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O que elas querem e o que têm a oferecer
#81
Concordo. Geração mais mimizenta. Ainnn mimimimi
Ain mimimi
Ain mimimi
No fundo, não querem absolutamente NADA da vida. NADA. NADA E NADA.

Que se foda! Eu quero TUDO da vida! Vou buscar o que é meu.

Problemas são bênçãos. Primeiro porque você tá vivo para ter um. Segundo porque é uma oportunidade de crescimento.

Dito isso.
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#82
isso de corpo mole eh o que mais tem no trabalho. O cara faz de tudo pra ser demitido sem justa causa, pra sacar fgts e receber 5 (!) meses de seguro desemprego.

Nao quer construir nada, aprender nada, ser nada. Só quer ficar pulando de galho em galho, ganhando a merda de sempre pra gastar com porcarias de sempre
"Mas o homem é a tal ponto afeiçoado ao seu sistema e à dedução abstrata que está pronto a deturpar intencionalmente a verdade, a descrer de seus próprios olhos e ouvidos apenas para justificar sua lógica."


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#83
Mulheres são o exemplo e a parte mais sensível dessa geração formada com base do ressentimento e movida pela inveja de um mundo opressor estruturado por elites malvadonas com a 'agenda' macabra de foder "minorias", sobra para a turma da empatia: se formar na federal para tirar o atraso e começar a botar pra fuder nos 'opressores estruturais malvadões', a saber: homens, empresários, classe média, polícias, etc.

Veja o próprio Biroliro: O seu governo foi o que mais aprovou Leis que ajudam as mulheres e criminalizam os homens (com a anuência da Damares) e como se não bastasse, as militantes ainda acham pouco e querem mais Leis e "políticas públicas para a mulher" a ponto de ter que que ouvir da Simone Tablet que o Bonoro odeia mas mulé.

O identitário é como um cracudo que por mais que você faça ele nunca vai estar satisfeito com que tem, nenhuma ajuda é o suficiente, ele vai sempre querer mais e mais
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#84
Eu vi essa do Quiet Quiting ontem no Ancapsu. Velho, ainda estou na dúvida se está pior hoje ou sempre foi assim... só inventaram um termo novo.
Já tive vários funcionários que fizeram corpo mole pra ser mandado embora...
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#85
(31-08-2022, 09:34 AM)Libertador Escreveu: Postaram ontem esse corte em um podcast que fala algo interessante relacionado ao texto que escrevi aqui.





Criaram até um termo pra isso agora chamado "Quiet Quiting" em que defendem o exato oposto do que eu escrevi no texto acima. É uma geração de pessoas fazendo apenas o mínimo. É a esposa que dá o mínimo de sexo para manter o relacionamento. É o funcionário que faz o mínimo para não ser mandado embora. É o estudante que estuda o mínimo para passar na prova. É o professo cristão que acha que ir na igreja 1x por semana vai salvar ele e por isso não busca nada além disso. É o homem que vai para a academia e faz o mínimo para dizer que fez alguma coisa e por isso continua com corpo de principiante. 

É uma geração de frouxos condescendentes com suas fraquezas. Por isso nunca saem do lugar e só se afundam cada vez mais. Eles não tem comprometimento com nada.

Esse é um ponto interessante. Longe de defender a mediocridade (já fiz até reflexão contra isso), mas também temos que ver pelo outro lado.

Tem mulher que faz o mínimo pra um relacionamento por que o cara também é um mediocre, não quer crescer na vida, não tem ambição, e muitas vezes não tem nenhuma valor nem nada a oferecer. Por que se tivesse, se preocuparia em ter a melhor e mais adequada mulher do seu lado pra subir na vida, mas o cara mais ou menos se contenta com qualquer coisa.

No mercado de trabalho, vejo muito lugar que não existe jeito de subir na vida, o funcionário é a parte fraca da equação, sofre assédio, ameaça velada, chantagem, e ainda tem que encher os bolsos de chefe FDP calado, enquanto ganha a merda de um mínimo. Triste mas nesses casos só uma CLT faz a diferença entre uma ameaça e uma realidade, mas mesmo que o cara não coma bola por que o chefe não pode demitir, o psicológico do cara já tá fodido. E muitas vezes não tem opção melhor no momento e tem que aturar trabalhar naquela condição horrível.

Essa lei do mínimo esforço basicamente é uma otimização dos resultados, onde gastar mais não garante mais ganhos, um custo-benefício digamos assim. Pra muitos casos é questão de gastar o mínimo o possível mesmo, questão de sobrevivência.

Não digo que o que estou falando é louvável (longe disso), mas esse é um assunto que tem muitas probabilidades e nuances, como já levantado aqui. Até onde vale a pena o cara ir? É onde traçar essa linha que é a parte interessante da discussão.
Citação:“Fortuna Perdida? Nada se perdeu... Coragem perdida?
Muito se perdeu... Honra perdida? Tudo se perdeu...”

(Provérbio Irlandês)
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#86
(06-09-2022, 08:59 AM)Berzerk Escreveu: Eu vi essa do Quiet Quiting ontem no Ancapsu. Velho, ainda estou na dúvida se está pior hoje ou sempre foi assim... só inventaram um termo novo.
Já tive vários funcionários que fizeram corpo mole pra ser mandado embora...

Sempre foi assim e sempre vai ser e alguns estão fazendo corpo mole há + de uma década e é visto como bom funcionário.

Só mais um termo novo para gerar clicks.
"Há um amplo fosso de aleatoriedade e incerteza entre a criação de um grande romance – ou joia, ou cookies com pedaços de chocolate – e a presença de grandes pilhas desse romance – ou joia, ou sacos de biscoitos – nas vitrines de milhares de lojas. É por isso que as pessoas bem-sucedidas em todas as áreas quase sempre fazem parte de um certo conjunto – o conjunto das pessoas que não desistem." O andar do bêbado.
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#87
Pior é quando nosso trabalho depende do trabalho de quem faz corpo mole e está descontente com a empresa.
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