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Falar em público e Oratória
#21
Isso é igual a foder, você só aprende a transar, transando. Quando você começa a falar em público é sempre assim mesmo, bate aquele frio na barriga, as pernas ficam trêmulas, mas isso é inevitável, é o medo que o ser humano tem de ser ridicularizado.

As dicas dos confrades já foram muito boas, vou reiterar algumas e acrescentar novas.

A primeira e mais importante dica é dominar o assunto. Isso não é só uma questão de saber o que deve falar, mas estudando e dominando o assunto consequentemente se expande o vocabulário, o que é essencial para falar em público. Então, na minha opinião, dominar o assunto é o mais importante. No meu trabalho, eu consigo chegar para uma plateia e ficar falando coisas inerentes a minha atividade, mas não estaria preparado para falar de algo fora dos meus domínios (embora atualmente eu consiga me expressar bem sobre assuntos que não são o meu foco primário).

A segunda dica e que de fato funciona muito bem é tentar sempre se ver como uma autoridade superior a quem ouve, é exatamente isso que você deve ser, como se fosse professor dos demais. Um professor não fala bem apenas porque domina o assunto. Quando este está na qualidade de aluno, pode ter certeza que ele passa pelos mesmos perrengues que todo mundo, por exemplo, um professor de ensino médio apresentando um trabalho de mestrado para doutores... 

Terceira e última dica para ser lacônico: nunca leve papéis que trabalhem os tópicos até a exaustão, pois isso o condicionará a ler (com exceção de pequenos textos em power point em que você lê e depois aprofunda na explicação) e você nunca vai evoluir assim.

Portanto, essas são as dicas que deixo e que fizeram diferença pra mim. A respeito da sua voz ser grave, você teria motivo para chorar se ela fosse fina, nunca vi ninguém ser zuado por ter voz grave.
Responda-o
#22
(07-11-2019, 09:06 PM)PensadorSolitário Escreveu:
(06-11-2019, 10:10 PM)CaminhanteDoAbismo Escreveu: Fera, voz grossa é excelente para prender a atenção do publico. Aceitar essa característica já é um bom começo.
Outra coisa é domina o assunto que você vai apresenta.

O nevrosismo e a ansiedade acabam afinando ela bem no começo da apresentação. Aliás, este é outro ponto tenso nas palestras. 

Citação:Estude até você sentir segurança em falar sobre ele.
Fora isso, é praticar. Chama sua família ou seus amigos para servirem de "cobaias".

Me parece uma boa tática para treinar a fala, e memorizar o assunto.

O nevosismo vai melhorar com a prática. Por isso de treinar com seus amigo e familiares. Com o tempo, você vai encontra seu jeito de lidar com ele. Mas, como nosso colega já falou, só aprende fazendo.
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#23
(07-11-2019, 09:51 AM)Callahan Escreveu:
Falar em público não é uma tarefa fácil e muito menos prazerosa, pois nos dá a nítida impressão de que estamos vulneráveis em um grande alvo vermelho, prontos para a ridicularização, não é mesmo? Ninguém quer apresentar um trabalho na frente dos colegas ou ser chamado para a pauta em uma reunião, pois novamente temos que falar na frente de pessoas e seremos expostos...

Todas estas reações são grandes bobagens que nós mesmos criamos e assim, desenvolvemos "bloqueios" para a vida toda se não as enfrentarmos.

Acertou em cheio. Tenho sim a sensação de está vulnerável quando estou de frente para o público.  As vezes, tenho pensamentos de que a qualquer momento alguém farará algo sobre minha postura.

Citação:Lhe digo por experiência própria, que estes "bloqueios" em falar em público, está relacionado intrinsecamente com a questão do traquejo social, mas lhe pergunto: se você se comunica de modo fluído com as pessoas do seu convívio, por que não falaria do mesmo modo com outras pessoas (...em grupo ou individuais!)?

Es a questão! Porém, sinto que algo mais do que racional. Parte de dentro, talvez instintivo. Um mecanismo da mente de autodefesa. Tentar controlar só me deixa ainda mais ansioso. Os batimentos cardíacos ficam cada vez mais forte, dificultando a respiração. Isso me atrapalha no momento da fala.
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Um pequeno exemplo didático:

Você precisará apresentar um seminário sobre um tema específico e os outros grupos ficarão com outros temas, logo, você possuirá o conteúdo desenvolvido e, só você estará apto a falar sobre ele, quanto aos demais, poderão até ter uma visão superficial daquilo que estará sendo apresentado por você, mas só. Apenas você detém o conhecimento aprofundado daquilo e os outros não. Portanto, não é necessário ficar nervoso para falar para todos, uma vez que só você conhece o conteúdo (...isso realmente funciona!).

Fala de segurança no assunto? Como em conversas casuais e discutições, por exemplo? Acho que entendi a premissa da técnica.
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Outra tática que julgo extremamente funcional em casos de "bloqueios", é usar o bom humor, pois lhe ensinará a sair da chamada "sinuca de bico" quando algo parecer embaraçoso, assim, na medida que você praticar e ir falando em público, seja apresentando trabalhos, seminários, reuniões ou mesmo falando em seu grupo de convívio, tudo isso será simples e automático.

Essa eu já vi alguns apresentadores usarem, mas nunca tinha entendido porque eles faziam isso. 

Spoiler Revelar
Tudo o que estou escrevendo para você, são experiências pessoais vividas, pois sou professor e tenho que encarar salas de aula com 70 / 80 alunos todos os anos (...e dias também!), isso sem contar os clientes que tenho no trabalho.

Enfim, o assunto é interessante e o que escreví são apenas alguns exemplos jogados e se precisar trocar uma idéia sobre isso, me envie uma MP.

Um Grande Abraço!

Não é tão fácil encontra pessoas que entende a minha situação (normalmente generalizam). Obrigado pela atenção.

(08-11-2019, 06:41 PM)CaminhanteDoAbismo Escreveu:
(07-11-2019, 09:06 PM)PensadorSolitário Escreveu: O nevrosismo e a ansiedade acabam afinando ela bem no começo da apresentação. Aliás, este é outro ponto tenso nas palestras. 


Me parece uma boa tática para treinar a fala, e memorizar o assunto.

O nevosismo vai melhorar com a prática. Por isso de treinar com seus amigo e familiares. Com o tempo, você vai encontra seu jeito de lidar com ele. Mas, como nosso colega já falou, só aprende fazendo.

Parece que não há outro meio tão eficiente quanto esse.
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#24
(08-11-2019, 02:08 PM)Daredevil Escreveu: Isso é igual a foder, você só aprende a transar, transando. Quando você começa a falar em público é sempre assim mesmo, bate aquele frio na barriga, as pernas ficam trêmulas, mas isso é inevitável, é o medo que o ser humano tem de ser ridicularizado.

As dicas dos confrades já foram muito boas, vou reiterar algumas e acrescentar novas.

A primeira e mais importante dica é dominar o assunto. Isso não é só uma questão de saber o que deve falar, mas estudando e dominando o assunto consequentemente se expande o vocabulário, o que é essencial para falar em público. Então, na minha opinião, dominar o assunto é o mais importante. No meu trabalho, eu consigo chegar para uma plateia e ficar falando coisas inerentes a minha atividade, mas não estaria preparado para falar de algo fora dos meus domínios (embora atualmente eu consiga me expressar bem sobre assuntos que não são o meu foco primário).

A segunda dica e que de fato funciona muito bem é tentar sempre se ver como uma autoridade superior a quem ouve, é exatamente isso que você deve ser, como se fosse professor dos demais. Um professor não fala bem apenas porque domina o assunto. Quando este está na qualidade de aluno, pode ter certeza que ele passa pelos mesmos perrengues que todo mundo, por exemplo, um professor de ensino médio apresentando um trabalho de mestrado para doutores... 

Terceira e última dica para ser lacônico: nunca leve papéis que trabalhem os tópicos até a exaustão, pois isso o condicionará a ler (com exceção de pequenos textos em power point em que você lê e depois aprofunda na explicação) e você nunca vai evoluir assim.

Portanto, essas são as dicas que deixo e que fizeram diferença pra mim. A respeito da sua voz ser grave, você teria motivo para chorar se ela fosse fina, nunca vi ninguém ser zuado por ter voz grave.

Melhor analogia, impossível. Como já respondi anteriormente, nenhum método é tão eficaz quanto ir lá e fazer. A segunda dica é praticamente a mesma que o confrade Callahan deu, porém de outro ponto de vista. Com certeza não quero prolongar as palestras.

Sobre a zoação da minha voz, acredito que isso aconteceu porque não era comum um adolescente ter essa característica. Outros têm altura, quadril, busto, eu tinha a minha voz. Por algum motivo achavam isso engraçado e faziam graça com isso. Pior de tudo que não foi somente em uma turma, mas quase que o ensino médio todo. Felizmente, isso não acontece mais devido a minha idade. Sobretudo, essas experiências acabou me deixando um trauma.


No mais, obrigado pelas dicas.
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#25
(07-11-2019, 10:10 PM)Arthur Morgan Escreveu:
(07-11-2019, 08:39 PM)Reddington Escreveu: Bom, não sei se o que eu disser agora vai te ajudar muito, mas já passei por isso de ser extremamente tímido também e sei como é horrível. Vamos lá:

NÃO tente controlar o nervosismo. É isso mesmo. O nervosismo que você sente ao ficar diante de uma plateia é um medo primitivo, o seu cérebro animal se vê diante de uma multidão - te encarando - e considera isto como ameaça, logo prepara seu corpo para fuga, as pernas tremulam, você respira mais rápido, borboletas no estômago e confusão mental. Aí que está o problema, não tente de maneira alguma controlar essas reações naturais, se você se concentrar em não ficar nervoso, terá o temido "branco", pois não conseguimos fazer duas coisas ao mesmo tempo muito bem. Por mais que esteja tremendo um pouco e suando frio, foque toda a sua atenção no que você está dizendo (velocidade e entonação) e não em imaginar o que os outros estão pensando de ti.  
[Chega a ser cômico quando estamos lá apresentando, achando que estamos gaguejando e que está tudo uma merda e ao terminar alguém diz: "Parabéns! Parecia até o ministro falando. Você fala bem."]

o professor está te julgando. O único julgamento que realmente importa na apresentação é o do professor/tutor, ninguém estará te julgando e do jeito que é hoje em dia aposto que 90% da sala estará mexendo no celular enquanto você apresenta.

Isso de vergonha, timidez, você vai quebrando aos poucos... comece a fazer mais perguntas na aula, no grupo de amigos exponha mais suas opiniões, quando o frio na barriga aparecer ouça aquela segunda consciência que lhe diz: - "Poha PensadorSolitário, por que você tá com medo de perguntar as horas para aquela moça ali? Vai morrer se fizer isso?". Vá se desafiando aos poucos. "Se eu não fizer isso sou um saco de lixo". Vá lá e faça pra provar a si mesmo que não é. Aos poucos tu vai criando um "ódio" desses vacilos que tu dá e vai se corrigindo. 


O autor do texto detalha o problema, pede ajuda e aparece um zé ruela que só comenta besteira pra ganhar post... se não sabe o que dizer é melhor ficar quieto.

Ta nervosinha jovem? Toma maracuja que melhora.

(07-11-2019, 08:53 PM)PensadorSolitário Escreveu: Falar isto é o mesmo que pedir para um viciado parar de usar suas drogas. O problema vai muito além do que simplesmente medo. Acredito que se tornou um trauma, pois já deixei de ir em apresentações, festas de formaturas, etc pelo simples fato de exposição e falar.

 
Tu compara seu problema a um viciado em drogas, se tu se enxerga assim, tu ta alem de qualquer possibilidade de melhora.

O ponto é que um viciado não consegue simplesmente parar porque quer ou mandaram ele fazer isso. Embora, querer é o primeiro passo. É preciso ajuda de outras pessoas, que entendam a situação do individuo e ofereçam ajuda adequada. 

Ainda não entreguei os pontos. Por este motivo, estou aqui me expondo para resolver essa maldita barreira.
Responda-o
#26
1-Simulem usando webcam em casa.

2- Se até youtuber fala você também poderá falar.



Gargalhada  Em ultimo caso tente fazer um curso desses....







Anuncie aqui!!!!
Responda-o
#27
Conselhos úteis


1 — A credibilidade

São seis os requisitos importantes para que um advogado conquiste credibilidade como orador:

• naturalidade;
• emoção e envolvimento;
• imagem bem construída;
• conhecimento e autoridade sobre o assunto;
• confiança;
• coerência e conduta pessoal exemplar.

2 — A voz


A boa voz depende fundamentalmente de uma respiração adequada. Para utilizar a voz de maneira correta, o advogado deve pronunciar bem as palavras, ajustar o volume para cada ambiente, ter uma velocidade apropriada e promover alternância do volume e da velocidade.

Para que a sua comunicação seja expressiva, deve também colocar ênfase nas palavras e fazer pausas adequadas.

O sotaque deve ser corrigido se dificultar a compreensão das palavras ou trouxer prejuízo à credibilidade do advogado.

Para usar bem o microfone, é preciso deixá-lo na altura correta. O mais indicado é colocá-lo um pouco abaixo da boca, mais ou menos na direção do queixo. O grande segredo para o bom uso do microfone é falar sempre olhando sobre ele.

3 — O vocabulário

O vocabulário precisa ser amplo e estar automatizado para a fala.

Evite, entretanto:

• o palavrão e a gíria;
• os termos incomuns, a não ser diante de pessoas bem preparadas intelectualmente;
• o palavreado técnico diante de pessoas que atuem em outras áreas;
• os chavões e as frases vulgares;
• os tiques e os vícios.

4 — A expressão corporal

Dentro de um processo natural, o gesto deve ocorrer antes ou junto com a palavra, não depois. São dois os maiores erros da gesticulação: a ausência e o excesso de gestos.

Atitudes desaconselháveis

• Braços e mãos:
✓ nas costas;
✓ nos bolsos;
✓ cruzados;
✓ apoiados sobre a mesa, tribuna ou haste do microfone;
✓ gestos abaixo da linha da cintura ou acima da linha da cabeça;
✓ coçar a cabeça, segurar a gola da blusa ou do paletó, mexer na aliança, na pulseira, distrair-se com um lápis ou uma caneta.

• Pernas:
✓ com movimentos desordenados;
✓ muito abertas ou fechadas;
✓ com apoio ora sobre uma, ora sobre a outra;
✓ muito rígidas.

• Postura:
✓ negligente, de alguém derrotado;
✓ prepotente, com ar arrogante.

A boa expressão corporal para falar:

• Faça um gesto para cada informação predominante na frase.
• Não tenha pressa de voltar à posição de apoio.
• Gesticule com os braços acima da linha da cintura.
• Faça o movimento a partir do ombro.
• Varie os gestos.
• Marque o ritmo da fala com os braços na frente do corpo.
• Estabeleça um sincronismo harmonioso entre o gesto, a voz e a mensagem.
• Posicione-se naturalmente sobre as duas pernas.
• Use o semblante para se comunicar com mais expressividade.
• Olhe para os ouvintes.


Como falar sentado: Fale sentado se puder ver todos os ouvintes e eles também puderem vê-lo. Evite cruzar os pés em forma de "x" embaixo da cadeira, não estique as pernas nem penda o corpo demasiadamente para um dos lados. Posicione-se com os dois pés no chão, ou cruze uma das pernas sobre a outra.

5 — A aparência


A sua aparência também fala. Ao escolher a roupa, os sapatos, o corte do cabelo, os óculos e todos os acessórios que constituem a sua aparência, considere sempre o seu bem-estar e a impressão que estará causando nos ouvintes.

A roupa precisa ser vistosa e atraente. Não deve, porém, chamar mais atenção do que você mesmo. Tão importante quanto vestir-se de acordo com a época e a circunstância é sentir-se bem com a roupa que está usando e preservar o próprio estilo.
Responda-o
#28
(09-11-2019, 03:19 PM)Minerim Escreveu: 1-Simulem usando webcam em casa.

2- Se até youtuber fala você também poderá falar.



Gargalhada  Em ultimo caso tente fazer um curso desses....








A ideia da webcam não é ruim não. Já vi youtubers dizendo que tinham dificuldades de falar e depois de um tempo pegaram o jeito. Outros que começaram no YouTube justamente por causa disso.
Responda-o
#29
(09-11-2019, 08:42 PM)Scant Escreveu: Conselhos úteis


1 — A credibilidade

São seis os requisitos importantes para que um advogado conquiste credibilidade como orador:

• naturalidade;
• emoção e envolvimento;
• imagem bem construída;
• conhecimento e autoridade sobre o assunto;
• confiança;
• coerência e conduta pessoal exemplar.

2 — A voz


A boa voz depende fundamentalmente de uma respiração adequada. Para utilizar a voz de maneira correta, o advogado deve pronunciar bem as palavras, ajustar o volume para cada ambiente, ter uma velocidade apropriada e promover alternância do volume e da velocidade.

Para que a sua comunicação seja expressiva, deve também colocar ênfase nas palavras e fazer pausas adequadas.

O sotaque deve ser corrigido se dificultar a compreensão das palavras ou trouxer prejuízo à credibilidade do advogado.

Para usar bem o microfone, é preciso deixá-lo na altura correta. O mais indicado é colocá-lo um pouco abaixo da boca, mais ou menos na direção do queixo. O grande segredo para o bom uso do microfone é falar sempre olhando sobre ele.

3 — O vocabulário

O vocabulário precisa ser amplo e estar automatizado para a fala.

Evite, entretanto:

• o palavrão e a gíria;
• os termos incomuns, a não ser diante de pessoas bem preparadas intelectualmente;
• o palavreado técnico diante de pessoas que atuem em outras áreas;
• os chavões e as frases vulgares;
• os tiques e os vícios.

4 — A expressão corporal

Dentro de um processo natural, o gesto deve ocorrer antes ou junto com a palavra, não depois. São dois os maiores erros da gesticulação: a ausência e o excesso de gestos.

Atitudes desaconselháveis

• Braços e mãos:
✓ nas costas;
✓ nos bolsos;
✓ cruzados;
✓ apoiados sobre a mesa, tribuna ou haste do microfone;
✓ gestos abaixo da linha da cintura ou acima da linha da cabeça;
✓ coçar a cabeça, segurar a gola da blusa ou do paletó, mexer na aliança, na pulseira, distrair-se com um lápis ou uma caneta.

• Pernas:
✓ com movimentos desordenados;
✓ muito abertas ou fechadas;
✓ com apoio ora sobre uma, ora sobre a outra;
✓ muito rígidas.

• Postura:
✓ negligente, de alguém derrotado;
✓ prepotente, com ar arrogante.

A boa expressão corporal para falar:

• Faça um gesto para cada informação predominante na frase.
• Não tenha pressa de voltar à posição de apoio.
• Gesticule com os braços acima da linha da cintura.
• Faça o movimento a partir do ombro.
• Varie os gestos.
• Marque o ritmo da fala com os braços na frente do corpo.
• Estabeleça um sincronismo harmonioso entre o gesto, a voz e a mensagem.
• Posicione-se naturalmente sobre as duas pernas.
• Use o semblante para se comunicar com mais expressividade.
• Olhe para os ouvintes.


Como falar sentado: Fale sentado se puder ver todos os ouvintes e eles também puderem vê-lo. Evite cruzar os pés em forma de "x" embaixo da cadeira, não estique as pernas nem penda o corpo demasiadamente para um dos lados. Posicione-se com os dois pés no chão, ou cruze uma das pernas sobre a outra.

5 — A aparência


A sua aparência também fala. Ao escolher a roupa, os sapatos, o corte do cabelo, os óculos e todos os acessórios que constituem a sua aparência, considere sempre o seu bem-estar e a impressão que estará causando nos ouvintes.

A roupa precisa ser vistosa e atraente. Não deve, porém, chamar mais atenção do que você mesmo. Tão importante quanto vestir-se de acordo com a época e a circunstância é sentir-se bem com a roupa que está usando e preservar o próprio estilo.

Muito boas as dicas. Salvo. Irei implementa as dicas ao poucos.
Responda-o
#30
Para melhora a voz, basta ler em voz alta todos os dias por pelos menos meia hora. E a cada semana tente aumentar um pouco mais a sua voz. Que as poucos você vai melhorando. Leia algo que você gosta. 

Depois de uns 2 meses, passe a ler por 1 hora. 

Faça também exercícios de dicção. Tem na internet de graça.

Explicação sobre técnica vocal e exercícios: http://www.corais.mus.br/tecnica_vocal/t..._vocal.htm
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