Confrades,
Aqui mais uma contribuição minha para o fórum. Sou essencialmente da área de exatas e desde muito garoto acho que números estão no meu sangue, por assim dizer. Gosto dos números porque eles não mentem.
Também gostaria de pedir para as mulheres que eventualmente caiam aqui neste fórum, leiam este texto e sintam-se ofendidas que tentem contra-argumentar e discutir os números ao invés de me atacar. Ataquem o argumento e não o argumentador. Aqui estou apenas analisando números e tentando chegar a uma conclusão.
Então estou colocando aqui alguns pensamentos sobre as tensões sociais que envolvem homens e mulheres após a curva dos trinta anos. Ao final do texto coloquei os links com as referências para os originais dos estudos e documentos que usei como base. Para os que buscam uma leitura mais completa e tem facilidade com o inglês, recomendo posteriormente consultar os textos originais.
O que me motivou a pensar sobre este tema foi o fato de que apesar de constatarmos empiricamente a hipergamia feminina, quando analisamos estatísticas sobre o tema sempre nos deparamos com números maiores da parte dos homens do que das mulheres. Dependendo da população e da amostragem analisada esta diferença na proporção pode chegar a incríveis 5:3 (indicando que homens fazem mais sexo que mulheres). Mas como isso é possível? Como podemos ter homens transando mais do que mulheres se homens transam COM mulheres. Algum grupo está mentindo? A metodologia está errada? Estão entrevistando gays como se fossem héteros?
Já que vamos falar de estatísticas, gostaria primeiramente de falar um estudo muito interessante que se propõe a explicar justamente esta discrepância, feito por um pessoal da Universidade de Chicago.
Basicamente foi feita uma análise cruzando dados de 4 diferentes países. Os valores e suas diferenças foram recalculados incluindo na estatística as variáveis:
Posto isto, eu parti para a análise de uma outra estatística, mais interessante ainda. Um cruzamento de informação sobre quais são os fatores de maior interesse em mulheres e homens. As características de interesse consideradas foram:
Um outro estudo nos mostra que os homens atingem seu auge (em termos de beleza física) aos 34-35 enquanto as mulheres atingem seu auge aos 29-30. Lembre-se de que isso é uma média e que dependendo da classe social e de hábitos culturais esta diferença pode chegar a ser muito maior.
Considerando isso, ponderei sobre o "auge da mulher vs auge do homem". Os dados novamente não mentem e mostram um cenário que já percebemos em nossas andanças.
Então em português claro, as estatísticas mostram o seguinte:
Contrapondo estas análises parti para a minha própria análise, para confirmar nossa percepção e fiz o esboço abaixo, de maneira que fique mais claro para os confrades:
Atribuí valores considerando o que os estudos apontam como o auge dos dois sexos. O que se percebe claramente com todas estas informações é que temos mulheres de 35+ se vendendo por muito mais do que valem, para homens que estão no seu auge o buscam mulheres jovens.
A solução para o impasse, acredito que seria:
As referências para os estudos que usei como base estão abaixo.
Abraço,
Taimanov
Análise da importância das características para os gêneros:
https://blogs.chapman.edu/crean/2015/09/...nd-dating/
Estudo aponta idades do auge de homens e mulheres:
http://www.telegraph.co.uk/news/worldnew...-says.html
http://www.allure.com/gallery/the-allure...ey#slide=1
Estudo da Universidade de Chicago analisa discrepâncias nas estatísticas de sexo e aponta meios para corrigir a equação:
http://gss.norc.org/Documents/reports/me.../MR068.pdf
Influência do peso e da massa corporal na escolha dos parceiros por ambos os sexos:
http://evp.sagepub.com/content/13/3/1474...04563.full
Aqui mais uma contribuição minha para o fórum. Sou essencialmente da área de exatas e desde muito garoto acho que números estão no meu sangue, por assim dizer. Gosto dos números porque eles não mentem.
Também gostaria de pedir para as mulheres que eventualmente caiam aqui neste fórum, leiam este texto e sintam-se ofendidas que tentem contra-argumentar e discutir os números ao invés de me atacar. Ataquem o argumento e não o argumentador. Aqui estou apenas analisando números e tentando chegar a uma conclusão.
Então estou colocando aqui alguns pensamentos sobre as tensões sociais que envolvem homens e mulheres após a curva dos trinta anos. Ao final do texto coloquei os links com as referências para os originais dos estudos e documentos que usei como base. Para os que buscam uma leitura mais completa e tem facilidade com o inglês, recomendo posteriormente consultar os textos originais.
O que me motivou a pensar sobre este tema foi o fato de que apesar de constatarmos empiricamente a hipergamia feminina, quando analisamos estatísticas sobre o tema sempre nos deparamos com números maiores da parte dos homens do que das mulheres. Dependendo da população e da amostragem analisada esta diferença na proporção pode chegar a incríveis 5:3 (indicando que homens fazem mais sexo que mulheres). Mas como isso é possível? Como podemos ter homens transando mais do que mulheres se homens transam COM mulheres. Algum grupo está mentindo? A metodologia está errada? Estão entrevistando gays como se fossem héteros?
Já que vamos falar de estatísticas, gostaria primeiramente de falar um estudo muito interessante que se propõe a explicar justamente esta discrepância, feito por um pessoal da Universidade de Chicago.
Basicamente foi feita uma análise cruzando dados de 4 diferentes países. Os valores e suas diferenças foram recalculados incluindo na estatística as variáveis:
- Proporção de homens/mulheres nas populações (ou localidades) analisadas;
- Dados omitidos pelos entrevistados;
- Presunção de que os parceiros sexuais não pertencem apenas ao grupo analisado (no contexto de geografia);
- Homens fazendo sexo com uma GP em número muito maior que mulheres fazendo sexo com um GP;
- Pressão social fazendo com que mulheres reportem menos sexo do que realmente fizeram;
Posto isto, eu parti para a análise de uma outra estatística, mais interessante ainda. Um cruzamento de informação sobre quais são os fatores de maior interesse em mulheres e homens. As características de interesse consideradas foram:
- Idade
- Renda
- Aparência
- Escolaridade
- Para pessoas com o perfil de "renda estável" as mulheres consideram a renda do parceiro absolutamente mais importante do que os homens consideram. Na faixa mais baixa a diferença chega a ser de 62% para 6%!! Na faixa mais alta (que poderíamos considerar como "quero uma pessoa rica") a diferença é nada menos do que 71% das mulheres consideram essencial contra apenas 14% dos homens considerando isso (ter alguém rico) como algo essencial!
- Olhando para o grupo de pessoas com renda estável e/ou alta renda, homens consideram muito menos do que as mulheres os fatores educação e renda como primordial para escolha de suas parceiras. Neste grupo as mulheres consideram o nível educacional e a renda importante enquanto os homens valorizam a beleza.
Um outro estudo nos mostra que os homens atingem seu auge (em termos de beleza física) aos 34-35 enquanto as mulheres atingem seu auge aos 29-30. Lembre-se de que isso é uma média e que dependendo da classe social e de hábitos culturais esta diferença pode chegar a ser muito maior.
Considerando isso, ponderei sobre o "auge da mulher vs auge do homem". Os dados novamente não mentem e mostram um cenário que já percebemos em nossas andanças.
Então em português claro, as estatísticas mostram o seguinte:
- Mulher com grana e estável financeiramente quer homem com escolaridade e com grana;
- Homem com grana e estável financeiramente quer mulher gostosa e jovem;
- Mulher atinge seu auge muito antes do homem e por conseguinte seu declínio (em termos de valor social) também começa muito mais cedo;
Contrapondo estas análises parti para a minha própria análise, para confirmar nossa percepção e fiz o esboço abaixo, de maneira que fique mais claro para os confrades:
Atribuí valores considerando o que os estudos apontam como o auge dos dois sexos. O que se percebe claramente com todas estas informações é que temos mulheres de 35+ se vendendo por muito mais do que valem, para homens que estão no seu auge o buscam mulheres jovens.
A solução para o impasse, acredito que seria:
- Mulheres de 30+ baixarem seu nível de exigência, aceitando homens 45+;
- Mulheres de 30+ pararem com o "textão no face" e assumirem o ônus da hipergamia vivida no auge de sua juventude;
- Mulheres 25+ agirem com menos imediatismo e aceitarem caras 25+ que tem potencial valor no longo prazo;
- Homens 35+ pararem de manginar mulheres 35+ e deixarem elas conviverem com o ônus da hipergamia vivida no expledor de sua juventude;
As referências para os estudos que usei como base estão abaixo.
Abraço,
Taimanov
Análise da importância das características para os gêneros:
https://blogs.chapman.edu/crean/2015/09/...nd-dating/
Estudo aponta idades do auge de homens e mulheres:
http://www.telegraph.co.uk/news/worldnew...-says.html
http://www.allure.com/gallery/the-allure...ey#slide=1
Estudo da Universidade de Chicago analisa discrepâncias nas estatísticas de sexo e aponta meios para corrigir a equação:
http://gss.norc.org/Documents/reports/me.../MR068.pdf
Influência do peso e da massa corporal na escolha dos parceiros por ambos os sexos:
http://evp.sagepub.com/content/13/3/1474...04563.full

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