24-07-2016, 04:06 PM
(Esta publicação foi modificada pela última vez: 09-09-2016, 12:32 PM por Mandrake.)
Boa tarde, Confrades
Muitos de vocês já conhecem a minha história acerca do meu casamento com uma BR que correu mal, etc, etc..
Pois bem, tenho continuado a minha vida desde então, hoje muito mais atento aos sinais de velhacaria do que há uns anos atrás em que eu era um paspalhão, maridão, crente, mangina!
Esta é uma história que aconteceu recentemente; uma história que gostaria de partilhar com todos porque podemos retirar vários ensinamentos dela.
Depois que me separei em 2012 e conheci a Real, tenho me ocupado com atividades desportivas, estudos, leituras e diversão com amigos. Relativamente aos relacionamentos, apenas tive um relacionamento mais sério, que terminou no final de 2015 com uma mulher lindíssima. A mais linda mulher que eu namorei na vida. Não fosse eu ser um conhecedor da Real, e esse relacionamento teria atirado comigo (novamente) para o INFERNO. Enfim, isso passou...
Recentemente apareceu na minha vida, uma mulher, também ela lindíssima, mas mãe solteira... Logo ai o meu "sinal de alarme" tocou.
Mas como ela era amiga de uma familiar minha, eu conhecia a mãe dela, etc, etc... Não podia maltratar. Saia com ela para tomar uma cerveja, jogar conversa fora, aquelas coisas. Mas você sente aquele momento em que ela te procura mais do que procurava, você sente uma aproximação e você gosta, afinal ela é um mulherão.
Acabou que acabamos por ir um dia sair, fomos até um pontão, perto do mar... Eu gosto de estar em contacto com a Natureza para relaxar e ela pediu-me para ir até lá, para relaxar também: beleza...
Nesse dia, passeamos depois fomos ao final da tarde tomar umas cervejas e no final do dia ela ia-se encontrar com umas amigas para um jantar que já tinha combinado e eu (apesar de ter sido convidado) disse que ia para casa, porque ia trabalhar no dia seguinte.
Acontece que, quando já estava deitado na minha cama, pronto para dormir, meu telf. tocou: era ela dizendo-me para ir até lá a casa dela, que estava lá ela mais as amigas e na brincadeira, falou que eu "não era homem, não era nada se não fosse". Mulher gostosa convidando-me para tomar um café em casa, com as amigas?? É parceiro... não tem como negar!
Excusado será dizer que já passava das 03 da manhã quando as amigas foram embora e eu acabei por dormir com ela naquela noite. Ela realmente era uma gata, bonitona, corpo de violão, cabelo com caracóis, loiros. Parecia a Shakira, de cara e corpo!
A noite foi fantástica....
Uma coisa que notei e que começou a mexer com a minha cabeça (obrigado Nessahan Alita e demais Blogues da Real) era que ela era demasiado à vontade no que diz respeito a sexo. Era uma mulher com formação superior, tinha conversa, inteligente, mas notei que era uma mulher experiente e tinha uma postura que me deixou intrigado. Ela falava palavrão, gostava de sexo com força, daqueles de pegar no quadril de quatro e meter com força e rápido (igual a filme pôrno).
Reparem que estou a falar de uma mulher que até via algum potencial para relacionamento (não fosse ela ser Msol), mas as coisas começaram a parecer-me algo estranhas... Bom, blz.
Passaram mais uns dias e ela realmente parecia tranquila. Me procurava, jantávamos fora: inclusive, houve algumas vezes que ela pagava. Eu deixava, claro! Não quer igualdade, porra?!
Sempre que fazíamos sexo, era precisamente ISSO... SEXO e não um amor gostosinho! Eu sentia por vezes que estava ali com uma mulher da vida e não com uma namorada ou (futura-namorada) ou fosse lá o que fosse. Seu jeito de falar, a forma de olhar, as conversas que ela tinha (demasiada libertinagem na postura, com um jeito algo feminista, esquerdista)
Comecei a desencantar aos poucos e comecei a perder a admiração por ela. Se era só para f**** então eu tenho outras opções, PORRA! Teve algumas coisas que ela fez e propunha que simplesmente eram próprias de quem já tem muita rodagem. Acontece que comecei a desencantar no dia que percebi que ela, tinha igualmente um problema com álcool. Ou seja: bebia muito e quando bebia, só fazia merda...
Teve um dia que saímos, ela bebeu, bebeu, bebeu e no final da noite, quando estávamos na rua em direcção ao carro, ela agachou e mijou no meio da estrada, com todo o mundo a ver. Pronto... Para mim era a gota de agua. Nesse dia levei ela a casa, numa boa. Não discuti, não chamei a atenção, nada.... Ela pensava que eu ia dormir naquela noite com ela, mas quando cheguei na casa dela, falei que tinha de ir dormir a casa, porque não tinha trazido a roupa de trabalho comigo. Ela ficou meio puta (que cara escroto, recusar dormir com uma deusa como eu???? É parceiro....)
O clima ficou estranho, mas ela falou: "tudo bem" saiu e foi embora. No dia seguinte ficamos sem falar o dia todo até que ao final do dia, ela me liga falando que o clima estava estranho entre agente e que de repente as coisas não iam funcionar. Eu respondi que sentia o mesmo, mas que como ela era amiga da familia e tal, não havia necessidade de criar mau ambiente e podiamos ficar numa boa, como amigos. (eu queria era sair daquela encrenca... para mim, já não havia dúvida, por isso era tranquilo)
Acontece que passado uma semana, acabamos por nos encontrar num evento familiar e a conversa foi super tranquila. Conversamos, bebemos, rimos e tiramos umas ideias bem bacanas. Naquele momento, eu senti que ela ainda me queria de alguma forma. Conversamos sobre o assunto e ela falou que eu era meio frio e que eu me tinha tornado frio depois de uma semana que agente começou a se encontrar intimamente e quis saber o "porquê". É lógico que eu não ia contar os verdadeiros motivos: o fato de ela ter todos os aspetos do "profano feminino". Então ela falou que eu precisava "abrir o meu coração" que eu precisava me entregar à relação, etc, etc, etc...
Nesse dia eu sabia a relação não tinha pernas para andar, mas achei que era a altura perfeita para testar o carácter deste tipo de mulher.
Acabei dizendo que sim, que ia abrir mais o meu coração, que ia-me entregar mais que não ia ser tão frio... blá, blá, mas aconteceu precisamente aquilo que eu esperava.
Da primeira vez ela queria terminar comigo e esperava que quando terminasse, eu ficasse atrás dela, tentando mantê-la. Como eu falei que realmente não dava, que eu não me sentia atraido, etc, etc. Então, ela tentou seduzir-me de novo para então se retrair e obter o prazer com o meu sofrimento: só que eu não sofri parceiro...
Nesse dia ela combinou de vir ter comigo mais tarde (ao final da noite) ela tinha um aniversário com uns amigos, mas era coisa de 1 ou 2 horas. Esperei por ela no local combinado e nada, nem mensagem, nem aviso... Nada! Apenas me deixou lá à espera. Ainda bem que eu nesse dia, fiz conversa com uma garota que costuma ir lá naquele boteco e acabamos a noite juntos... Fodasse!
No dia seguinte, ela não ligou para mim e eu (OBVIAMENTE) não liguei para ela. Ela estava testando o meu nível de apaixonamento e queria me causar "inferninhos". Como eu não liguei, ao final do dia, acidentalmente nos encontramos.
Eu estava sentado a tomar a minha cerveja no local onde costumamos frequentar, mais uma amiga... Ela apareceu mais tarde com uma colega de trabalho. Quando a encontrei, não questionei nada. Ela falou: "Ahh, desculpa de ontem, porque eu blá, blá, blá.... aquela treta do costume, enfim". Eu só falei: "Tranquilo, ontem também estava cansado, fui descansar mais cedo".
Durante aquela tarde, ela ficou me olhando, me provocando, fazendo piadinha e se mostrando sedutora para comigo, mas notei que ela tento "dava" como "tirava". Uma certa hora, ela falou: "Bom, estou indo jantar com uma pessoa..." Foi quando eu olhei para a minha outra amiga que estava sentada do meu lado a conversar na mesa e falei: "Por falar nisso, vamos jantar os dois". Ela olhou para mim, sorriu e falou: "Bora".
Eu e ela saímos na hora e deixamos as duas (a espertinha e a colega) sentadas na mesa com cara de bunda.
Já passaram algumas semanas e nunca mais falamos. Na verdade ela me ligou um dia destes dizendo que estava curtindo uma praia queria saber onde eu estava e se queria me encontrar com ela, etc. Eu falei que estava a trabalhar, que agradecia o convite, mas não dava. Nunca mais falamos... (mas certamente iremos nos encontrar, pois temos amigos em comum)
Moral da história:
Mulher que se oferece de forma ordinária, que tem muito à vontade com o seu P** e sente orgulho nisso, não serve para relacionamento.
Essa mulher tinha falado para mim antes de nos envolvermos, que queria algo sério. Que estava cansada de vida boémia e de "night's". Ou seja, ela ERA MULHER DE NOITADA, mas como sabia que eu era um cara sério, quis me "dobrar".
Nunca tivemos nada sem camisinha, apesar de eu ter testado e comprovado o fato de que, no momento da verdade, se eu não colocasse o "casaco", ela também não iria reclamar: "GRANDE SINAL DE ALERTA"
Ela de fato era uma mulher fatal, sedutora, bonita, gostosa... Mas era um perigo para relacionamento sério! Graças à REAL e a Nessahan Alita, identifiquei rapidamente os traços comportamentais que me fizeram ver a verdade e não me apaixonar nunca por ela.
Muitos de vocês já conhecem a minha história acerca do meu casamento com uma BR que correu mal, etc, etc..
Pois bem, tenho continuado a minha vida desde então, hoje muito mais atento aos sinais de velhacaria do que há uns anos atrás em que eu era um paspalhão, maridão, crente, mangina!
Esta é uma história que aconteceu recentemente; uma história que gostaria de partilhar com todos porque podemos retirar vários ensinamentos dela.
Depois que me separei em 2012 e conheci a Real, tenho me ocupado com atividades desportivas, estudos, leituras e diversão com amigos. Relativamente aos relacionamentos, apenas tive um relacionamento mais sério, que terminou no final de 2015 com uma mulher lindíssima. A mais linda mulher que eu namorei na vida. Não fosse eu ser um conhecedor da Real, e esse relacionamento teria atirado comigo (novamente) para o INFERNO. Enfim, isso passou...
Recentemente apareceu na minha vida, uma mulher, também ela lindíssima, mas mãe solteira... Logo ai o meu "sinal de alarme" tocou.
Mas como ela era amiga de uma familiar minha, eu conhecia a mãe dela, etc, etc... Não podia maltratar. Saia com ela para tomar uma cerveja, jogar conversa fora, aquelas coisas. Mas você sente aquele momento em que ela te procura mais do que procurava, você sente uma aproximação e você gosta, afinal ela é um mulherão.
Acabou que acabamos por ir um dia sair, fomos até um pontão, perto do mar... Eu gosto de estar em contacto com a Natureza para relaxar e ela pediu-me para ir até lá, para relaxar também: beleza...
Nesse dia, passeamos depois fomos ao final da tarde tomar umas cervejas e no final do dia ela ia-se encontrar com umas amigas para um jantar que já tinha combinado e eu (apesar de ter sido convidado) disse que ia para casa, porque ia trabalhar no dia seguinte.
Acontece que, quando já estava deitado na minha cama, pronto para dormir, meu telf. tocou: era ela dizendo-me para ir até lá a casa dela, que estava lá ela mais as amigas e na brincadeira, falou que eu "não era homem, não era nada se não fosse". Mulher gostosa convidando-me para tomar um café em casa, com as amigas?? É parceiro... não tem como negar!
Excusado será dizer que já passava das 03 da manhã quando as amigas foram embora e eu acabei por dormir com ela naquela noite. Ela realmente era uma gata, bonitona, corpo de violão, cabelo com caracóis, loiros. Parecia a Shakira, de cara e corpo!
A noite foi fantástica....
Uma coisa que notei e que começou a mexer com a minha cabeça (obrigado Nessahan Alita e demais Blogues da Real) era que ela era demasiado à vontade no que diz respeito a sexo. Era uma mulher com formação superior, tinha conversa, inteligente, mas notei que era uma mulher experiente e tinha uma postura que me deixou intrigado. Ela falava palavrão, gostava de sexo com força, daqueles de pegar no quadril de quatro e meter com força e rápido (igual a filme pôrno).
Reparem que estou a falar de uma mulher que até via algum potencial para relacionamento (não fosse ela ser Msol), mas as coisas começaram a parecer-me algo estranhas... Bom, blz.
Passaram mais uns dias e ela realmente parecia tranquila. Me procurava, jantávamos fora: inclusive, houve algumas vezes que ela pagava. Eu deixava, claro! Não quer igualdade, porra?!
Sempre que fazíamos sexo, era precisamente ISSO... SEXO e não um amor gostosinho! Eu sentia por vezes que estava ali com uma mulher da vida e não com uma namorada ou (futura-namorada) ou fosse lá o que fosse. Seu jeito de falar, a forma de olhar, as conversas que ela tinha (demasiada libertinagem na postura, com um jeito algo feminista, esquerdista)
Comecei a desencantar aos poucos e comecei a perder a admiração por ela. Se era só para f**** então eu tenho outras opções, PORRA! Teve algumas coisas que ela fez e propunha que simplesmente eram próprias de quem já tem muita rodagem. Acontece que comecei a desencantar no dia que percebi que ela, tinha igualmente um problema com álcool. Ou seja: bebia muito e quando bebia, só fazia merda...
Teve um dia que saímos, ela bebeu, bebeu, bebeu e no final da noite, quando estávamos na rua em direcção ao carro, ela agachou e mijou no meio da estrada, com todo o mundo a ver. Pronto... Para mim era a gota de agua. Nesse dia levei ela a casa, numa boa. Não discuti, não chamei a atenção, nada.... Ela pensava que eu ia dormir naquela noite com ela, mas quando cheguei na casa dela, falei que tinha de ir dormir a casa, porque não tinha trazido a roupa de trabalho comigo. Ela ficou meio puta (que cara escroto, recusar dormir com uma deusa como eu???? É parceiro....)
O clima ficou estranho, mas ela falou: "tudo bem" saiu e foi embora. No dia seguinte ficamos sem falar o dia todo até que ao final do dia, ela me liga falando que o clima estava estranho entre agente e que de repente as coisas não iam funcionar. Eu respondi que sentia o mesmo, mas que como ela era amiga da familia e tal, não havia necessidade de criar mau ambiente e podiamos ficar numa boa, como amigos. (eu queria era sair daquela encrenca... para mim, já não havia dúvida, por isso era tranquilo)
Acontece que passado uma semana, acabamos por nos encontrar num evento familiar e a conversa foi super tranquila. Conversamos, bebemos, rimos e tiramos umas ideias bem bacanas. Naquele momento, eu senti que ela ainda me queria de alguma forma. Conversamos sobre o assunto e ela falou que eu era meio frio e que eu me tinha tornado frio depois de uma semana que agente começou a se encontrar intimamente e quis saber o "porquê". É lógico que eu não ia contar os verdadeiros motivos: o fato de ela ter todos os aspetos do "profano feminino". Então ela falou que eu precisava "abrir o meu coração" que eu precisava me entregar à relação, etc, etc, etc...
Nesse dia eu sabia a relação não tinha pernas para andar, mas achei que era a altura perfeita para testar o carácter deste tipo de mulher.
Acabei dizendo que sim, que ia abrir mais o meu coração, que ia-me entregar mais que não ia ser tão frio... blá, blá, mas aconteceu precisamente aquilo que eu esperava.
Da primeira vez ela queria terminar comigo e esperava que quando terminasse, eu ficasse atrás dela, tentando mantê-la. Como eu falei que realmente não dava, que eu não me sentia atraido, etc, etc. Então, ela tentou seduzir-me de novo para então se retrair e obter o prazer com o meu sofrimento: só que eu não sofri parceiro...
Nesse dia ela combinou de vir ter comigo mais tarde (ao final da noite) ela tinha um aniversário com uns amigos, mas era coisa de 1 ou 2 horas. Esperei por ela no local combinado e nada, nem mensagem, nem aviso... Nada! Apenas me deixou lá à espera. Ainda bem que eu nesse dia, fiz conversa com uma garota que costuma ir lá naquele boteco e acabamos a noite juntos... Fodasse!
No dia seguinte, ela não ligou para mim e eu (OBVIAMENTE) não liguei para ela. Ela estava testando o meu nível de apaixonamento e queria me causar "inferninhos". Como eu não liguei, ao final do dia, acidentalmente nos encontramos.
Eu estava sentado a tomar a minha cerveja no local onde costumamos frequentar, mais uma amiga... Ela apareceu mais tarde com uma colega de trabalho. Quando a encontrei, não questionei nada. Ela falou: "Ahh, desculpa de ontem, porque eu blá, blá, blá.... aquela treta do costume, enfim". Eu só falei: "Tranquilo, ontem também estava cansado, fui descansar mais cedo".
Durante aquela tarde, ela ficou me olhando, me provocando, fazendo piadinha e se mostrando sedutora para comigo, mas notei que ela tento "dava" como "tirava". Uma certa hora, ela falou: "Bom, estou indo jantar com uma pessoa..." Foi quando eu olhei para a minha outra amiga que estava sentada do meu lado a conversar na mesa e falei: "Por falar nisso, vamos jantar os dois". Ela olhou para mim, sorriu e falou: "Bora".
Eu e ela saímos na hora e deixamos as duas (a espertinha e a colega) sentadas na mesa com cara de bunda.
Já passaram algumas semanas e nunca mais falamos. Na verdade ela me ligou um dia destes dizendo que estava curtindo uma praia queria saber onde eu estava e se queria me encontrar com ela, etc. Eu falei que estava a trabalhar, que agradecia o convite, mas não dava. Nunca mais falamos... (mas certamente iremos nos encontrar, pois temos amigos em comum)
Moral da história:
Mulher que se oferece de forma ordinária, que tem muito à vontade com o seu P** e sente orgulho nisso, não serve para relacionamento.
Essa mulher tinha falado para mim antes de nos envolvermos, que queria algo sério. Que estava cansada de vida boémia e de "night's". Ou seja, ela ERA MULHER DE NOITADA, mas como sabia que eu era um cara sério, quis me "dobrar".
Nunca tivemos nada sem camisinha, apesar de eu ter testado e comprovado o fato de que, no momento da verdade, se eu não colocasse o "casaco", ela também não iria reclamar: "GRANDE SINAL DE ALERTA"
Ela de fato era uma mulher fatal, sedutora, bonita, gostosa... Mas era um perigo para relacionamento sério! Graças à REAL e a Nessahan Alita, identifiquei rapidamente os traços comportamentais que me fizeram ver a verdade e não me apaixonar nunca por ela.
"Os únicos homens que possuem uma visão romanceada e idealista das mulheres são aqueles que tiveram poucas experiências em sua vida. Os demais, adquirem uma postura realista e não caem nas artimanhas."


ela tenta fisgar o cara sendo o que sempre foi, uma feminista ou vadia.