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Cervejas
#61
Baden bosta é cara e é uma merda.

Não consigo mais elogiar cerveja de supermercado, fiquei elitizado.


Não tomo mais cerveja barata, prefiro pinga, aguardente, cachaça, campari, cinzano, catuaba, corote.

Essas pilsen do rico filho da puta Leman são venenos.

[Image: 215px-Corotinho.jpeg]

Vou virar cozinheiro de mosto de quintal, o negócio dá trabalho mas o custo beneficio compensa.


Eu tomei o chopp LA TRAPE, e bão hein, fudido, melhor que o do Pinguim de Ribeirão Preto, Tinha um bar com temática JAZZ lá em pinheiros e  e no dia havia uma banda de japonês louco da politecnica tocando, encostei la com amigos para tomar uma e o dono estava presente,sujeito apaixonado pela arte de beber, ai ganhamos desconto e lavamos a burra. 

Uma pena que o bar fechou, era subindo a rua  aspicuelta, ali agora é ambiente  que virou zona leste com funk, pagode e breganojo, só tem desgraça, puta e marginal.
Só Jesus salva, vá e não peques mais...
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#62
Bebida alcoólica é coisa de quem é mentalmente adolescente.

Citação:gauchazh . com

Sempre sóbrios: as histórias de quem escolheu viver sem álcool

A perda do prazer imediato é um ponto negativo, mas o dia seguinte pode compensar – assim como os resultados a longo prazo. Conheça pessoas que decidiram parar de tomar bebida alcoólica e mudaram radicalmente de vida

O próximo gole de bebida alcoólica que Daniel Bartelle deverá tomar será o de um brinde para comemorar, após muito esforço e uma dose de sorte, em outubro de 2020, o bom desempenho em um dos maiores desafios de sua vida: bater a marca pessoal, se possível, em mais uma etapa do Ironman disputada no Havaí (EUA). Decisão radical para um entusiasta de festas e da vida noturna, a abstinência de álcool foi motivada pela dedicação a uma das mais demandantes práticas esportivas: o triatlo.

Bartelle, atleta amador, obedece a uma agenda atopetada de horas de corrida, natação, ciclismo e treinamento funcional – e também de restrições. Para dar conta da média de quase 20 horas semanais de treinos – às vésperas de uma prova, a intensidade se multiplica, e somente a quantidade de pedaladas pode chegar a 15 horas por semana –, o engenheiro civil de 44 anos precisa se alimentar e dormir bem. E tudo isso é conciliado, ainda, com a vida profissional e social. Quando decidiu se dedicar com ardor ao esporte, ficou claro que álcool e bom rendimento não combinavam em nada.

Desejoso de dar vazão a toda a energia que armazenava, e pensando também em prevenir futuros problemas de saúde, ele seguiu a sugestão médica de começar no triatlo após se submeter a cirurgias nos joelhos. Nunca nadara na vida, não pedalava desde a infância, mas achou uma boa ideia. Os copos de cerveja, caipirinha e vinho foram trocados pelos de água sem gás, só com gelo, sem limão.

– Imagina: de uma hora para outra, você sai com seus amigos e não bebe. “Como assim?” Parece que o cara é um ET – diverte-se Bartelle. – Qual o problema de ir a um evento e não beber? Não dá para se divertir sem beber?

São variadas as motivações de quem decide suspender o consumo de álcool: emagrecer, livrar-se da ressaca, melhorar o sono, render mais no trabalho e nas outras tarefas do dia seguinte. Em alguns casos, a sobriedade é o bom senso que se impõe, como para quem está grávida ou provendo o aleitamento. Em uma sociedade em que o álcool, junto da comida, é um dos principais elementos agregadores, presente em encontros regulares de famílias e amigos, a tarefa pode se tornar extremamente desafiadora – como enfrentar a curiosidade, os constantes questionamentos e o incentivo dos demais, com seus drinks alcoólicos em punho, sobre a decisão de se contentar apenas com água, refrigerante ou suco?

Nesta reportagem, ZH conta a história de quatro personagens que desistiram de beber: além de Bartelle, motivado pela superação física, narram suas motivações o chef de cozinha Pedro Luis Machado da Silveira, 46 anos, a universitária Gabriele Loureiro Bruschi, 20, e a jornalista Caren Natália Souza da Silva, 39.

O fígado agradece

Bartelle não se permite descanso: treina todo dia. Sem álcool, ficou evidente uma das maiores mudanças: a determinação para acordar ainda de madrugada para treinar – e muito bem disposto. Algo impensável para quem, no passado, bebia todos os finais de semana e em alguns dias úteis e se considerava “forte para tudo”. Mas, nas manhãs seguintes, o hábito cobrava a conta: dor de cabeça (tomava um analgésico antes de dormir, já prevendo o incômodo, e outro ao acordar), sonolência, indisposição. Refeições leves e saudáveis não apeteciam, e o engenheiro acabava se alimentando mal. Os exercícios eram eventuais, com claros prejuízos: sentia dificuldade para correr, ficava ofegante, logo cansava. O ciclo de mau comportamento se encerrou em 2015. Quando começou no triatlo, almejava provas curtas, até se empolgar a ponto de encarar as exaustivas disputas de um Ironman completo (há também a modalidade de “meio” Ironman, na qual ele também compete).

– Mudou tudo. Tenho energia para trabalhar, para pensar, e não é só em um momento do dia. Enquanto estou fazendo exercício, estou pensando. A cabeça funciona enquanto trabalho o corpo – conta Bartelle.

Os compromissos sociais foram reduzidos, para não comprometer o repouso e também por ter abandonado o álcool. Ao negar tantos convites, os amigos reclamaram e ainda reclamam, mas hoje já entendem melhor o “novo” Daniel Bartelle. Antes de tentar se classificar para o Ironman havaiano, o engenheiro tem outras provas previstas, no Brasil e no Exterior. A hora é agora para tirar do corpo o máximo que puder, justifica. Para beber, haverá tempo de sobra em décadas à frente, se for o caso.

– Se hoje, que estou com 44, é difícil acordar de manhã, imagina aos 70.

Bartelle é acompanhado pelo treinador de corrida e triatlo Lucas Pretto. O preparador físico explica que o grande problema do álcool é a dificuldade que o fígado tem de metabolizá-lo e expeli-lo. A atividade física, por sua vez, também exige bastante desse órgão. O metabolismo fica mais lento, aumentam os níveis de cortisol, o hormônio do estresse, e a recuperação muscular é atrapalhada.

– Com o organismo avariado, o cérebro já não funciona tão bem. Para fazer um esforço, qualquer esforço que exija minimamente do seu corpo, o organismo precisa trabalhar de forma eficiente, e o álcool rouba energia. O álcool vai fazê-lo suar mais, aumenta o risco de cãibras e contraturas. E a noite de sono é muito prejudicada – enumera Pretto.

Atletas estão sempre mirando melhores performances, ressalta o treinador, levando os dias em uma intensidade alta. Muitos acabam recorrendo a doses de álcool para relaxar e dar uma “baixada na bola” depois de tanto esforço empreendido nos treinamentos. Pretto recomenda uma prática que pode parecer inocente diante do apelo de um cálice de tinto ou de uma encorpada cerveja artesanal – mas, garante, funciona para muitos, e para ele próprio inclusive. A ideia é trocar o álcool por um chá, concentrar-se no preparo, no sabor, e fazer disso um ritual.

– Gosto de pedir para meus alunos perceberem, no dia seguinte, como se sentem quando acordam para começar o dia. Às vezes, não é só a performance física. O atleta amador tem coisas que vão muito além disso. Se bebe, ele até consegue fazer o treino, mas depois fica mais cansado. E ele não vai querer passar o dia destruído – pondera o professor. – É muito difícil alguém acordar de ressaca e querer treinar. Quando vejo alguém correndo no domingo às 18h, no calor do verão, penso: “Esse bebeu todas ontem”. Convivi com algumas pessoas que acordavam com dor de cabeça e ressaca e conseguiam treinar, mas a tendência do exercício é aumentar a dor de cabeça – continua Pretto, explicando que a chance de lesões também aumenta.

O preparador físico, triatleta profissional por uma década e hoje na categoria amadora, não prega o banimento do consumo de álcool por parte de praticantes de exercícios, mas sim o comedimento:

– É bom, é agradável, não é prejudicial com moderação. Acho que o esporte ajuda muito a encontrar a moderação. Você presta muita atenção no seu corpo quando está treinando e começa a relacionar isso com fatores do dia a dia: dormi bem? O que eu comi? Bebi quanto?

Em termos nutricionais, a bebida alcoólica não acrescenta nada de bom. Tem as chamadas calorias vazias, sem qualquer benefício à saúde de quem as ingere – simplesmente aumenta o cômputo geral do que é consumido no dia. Largar o álcool pode representar perda de peso, segundo o nutricionista Matheus Motta. Depende do tipo de bebida que você prefere: a cerveja, por exemplo, contém mais carboidratos do que um destilado como a vodca ou a cachaça. Um grande bebedor de cerveja pode sentir mais o impacto se zerar a ingestão, portanto.

Motta também recomenda a substituição por chás, além, obviamente, da água, o combustível natural para o equilibrado funcionamento do organismo. Sucos naturais são outra opção, mas quem tem a preocupação de manter o peso ou de eliminar quilos extras não pode se esquecer de que alguns destes representam um considerável incremento calórico quando ingeridos em excesso. Em uma vida sem álcool, sublinha Motta, os benefícios são muitos.

– Você não vai ter intoxicação, nem ressaca, nem dor de cabeça, tampouco desidratação – elenca o nutricionista, alertando também para os riscos do excesso a longo prazo.


Leia também nesta reportagem:

Sempre sóbrios: os motivos de Pedro, Gabriele e Caren para abandonar o álcool

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Perda de peso, adeus à ressaca e inspiração no parceiro — conheça pessoas que decidiram parar de tomar bebida alcoólica e, com isso, mudaram radicalmente de vida

Aos 40 anos, Pedro Luis Machado da Silveira, 1m72cm, pesava 152 quilos, o que o classificava como um obeso mórbido. Foi o ápice acusado pela balança, resultado de uma rotina de descontrole com comida e bebida. Trabalhando com vendas, Silveira circulava muito na rua, fazendo pausas para lanches em lojas de conveniência, onde consumia salgados fritos e folhados – já montara o roteiro de seus estabelecimentos preferidos. Nos churrascos, deleitava-se com as carnes e abusava da cerveja. O organismo já acusava os danos: Silveira tinha dificuldades para caminhar e respirar, dormia mal, roncava, tinha apneia do sono (breves interrupções na respiração que comprometem a qualidade do repouso).

Era o momento de dar um basta, em nome da sobrevivência. Cogitou submeter-se a uma cirurgia bariátrica, mas, temeroso do procedimento, aceitou o incentivo da esposa para acompanhá-la a reuniões do grupo Vigilantes do Peso. Hoje, aos 46 anos, está com 87 quilos, uma redução de 65 em relação àquela silhueta que nem gosta de lembrar. Seu objetivo é chegar a 79 quilos.

Desde que começou a dieta, Silveira nunca mais ingeriu álcool. No programa do Vigilantes do Peso, baseado em pontos, a bebida não é proibida, mas sua pontuação é alta. Para se sentir mais satisfeito, Silveira preferiu “investir” os pontos que seriam desperdiçados com álcool em algo mais prazeroso, que contribuísse para sua saciedade. Deu certo.

– Não bebi mais nada, nem em comemoração de família em fim de ano. É só um brinde com espumante sem álcool, e olhe lá – orgulha-se.

Durante o processo de emagrecimento, Silveira trocou de profissão. Passou a estudar Gastronomia, formou-se gastrônomo e agora é sócio e chef de cozinha em uma empresa que promove eventos corporativos. Circula sem problemas pelas ocasiões festivas.

– Esses dias senti o cheiro da cerveja e me enjoou. Me livrei da ressaca, do cansaço, dos olhos pesados. Não sei mais o que é isso – relata. – Tomo Coca Zero. Coca Zero é zero ponto! – comemora, aos risos.

Psiquiatra de adição, Flavio Pechansky atenta para a importância da força de vontade: só muda o hábito quem percebe que está sendo prejudicado na balança representada pela equação custo versus benefício de determinado hábito. “Adoro beber, mas...”, e são inúmeros os motivos que podem completar esta frase. “Estou ficando barrigudo, preguiçoso, no dia seguinte não consigo me concentrar, durmo tarde, meu sono é ruim, tenho muito desejo e pouco sexo...”

– Somente faz mudança nesse padrão quem tem uma percepção de dano, que é muito pessoal. Posso estar abusando de álcool e sendo inconveniente em festas, mas estou achando que sou o máximo. É importante avaliar: essa pessoa tem noção de que o uso dela está impróprio ou depende de que outro mostre? A mudança sempre será pessoal, ninguém muda para os outros, mas às vezes pode ser induzida por alguém que está perto – comenta Pechansky, diretor do Centro de Pesquisa em Álcool e Drogas do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e chefe do Serviço de Psiquiatria de Adição do HCPA.

O álcool é prazeroso para a maior parte das pessoas, admite o médico.

– Beber pelo gosto e beber pelo efeito não é a mesma coisa. Se você bebe só pelo efeito e não gosta do paladar, talvez seja mais fácil de parar porque você vai encontrar esse efeito de outra forma. Para quem gosta do paladar é complicado porque você está mexendo com dois centros: há o gosto na boca e a percepção de que aquilo tem um efeito agradável, como a desinibição – completa o psiquiatra.

Cansada dos apagões

Aos 20 anos, a estudante Gabriele Loureiro Bruschi considera já ter tido experiências suficientes com o álcool. Ainda no colégio, amargou manhãs de torpor mental e enjoos depois das festas da véspera. Por vezes, desligou o despertador e seguiu dormindo, chegando apenas para o segundo período de aulas.

– Ficava difícil me concentrar. Eu só estava ali para olhar. Pegava o caderno emprestado do colega e no outro dia devolvia – recorda a jovem.

Alguns casos foram mais sérios.

– Cheguei a “dar PT” (perda total), vomitar. Parecia que tinha caído um caminhão em cima de mim. Pensava: “Será que falei algo para um guri que não podia ter falado?”. Perguntava para as minhas amigas o que tinha feito, às vezes eu não lembrava. Às vezes ninguém lembrava – relata a universitária. – Moro com meus pais. Me davam uma bronca. Acabava de castigo, obviamente.

Gabriele não ingere bebida alcoólica há dois anos. O início da abstinência coincidiu com a entrada na faculdade, o período em que, ela mesmo destaca, “mais se bebe”. Estava cansada das ressacas e dos apagões de memória. Conscientizou-se: “Vou ouvir meus pais, vou ouvir eu mesma, meu corpo está dizendo uma coisa e quero outra”.

Hoje em dia, compra refrigerante ou água nas festas. Diz não ter vontade de tomar álcool, mesmo quando todos a sua volta estão com um copo ou garrafa na mão. Não escapa de comentários debochados: “Ai, você é ridícula!”.

– Não dou bola. Não tenho vontade. Me dá mais vontade de dançar e curtir a festa em vez de beber. Lembro de tudo o que fiz. Me orgulho por não beber mais, senti que mudou a minha vida. Consigo estudar mais, prestar mais atenção, estou mais focada, meus trabalhos estão saindo melhores – ela diz.

A nova postura casou com a oportunidade de fazer um trabalho voluntário. Vinculada ao Instituto Cuidar Jovem, Gabriele aborda a gurizada em locais de festas, distribui panfletos que alertam sobre o risco do álcool e de outras drogas, destaca a importância de beber com moderação e oferece um refrigerante ou uma barra de cereal para quem possa estar passando do limite.

– Estou ajudando as pessoas a se darem conta. Me sinto bem – afirma.

Já para a jornalista Caren Natália Souza da Silva, 39 anos, a grande influência para suspender o álcool veio do então namorado, hoje marido, o tecnólogo em automação industrial Ricardo Lupato, 37. Apreciadora de cerveja e vinho, Caren os consumia com moderação e certa frequência. Quando o casal se conheceu, em 2012, Ricardo já havia parado de beber por acreditar que o costume atrapalhava seu dia a dia. Como é comum no começo de relacionamentos, o casal se afastou um pouco do convívio dos amigos, o que fez com que Caren perdesse os parceiros de copo. Apesar de Ricardo não se importar com o consumo da companheira, a jornalista começou a achar que beber sozinha não tinha graça:

– Fui bebendo menos, menos... Às vezes, até esquentava a cerveja.

As ocasiões foram rareando, até que Caren parou de beber por completo. Não sentia mais vontade. Contribuiu para sua decisão a possibilidade de dar um bom exemplo à primogênita, Mariana, hoje com 19 anos, que estava em plena adolescência e começava a frequentar o circuito noturno.

Quando Caren engravidou do segundo filho, Vicente, agora com um ano e 10 meses, o novo hábito já estava consolidado. À gestação e ao período da amamentação – épocas em que as mães não devem tomar bebida alcoólica, que chega ao bebê no útero ou por meio do leite –, que ainda perdura, somou-se a vontade de adotar uma alimentação saudável, incrementada por produtos orgânicos. A jornalista reduziu ou até eliminou itens como doces e embutidos. Emagreceu, sentiu uma melhora na saúde e passou a se gostar mais fisicamente. Compartilha receitas no blog Cozinha Saudável, de sua autoria. Mesmo quando chegar o momento de interromper o aleitamento, Caren já sabe que não recuperará o hábito que aos poucos foi perdendo.

– Vejo como o álcool seria prejudicial nesse meu atual estilo de vida. Realmente, não sinto falta. Pareceria que eu estaria indo contra o que eu mesma penso. Não vou voltar – garante a jornalista.
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#63
Quando eu bebia gostava de tomar uma cerveja WeissBier chamada Franziskaner. Meio litrão, descia legal com uma "vorta" de salsicho e mostarda preta como tira-gosto.
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"Facts don't care about your fellings!"

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#64
(06-07-2020, 09:04 PM)Trglodita Escreveu: Quando eu bebia gostava de tomar uma cerveja WeissBier chamada Franziskaner. Meio litrão, descia legal com uma "vorta" de salsicho e mostarda preta como tira-gosto.

Cerveja de burguês, mas muito boa. Qualquer importada é melhor que skol, brahma e afins.

Eu gosto de tomar uma cerveja, mas inconscientemente encaro como uma situação social. Não gosto de beber sozinho.
Um homem com escolhas é um homem livre.
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#65
É para ignorar os pestanejos do... Oh sim, OK.

Por sinal, nesses tempos fodidos sem poder sair pra tomar uma artesanal, estou mandando Petra, Devassa Puro Malte e Bohemia Puro Malte do mercadinho mesmo. Bah, foda-se, é só para o dia-a-dia mesmo.

Se quiserem indicar uma baratinha boa, façam o favor, será de grande ajuda, vou procurar nos apps de mercadinhos aqui perto!
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#66
Não sendo Schin, porque dá uma dor de barriga pesada.. tomamos qualquer uma aqui no nordeste. Aqui não vemos muito dessas frescuras com nome alemão/holandês.

Uma diferenciada que gostei foi quando estive em BH, no mercado municipal tomei um chopp de trigo leve; foi umas das poucas vezes que percebi diferença no gosto. De resto eu sou do times dos que bebe pra ficar alterado, não importa se é weiss, puro malte, pilsen, da Alemanha ou do Japão.... a intenção é a mesma.
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#67
(06-07-2020, 10:07 PM)Gorlami Escreveu:
(06-07-2020, 09:04 PM)Trglodita Escreveu: Quando eu bebia gostava de tomar uma cerveja WeissBier chamada Franziskaner. Meio litrão, descia legal com uma "vorta" de salsicho e mostarda preta como tira-gosto.

Cerveja de burguês, mas muito boa. Qualquer importada é melhor que skol, brahma e afins.

Eu gosto de tomar uma cerveja, mas inconscientemente encaro como uma situação social. Não gosto de beber sozinho.

Na época eu pagava 12 conto na garrafa de meio litro, tomava no máximo umas 3 por semana, devia gastar menos do que os maluco que enche a cara de Skol.

Nunca fui de beber muito.

Parei de beber, não me faz falta alguma, mesmo em festas e churrascos.
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"Facts don't care about your fellings!"

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#68
Tem um camarada meu que é assinante de um clube de cerveja.
Todo mês recebe algumas unidades e mais alguns outros objetos que acompanham o box.

Só não sei os valores e de onde é.
Provavelmente é um absurdo de caro.
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#69
Pesquisadores acreditam ter encontrado a cura para a ressaca

https://www.poa24horas.com.br/pesquisado...a-ressaca/
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#70
Como eu bebo pouco( esse fds mesmo nem bebi) , dou prefentencia a uma artesanal das redondezas do meu bairro (cerca de 15~20 reais o litro) quando pego no mercado costumo ir de heineken ou império.
"O homem que não atravessa o inferno de suas paixões também não as supera. Elas se mudam para a casa vizinha e poderão atear o fogo que atingirá sua casa sem que ele perceba. Se abandonarmos, deixarmos de lado, e de algum modo esquecermo-nos excessivamente de algo, corremos o risco de vê-lo reaparecer com uma violência redobrada."
Carl Jung
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#71
kkkkk, me lembrei de brejas sensacionais , Lecker e Krill ,bebi muitas dessas no ano de 2002..
mas o tópico para mim foi muito bom pois vejo essas marcas renomadas e não tenho coragem de investir toda aquela grana para descobrir se o sabor vale ...
mas parece que algumas valem ...
Hoje bebo Original e Bud ...
Obrigado , vou experimentar ...
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#72
Outra lavagem de milho e restos de grãos com o nome de cerveja...Itaipava, Cristal e Petra


Só os fortes entenderão...

[Image: images?q=tbn%3AANd9GcSpiOZyh_CvsRFyi0eMg...Q&usqp=CAU]


la cerveza del foro de san pablo

[Image: images?q=tbn%3AANd9GcT1SGjdRlahdqq2wONt9...A&usqp=CAU]

https://www.savarejo.com.br/detalhe/negocios/cervejaria-petropolis-investe-r-12-bilhao-em-sua-maior-fabrica


Durante a pandemia, empresa percebeu maior procura pela bebida em lata, para consumo em casa

Já está em operação em Uberaba (MG) a nova fábrica do Grupo Petrópolis , dono das cervejas Itaipava, Cristal e Petra. A maior das 8 plantas industriais da empresa tem capacidade para produzir 860 milhões de litros de cerveja por ano e recebeu R$ 1,2 bilhão em investimentos.
Só Jesus salva, vá e não peques mais...
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#73
(06-07-2020, 09:04 PM)Trglodita Escreveu: Quando eu bebia gostava de tomar uma cerveja WeissBier chamada Franziskaner. Meio litrão, descia legal com uma "vorta" de salsicho e mostarda preta como tira-gosto.

Eu tomava muito dela, importada da Alemanha e a garrafa era 7 reais. Valia muito a pena.
  • Sem a visão de um objetivo um homem não pode gerir a sua própria vida, e muito menos a vida dos outros.
Leia: Nuvem de Giz
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