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Rapazes de boa família X Playboyzinhos
#1
Rapazes de boa família X Playboyzinhos vagabundos
por Osvald

[Image: cdIhic9.jpg?1]

Se vocês perguntarem para um rapaz estudioso de óculos ,inteligente e bonzinho quantas garotas ele já tirou a virgindade e depois você faz a mesma pergunta para um carinha que gosta de andar de Skate,usa tatuagem, bermudão e fala na gíria pra você ver???

A diferença vai ser grotesca, o vagabundo vai dizer que já tirou uns 5 cabaços enquanto o estudioso de família custa arrumar garotas pra beijar na boca. O mundo infelizmente esta caminhando para isso. O estudioso se mata e esforça para casar com o resto deixado pelos desfrutadores do mundo.

Comentário:
Infelizmente esse é o resultado da inversão de valores.

A maioria das mulheres prefere os maloqueiros hoje em dia, o estudioso somente poderá ser procurado por essas mulheres no futuro, quando estiverem com uma vida estável ou tiver conquistado algum status como resultado pelos seus esforços. Com grana no bolso, o estudioso são bem vistos pelas mulheres, caso ao contrário elas ficam com os safados mesmo.

Caráter é uma característica que tem pouca importância para a maioria das mulheres. E depois reclamam quando dizemos que a maioria delas prefere os canalhas e/ou são interesseiras.

por Hero Hua


Este texto faz parte do projeto: Segunda das Relíquias Perdidas. (Clique nas palavras em vermelho para saber mais como funciona o projeto).
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#2
Esse tema é batidaço por aqui.
Todo mundo já passou por isso ou viu algum caso assim:
A mulher novinha e gostosa DESPREZA os caras bonzinhos-trabalhadores-estudiosos com provável futuro estável. Vai cavalgar no carrossel de picas e quando está visivelmente gasta e já sendo rejeitada pelos cafas e em boa parte das vezes carregando algum filho de zé droguinha da vida, AÍ SIM vai ficando acessível aos betas.
Pois é, tá todo mundo careca de saber desse clássico da Real.
Então, quando chegar a sua vez de estar razoavelmente bem profissionalmente, ali pelos 30 anos, REJEITE essas vagabas arrependidas. Simples assim.

--------------

Eu, que sou tiozão, passei NO MÍNIMO, por umas dez situações do tipo.
Na faixa dos 15-20 anos as meninas do bairro, da escola, amigas da minha irmã, etc, me olhavam com olhar de desprezo beirando o nojo. Super magrelo, fudido de grana, salário mal dava pra pagar a mensalidade da facul, a cota do consorcio de moto e MAIS NADA. Mal tinha algum dinheiro pra comer; roupa nova só no 13º ou férias, isso quando não era pra pagar mensalidades atrasadas. As meninas nunca consideravam que eu SUPOSTAMENTE poderia ter um futuro legal por estar me esforçando. Ninguém queria investir.
A virada foi espetacular, na faixa dos 30 eu já tinha carro zero, apartamento quitado, moto esportiva e ia pra academia todo dia. Elas estavam arredondadas, gastas e a maioria carregando filho de algum cafa. Sempre que via alguma toda solícita, sorrisão no rosto, fazia questão de ser bem frio, aquele cumprimento mistura de "educação com certa distância".
Engraçado também foi acompanhar algumas das minhas parentes próximas. Na faixa dos 18 aninhos eram super gostosas e tocaram o terror no canavial de rolas. Treparam MUITO, viajaram pras micaretas, traíram os namorados, iam pros camarotes de DJs, sempre saindo com playboys diferentes toda semana. Olhavam para os bonzinhos-estudiosos como se fossem cachorros sarnentos e para os badboys com tesão indisfarçável. Viviam como se não houvesse amanhã.
MAS O AMANHÃ SEMPRE CHEGA.
Agora todas, sem exceção, estão solteiras, gordas, abandonadas e ficam postando TODOS OS DIAS textões super ressentidos com os homens nos face e insta da vida.
Tem uma exceção: uma única prima (bem bonita, por sinal) se resguardou e namorou com um cara um pouco mais velho (muito trabalhador e gente boa, por sinal). Casou e prosperaram. Tem filha na facul, bela casa, carros e viajam todos os anos. Nas (raras) reuniões de família é a UNICA com cara de "de bem com a vida", enquanto as outras são ressentimentos ambulantes.
Quem foi a "malandra" da história?
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#3
Eu sempre fui o cara de boa família.

O negócio é que a minha própria inteligência me impedia de fazer merda.
The absence of virtue is claimed by despair






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#4
Concordo.

Caso apareça alguma alma perdida que valorize o seu esforço pra crescer de maneira desinteressada, acho um erro tratar essa mulher em específico como uma vadia e por pra rodar como uma qualquer (tomando as devidas precauções e checando outros aspetos como passado, personalidade, etc).

Eu mesmo, caso chegue no ápice da vida profissionalmente e financeiramente, me recuso a premiar uma interesseira qualquer.
Um homem com escolhas é um homem livre.
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#5
Não basta ser bom, precisa ser esperto.
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