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Conselhos de São João Crisóstomo: Como escolher uma esposa.
#41
(03-06-2023, 06:45 PM)Vital Escreveu: Eu não tive uma vida de "solidão". Pelo contrário. Já forniquei com várias mulheres, marmitei muitas. Porém, cheguei à conclusão do Rei Salomão (o mesmo que teve mil mulheres, somando esposas e concubinas) que disse que estas coisas não passa de vaidade...

Por falar em marmitar, vou lhe relatar uma coisa... Recentemente, eu rí internamente e ocultamente de um corno otário que assumiu uma vadia que eu marmitei há uns anos atrás. Não rí da cara dele é claro, mas fiquei pensando: "esse otário tá assumindo essa vadia que foi minha marmita"...eles se casaram... Heart Vc tinha que ver como é a vida de casado dos pombinhos. O corno otário tem que cozinhar pra ela, limpar o chão da casa pra ela, lavar louça pra ela, além de trabalhar fora (ambos trabalham). Menos mal que ela não é M$OL (senão ela botaria ele a trocar as fraldas do filho dela), mas é uma vadia imprestável... Agora me responda uma coisa, não é preferível ficar sozinho do que se relacionar com uma mulher nestas condições?

Confrade, ao meu ver esse relato seu não coaduna. Tem cafa que pode até parar com alguma mulher oficial, mas raposa velha perde o pêlo mas não o vício.

Indivíduos do tipo comedor só levantam essa narrativa de honra e tradição quando têm filhas em idade de abate.
Se o machado está cego e sua lâmina não foi afiada, é preciso golpear com mais força. Agir com sabedoria assegura o sucesso. - Salomão em Eclesiastes 10.10.
Muito cara legal foi parar debaixo de uma ponte por causa de uma mulher. - Bukowski.
As maiores redpills ouvimos da boca de mulheres.
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#42
Depois de um tempo tranquilo em casa, venho frequentando pelo menos 1 vez por mês uma balada, festa ou similar desde meados de 2022 (A real que para quem é solteiro, não come mulher se não for nesses lugares e puta chega uma hora que fica uma bosta). É impressionante como as coisas andam mais fáceis do que em alguns anos atrás.

Respondendo ao tópico: o que os confras vem dizendo há mais de uma década continua mais atual do que nunca. A mulherada tá solta, pegando geral, administrando 3 ou 4 caras ao mesmo tempo e sofrendo por outros 2. Os stories de instagram bombando freneticamente.

Já me envolvi com mulher de academia e até de igreja. E são todas iguais.

Escritores, filósofos e Santos que escreveram sobre casamento ou algo como "Como escolher uma esposa" rasgariam o que escreveram, se pudessem viver nos tempos atuais.
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#43
(11-06-2023, 09:13 PM)Roris Morfí Escreveu: Depois de um tempo tranquilo em casa, venho frequentando pelo menos 1 vez por mês uma balada, festa ou similar desde meados de 2022 (A real que para quem é solteiro, não come mulher se não for nesses lugares e puta chega uma hora que fica uma bosta). É impressionante como as coisas andam mais fáceis do que em alguns anos atrás.

Respondendo ao tópico: o que os confras vem dizendo há mais de uma década continua mais atual do que nunca. A mulherada tá solta, pegando geral, administrando 3 ou 4 caras ao mesmo tempo e sofrendo por outros 2. Os stories de instagram bombando freneticamente.

Já me envolvi com mulher de academia e até de igreja. E são todas iguais.

Escritores, filósofos e Santos que escreveram sobre casamento ou algo como "Como escolher uma esposa" rasgariam o que escreveram, se pudessem viver nos tempos atuais.

Quem não está apto aos novos valores se apegam a valores passados pra justificar sua inaptidão, projetam mulheres irreais quanto o próprio formato de relacionamento em si, enquanto não acha ninguém nesses moldes tem a justificativa perfeita para o mundo e para ele mesmo da sua inércia em jogar o jogo. Se fosse indiferente a isso até entenderia, mas não é, a cabeça deles não supera de forma alguma o assunto mulheres e relacionamentos ideais baseadas num mundo que não existe mais.

Pior parte disso ai é o cara deixar passar o bonde da juventude sem viver e quando estiver com 40 anos ainda sonhando e fantasiando, sem experiência, sem malícia, um poço de carência e arrependimento de não ter aproveitando enquanto ainda podia viver a juventude.

Mas nem tento debater mais, deixa o vital sonhar com uma modelo amish virgem do cu rosa que vai se apaixonar por ele só porque ele sabe trocar gás e chuveiro, vão se casar, trepar no mato, fazer uma renca de filhos pra cuidar da terra, a mulher cuida da casa enquanto ele evangeliza pela internet Yaoming

Vai acontecer pra caralho.
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#44
Discurso do Papa Bento XVI sobre São João Crisóstomo:

Quarta-feira, 19 de Setembro de 2007
 
São João Crisóstomo (1)

Queridos irmãos e irmãs!

Celebra-se este ano o 16º centenário da morte de São João Crisóstomo (407-2007). Pode-se dizer que João de Antioquia, chamado Crisóstomo, isto é "Boca de ouro", ainda hoje está vivo devido à sua eloquência e também às suas obras. Um copista anónimo deixou escrito que elas "atravessam toda a terra como relâmpagos buliçosos". Os seus escritos permitem também a nós, como aos fiéis do seu tempo, que foram repetidamente privados dele por causa dos seus exílios, de viver com os seus livros, apesar da sua ausência. Foi quanto ele próprio sugeriu do exílio numa sua carta (cf. A Olimpiade, Carta 8, 45).

Nascido por volta de 349 em Antioquia da Síria (hoje Antakaya, no sul da Turquia), ali desempenhou o ministério presbiteral durante onze anos, até 397, quando, nomeado Bispo de Constantinopla, exerceu na capital do Império o ministério episcopal antes dos dois exílios, que foram um a pouco tempo do outro, entre 403 e 407. Limitamo-nos hoje a considerar os anos antioquenos de Crisóstomo.

Tendo ficado órfão de pai em tenra idade, viveu com a mãe, Antusa, que lhe transmitiu uma requintada sensibilidade humana e uma profunda fé cristã. Tendo frequentado os estudos primários e superiores, coroados pelos cursos de filosofia e retórica, teve como mestre Libânio, pagão, o mais célebre mestre de retórica da época. Na sua escola, João tornou-se o maior orador da antiguidade grega tardia. Baptizado em 368 e formado na vida eclesiástica pelo Bispo Melézio, foi por ele instituído leitor em 371. Este acontecimento marcou a entrada oficial de Crisóstomo no cursus eclesiástico. Frequentou, de 367 a 372, o asceterio, uma espécie de siminário de Antioquia, juntamente com um grupo de jovens, alguns dos quais se tornaram depois Bispos, sob a guia do famoso exegeta Diodoro de Tarso, que iniciou João na exegese histórico-literária, característica da tradição antioquena.

Retirou-se depois durante quatro anos entre os eremitas no vizinho monte Silpio. Prosseguiu aquele retiro por outros dois anos, que viveu sozinho numa gruta sob a orientação de um "idoso". Naquele período dedicou-se totalmente à meditação "das leis de Cristo", dos Evangelhos e especialmente das Cartas de Paulo. Tendo adoecido, encontrou-se impossibilitado de se curar sozinho, e por isso teve que regressar à comunidade cristã de Antioquia (cf. Palladio, Vita 5). O Senhor explica o biógrafo interveio com a enfermidade no momento justo para permitir que João seguisse a sua verdadeira vocação. De facto, escreverá ele mesmo que, colocado na alternativa de escolher entre as adversidades do governo da Igreja e a tranquilidade da vida monástica, teria preferido mil vezes o serviço pastoral (cf. Sul sacerdocio, 6, 7): precisamente para isto Crisóstomo se sentia chamado. E realiza-se aqui a mudança decisiva da sua história vocacional: pastor de almas a tempo inteiro! A intimidade com a Palavra de Deus, cultivada durante os anos da eremitério, tinha amadurecido nele a urgência irresistível de pregar o Evangelho, de doar aos outros o que tinha recebido nos anos da meditação. O ideal missionário lançou-o assim, alma de fogo, no cuidado pastoral.

Entre 378 e 379 regressou à cidade. Diácono em 381 e presbítero em 386, tornou-se célebre pregador nas igrejas da sua cidade. Pronunciou homilias contra os arianos, seguidas pelas comemorativas dos mártires antioquenos e por outras sobre as principais festas litúrgicas: trata-se de um grande ensinamento da fé em Cristo, também à luz dos seus Santos. O ano de 387 foi "o ano heróico" de João, o da chamada "revolta das estátuas". O povo derrubou as estátuas imperiais, em sinal de protesto contra o aumento das taxas. Naqueles dias de Quaresma e de angústia por causa das punições infligidas por parte do imperador, ele pronunciou as suas 22 vibrantes homilias sobre as estátuas, finalizadas à penitência e à conversão. Seguiu-se o período da serena actividade pastoral (387-397).

Crisóstomo coloca-se entre os Padres mais fecundos: dele chegaram até nós 17 tratados, mais de 700 homilias autênticas, os comentários a Mateus e a Paulo (Cartas aos Romanos, aos Coríntios, aos Efésios e aos Hebreus), e 241 cartas. Não foi um teólogo especulativo. Mas transmitiu a doutrina tradicional e segura da Igreja numa época de controvérsias teológicas suscitadas sobretudo pelo arianismo, isto é, pela negação da divindade de Cristo. Portanto, ele é uma testemunha credível do desenvolvimento dogmático alcançado pela Igreja nos séculos IV-V. A sua é uma teologia requintadamente pastoral, na qual é constante a preocupação da coerência entre o pensamento expresso pela palavra e a vivência existencial. É este, em particular, o fio condutor das maravilhosas catequeses, com as quais preparava os catecúmenos para receber o Baptismo.

Próximo da morte, escreveu que o valor do homem consiste no "conhecimento exacto da verdadeira doutrina e na rectidão da vida" (Carta do exílio). As duas coisas, conhecimento da verdade e rectidão na vida, caminham juntas: o conhecimento deve traduzir-se em vida. Cada uma das suas intervenções tinha sempre por finalidade desenvolver nos fiéis o exercício da inteligência, da verdadeira razão, para compreender e traduzir em prática as exigências morais e espirituais da fé.

João Crisóstomo preocupa-se por acompanhar com os seus escritos o desenvolvimento integral da pessoa, nas dimensões física, intelectual e religiosa. As várias fases do crescimento são comparadas a outros tantos mares de um oceano imenso: "O primeiro destes mares é a infância" (Homilia 81, 5 sobre o Evangelho de Mateus). De facto "precisamente nesta primeira idade se manifestam as inclinações para o vício e para a virtude". Por isso a lei de Deus deve ser desde o início impressa na alma "como numa tábua de cera" (Homilia 3, 1 sobre o Evangelho de João): de facto esta é a idade mais importante. Devemos ter presente como é fundamental que nesta primeira fase da vida entrem realmente no homem as grandes orientações que dão perspectiva justa à existência. Por isso Crisóstomo recomenda: "Precavei as crianças desde a mais tenra idade com armas espirituais, e ensinai-lhes a persignar a fronte com a mão" (Homilia 12, 7 sobre a primeira Carta aos Coríntios). Vêm depois a adolescência e a juventude: "à infância segue-se o mar da adolescência, onde os ventos sopram violentos..., porque cresce em nós... a concupiscência" (Homilia 81, 5 sobre o Evangelho de Mateus). Por fim, chegam o noivado e o matrimónio: "À juventude segue-se a idade da pessoa madura, na qual chegam os compromissos de família: é o tempo de procurar esposa" (ibid.). Do matrimónio, ele recorda as finalidades, enriquecendo-as com a referência à virtude da temperança de uma rica trama de relações personalizadas. Os esposos bem preparados impedem o caminho do divórcio: tudo se desenvolve com alegria e podem-se educar os filhos para a virtude. Depois, quando nasce o primeiro filho, ele é "como uma ponte; os três tornam-se uma só carne, porque o filho une as duas partes" (Homilia 12, 5 sobre a Carta aos Colossences), e os três constituem "uma família, pequena Igreja" (Homilia 20, 6 sobre a Carta aos Efésios).

A pregação de Crisóstomo realizava-se habitualmente durante a liturgia, "lugar" no qual a comunidade se constrói com a Palavra e com a Eucaristia. Nela, a assembleia reunida expressa a única Igreja (Homilia 8, 7 sobre a Carta aos Romanos), a mesma palavra dirige-se em qualquer lugar a todos (Homilia 24, 2 sobre a primeira Carta aos Coríntios), e a comunhão eucarística torna-se sinal eficaz de unidade (Homilia 32, 7 sobre o Evangelho de Mateus). O seu projecto pastoral estava inserido na vida da Igreja, na qual os fiéis leigos com o Baptismo assumem o ofício sacerdotal, real e profético. Ele diz ao fiel leigo: "Também a ti o Baptismo torna rei, sacerdote e profeta" (Homilia 3, 5 sobre a segunda Carta aos Coríntios). Provém daqui o dever fundamental da missão, porque cada um de certa forma é responsável da salvação dos outros: "Este é o princípio da nossa vida social... não nos interessarmos apenas de nós!" (Homilia 9, 2 sobre o Génesis). Tudo isto se desenvolve entre dois pólos: a grande Igreja e a "pequena Igreja", a família, em relação recíproca.

Como podeis ver, queridos irmãos e irmãs, esta lição de Crisóstomo sobre a presença autenticamente cristã dos fiéis na família e na sociedade, permanece ainda hoje actual como nunca. Rezemos ao Senhor para que nos torne dóceis aos ensinamentos deste grande Mestre da fé.
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