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O (provável) mito de que algumas 'patricinhas' gostam das favelas
#1
Uns tempos atrás, fui fazer uma pesquisa a respeito... jurei que acharia uma boa matéria do Rio... mas achei uma única matéria de Porto Alegre (onde já morei)... vou reproduzir uma matéria do GZH, depois vem a ligação dos pontos...

Obs.: só reproduzirei as imagens necessárias da reportagem!

Citação:
Atraídos pelo embalo do funk, jovens de classe alta frequentam bailes em morros e vilas de Porto Alegre

Já passam das quatro da manhã - as paredes da vila ainda tremem, as janelas vibram e os vira-latas se escondem morro abaixo.

É violento o som que escapa do galpão situado em uma ruela de chão batido no Campo da Tuca, comunidade pobre da zona leste de Porto Alegre. Lá dentro, na penumbra do baile funk, o pancadão fica mais nervoso com a profusão de luzes piscantes e com a letra que anuncia: "Vou falar as quatro coisas que toda bandida gosta / Carro, dinheiro, luxo e piroca". Centenas de garotas empinam os glúteos para rebolar.

Boa parte delas vive ali mesmo ou nos arrabaldes, mas há forasteiras por todo lado - ¹um exemplo é a estudante de Direito de 22 anos que pede para a reportagem ocultar sua identidade. Seu pai, um fazendeiro abastado com quem ela mora em uma casa de quatro pisos na Capital, não sabe que a filha frequenta a festa no meio da vila. No escritório onde estagia, talvez a informação pegue mal.

O preconceito é enorme, mas entre os jovens isso está mudando. Na faculdade, quando digo que venho aqui, minhas colegas ficam curiosas e me pedem para trazê-las. Tem vindo muita gente de classe alta para cá - conta a garota de olhos azuis, exibindo cabelo e relógio dourados, gritando para ser ouvida¹ enquanto a música proclama: "Hoje minha vida é outra, tô na vida de bacana / Meu dormitório parece boate, mais de 10 minas na cama".

[Image: 24887696.jpg?w=700]
Jovem não mostra o rosto porque o pai reprovaria sua presença na vila: "O preconceito é enorme"¹

Do samba à capoeira, passando pelo forró e agora o funk, não é de hoje que a cultura da periferia desperta atração na burguesia. Mas a recente ascensão da nova classe C, formada por 37 milhões de brasileiros que deixaram a pobreza para virar consumidores, expôs com intensidade inédita o estilo de vida dessa camada social para o país inteiro - inclusive para os ricos.

Os meios de comunicação perceberam um novo mercado e abriram um espaço imenso para as manifestações culturais dessa classe emergente. Novelas, programas de variedades, atrações musicais, muita coisa agora enaltece a estética da periferia - analisa o historiador carioca Micael Herschmann, pós-doutor em Comunicação e autor do livro O Funk e o Hip-Hop Invadem a Cena.

Basta somar essa badalação do cotidiano suburbano ao natural interesse do jovem pela transgressão e pela novidade - e também por uma pitada de risco - que o resultado é previsível: lá vai a turma se enfiar na favela. No baile funk do Campo da Tuca, rapazes endinheirados mimetizam tudo o que as letras do pancadão apregoam.

Em um camarote no mezanino, os amigos Leonardo Damião, 25 anos, e Gilson da Silva, 27, torram dinheiro dos pais em vodca, uísque e energético (eles gastariam juntos R$ 3,7 mil naquela sexta-feira), cercados por sete mulheres que sacolejam cantando uma ode aos bens materiais: "BMW, Audi Q7, um Infinity Camaro / Nós dá banho nas piranha com champanhe do mais caro". No entorno da área vip, outras garotas de minissaia e barriga de fora aguardam um convite para beber de graça no espaço reservado - a maioria delas pagou ingresso de R$ 20 para entrar na festa, enquanto um bilhete nos camarotes custa até R$ 55.

O bagulho aqui é ostentar. É usar boné da hora, relógio da hora, camisa da hora - ensina Gilson, estudante de Enfermagem cuja família tem cerca de 20 imóveis só para aluguel, e por isso ele veste Lacoste, Rip Curl, Puma e exibe no pulso um relógio Ferrari. - Se o cara do camarote ao lado pede dois kits (com 10 latas de energético e uma garrafa de vodca, cada kit custa R$ 300), eu mando baixar quatro. Quem mais ostenta, mais mulher atrai.

Essa perspectiva consumista é o elemento central de um subgênero recente do funk carioca, no qual se enquadram todos os trechos de músicas reproduzidos neste texto: o funk ostentação. Em alta nas periferias, as letras que valorizam carros importados, roupas de grife, bebidas caras e mulheres exuberantes aproximam do subúrbio playboys exibidos.

Quando estou meio triste, boto um cordão de ouro no pescoço, venho ao baile funk e peço cinco garrafas de espumante no camarote. A mulherada vem naturalmente, e saio daqui me sentindo o cara. Porque aqui ostentar é bonito; não é visto como brega ou pedante, como nas festas de rico que eu frequento - explica um estudante de Administração de 23 anos, pedindo a preservação de seu nome porque o pai, dono de uma empreiteira, detestaria saber que o filho e sua Hyundai Tucson estão no Campo da Tuca.

Mas é simplista julgar o funk ostentação apenas como uma exaltação da futilidade. Conforme a antropóloga Ilana Strozenberg, doutora em Comunicação e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, trata-se de um grito de autoafirmação de uma camada social que, até poucos anos atrás, não tinha sequer os direitos mais básicos atendidos:

É a nova classe C dizendo "eu existo, eu também sou cidadã, eu também tenho direitos". Ou seja, se o rico tem carro e roupa bonita, agora esse pessoal que antes era apartado da sociedade de consumo também pode ter. O funk ostentação se resume em uma frase: "Agora é a nossa vez".

Todo esse modismo ostentador envolve, claro, uma espécie de dress code - que, para os jovens de classe alta, não deixa de ser uma fantasia. Boné de aba reta, corrente vistosa e camisetão para eles; shorts e tops sumários para elas. Talvez o local de Porto Alegre com a maior concentração desses "funkeiros de apartamento" (como moradores dos subúrbios chamam os forasteiros) seja a casa noturna Mansão, no bairro Mário Quintana.

[Image: 24887698.jpg?w=700]
²Aline compara o baile funk aos eventos de gente rica: "Lá fica todo mundo se comparando"

Inaugurada em novembro do ano passado, a boate foi concebida por um grupo de empreendedores que identificou 18 vilas sem muita opção de lazer na zona norte da Capital. Trata-se, portanto, de um espaço voltado ao público da periferia - a localização, nos confins da Avenida Protásio Alves, não pode ser mais estratégica.

Jamais pensamos em atingir a elite. Mas, de uns seis meses para cá, começaram a vir mauricinhos: eles alugam camarotes e gastam R$ 5 mil, R$ 10 mil em uma noite - afirma o gerente Maicol Smith.

Frequentadora da Mansão, a modelo e estudante de Nutrição Aline, 22 anos, atrai olhares com seu vestido de zebrinha que começa no vale do entresseios e termina no sopé das nádegas. No palco, quem agita a fuzarca para mil pessoas é a funkeira carioca MC Pocahontas, rebolando e apontando o traseiro para a plateia: "Gosto de gastar, isso não é novidade / Hoje eu já torrei mais de 10 mil com a minha vaidade".

Aline se identifica, diz que as letras refletem "a vida real" - não só a vida real do morro, mas também a dela própria, que mora com a mãe em uma casa confortável no bairro Rio Branco, a 10 quilômetros dali - e explica por que prefere o baile funk às festas da classe A:

Eu uso roupas curtas e, aqui, me olham com admiração. Lá, me olham com julgamento. Em festa de patricinha, fica todo mundo se comparando.²

Ou seja, o que é malvisto nas "festas de patricinha" é estimulado no ambiente do funk. Especialmente as extravagâncias, como o cordão de ouro com pingente de fuzil que o empresário Luiz Fernando Petuco Junior, 33 anos, exibe dois palmos abaixo do boné verde.

Quando vou na Provocateur (boate de luxo de Porto Alegre), visto camisa Armani e calça justa. Mas, se você quer atenção, precisa dançar conforme a música - ele sorri, mexendo na chave do Mercedes que deixou no estacionamento e pedindo outro champanhe para as garotas no camarote.

Um homem que paga tudo chama a atenção de qualquer mulher - reconhece a estudante de Direito Susana Jung, 23.

Mas há um motivo mais simples que arrasta burgueses para a Mansão ou para o Campo da Tuca, muito bem descrito em um funk já meio antigo, mas que até hoje levanta o público em qualquer festa de classe média: "É som de preto, de favelado / Mas quando toca ninguém fica parado".

¹Ela diz que não mostra o rosto para não ser reconhecida, porque o 'preconceito é enorme'... se as colegas pediram para ela levá-las pro bailes funks, por que ainda não o fez? Por que aceitou tirar foto de costas? Ou por acaso, ela está de peruca e tem roupas secretas pra ir nesses lugares? Por que diz que o pai é fazendeiro? Por que diz que estagia? Por que diz que mora numa casa de 4 pisos? Estas informações seriam o suficiente pra reconhecerem ela... mas eu sei porque ela anda por essas bandas... porque ela tem aceitação insatisfatória na classe social dela (deve ser feia de rosto e, por isso, não mostra o rosto na foto), inclusive conheci uma assim (elas são bem parecidas de costas, principalmente o cabelo, só descarto a possibilidade de, talvez, ser ela, pelo(a) jornalista ter dito que ela tem olhos azuis).

E por que acredito que realmente ela seja 'patricinha'? Porque mulher feia de rosto, não tem aceitação insatisfatória na classe média. Homens dessa classe social, não tem poder de barganha pra escantia-las.



²Conheci algumas pessoas que moravam no bairro Rio Branco de Porto Alegre e só conheci gente endividada ali. Além disso, este bairro, raramente figura entre os 10 bairros com m² mais caros da Capital gaúcha. E segundo esta fonte, este bairro está apenas em 11º entre os bairros de maior renda por domicílio.



Conclusão: As (supostas) patricinhas, só vão pra favela, se tiverem aceitação insatisfatória na sua classe social, ou elas não são patricinhas. Quebrando o mito de que as 'patricinhas' vão pra favela pelo 'diferente'!
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#2
Onde é o puteiro da mulher? Balada

FUNK é uma balada com drogas, fortes emoções com marginais, chefes do tráfico e atletas,  ambiente perfeito para o exercicio da prostituição hipergamica qualificada  pela emoção e fetiche,.... inferninho bastimal da juventude formada no feminismo.

Claro que as patricinhas vão para o FUNK Gourmetizado, elas glamourizam a desgraça da autoprofanação coletivizada como auto afirmação de identidade feminina, reproduzem os padrões impostos como lei de costumes, as cariocas  são mais raiz do tipo engajamento cultural PSOL E REDE GLOBOSTA que acabam se enfiando em quaisquer buraco.


Que merda está virando o SUL, parece que irá virar RIO DE JANEIRO antes de SP E MG Facepalm

Essa geração de gauchos tá gerando muito comunista, traficantes e afins, só a decadência e favelização cultural. Pura CULTURA PSOLISTA CARIOCA.


[Image: 22782175.jpg?w=800&h=535&a=c%201x]

POBRE SULITO mal nasceu e já tá tomando no cú.... 

CRIEM O GUANABARA é meu país vai se adequar melhor.... Irão eleger a MANUELA para prefeita.... Trump a maldição socialista já se impregnou, tarde demais para quererem se separar.....


[Image: Bandeira_Guanabara.jpg]
Telegram é o último reduto da liberdade de expressão.
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#3
eu ja vi 2 estudantes do mackenzie se esfregando em um negao mt gordo, que tinha 2 baldes de jack daniels com red bull um dia num baile funk... nao era na favela mas tinha mta gente de la neste baile... as minas tinham familias abastadas tb, mas se derretiam para os caras de sobrancelha riscada.

Eu fui arrastado por la por outras minas q tavam com essas. Essas minas estavam desconfortaveis pq eu tava conhecendo 'a verdadeira' identidade delas. Ficavam desconversando quando os malucao, com maior pinta de traficante, chegavam no ouvidinho delas. Aparentemente, eram marmitas desses caras mas elas nao tavam mt soltas por causa da minha presença....

nao preciso dizer que eu captei o clima, e estava com um pouco de nauseas por causa das bebidas q eu tomei e vazei para q elas pudessem ficar mais a vontade com os caras la... nao senti mais vontade de sequer beija-las no rosto.... eu fiquei imaginando aqueles caras esporrando nelas... sei la
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#4
Não sei qual teorização o Gelado aí tá aprontando e nem qual é a relevância disso, mas como já falaram, balada é o puteiro das mulheres.

Digo mais, as mesmas feminazis que desprezam a "objetificação da mulher" são as primeiras a cultuar essa cultura lixo e sub-humana que, ironicamente, é o que mais objetifica e sexualiza as mulheres, em especial as menores de idade.

Famoso caso de só é machismo quando as convém. Ser enrabada pelos traficantes poderosões elas abrem uma exceção rapidinho.

Não, não é preconceito contra a favela ou as pessoas de lá, mas sim a essa cultura ridícula que algumas pessoas de lá se submetem. Não preciso explicar isso pra vocês que já sabem, mas é bom caso apareça algum anônimo pé no saco querendo tirar minhas falas de contexto.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#5
aqui no rj é noticia antiga
hell de janeiro virou exemplo
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#6
Em Florianópolis tem um baile funk que as "patricinhas" chegam nos seus carros importados e vão mamar os traficantes na frente de todo mundo em troca de drogas e altas emoções!
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#7
(31-10-2020, 02:27 AM)Hombre de hielo Escreveu: ¹Ela diz que não mostra o rosto para não ser reconhecida, porque o 'preconceito é enorme'... se as colegas pediram para ela levá-las pro bailes funks, por que ainda não o fez? Por que aceitou tirar foto de costas? Ou por acaso, ela está de peruca e tem roupas secretas pra ir nesses lugares? Por que diz que o pai é fazendeiro? Por que diz que estagia? Por que diz que mora numa casa de 4 pisos? Estas informações seriam o suficiente pra reconhecerem ela... mas eu sei porque ela anda por essas bandas... porque ela tem aceitação insatisfatória na classe social dela (deve ser feia de rosto e, por isso, não mostra o rosto na foto), inclusive conheci uma assim (elas são bem parecidas de costas, principalmente o cabelo, só descarto a possibilidade de, talvez, ser ela, pelo(a) jornalista ter dito que ela tem olhos azuis).

E por que acredito que realmente ela seja 'patricinha'? Porque mulher feia de rosto, não tem aceitação insatisfatória na classe média. Homens dessa classe social, não tem poder de barganha pra escantia-las.



²Conheci algumas pessoas que moravam no bairro Rio Branco de Porto Alegre e só conheci gente endividada ali. Além disso, este bairro, raramente figura entre os 10 bairros com m² mais caros da Capital gaúcha. E segundo esta fonte, este bairro está apenas em 11º entre os bairros de maior renda por domicílio.



Conclusão: As (supostas) patricinhas, só vão pra favela, se tiverem aceitação insatisfatória na sua classe social, ou elas não são patricinhas. Quebrando o mito de que as 'patricinhas' vão pra favela pelo 'diferente'!

Quando digo patricinha / rica, quero dizer mulheres que ganham mesada do pai pra gastança (onde, provavelmente, acontece nos bairros mais nobres de uma Capital). Ou ganha mesada da mãe, apesar de nunca ter ouvido que uma matriarca dá do bolso dela mesada pra algum(a) filho(a).

Mais uma evidência que a 1ª é rica e a 2ª não... a 1ª tá toda tapada (e ela não é gorda), a 2ª só não está mostrando a barriga... faz sentido, a mulher rica não tem motivação pra mostrar o corpo, pela vida que leva, não é carente de atenção.



(01-11-2020, 03:16 PM)Scant Escreveu: aqui no rj é noticia antiga
hell de janeiro virou exemplo

Essa reportagem é de 2 de novembro de 2013 (amanhã faz 7 anos).
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#8
(31-10-2020, 03:28 AM)Minerim Escreveu: Que merda está virando o SUL, parece que irá virar RIO DE JANEIRO antes de SP E MG

Realmente, a situação está crítica.

Pra todo lado só tem esses jovens idiotas curtindo aquele lixo sonoro de sertamerda universibostário e agora essa maldição de funk está dominando geral por aqui também (na verdade faz tempo já), e olhe que eu moro no interior ...

As cidades grandes aqui estão tomadas por gays e simpatizantes e essa cultura do funk ostentação. Para todo lado que olhamos aqui tem nego que foi criado na roça (literalmente), mas que paga de descoladão metido a traficantezinho cheio de tatuagens e estilo de mano, carro rebaixado tocando funk pra atrair novinha, igualzinho em SP-RJ. E as coloninha tudo acham o máximo sair com esse tipo de filho da puta, orgulho pro pai agricultor que passou a vida inteira se fodendo na lavoura. Esse sujeito com muito custo paga uma faculdade e um aluguel pra coloninha ir numa cidade maior... fazer o que acho que todo mundo aqui já sabe muito bem né, pq estudar não é.

Aqui tem muito "agroboy" (playboyzinho mimado filho de fazendeiro que paga de ogrão do mato) e até esses estão no mesmo estilo funk-favela, cheio de tatuagens e curtindo funk para agradar puta mirim...

E assim segue a nossa juventude, a esperança da nação Yaoming Facepalm
"Compreendi o tormento cruciante do sobrevivente da guerra, a sensação de traição e covardia experimentada por aqueles que ainda se agarram à vida quando seus camaradas já dela se soltaram."  (Xeones para o rei Xerxes)

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#9
"O importante é gozar" Ja dizia um certo anciao aqui desse honrado forum ....Nao tem como ser fiscal de puta e ze drogao....

Cada um arque com as consequencias dos seus atos. O que podemos fazer? Empurrar isso ainda mais pro precipício.....(Metodo C.O.B.R.A ativado)

Fingindo que é bom e nao aceitando isso pra nós.....

E ombre, Tu ta precisando urgentemente arranjar uma namorada ou ficante, ta dificil a sua situacao. A cada dia so piora. 

Ao mesmo tempo que se preocupa com puta prega que nao precisa delas. Sai de cima do muro.

Tu deveria mudar de profissao e ser fiscal de PUTA.
"É o saldão das balzacas"  Minerin 
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#10
Tudo isso é um dos sintomas da destruição do Ocidente.

Aqui no Brasil temos essa "favelização", que assassina a cultura tradicional cada vez mais.

Na maior potência do mundo, a queda do nacionalismo americano para a briga racial-ideológica, a cultura sino-feminazi avança em direção a dominação mundial.

Na Europa ocidental o domínio islâmico e a destruição dos valores religiosos graças ao anti-papa Francisco. Lá tá tão feio o negócio pros jovens que muito se fala em juntar-se a Jihad para não ver seus valores sendo destruídos.

Sem cultura e valores não somos nada. Apenas reféns do próprio desejo da carne e das mentiras.
強さと名誉と尊厳
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#11
[quote pid='91685' dateline='1604277268']
(01-11-2020, 03:16 PM)Scant Escreveu: aqui no rj é noticia antiga
hell de janeiro virou exemplo

Essa reportagem é de 2 de novembro de 2013 (amanhã faz 7 anos).
[/quote]

o tema é tão antigo que aparece até no filme cidade de deus
com o tempo só foi ficando mais comum no RJ e hoje nem espanta
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#12
Desde que sou molecote, isso no fim da década de 80 as garotinhas ditas certinhas ficavam se jogando para os projetos de vida loka juvenil, não é nenhuma novidade. Esse fascínio de se relacionar com o proibido triplica o tesão envolvido.

Hoje isto é celebrado como virtude, mas o fenômeno sempre existiu.

"Sabe de nada inocente" - WASHINGTON, Cumpadre.
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#13
(04-11-2020, 10:13 AM)Fernando_R1 Escreveu: Desde que sou molecote, isso no fim da década de 80 as garotinhas ditas certinhas ficavam se jogando para os projetos de vida loka juvenil, não é nenhuma novidade. Esse fascínio de se relacionar com o proibido triplica o tesão envolvido.

Hoje isto é celebrado como virtude, mas o fenômeno sempre existiu.

"Sabe de nada inocente" - WASHINGTON Cumpadre.

Exatamente, não tem novidade NENHUMA nisso aí. Sempre teve patricinha degenerada correndo atrás de marginais...
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#14
Gostei do tópico e dos comentários dos confrades.
"O mais forte espadachim não necessariamente é o que vence. É a velocidade! Velocidade da mão, a velocidade da mente." (Abade Faria).
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#15
Tem muita patricinha com fetiche por marginal. Já vi acontecer muitas vezes, molham a calcinha pra bandido ostentando. Tem manginas ricos também. Nada a ver isso de rosto feio, basta ser gostosa pra ter milhares de otários aos pés delas.
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#16
(01-11-2020, 09:34 PM)Hombre de hielo Escreveu:
(31-10-2020, 02:27 AM)Hombre de hielo Escreveu: ¹Ela diz que não mostra o rosto para não ser reconhecida, porque o 'preconceito é enorme'... se as colegas pediram para ela levá-las pro bailes funks, por que ainda não o fez? Por que aceitou tirar foto de costas? Ou por acaso, ela está de peruca e tem roupas secretas pra ir nesses lugares? Por que diz que o pai é fazendeiro? Por que diz que estagia? Por que diz que mora numa casa de 4 pisos? Estas informações seriam o suficiente pra reconhecerem ela... mas eu sei porque ela anda por essas bandas... porque ela tem aceitação insatisfatória na classe social dela (deve ser feia de rosto e, por isso, não mostra o rosto na foto), inclusive conheci uma assim (elas são bem parecidas de costas, principalmente o cabelo, só descarto a possibilidade de, talvez, ser ela, pelo(a) jornalista ter dito que ela tem olhos azuis).

E por que acredito que realmente ela seja 'patricinha'? Porque mulher feia de rosto, não tem aceitação insatisfatória na classe média. Homens dessa classe social, não tem poder de barganha pra escantia-las.



²Conheci algumas pessoas que moravam no bairro Rio Branco de Porto Alegre e só conheci gente endividada ali. Além disso, este bairro, raramente figura entre os 10 bairros com m² mais caros da Capital gaúcha. E segundo esta fonte, este bairro está apenas em 11º entre os bairros de maior renda por domicílio.



Conclusão: As (supostas) patricinhas, só vão pra favela, se tiverem aceitação insatisfatória na sua classe social, ou elas não são patricinhas. Quebrando o mito de que as 'patricinhas' vão pra favela pelo 'diferente'!

Quando digo patricinha / rica, quero dizer mulheres que ganham mesada do pai pra gastança (onde, provavelmente, acontece nos bairros mais nobres de uma Capital). Ou ganha mesada da mãe, apesar de nunca ter ouvido que uma matriarca dá do bolso dela mesada pra algum(a) filho(a).

Mais uma evidência que a 1ª é rica e a 2ª não... a 1ª tá toda tapada (e ela não é gorda), a 2ª só não está mostrando a barriga... faz sentido, a mulher rica não tem motivação pra mostrar o corpo, pela vida que leva, não é carente de atenção.

Mais 1 evidência que a 2ª não é patricinha (no máximo dos máximos, ex-patricinha)... ela disse que MORA COM A MÃE no bairro Rio Branco, ou seja, ou a mãe dela tem alguma grana e é mão fechada com ela, ou o pai dela dava mesada enquanto estava com a mãe dela (vocês lembram que falei da limitação da vida do filho, depois da separação dos pais?).
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#17
as mina de classe alta que nao tem condiçoes de competir com as rivais por beleza ou vadiagem, elas gostam do tipo mais betao... aquele cara los hermanos (de barbinha, mas aquela barba cheia que nao passa virilidade, e sim polidez) magrelo metido a intelectual de sueter apaixonado

As minas ficam com esse tipo de cara quando nao há marginais no radar do dragao delas...

Antes da pandemia, quando eu pegava umas minas, esses caras me tratavam como rival pq eu ficava com as minas q eles pegavam tb, festinhas idiotas que eu nao participo... so q na cabeça deles, parece q eu era rival ou inimigo; na minha, bom, eu nao ligava nem pra mina e nem pra eles... e as minas vinham pro meu pé, mesmo eu pegando e nao entrando mais em contato depois.

O importante é comer quando a janela abre. Tipo, esse negocio de ser funkeiro, cowboy, mano, engomadinho, nao importa.... oq importa é sua auto confiança e o que voce representa para sociedade. E o que importa é se a mulher é puta ou nao, caralho...

se ela for puta, ai vc pode tirar uma casquinha ou entao se afastar;

se nao for, voce ve oq q rola...

sei la... ja vi minas com nojo de bandido tb... depende do carater e da familia da mulher em questão... essas teorizações sao complicadas
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