Avaliação do Tópico:
  • 0 Voto(s) - 0 em Média
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
A Matrix vai defender a Real
#21
Aquilo que gera desconforto no sistema vigente é mais dia menos dia absorvido pelo próprio sistema e retornado à massa em outra embalagem. Creio que isso aconteça em todos os níveis e em todos os movimentos, alguns mais outros menos. Mas como disse o confrade, a real é individual, e isso é absoluto.
Responda-o
#22
O título em si deste tópico foi formatado de forma especulativa. Ou seja, pode vir a acontecer, ou também não. 

Mas não podemos menosprezar a capacidade de alguns espertalhões, de se apropriarem do que não é seu. 

Falar do homem hoje, continua politicamente incorreto. Mas vai chegar um momento em que isso vai mudar. E quando mudar, a mídia vai tentar "gourmetizar".
"Homem Marmito"® is trademark of Marmito Man Corporation ™
Responda-o
#23
Se apropriarem? Isso já aconteceu. O negócio é o uso que irão fazer disso. Já critiquei o mgtow pelo fato dele não ser claro, ser basicamente um vale-tudo.

Mas vamos para a especulação aqui:

Olha, a especulação pode até ser boa, mas acho que o masculinismo de verdade nunca vai ser mainstream. E não é só porque a maioria da mídia esquerdista, as feminazi ou sabe-se lá que forças ocultas vão tentar barrar, o negócio é que no fim os próprios homens vão barrar isso (na verdade as coisas estarem assim já é culpa dos homens, então...) Eu explico:

O masculinismo, assim como a seleção natural das mulheres visa cultivar e valorizar os melhores, o que é o natural e isso invariavelmente causa uma espécie de escolha e divisão. Até aí beleza, há a competição, os melhores se sobressaem, etc. Só que no fim do dia os betas revoltados que não se interessam em se desenvolver, só em boicotar os outros, que não duvidem, são grande maioria, vão tentar botar esse sistema pra baixo.

Parece uma previsão de futuro pessimista, mas botem uma coisa na cabeça, se todo mundo é especial, ninguém é especial. Na verdade todos seriam bosta para as mulheres e qualquer um 0,0001% mais destacado teria vantagem quasi-infinita sobre os demais no mercado sexual e de relacionamentos. Mesmo que a sociedade fosse o mais perfeita o possível o instinto hipergâmico de procurar os melhores nas mulheres estaria sempre presente então sempre haverá diferença de tratamento, duas categorias de homens, a gente goste disso ou não. Dá para diminuir (a monogamia trouxe um pouco de civilidade nesse aspecto), mas nunca totalmente extirpar essa face das coisas.

Voltando pra Real ser mainstream... Os próprios homens trouxas, os matrixianos e aliados, preferem vender suas bolas e dignidades numa bandeja de prata no altar das feminazi, o que faz com que eles estejam contra nós por padrão. Mesmo se todos os homens fosse iluminados, partes da Real e tudo mais, alguns ainda se destacariam e outros não, e esses teriam motivo para se revoltar e boicotar também os que estão indo melhor.

Ou seja, alguém sempre vai ocupar o posto do revoltado, sejam as mulheres, sejam outros homens nos diversos cenários hipotéticos; essa é uma injustiça que existe e é intrínseca das relações humanas, não há solução pra isso.

Então, não sei se entenderam o raciocínio aqui, mas no fim das contas, o maior inimigo do homem no fim sempre outro homem, nunca é a mulher nem a sociedade. Esqueçam as feministas... Se não forem os matrixianos, num cenário hipotético serão outros realistas e sabe-se lá o que pode acontecer. Todo esse jogo nunca é uma conta perfeita quando se coloca mulher na equação, sempre é um equilíbrio delicado, se é que dá para chamar de equilíbrio.

Para nós realistas, nosso maior inimigo é a gente mesmo e a luta é pra superar, mas os derrotistas e vitimistas nunca vão ver as coisas desse jeito.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
Responda-o
#24
Tongue 
Excelente comentário @Wild !

Para aumentar seu argumento vou deixar um vídeo, espero que todos aproveitem:


https://youtu.be/JEpKoD99Ihw
"Tudo o que te resta é o desenvolvimento pessoal." Mr. Rover 
Responda-o
#25
O mundo sempre foi beta, a gente olha com saudosismo para o passado porque quem se destacou no passado foram alfas e assim vai ser até o fim dos tempos.

Movimentos masculinistas sempre existiram com mais ou menos relevância. Mas a força da blue pill é presente demais para a sociedade largar.
Responda-o
#26
(05-08-2019, 04:11 PM)Navegante Escreveu: O mundo sempre foi beta, a gente olha com saudosismo para o passado porque quem se destacou no passado foram alfas e assim vai ser até o fim dos tempos.

Movimentos masculinistas sempre existiram com mais ou menos relevância. Mas a força da blue pill é presente demais para a sociedade largar.

Colocação incisiva...

Corte rápido.

[Image: hqdefault.jpghttp:]
"Levar os homens à verdade é o maior benefício que se pode prestar aos outros." 

-São Tomás de Aquino
Responda-o
#27
Spoiler Revelar
(03-08-2019, 12:42 AM)Sagitario Escreveu: Mas que loucura é essa? 

A Real é a Red pill da matrix, e essa matrix vai defender a Real? 

O movimento masculinista chegou num ponto que não pode mais ser ignorado. Querendo ou não, os MGTOW têm um papel importante nisso. 

O que a mídia esquerdista não pode dominar, ela tentará se apropriar. Aquele podcast underground que você escutava, em breve estará na Globo News dando entrevista e lucrando com isso. 

Seremos tão grandes, que a mídia não poderá nos ignorar. 

A Real, o MGTOW, a Red Pill será tratada abertamente pela mídia. 

Então surgirão os RR Soares da Real, os Edir Macedo e Valdomiro, os Leandro Karnal... Homens que tentarão se apropriar desse movimento, e se alocarem como representantes do masculinismo e a mídia. 

A questão é: como poderemos reagir quanto à isso?

Os MGTOWs não são nossos inimigos e tal, blá blá blá, e coisa e tal, e vamo que vamo, eles vão divulgar a real e tudo mais, parabéns, muitos anos de vida.

OK,
Mas na hora que essa porra estourar, REAL É REAL E MGTOW É MGTOW, não entrosa não.
The absence of virtue is claimed by despair






Responda-o
#28
(05-08-2019, 04:11 PM)Navegante Escreveu: O mundo sempre foi beta, a gente olha com saudosismo para o passado porque quem se destacou no passado foram alfas e assim vai ser até o fim dos tempos.

Movimentos masculinistas sempre existiram com mais ou menos relevância. Mas a força da blue pill é presente demais para a sociedade largar.

Discordo em partes. A hipergamia era menor /ou menos aflorada. Havia espaço para bons homens trabalhadores. Me refiro à época final dos anos 70 /início anos 80.
"Homem Marmito"® is trademark of Marmito Man Corporation ™
Responda-o
#29
(06-08-2019, 06:37 PM)Sagitario Escreveu:
(05-08-2019, 04:11 PM)Navegante Escreveu: O mundo sempre foi beta, a gente olha com saudosismo para o passado porque quem se destacou no passado foram alfas e assim vai ser até o fim dos tempos.

Movimentos masculinistas sempre existiram com mais ou menos relevância. Mas a força da blue pill é presente demais para a sociedade largar.

Discordo em partes. A hipergamia era menor /ou menos aflorada. Havia espaço para bons homens trabalhadores. Me refiro à época final dos anos 70 /início anos 80.
Menos aflorada creio que seria o mais correto. Se havia espaço para homens trabalhadores era, de fato, porque era necessidade das mulheres arrumarem homens se quisessem ter sustento.




Me permitam fazer uma proposição aqui de uma hipótese e todo mundo me ajuda a ver se ela é coerente ou não.

O negócio é que vejo muitos ainda podem conceituar erroneamente e tentar usar uma escala errada pra se referir ao problema da hipergamia, daí podem pensar que é descontrolado quando era pra ser algo linear e previsível. Isso deve atrapalhar um pouco na compreensão do problema.

Na verdade o que tem que ser revisto por nós não é o tamanho do problema em si (que pouco a gente pode fazer pra frear), mas como ele se desenvolve e usar isso como forma de prever o teto máximo desta. 

A hipergamia de ontem é a mesma de hoje, sempre foi e sempre será. Só que ela tem um efeito especial: Ela é proporcional ao número de opções que as mulheres tem acesso em seu inventário mental e ao tanto de mulheres que correm atrás de determinados homens. Por isso eu diria que ela tem um comportamento previsível, no caso ela tem um efeito exponencial / logarítmico.

Trocando em miúdos, naquele tempo mal havia TV ou cinema e quando havia, os galãs e ídolos eram poucos, quase sempre os mesmos. Os ídolos mais locais pouco se faziam valer pois eram conhecidos em bem poucas regiões. As comunidades eram menores, as cidades também, o contato entre as pessoas mais limitado, etc.

Façamos um paralelo por exemplo, com pornografia, como era difícil arrumar uma revista de muié pelada ou aquele cassete emprestado que sabe-se lá por quantas mãos passou.

Hoje em dia, tudo é globalizado, instantâneo e em larga escala. Garotinhas se derretem por aqueles machos orientais com cara de bichinhas. Os ídolos são bem mais passeados e mantém contato muito mais próximo com o público. Existem redes sociais, etc. No grosso a hipergamia feminina não mudou, mas sim o mundo que deu mais oportunidade para elas exercitarem isso.

Sabendo disso, provavelmente dá pra prever que a hipergamia agora só crescerá em escala com aparecimento de grandes ídolos globais, produto do marketing de massa (feito um Justin Bieber da vida), e dificilmente passará disso, pois ela precisa de transpor as barreiras físicas para se ampliar e, enquanto as comunicações só avançam, enquanto não inventarem teletransporte não vejo mais como aumentar muito mais desse lado.

Gosto sempre de lembrar que isso sempre vai ser proporcional ao que as mulheres tem acesso. Um engenheiro civil comum, por exemplo, pode ser um zé ninguém numa cidade como São Paulo, mas será muito desejado em alguma cidade ribeirinha no Amazonas, por exemplo.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
Responda-o
#30
(05-08-2019, 04:11 PM)Navegante Escreveu: O mundo sempre foi beta, a gente olha com saudosismo para o passado porque quem se destacou no passado foram alfas e assim vai ser até o fim dos tempos.

Excelente observação.

Porém o "destaque" é relativo. O pilar da sociedade é o beta que trabalha e produz. Um "alfa" marginal e mulherengo não colabora com nada.
O amor supera tudo  Heart

Na vida real ou na internet?
Responda-o
#31
(06-08-2019, 10:34 PM)Mindingo Escreveu:
(05-08-2019, 04:11 PM)Navegante Escreveu: O mundo sempre foi beta, a gente olha com saudosismo para o passado porque quem se destacou no passado foram alfas e assim vai ser até o fim dos tempos.

Excelente observação.

Porém o "destaque" é relativo. O pilar da sociedade é o beta que trabalha e produz. Um "alfa" marginal e mulherengo não colabora com nada.


Justamente, a sociedade está girando por conta da alta disponibilidade de betas no mercado, o alfa se destaca porque supera as engrenagens da sociedade. Agora, isso pode ser pro bem ou pro mal; de toda forma é o alfa quem é lembrado.



(06-08-2019, 06:37 PM)Sagitario Escreveu:
(05-08-2019, 04:11 PM)Navegante Escreveu: O mundo sempre foi beta, a gente olha com saudosismo para o passado porque quem se destacou no passado foram alfas e assim vai ser até o fim dos tempos.

Movimentos masculinistas sempre existiram com mais ou menos relevância. Mas a força da blue pill é presente demais para a sociedade largar.

Discordo em partes. A hipergamia era menor /ou menos aflorada. Havia espaço para bons homens trabalhadores. Me refiro à época final dos anos 70 /início anos 80.

Quanto a hipergamia sua concepção e a do Wild são indiscutíveis, desde 1970 a globalização liquidou as relações humanas tornando as coisas totalmente impessoais. Isso se reflete na fascinação por esses astros globais e a sujeição do homem e da mulher comum a padrões irracionais de beleza e desempenho.

Em relação a baixa hipergamia na época em que havia maior dependência financeira das mulheres em relação ao homem, minha crítica é que o estabelecimento de relações baseadas no poder econômico era tão tóxico quanto os lixos de relacionamentos que temos atualmente. Creio que a opção ideal seria a escolha de parceiros com quem se queira compartilhar a vida por consonância de interesses e objetivos (consonância e não identidade, porque é impossível conciliar todos os interesses. Aqui o beta falha, pois não consegue aceitar a divergência do seu arquétipo de pessoa perfeita).

Por isso, eu não olho com grande carinho a época dos homens trabalhadores; não por causa dos homens, mas por conta da motivação que juntava as pessoas antigamente, o mero apelo de sobrevivência.
Responda-o
#32
As teorias e debates usando esses termos "alfas" e "betas" são muito engraçadas ... Gargalhada Gargalhada   mal consigo acreditar que estão falando sério... 

[Image: michael-jackson-pipoca.gif]
"Compreendi o tormento cruciante do sobrevivente da guerra, a sensação de traição e covardia experimentada por aqueles que ainda se agarram à vida quando seus camaradas já dela se soltaram."  (Xeones para o rei Xerxes)

Responda-o
#33
(07-08-2019, 01:42 PM)Héracles Escreveu: As teorias e debates usando esses termos "alfas" e "betas" são muito engraçadas ... Gargalhada Gargalhada   mal consigo acreditar que estão falando sério... 

Também acho a terminologia infantil, mas facilita o discurso. Penso que beta resume a ideia do indivíduo que não toma uma postura desafiadora em relação as situações da vida e alfa, o avesso.
No fim das contas, ninguém é beta ou alfa, mas toma posturas de um lado ou do outro em cada área da vida.
Responda-o
#34
(07-08-2019, 01:42 PM)Héracles Escreveu: As teorias e debates usando esses termos "alfas" e "betas" são muito engraçadas ... Gargalhada Gargalhada   mal consigo acreditar que estão falando sério... 

[Image: michael-jackson-pipoca.gif]

Bom, meu caro, acho que usar a fim de referência não tem problema. O @Navegante sintetizou bem isso.

Era preferível formular os conceitos sem precisar desses termos como muletas, é óbvio.

Eu acredito que quem prega o abandono dos termos tem que ajudar a desconstruí-los ou substituir por melhores. Eu até evito de usá-los, mas no estado atual da discussão ainda é inevitável que alguém cite.

Infelizmente ficar controlando o vocabulário só traria mais atraso mental para poder formular as questões e isso atrapalha muito o debate.

Na falta de uma forma melhor de expressar, a gente tem que usar o que tem. não é defendendo o comodismo, muito pelo contrário, convido você e todos aqui para a gente sempre tentar melhorar o nível da conversa.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
Responda-o


Pular fórum:


Usuários visualizando este tópico: 1 Visitante(s)