16-09-2026, 11:46 AM
Família usava assistência religiosa em presídios para repassar recados e lavar dinheiro da facção.
![[Image: rhavenna-com-batman-e-renildo.jpg]](https://s2-g1.glbimg.com/w6-puTlFs9igv2HHt9TOMzQ_ptQ=/1920x0/filters:format(jpeg)/https://i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2026/Z/2/lNrorVTu6R5UrSSZFWFw/rhavenna-com-batman-e-renildo.jpg)
Presa por suspeita de envolvimento com o Comando Vermelho (CV) em Mato Grosso, a missionária Rhavenna Barcelos de Almeida mantinha um relacionamento amoroso com um chefe da facção que fugiu para o Rio e compartilhava com ela informações sobre seu esconderijo e operações policiais no Complexo do Alemão. A conclusão consta da investigação da Polícia Civil mato-grossense cujo relatório final foi obtido com exclusividade pelo Fantástico, da TV Globo, e apresentado neste domingo. Segundo os investigadores, Rhavenna e os pais, os pastores Orminda e Nivaldo de Almeida, usavam um projeto de assistência religiosa em presídios para repassar recados e lavar dinheiro do tráfico.
