não tem ética, te sacaneia, o que você vai fazer? Sair fora. Porque o problema é o caráter da pessoa.
Se for um amigo seu que tá tendo uns comportamente estranho, uns surtos de raiva repentina ou anda muito depressiva, manda ele procurar um psiquiatra.
Mas o que eu realmente suspeito é que tu tá namorando uma menina bomba, que tá infernizando a sua vida, e tu invéz de mandar ela pastar, tá racionalizando os defeitos dela e colocando culpa na doença que ela diz que tem..
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03-09-2026, 03:31 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 03-09-2026, 03:34 PM por Luiz.)
(03-09-2026, 12:45 PM)Hamlet Prince Escreveu: Vocês já tiveram uma convivência próxima com alguém com transtorno bipolar?
Pode ser esposa, namorada, mãe, pai, irmão ou outro familiar.
Gostaria de saber como foi essa experiência para vocês e como aprenderam a lidar com a situação no dia a dia.
No caso de relacionamentos amorosos, como foi conviver com uma namorada ou esposa com transtorno bipolar? E, no caso de pai ou mãe, como vocês lidaram com essa realidade ao longo do tempo?
Quais foram as maiores dificuldades?
O que ajudou vocês a compreender melhor a pessoa e a lidar com os momentos mais difíceis?
Gostaria de ouvir relatos sinceros, tanto de experiências positivas quanto negativas. Acredito que ouvir quem já passou por isso pode ajudar bastante quem está vivendo uma situação semelhante.
Então cara, minha ex dizia que tinha, e esse é o problema .
Algumas pessoas acham que tem e criam doenças apenas para diferenciar suas máscaras sociais.
Fazer e falar o que bem quer na hora que quer e amenizar as consequências.
Minha ex é muito gente boa e eu até ajudei a mudar as coisas ( para ambos) . Mas o custo de tempo foi muito alto para resultados tangentes , então se está em um relacionamento , não é psiquiatra ou psicólogo e não quer ser nenhum dos dois recomendo ajudar de longe, é muita energia gasta.
Como dizem , relacionamento são dois seres completos visando um propósito maior, se um dos dois está quebrado isso não é possível.
Enfim, por sua conta em risco.
⁹ O que foi tornará a ser, o que foi feito se fará novamente; não há nada novo debaixo do sol.
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Fugindo, não tem como lidar com bipolar, isso é doença, doença das brabas, corra o mais rapido que puder sem olhar para trás.
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03-09-2026, 04:44 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 03-09-2026, 04:45 PM por eremita_urbano.)
Tem um negócio importante que eu esqueci de falar e os colegas me lembrarami indiretamente.
O que você faz quando tem um bipolar na família, ou vai conviver com bipolar? Serve para outras coisas também mas a resposta é simples:
Faça nada. Não é você que tem a doença, ninguém quer saber saber da sua opinião. Vá cuidar da sua vida.
Parece uma tirada mas , na verdade, a decisão certa, na maioria das situações.
Sempre tem um jovem que vem aqui e coloca esses falsos dilemas, falando do irmão, pai, do amigo,do que acontece dentro casa, como se o problema de terceiros fosse problema dele.
E sempre esquecem dos próprios problemas reais.
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03-09-2026, 07:54 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 03-09-2026, 07:58 PM por SteveMcQueen.)
Defeitos todos tem.
Mas o transtorno é uma lupa, os aumenta.
É como se o pensamento corresse em rodovias dentro do cérebro.
Em uma pessoa normal eles andam a 80km/h; logo, os impulsos são controláveis e a pessoa não age tanto sem uma reflexão, sem pensar.
O Bipolar não, pois os pensamentos e emoções transitam a 300km/h.
Qualquer maldade, falta de caráter, pensamento ruim, coisa mal resolvida, tendência ruim, etc, por menor que seja traz um prejuízo gigantesco, pois a pessoa não tem tempo de pensar.
Por isso, o bipolar PRECISA ser bem resolvido, ter acompanhamento psicológico e lutar contra os próprios defeitos, pois é impossível usar máscara comportamental.
Sobre como lidar, veja, se a pessoa tiver problemas de caráter, for desonesta, fdp, atrapalhar sua vida, etc, pule fora, pois isso está dentro dela. A diferença é que poderia esconder por mais tempo.
Caso seja possível o convívio, entenda que o bipolar pode se tratar usando medicamentos; ou tentar medidas terapêuticas incluindo atividades cognitivas, físicas, dieta, suplementação, acompanhamento psicológico, disciplina de horários e atividades; evitar ficar sem dormir, agitações e conflitos que trazem gatilhos do transtorno.
Cada caso é um caso.
Se for para envolvimento amoroso, pule fora, saia correndo, vá para as montanhas e desapareça.
Elas criarão situações em que qualquer ação ou atitude sua será vista como uma afronta, nada poderá ser feito, debatido ou refletido com essas pessoas.
Além disso, uma bipolar apaixonada ou raivosa é uma dor de cabeça que nenhum homem precisa.
Carência afetiva, apaixonamento, apego, libido descontrolada, desejo de ser aceito e amado são as maiores pragas na vida amorosa do homem.
Aos novatos:
Evolução, Desenvolvimento, Sofrimento e Problemas de Relacionamento:
Orientações para um jovem Realista:
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