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Duas concepções conflituosas da dignidade feminina
#1
Duas concepções conflituosas da dignidade feminina

[Image: Mulher%2Bvs%2BFeminista%2B2.jpg]

Um dos baluartes da civilização ocidental é o anormal estatuto elevado que ela conferiu à mulher. Esse facto é normalmente atribuído ao Cristianismo, que valoriza algumas virtudes tipicamente femininas (misericórdia, humildade) mais do que as sociedades pagãs haviam feito. No entanto. Tácito havia já ressalvado o respeito que era conferido às opiniões femininas nas tribos pagãs Germânicas do seu tempo. Alguns defendem que o respeito conferido às mulheres era um reflexo das condições do Norte da Europa durante o mundo antigo, onde a familiar nuclear - e não a família alargada - era a unidade económica mais importante. Mas onde quer que se tenha originado, a posição da mulher na nossa civilização tem sido recentemente corroída pelos desenvolvimentos econômicos e pelo movimento feminista. O ensaio que se segue tem como propósito explicar como é que isto aconteceu, e demonstrar a necessidade de se reverter o processo.


Existe alguma confusão em torno do ataque feminista ao estatuto da mulher uma vez que o movimento feminista apresentou-se ao mundo . com algum sucesso - como um esforço para melhorar esse mesmo estatuto. Como todos sabemos, as feministas alegam que as mulheres são, em pleno direito, "iguais" aos homens e como tal merecem "condições de concorrência equitativas" como forma de competir com os homens.

Nos dias de hoje, é rara a pessoa cuja noção em torno das alegações das mulheres não tenha sido de todo influenciada por estes slogans; isto é verdade mesmo entre muitos que se julgam "inimigos do feminismo". Por exemplo, alguns pseudo-defensores da Civilização Ocidental acreditam que o islão é um perigo para nós principalmente porque não aceita a "igualdade entre os sexos". Esses mesmos defensores do Ocidente parecem transmitir a ideia de que não teriam problemas com o islão se as raparigas muçulmanas fossem livres para usar mini-saias, alistarem-se no exército e divorciar o marido. Muitos homens que fazem parte do crescente movimento dos Pais(inglês "Father's Movement") descrevem o seu objectivo como a implementação da "genuína igualdade", e não a recuperação do seu tradicional papel de líderes da família.

Eu cheguei a conhecer conservadores que asseguraram perante as suas jovens audiências que a ideia da igualdade sexual provém do Cristianismo - uma ofensa mais grave do que aquelas que Voltaire ou Nietzsche alguma vez poderiam ter feito.
Um caso extremo desta confusão pode ser encontrado em conservadores "mainstream" tais como William Kristol, que alega ser contra o feminismo porque as suas mais exóticas manifestações "ameaçam aquilo que as mulheres já conquistaram". Ou seja, o problema com o feminismo é que ele coloca em perigo o feminismo. É difícil combater um movimento quando se aceitam as premissas fundamentais.

Na realidade, o elevado estatuto da mulher no ocidente não só é anterior ao feminismo como é logicamente incompatível com o mesmo. Para se entender o porquê, é preciso manter dois pontos em mente:

1. O estatuto tradicional da mulher estava conectado a certas expectativas comportamentais - cumprir os deveres da sua condição;
2. O mesmo estatuto assumiu diferenças qualitativas e complementares entre os sexos (e não competição "justa").

Em relação ao primeiro ponto: falando de forma clara, nunca foram as mulheres em si que desfrutaram de elevado estatuto mas sim os papéis sociais associados a elas - primordialmente, os papéis de mãe e de esposa. Nascer fêmea (ou macho) é meramente um facto natural sem qualquer valor moral intrínseco; mas levar a cabo papéis sociais envolve esforço e, muitas vezes, sacrifício.

Consequentemente, o respeito conferido às mulheres não era um direito de nascença, mas sim algo reservado às mulheres que realizavam as suas obrigações femininas. Entre estas obrigações, a fidelidade matrimonial era de importância suprema - tanto assim que na nossa língua, termos gerais como a virtude e a moralidade têm sido especificamente usados para se referirem à fidelidade sexual nas mulheres. Isto não se deve a puritanismo irracional, como os apóstolos da emancipação imaginavam, mas sim ao reconhecimento de que tudo o que é preciso para destruir uma raça e uma civilização é a recusa feminina em ser uma fiel mãe e esposa.

A tradição ocidental inclui também a forte presunção de que as mulheres querem cumprir o seu papel; dito de outra forma, assume-se que as mulheres são "virtuosas" até prova em contrário. Em algumas épocas, se alguém não tivesse evidências confirmatórias, era perigoso sugerir que uma mulher poderia não ser o paradigma da contenção sexual. Uma alegação em torno da honra duma mulher era suficiente para que fosse levado a cabo um duelo.

Claro que isto não faz sentido nenhum se as mulheres não têm honra. Os actuais proponentes da igualdade e da emancipação abertamente repudiam esta ideia e qualificam-na de "construção social opressora." Mas, dito de modo franco, eu suspeito que a honra nunca foi o determinador primário do comportamento feminino. O bom exemplo (especialmente das mães), hábitos, falta de oportunidade, instruções religiosas, e, em último caso. a possibilidade de desgraça social e ruína financeira foram provavelmente muito mais eficazes junto das mulheres.

Os homens, por outro lado, foram frequentemente encorajados a acreditar que as mulheres eram naturalmente monogâmicas, sem qualquer tipo de comportamento baseado em algo tão básico como a atracção sexual, e que apenas buscam "bons maridos" com quem elas desinteressadamente se casam apenas e só por amor. Esta agradável e edificante visão da feminidade é a base das expressões culturais ocidentais em torno dos relacionamentos entre os sexos: galanteio, cavalheirismo, corte e casamento. Isto é o que coloca o amor, usando a frase de Edmund Burke, "senão entre as virtudes, pelo menos entre os ornamentos da vida."

Existem também considerações mais prácticas, embora menos delicadas: se o marido confia na esposa, ele pode evitar vir apressadamente para casa - sem avisar - como forma de ter a certeza de que ela não está na cama com o jardineiro. Isto faz com que ele dedique mais tempo ao seu papel de ganha-pão para os filhos que ele tem a certeza serem seus.

A socialmente benéfica visão cavalheira em torno da feminidade é totalmente independente da sua veracidade. Não existe qualquer harmonia pré-estabelecida entre o que é verdade e o que é útil que os homens acreditem. Talvez seja melhor que o homem não saiba toda a verdade em torno das mulheres - mesmo, ou especialmente, a sua esposa. No entanto, a maior parte das mulheres coopera de modo entusiástico na promoção da visão cavalheiresca, mesmo que elas não tenham sido sujeitas a mesma. Isto deve-se em parte ao facto delas terem sido sagazes o suficiente para se aperceberem das vantagens em manter uma elevada reputação entre os homens, e parcialmente porque elas são naturalmente mais reticentes que os homens no que toca os seus desejos sexuais ("modéstia").

Mas quer tenha sido com base no conhecimento ou numa ilusão, o valor que a nossa civilização conferiu à mulher depende de forma fundamental na sua monogamia, e não faz qualquer sentido separada dela. Enquanto os casos de adultério feminino foram poucos, os mesmos foram considerados aberrações da natureza - análogo a bebés com duas cabeças. Quando, no entanto, milhões de mulheres agem de acordo com o plano feminista de "emancipação", deixando os maridos, separando-os dos filhos, levando-os à ruína com divórcios, e vivendo com outros homens, o sistema vai abaixo. [Exactamente o que os engenheiros do feminismo tinham em vista]

É aqui que nos encontramos hoje em dia. Para mim, a característica mais notável da revolução que nós atravessamos é o atraso temporal entre o comportamento da mulher e a mudança da atitude masculina em relação às mulheres. Muitas vezes os homens culpam membros do seu próprio sexo quando algo corre mal, embora a desvantagem natural da posição masculina torne a sua responsabilidade primária muito improvável à priori. Uma vez que as mulheres possuem mais controlo que os homens no processo de acasalamento, elas são inerentemente as responsáveis mais prováveis pelo desmoronar da formação e estabilidade familiar.

Parece que muitos homens possuem uma necessidade emocional de acreditar na virtude ou inocência inerente da mulher, algo sentimentalmente parecido com o culto Romântico da infância. Mesmo hoje, perante um Estado-polícia feminista, os comentadores frequentemente atacam o seu próprio sexo por uma alegada insuficiente apreciação das alegações da feminidade. A coisa mais simpática que se pode dizer desses homens é que eles se estão a condenar à irrelevância. Um julgamento menos gentil é o de qualificá-los de colaboradores.

Numa sociedade substancialmente monogâmica, a visão cavalheira da mulher é útil para ncontrolar os naturalmente agressivos desejos dos jovens maridos. No entanto, Numa sociedade controlada por mulheres mimadas e tiranas - que se "emanciparam" para longe das obrigações domésticas - o cavalheirismo é inútil ou prejudicial. Como é normal, os conservadores estão ocupados a tentar fechar a porta do estábulo quando o cavalo já fugiu.

A nossa tarefa hoje em dia não é "proteger" o casamento mas sim reconstruí-lo do nada. A estratégia para levar isto a cabo necessariamente tem que ser distinta da estratégia levada a cabo quando a instituição do casamento estava apenas sob ameaça.



FONTE: http://omarxismocultural.blogspot.com.br...as-da.html

Marxismo Cultural

A subversão ideológica da civilização Ocidental.
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"Use o sistema contra o sistema, parasite o parasita"
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#2
Texto muito bom, mas fiquei com uma duvida.

Citação:Mas quer tenha sido com base no conhecimento ou numa ilusão, o valor que a nossa civilização conferiu à mulher depende de forma fundamental na sua monogamia, e não faz qualquer sentido separada dela. Enquanto os casos de adultério feminino foram poucos, os mesmos foram considerados aberrações da natureza - análogo a bebés com duas cabeças. Quando, no entanto, milhões de mulheres agem de acordo com o plano feminista de "emancipação", deixando os maridos, separando-os dos filhos, levando-os à ruína com divórcios, e vivendo com outros homens, o sistema vai abaixo. [Exactamente o que os engenheiros do feminismo tinham em vista]

Por que alguém iria querer incentivar a queda da própria civilização? E mais importante, quem?
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#3
(03-05-2018, 05:08 PM)Navalha Escreveu: Texto muito bom, mas fiquei com uma duvida.

Citação:Mas quer tenha sido com base no conhecimento ou numa ilusão, o valor que a nossa civilização conferiu à mulher depende de forma fundamental na sua monogamia, e não faz qualquer sentido separada dela. Enquanto os casos de adultério feminino foram poucos, os mesmos foram considerados aberrações da natureza - análogo a bebés com duas cabeças. Quando, no entanto, milhões de mulheres agem de acordo com o plano feminista de "emancipação", deixando os maridos, separando-os dos filhos, levando-os à ruína com divórcios, e vivendo com outros homens, o sistema vai abaixo. [Exactamente o que os engenheiros do feminismo tinham em vista]

Por que alguém iria querer incentivar a queda da própria civilização? E mais importante, quem?

Globalistas. Leia sobre.
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#4
(03-05-2018, 05:08 PM)Navalha Escreveu: Texto muito bom, mas fiquei com uma duvida.

Citação:Mas quer tenha sido com base no conhecimento ou numa ilusão, o valor que a nossa civilização conferiu à mulher depende de forma fundamental na sua monogamia, e não faz qualquer sentido separada dela. Enquanto os casos de adultério feminino foram poucos, os mesmos foram considerados aberrações da natureza - análogo a bebés com duas cabeças. Quando, no entanto, milhões de mulheres agem de acordo com o plano feminista de "emancipação", deixando os maridos, separando-os dos filhos, levando-os à ruína com divórcios, e vivendo com outros homens, o sistema vai abaixo. [Exactamente o que os engenheiros do feminismo tinham em vista]

Por que alguém iria querer incentivar a queda da própria civilização? E mais importante, quem?

Porque o sucesso do marxismo e sua doutrina passa necessariamente pela destruição de "valores burgueses", entre eles o casamento. 
O casamento não surgiu sob nenhum decreto governamental; foi uma instituição criada espontaneamente pelas pessoas que permitiu a construção da acumulação da riqueza (capital). E os marxistas se ressentem disso, e financiam ideologicamente (financeiramente tbm) o feminismo para se destruir todos estes valores que na visão deles impede o socialismo de se estabelecer.
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#5
Hoje em dia eu acredito que toda essa discussão é muito simples de entender, a mesma forma que seria simples de reverter. O estado atual das coisas se dá simplesmente pela OPULÊNCIA. Por isso coisas cretinas como marxismo tem meios por onde florescer e se expandir.

Todo realista que se prese sabe, ou deveria saber que esse papo de que a mulher no inicio do cristianismo era fiel e blá blá blá não passa de papo furado. O instinto feminino, assim como o masculino é e sempre foi o mesmo, só de fazer uma simples leitura história da bíblia cristã por exemplo, já é possível notar isso. Concordo absolutamente com o texto na parte onde o autor diz: 

Citação:Mas, dito de modo franco, eu suspeito que a honra nunca foi o determinador primário do comportamento feminino. O bom exemplo (especialmente das mães), hábitos, falta de oportunidade, instruções religiosas, e, em último caso. a possibilidade de desgraça social e ruína financeira foram provavelmente muito mais eficazes junto das mulheres.

Ou seja, a suposta fidelidade das fêmeas sempre esteve atrelada a sua necessidade de sobrevivência, falando de forma simples.  Assim como a fidelidade masculina sempre esteve atrelada na falta de opção e escassez. Em tempos de opulência, onde a mulher pode viver com todo conforto possível sem a necessidade de um macho caçador para prover a sua existência, e o macho, por mais inútil e sem valores que seja pode procriar e ter várias opções, toda essa estrutura desmorona, pq o desejo sexual humano é praticamente incontrolável. Tudo bem que o marxismo pode ter tido alguma influência nisso tudo, mas dizer que ao voltarmos ao "cristianismo raiz" tudo seria diferente, a sociedade se reestruturai é um erro. Pq o que fez e fazia o núcleo familiar forte não era essa ou aquela crença específica (tanto que inclusive no paganismo o núcleo familiar também existia e inclusive era muito mais forte), mas sim a escassez e dificuldade de sobrevivência. 

Aliás eu acho que a adoção ao cristianismo pelo acidente acelerou esse processo de degeneração social, ao tentar anular esse lado animalesco do homem de cuidar da própria sobrevivência e subordiná-lo a uma instituição arbitrária e benevolente que diz que "quer a salvação de todos, por mais inútil e imoral que vc seja". (Me desculpem membros cristãos, mas não é atoa que meu avatar é um herói/deus pagão hGargalhada mas zoeiras  a parte, esse é meu ponto de vista e pauta para discussão inteligente, sejamos sensatos)  Não era o cristianismo antigo que fazia homens honrados, mas a situação de dificuldade de sobrevivência ao qual se encontravam. 

O inicio do cristianismo era tão nobre e honrado por causa disso. A família era forte no passado por causa disso. O homem era homem cabra macho antigamente por causa disso. Por causa da dificuldade de sobrevivência, por causa da escassez de recursos. Sem seres humanos fortes, todos morreriam, essa era a realidade e essa urgência que a vida cobrava fazia as virtudes aflorarem. Hoje em dia a civilização tomou uma proporção tão grande, e é tão fácil viver em comparação ao passado que o ser humano e família (homens/mulheres) já não são tão tenazes. 

Atualmente eu não acredito que em nenhuma época da história esse papo de fidelidade foi a regra geral, como um dia eu acreditei, pq a energia primordial do homem é a sexual e sempre será, porém no passado a responsabilidade da sociedade funcionar e sobreviver era das pessoas, dos indivíduos, e esse era o objetivo de vida de todos, além de procriar, porém agora essa responsabilidade é do estado homogêneo que não tem forma nenhuma e não representa ninguém, por isso ninguém está nem aí e as coisas vão definhando cada vez mais, afinal "é muito fácil viver, existem leis, comida a um wall mart de distância, sexo a um clique, eu só preciso me preocupar em gozar". 

Pq no islã as coisas ainda são mais rígidas? O homem ainda é o líder, a mulher submissa? Pq eles são uma sociedade mais tribal, que vivem em guerra, ou seja, dificuldade de sobrevivência. É exatamente isso que torna uma religião forte, seja ela qual for. 

Sintetizando minha ideia, eu acho um erro grave acreditar que simplesmente adotar um "cristianismo raiz" por todos seria a solução. No estado atual de abundância as coisas continuariam as mesmas, aliás, seria IMPOSSÍVEL um cristianismo rígido nessa sociedade abastada. Infelizmente a única coisa que faz aflorar nos homens a virtude real é o instinto de sobrevivência, a dificuldade, o desafio de viver. Só assim sociedades fortes foram e são construídas. 

PS: Lógico que eu estou falando de uma maneira muito ampla, da sociedade em geral, pegando o gancho do tema proposto, não de indivíduos que buscam ser o melhor que podem, como é o caso dos realistas. Por isso eu digo que sem um objetivo desafiador de vida, o homem não é um homem. É isso que o realista deve procurar. 

PS2: Eu particularmente adoro esse assunto, ótimo tema para discussão. Obrigado por trazer a tona @Trglodita
"Compreendi o tormento cruciante do sobrevivente da guerra, a sensação de traição e covardia experimentada por aqueles que ainda se agarram à vida quando seus camaradas já dela se soltaram."  (Xeones para o rei Xerxes)

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#6
(04-05-2018, 09:19 AM)Héracles Escreveu: Hoje em dia eu acredito que toda essa discussão é muito simples de entender, a mesma forma que seria simples de reverter. O estado atual das coisas se dá simplesmente pela OPULÊNCIA. Por isso coisas cretinas como marxismo tem meios por onde florescer e se expandir.

Todo realista que se prese sabe, ou deveria saber que esse papo de que a mulher no inicio do cristianismo era fiel e blá blá blá não passa de papo furado. O instinto feminino, assim como o masculino é e sempre foi o mesmo, só de fazer uma simples leitura história da bíblia cristã por exemplo, já é possível notar isso. Concordo absolutamente com o texto na parte onde o autor diz: 

Citação:Mas, dito de modo franco, eu suspeito que a honra nunca foi o determinador primário do comportamento feminino. O bom exemplo (especialmente das mães), hábitos, falta de oportunidade, instruções religiosas, e, em último caso. a possibilidade de desgraça social e ruína financeira foram provavelmente muito mais eficazes junto das mulheres.

Ou seja, a suposta fidelidade das fêmeas sempre esteve atrelada a sua necessidade de sobrevivência, falando de forma simples.  Assim como a fidelidade masculina sempre esteve atrelada na falta de opção e escassez. Em tempos de opulência, onde a mulher pode viver com todo conforto possível sem a necessidade de um macho caçador para prover a sua existência, e o macho, por mais inútil e sem valores que seja pode procriar e ter várias opções, toda essa estrutura desmorona, pq o desejo sexual humano é praticamente incontrolável. Tudo bem que o marxismo pode ter tido alguma influência nisso tudo, mas dizer que ao voltarmos ao "cristianismo raiz" tudo seria diferente, a sociedade se reestruturai é um erro. Pq o que fez e fazia o núcleo familiar forte não era essa ou aquela crença específica (tanto que inclusive no paganismo o núcleo familiar também existia e inclusive era muito mais forte), mas sim a escassez e dificuldade de sobrevivência. 

Aliás eu acho que a adoção ao cristianismo pelo acidente acelerou esse processo de degeneração social, ao tentar anular esse lado animalesco do homem de cuidar da própria sobrevivência e subordiná-lo a uma instituição arbitrária e benevolente que diz que "quer a salvação de todos, por mais inútil e imoral que vc seja". (Me desculpem membros cristãos, mas não é atoa que meu avatar é um herói/deus pagão hGargalhada mas zoeiras  a parte, esse é meu ponto de vista e pauta para discussão inteligente, sejamos sensatos)  Não era o cristianismo antigo que fazia homens honrados, mas a situação de dificuldade de sobrevivência ao qual se encontravam. 

O inicio do cristianismo era tão nobre e honrado por causa disso. A família era forte no passado por causa disso. O homem era homem cabra macho antigamente por causa disso. Por causa da dificuldade de sobrevivência, por causa da escassez de recursos. Sem seres humanos fortes, todos morreriam, essa era a realidade e essa urgência que a vida cobrava fazia as virtudes aflorarem. Hoje em dia a civilização tomou uma proporção tão grande, e é tão fácil viver em comparação ao passado que o ser humano e família (homens/mulheres) já não são tão tenazes. 

Atualmente eu não acredito que em nenhuma época da história esse papo de fidelidade foi a regra geral, como um dia eu acreditei, pq a energia primordial do homem é a sexual e sempre será, porém no passado a responsabilidade da sociedade funcionar e sobreviver era das pessoas, dos indivíduos, e esse era o objetivo de vida de todos, além de procriar, porém agora essa responsabilidade é do estado homogêneo que não tem forma nenhuma e não representa ninguém, por isso ninguém está nem aí e as coisas vão definhando cada vez mais, afinal "é muito fácil viver, existem leis, comida a um wall mart de distância, sexo a um clique, eu só preciso me preocupar em gozar". 

Pq no islã as coisas ainda são mais rígidas? O homem ainda é o líder, a mulher submissa? Pq eles são uma sociedade mais tribal, que vivem em guerra, ou seja, dificuldade de sobrevivência. É exatamente isso que torna uma religião forte, seja ela qual for. 

Sintetizando minha ideia, eu acho um erro grave acreditar que simplesmente adotar um "cristianismo raiz" por todos seria a solução. No estado atual de abundância as coisas continuariam as mesmas, aliás, seria IMPOSSÍVEL um cristianismo rígido nessa sociedade abastada. Infelizmente a única coisa que faz aflorar nos homens a virtude real é o instinto de sobrevivência, a dificuldade, o desafio de viver. Só assim sociedades fortes foram e são construídas. 

PS: Lógico que eu estou falando de uma maneira muito ampla, da sociedade em geral, pegando o gancho do tema proposto, não de indivíduos que buscam ser o melhor que podem, como é o caso dos realistas. Por isso eu digo que sem um objetivo desafiador de vida, o homem não é um homem. É isso que o realista deve procurar. 

PS2: Eu particularmente adoro esse assunto, ótimo tema para discussão. Obrigado por trazer a tona @Trglodita

Eu acredito piamente que toda a sociedade ocidental não seria nada sem a moral judaico-cristã, mas concordo plenamente com várias premissas relatadas por ti, principalmente a que diz "a dificuldade que traz a virtude ao homem."

Eu não acredito que o "cristianismo raiz" fará voltar a virtude, seja ela masculina ou feminina. Acredito que o que fará "voltar" é a dificuldade, que só uma guerra é capaz de proporcionar, a história é moldada por elas.

Já em relação ao texto, a mulher só começou a sua revolução quando foi vantajoso pra ela tomar algumas ações, como o divórcio ou o "aproveitar a vida enquanto nova". No caso do primeiro: hoje o divórcio é em grande maioria pedido por elas, é muito mais vantajoso pra ela, que sai com bens que não se esforçou a construir (em geral), pensão, convivência diária dos filhos e um exército de manginas de olho no status de relacionamento no FB, prontos pra atacar. Já no segundo caso, a mulher pode se relacionar de toda e qualquer forma quando nova com uma infinidade de homens, que mesmo em decadência física e muitas das vezes com filho a tira colo encontrará um homem (bom e muitas x rico) para assumi-la. Veja que a negação da base religiosa do casamento foi o início pra derrocada das famílias contemporâneas, afinal, foi dada a oportunidade sem ônus, e hoje com bônus. Isso somado à facilidade de se viver sozinho com o avanço tecnológico, mas o progressismo foi a pedra fundamental para consolidar esse novo comportamento.

Um assunto tão complexo e abrangente é sempre multifatorial, mas a moral humana do que é certo ou errado sempre foi moldada por preceitos religiosos, sejam cristãos, maometanos, etc.

Eu também gosto muito desse tipo de assunto, ainda mais quando há contribuições de alto nível.
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"Use o sistema contra o sistema, parasite o parasita"
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#7
Com todo cuidado que a questão merece: mas não foi o Cristianismo o responsável [no sentido de facilitar] pela queda do Ocidente [o nome do réu é este: Romantismo].

Pelo contrário, países cristãos foram os primeiros a experimentar um grau de prosperidade inimaginado até a idade medieval. Só comparar com países animistas africanos e latino-americanos, ou países politéistas do sudeste asiático, por exemplo.

Porém o mundo ocidental para ter liberdade [onde se desenvolveram os sistemas políticos não-pessoais e regimes democráticos] e na busca dessa, prosperidade [com um capitalismo liberal e suas revoluções industriais subsequentes], teve de arcar com o preço de conviver com o contraditório, o divergente.
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#8
O confrade Héracles resumiu a questão.

Os males que vivenciamos são males típicos de sociedades muito ricas e já em processo de declínio/degeneração

Em épocas de escassez ou pelo menos de riqueza menor, o comportamento virtuoso (tanto para mulheres quanto para homens) é uma das formas de se garantir a sobrevivência.

Se estudarem a História dos grandes povos, vocês verão que todos eles se tornaram o exato oposto daquilo que os fez grandes.
"A great civilization is not conquered from without until it has destroyed itself from within."
Will Durant
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#9
(03-05-2018, 07:36 PM)Trglodita Escreveu:
(03-05-2018, 05:08 PM)Navalha Escreveu: Texto muito bom, mas fiquei com uma duvida.


Por que alguém iria querer incentivar a queda da própria civilização? E mais importante, quem?

Globalistas. Leia sobre.

Discordo. Globalistas não querem incentivar a queda da própria civilização, enquanto objetivo primário. A queda ou degeneração da civilização não passa de um subproduto dos objetivos primários: poder e dinheiro a curto prazo. Dinheiro a curto prazo vem das ideias de um Banco Central Mundial, que possa inflacionar uma moeda fiduciária mundial sem os problemas que inflacionar uma moeda fiduciária nacional traria. Como disse Hans-Hermann Hoppe: "E eles [família extremamente ricas, globalistas] perceberam que seu sonho supremo — um ilimitado poder de criação de dinheiro — poderia se tornar realidade apenas se eles obtivessem êxito em criar um banco central mundial dominado pelos EUA, o qual emitiria uma moeda mundial de papel, tal como o bancor (nome proposto por Keynes) ou o phoenix; e assim eles ajudaram a criar e a financiar uma profusão de organizações globalistas, como o Council on Foreign Relations, a Comissão Trilateral, o Grupo Bilderberg etc., para promover esse objetivo." Vide também The Creature From Jekyll Island, G. Edward Griffin.

Quanto ao poder, quem o tem hoje quer maximizá-lo via democracia, controlando os políticos para que façam suas vontades. Estes prometem benefícios imediatos ao público, mas quando chegam aos seus cargos servem aos globalistas. Ora, o modo mais eficiente de se ganhar eleições é prometer vantagens a curto prazo, o que tende a abaixar a preferência temporal da população, gerando um processo descivilizatório. Vide Democracia, o Deus que Falhou, de Hans-Hermann Hoppe. 

A minha explicação é um bastante curta, mas estes dois livros dão um panorama inicial razoável. Crer que os globalistas pretendem a queda da civilização é confundir os meios com os fins.

No mais, o texto principal é interessante, trata da valorização da mulher enquanto cumpridora de deveres, não simplesmente por ter um buraco entre as pernas como é hoje em dia.
  • Sem a visão de um objetivo um homem não pode gerir a sua própria vida, e muito menos a vida dos outros.
Leia: Nuvem de Giz
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#10
Continua...O feminismo como inveja do papel masculino 

[url=http://www.thornwalker.com/ditch/devlin_home_ec_01.htm][/url]
Voltemo-nos agora para o segundo ponto em torno do estatuto da mulher, nomeadamente, na implícita complementaridade e cooperação sexual. Isto significa que o seu estatuto não pode ser mantido mal a sua complementaridade é afastada por um ideal normativo de igualdade sexual e competição.

O movimento feminista, obviamente, tem levado a cabo tal afastamento e, desde logo, fragilizado o respeito dirigido às mulheres que elas [as feministas] dizem estar a promover. Tentarei agora explicar como é que isso aconteceu.

Um ponto a reter antes de continuar: a maior parte das críticas ao feminismo centra-se na refutação das suas doutrinas, tais como a atribuição de características femininas à educação ["socialização"] e não à natureza. Eu tomarei uma aproximação distinta.

Embora tal refutação formal das suas doutrinas tenha o seu valor, parece-me que a mesma não leva em consideração a característica fundamental do feminismo. Na sua essência, o movimento feminista não é um conjunto de ideais, mas sim um conjunto de atitudes - ou de emoções. A "teoria" feminista, tal como é grandiosamente conhecida, é simplesmente o que as mulheres do movimento inventaram como justificação post facto para as suas atitudes e emoções.

Um excessivo foco nas doutrinas feministas parece-me ser sintomático da falácia racionalista: a crença de que as pessoas são primariamente motivadas por ideais. Se elas de facto o fossem, sem dúvida que a melhor forma de combater uma doutrina estabelecida seria demonstrar que as suas crenças são falsas. Mas no caso do feminismo, mais até do que no caso do Marxismo ou outras ideologias políticas, são as crenças que são motivadas pelas várias necessidades pessoais e não-racionais. Devido a isto, proponho que o feminismo seja melhor entendido através duma consideração da feminista em si.

Uma feminista pode ser estritamente e propriamente definida como uma mulher que têm inveja do papel masculino. Por "papel masculino" eu defino, primariamente, como alguém que é protector, provedor e guia - em vez de cuidador ou assistente. Este papel masculino envolve:
  • 1) independência, acção e competição numa sociedade impessoal fora do ambiente familiar,
  • 2) o uso de linguagem de comunicação e análise (em vez de expressividade ou manipulação emocional),
  • 3) comportamento deliberado tendo em vista um fim objectivo (em vez de estados de satisfação subjectivos), e
  • 4) o uso da razão práctica (em vez dos impulsos emocionais).
Tanto a mulher feminista como a mulher não-feminista sentem que estas características tipicamente masculinas têm primazia natural sobre as suas. Eu prefiro usar o termo "primazia" em vez de "superioridade" uma vez que tanto as características masculinas como as características femininas são necessárias para a propagação da raça humana.

Um sinal da primazia masculina é o facto da inveja dirigida ao papel feminino ser virtualmente inexistente - mesmo, segundo sei, entre os homens homossexuais.

As mulheres normais sentem-se atraídas por características masculinas e desejam fazer parceria com o homem que as possui. As sociedades saudáveis caracterizam-se por uma reciprocidade cooperativa entre os sexos, mas uma reciprocidade desigual no sentido de envolver a liderança masculina sobre a fêmea - algo análogo a danças de salão.

Por outro lado, a resposta feminista à primazia masculina, tem sido um sentimento de inadequação em relação ao homem - um sentimento mal disfarçado com o uso de termos defensivos como "igualdade." Ela anseia possuir a masculinidade directamente, na sua pessoa, em vez de fazer parceria com um homem. É precisamente isto que a arrasta para o beco sem saída da inveja.

Provavelmente mais do que invejar o papel masculino, a feminista cobiça as recompensas externas associadas à performance bem sucedida: estatuto social, reconhecimento, riqueza e a hipótese de poder controlar directamente a riqueza (em vez de ser suportada por ela). A feminista não dá muita atenção ao vasto número de homens que batalham (sem sucesso) para realizar as exigências do seu papel masculino.

Inveja.

Consideremos primeiramente, a inveja. Ela envolve algo bom e desejável na outra pessoa. Até aqui, isto é análogo à emulação. A diferença consiste no facto do emulador estar primariamente interessado no aumento do seu poder, enquanto que a inveja, que deseja reduzir a pessoa invejada e não elevar o invejoso, é uma característica negativa. O invejoso normalmente não admite isto de modo explícito, preferindo afirmar ter sido "enganado" - quer seja pela pessoa por quem sente inveja, quer seja pela sociedade em que ambos estão inseridos.

O invejoso esconde a sua inveja com um [falso] zelo por "justiça." Normalmente, o invejoso declara que quer "regras justas na competição" ao mesmo tempo alega que o sistema está "adulterado."

A inveja, no entanto, é um sentimento distinto da justiça uma vez que é fundamentalmente impossível satisfazer uma pessoa invejosa. A pessoa com uma indignação justa quer genuinamente chegar a um acordo final e avançar com a sua vida. Por contraste, se o invejado concede algo ao invejoso, isto apenas revela ainda mais a superioridade do invejado, causando assim ainda mais raiva e inveja por parte do invejoso.

Uma das razões por trás do avanço das exigências feministas deve-se ao facto dos homens não se perturbarem com a inveja. Estes homens não entendem a psicologia [de inveja] por trás das acções das feministas. O facto de genuinamente se preocuparem com as mulheres, e desejarem promover o seu bem estar, faz com que os homens não poupem esforços nas suas tentativas de se chegar a um acordo ou a um compromisso. Eles realmente pensam que algumas limitadas concessões podem persuadir as feministas, e mostrar que os homens não são assim tão maus como elas pensam.

Mas é metafisicamente impossível "conceder" aquilo que as feministas invejam: a performance bem sucedida do papel masculino, incluindo a superação dos riscos, a transposição dos obstáculos, e conquistas objectivamente verificáveis. O que os apaziguadores na verdade concedem às mulheres é parte das aparências externas e dos prémios dessa conquista. É isso que está por trás da admissão corporativa e das preferências promocionais.

Mas uma análise mais cuidada revela o porquê de tais concessões nunca poderem satisfazer uma mulher feminista uma vez que ela sente-se humilhada precisamente pela realização de que o seu avanço mais não é que um não-merecido acto de cavalheirismo por parte do odiado "patriarcado". É difícil imaginar um meio mais eficiente de agitar a sua frustração e exacerbar o seu ressentimento. (A situação das preferências rácicas, incidentalmente, é precisamente análoga. Devido a isto, um livro em torno dos beneficiários negros da "acção afirmativa" é correctamente intitulado de "A Raiva da Classe Privilegiada" - The Rage of a Privileged Class.)

De facto, as concessões são entendidas como sinal de fraqueza, gerando assim uma atmosfera para mais concessões - um ciclo que só pode ser terminado com a destruição total do invejado. Dito de outro modo, a alegação feminista de que elas são motivadas pelo amor à justiça é pura fantasia. O feminismo não é uma demonstração de indignação justa, mas sim um dos mais bem sucedidos movimentos baseados no ódio. [É importante ressalvar que todos os movimentos baseados no ódio - nazismo, comunismo, supremacismo branco, supremacismo negro, etc - alegam sempre estar a lutar motivados pelo "amor à justiça"]

Na prática, como uma feminista nunca pode ser igual ao homem no papel masculino, ela concentra os seus esforços na sabotagem desse papel. Ou seja, como ela não consegue o nivelamento por cima. ela contenta-se com o nivelamento por baixo. [O que também demonstra o porquê das mães feministas fazerem todos os possíveis para que os seus filhos - machos - cresçam o menos másculos possível - "gender neutral"]

A consequência práctica do poder político feminista é a elevação máxima de barreiras aos homens que tentam "fazer o que sabem" (cumprir o seu papel). Por exemplo, as mulheres podem não ter as carreiras profissionais glamorosas e bem sucedidas que imaginaram, mas basta uma acusação de "assédio" para destruir a carreira dum homem cujo sucesso ela nunca poderia imitar. Não há qualquer dúvida que muitas mulheres obtém algum tipo de gratificação sádica ao exercerem tal poder sobre os homens. Eu mesmo já ouvi uma mulher a gabar-se de ter causado o despedimento de 3 homens.

Uma completa indústria legal, fortemente baseada em crimes recentemente inventados - onde só os homens podem ser culpados e só as mulheres podem ser vítimas - germinou no espaço duma geração. Perante a propagação de tal comportamento, obviamente que a tradição ocidental de nutrir uma estima elevada pela mulher não irá sobreviver indefinidamente. As mulheres que se questionam do porquê os homens não as "respeitarem como antigamente" podem muito bem procurar a resposta no espelho mais próximo.

A inveja do papel masculino tem, também. consequências devastadoras para a performance da mulher no seu próprio papel. Embora o seu papel possa ser secundário ou de apoio em relação ao papel do homem, ele é igualmente importante. A mulher dá à luz, cuida, e, em larga parte, educa a próxima geração. De forma geral, a feminista recusa-se levar a cabo o seu papel natural, ou então exerce-o de um modo ressentido, fraco e pobre. Devido a isto, o feminismo não pode de maneira nenhuma ser tratado como uma folia pessoal por parte de mulheres mimadas, mas sim como inimigo mortal da sociedade onde essa ideologia parasita.

Os inimigos da cooperação heterossexual, e os inimigos da procriação, são inimigos da raça humana.
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"Use o sistema contra o sistema, parasite o parasita"
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#11
Leitura interessante, obrigado @Trglodita .
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#12
(28-01-2019, 11:42 PM)Cometa Escreveu: Leitura interessante, obrigado @Trglodita .

Este texto final esmiúça perfeitamente o cerne do feminismo e sua motivação.
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"Use o sistema contra o sistema, parasite o parasita"
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#13
(07-05-2018, 11:28 AM)Trglodita Escreveu: Na prática, como uma feminista nunca pode ser igual ao homem no papel masculino, ela concentra os seus esforços na sabotagem desse papel. Ou seja, como ela não consegue o nivelamento por cima. ela contenta-se com o nivelamento por baixo.

Muito similar ao que acontece no socialismo em sua busca por uma suposta igualdade.
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