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Bem-vindos a realidade (só para os bons)!
#1
Bem-vindos a realidade (só para os bons)!
por Rafael

[Image: tumblr-inline-nr6sjoot4-P1t4euc5-500.jpg]

Descreverei a saga do homem comum, não rico, não cafa, não marginal e similar, no ensino superior. A saga começa no colegial quando geralmente as famílias de classe média, para cima, matriculam seus filhos em Anglos, Objetivos, Poliedros da vida. São escolas que prometem uma pedagogia moderna, criando um clima "cool" de aprendizagem. Ledo engano, são verdadeiros campos de concentração para o homem comum.

As mulheres, alunas deste tipo de escola, são vadias patricinhas que têm como único objetivo conquistar os professores descolados como meio de provar que já são maduras, afinal estão com caras mais velhos. Os professores, em geral, dividem-se em duas frentes: esquerdistas que deturpam e professores descolados, moderninhos. São cheiradores de pó e passam a vara nas alunas, humilham o aluno (homem comum) à base de um clima "cool". 

Os demais homens diferenciados geralmente são playboys e cafas, que praticam agressões psicológicas em cima do homem comum. Mesmo num ambiente hostil, o homem comum se vê obrigado a estudar como um zumbi para passar no vestibular.

Aqui surge outro problema, ele está com hormônios à flor da pele, não consegue se concentrar, é desprezado pelas colegas de classe e também por mulheres mais velhas, haja vista que são novos. Precisam comer, portanto, putas. Estudam como zumbis mas descobrem que não sabem o que querem. Recorrem às psicólogas destas escolas, as mesmas que passaram a faculdade de psicologia toda fumando maconha e quebrando tudo em festas, sendo contratadas pelo dono da escola porque são, sobretudo, bonitas.

Elas aplicam um monte de teste impessoal, padronizado, fingindo que se importam, mas também acham o homem comum um verme. Ao final dos 3 anos há uma espécie de prêmio: porto seguro, local em que o nível da vadiagem é tão alto que até mesmo um homem comum tem chance de pegar alguma sobra. Se ele não for para o limbo, cursinho, finalmente irá para a universidade, algo que seus professores descolados vendem como a salvação, a grande mudança de vida.

O homem comum, portanto, vai cheio de expectativa, acha que finalmente será respeitado como homem. Ledo engano. Logo de cara já é recebido com o tal trote. O trote é vendido como meio de interação, o que é uma piada. No trote o homem comum é humilhado física e psicologicamente pelos cafas e marginais, mesmo outros homens comuns, que são veteranos, também o humilham, haja vista que querem demonstrar força para as vadias da universidade.

As vadias da universidade, como de praxe, tratam-no como verme, algumas até ensaiam aproximação durante o trote só para ter o prazer de desprezá-lo. O homem comum é mal visto até mesmo pelos funcionários da Universidade. No ensino superior cobra-se muito a pro atividade, palavra moderninha usada por psicólogas maconheiras e psicólogos viados. 

Na verdade, o aluno passa a vida toda recebendo informação, passivo, sem pro atividade, daí, do nada, resolvem cobrar isso, é como jogar uma pessoa na água, uma pessoa que nunca nadou, exigindo que ela vença uma competição. 

A dinâmica pessoal no ensino superior é a de sempre: suas colegas de sala o desprezam porque elas querem homens mais velhos, veteranos. Os professores o ignoram porque têm casamentos fracassados e ficam loucos para passar a vara nas alunas. Aqui, pelo menos, o homem comum pode pegar uma coroa ou então alguma mãe solteira (comida por cafa e jogada no lixo). 

Ele também é deixado de lado nas inúmeras festas à base de orgia que rolam, sequer é convidado. Nas universidades há os tais DAs, antro de maconheiros, vadias e uma minoria esquerdista. . Lá se discute, sobretudo, onde será a próxima orgiástica. Na universidade se o homem comum mandar uma real ele será rotulado como machista escroto, porco insensível.

Continua estudando como zumbi. Ao final do curso vem uma espécie de prêmio: as mulheres de sua sala, que passaram anos sem saber seu nome, dão-lhe um abraço e choram de emoção, dizem que vão sentir saudade, como se fossem amigos há tempos.

O grande final: formado, julgando-se preparado, o homem comum descobre que não está apto para o mercado de trabalho, afinal ele não cumpre as exigências absurdas, como ter dado umas cambalhotas no vácuo do universo. 

No desespero, manda currículo para tudo quanto é lugar, aceitando qualquer emprego merda só para poder começar, mas não acaba aqui. Para ser contratado ele precisa ser entrevistado, passar por dinâmicas. Estas dinâmicas foram desenvolvidas por psicólogos afeminados que visam destruir qualquer ato viril, identificam os mais submissos, são conduzidas por psicólogas. Sim amigos; as mesmas que passaram a faculdade fumando maconha e sofrendo dupla penetração nas festas orgiásticas...

Bem-vindos à realidade!

Este texto faz parte do projeto: Segunda das Relíquias Perdidas. (Clique nas palavras em vermelho para saber mais como funciona o projeto).
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#2
O cara escreveu esse texto tem uma puta raiva do ensino medio e da faculdade em si. Mas sem querer descordar muito, ele meio que tem a razão...
O segredo é saber criar seu próprio caminho e encontrar aqueles que valem a pena. Se você se fechar, pelo menos mantenha um foco em mente: o desenvolvimento pessoal.
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Suba o primeiro degrau com fé. Não é necessário que você veja toda a escada. Apenas dê o primeiro passo.

-Martin Luther King
Nosso Mundo Ciclico
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#3
As vezes com toda essa pressão social de que temos que seguir certo padrão para se dar bem na vida, pode matar todo tipo de inovação e criatividade, e aqueles que seguem tal coisa acabam somente existindo em vez de viver, ao procurar essa aceitação social com títulos sócias todo desejo pessoal acaba sendo sufocado. 

Sim, para se obter estabilidade na sociedade hoje em dia é necessário seguir esses "padrões", entretanto uma pessoa consciente de si tem que ter em mente que a vida é mais do que está sendo dito ou obrigado a seguir e aproveitar todo momento como se fosse único e nunca jamais está abaixo do que se é requerido.

                Passei, vi e, ao contrário deles, venci.
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#4
Troque o curso superior pelo escritório ou academia, que o cenário manginístico será o mesmo, apenas com modus operandis um pouco diferentes que variam com as especificidades das áreas;

O que acontece no ensino, de uma forma geral é a universalização da mediocridade (ainda estou sendo legal) que coloca um aluno prodígio no mesmo patamar de um zé-droguinha, o loop infinito continua até o ensino superior é necessário mais do que ser bom, é preciso ter lábia e malandragem;

Eu sou formado em humanas e quando fiz faculdade já existia a figura do espertão de DCE que objetiva pegar as calouras ou que faz a faculdade apenas com finalidades de ativismo político-ideológico;

Vou só fazer uma crítica ao texto, não quanto ao 'discurso revolts' pois eu não tenho estas viadagens (desde que não extrapole o limite que possa afetar a sobrevivência deste espaço), mas a insistência do autor do tópico que insiste em mensurar que o homem comum não tem sucesso no ambiente acadêmico, dado ao fato dele não ser popular, ou não ser convidado para orgias, ou não traçar as calouras gostosinhas;

O 'homem-comum', agora em contato com materiais realistas, deve dar uma banana pro maconheiro do DCE, mandar as putinhas ególatras para caixa-prego e focar em ser bem sucedido nos Estudos, enfim: 'cagar e andar' o que esta sociedade misândrica e mangina pensa;
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#5
Lembrei da minha época de estudante. É bem por aí mesmo.

O Brasil parece que vive em crise já faz umas duas décadas. Imagina pra essa galera saindo das universidades com um mercado de trabalho com 13 milhões de desempregados? Nesse momento se sobressaem os que tiveram oportunidade de fazer um inglês e aprenderam coisas diferentes.
"Homem Marmito"® is trademark of Marmito Man Corporation ™
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#6
A realidade é outra pra quem vem de escola pública.
"Escola? E o aprendizado com os próprios erros? A experiência te faz professor de si próprio".
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#7
(08-04-2019, 01:32 PM)Sagitario Escreveu: Lembrei da minha época de estudante. É bem por aí mesmo.

O Brasil parece que vive em crise já faz umas duas décadas. Imagina pra essa galera saindo das universidades com um mercado de trabalho com 13 milhões de desempregados? Nesse momento se sobressaem os que tiveram oportunidade de fazer um inglês e aprenderam coisas diferentes.

  Gargalhada Universidade Pública Facepalm  dinheiro do povo jogado no lixo.


O Brasil é um puteiro que enriquece banqueiro e comunista, fábrica de vigaristas e fraudadores do estado profissionais. O país da desindustrialização está voltando a virar roça de latifúndios, granjas e pecuária, desde a década de 80 está estagnado em termos industriais.  E a carga tributária cumulativa ou de cascata só aumenta, isso aqui não tem futuro, o sujeito tem que focar em algo para dar no pé dessa merda violenta e cara. 

Tem um porrada de empregado público indo fazer turismo aperfeiçoamento no exterior Big Grin  Férias estudantis pagas com o dinheiro público, o que eles trazem de bom para a nação? Só burocracia e arquitetura legislativa, medidas para espoliar o cidadão, tecnocracia, e não agregam valor algum na construção do país.

Na China até os ratos do esgoto quando não viram refeição, empreendem na área de tecnologia, inventam e criam produtos.
Só Jesus salva, vá e não peques mais...
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#8
Francamente, o brasileiro é muito chorão e se importa com essas coisas como status, sexo, emprego dos sonhos, carreira. Os asiáticos que vêm pra cá e fazem seus filhos se enfiar em estudos e empreendem pastelarias, lanchonetes, vendem coisas de paraguay, trabalham em granjas, começam por baixo, e enriquecem. Outra coisa essencial, eles poupam, e muito! Não ostentam, são como formigas trabalhadoras.
Agora vejam o típico brasileiro: espera salvação de governante, joga em loteria, amaldiçoa os patrões, recorre à malandragens para sobreviver, ostenta quando consegue um pouco de grana, mete som e rodas no carro, e entra numa espiral de dívidas; outro se vitimiza dizendo que a cor da pele dificulta sua ascenção por ser discriminado.... mas veja, não vejo ninguém dessa gente poupar, empreender, e continuar a juntar grana, se sacrificar pra construir algo, querem tudo pronto.
AFINAL, EMPREENDER É POSSÍVEL PARA TODOS, A BUROCRACIA PRO CHINÊS/FILIPINO QUE VEM AQUI É A MESMA BUROCRACIA PARA O BRASILEIRO NEGRO OU BRANCO QUE RECLAMA.
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#9
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(08-04-2019, 01:29 PM)Fernando_R1 Escreveu: Troque o curso superior pelo escritório ou academia, que o cenário manginístico será o mesmo, apenas com modus operandis um pouco diferentes que variam com as especificidades das áreas;

O que acontece no ensino, de uma forma geral é a universalização da mediocridade (ainda estou sendo legal) que coloca um aluno prodígio no mesmo patamar de um zé-droguinha, o loop infinito continua até o ensino superior é necessário mais do que ser bom, é preciso ter lábia e malandragem;

Eu sou formado em humanas e quando fiz faculdade já existia a figura do espertão de DCE que objetiva pegar as calouras ou que faz a faculdade apenas com finalidades de ativismo político-ideológico;

Vou só fazer uma crítica ao texto, não quanto ao 'discurso revolts' pois eu não tenho estas viadagens (desde que não extrapole o limite que possa afetar a sobrevivência deste espaço), mas a insistência do autor do tópico que insiste em mensurar que o homem comum não tem sucesso no ambiente acadêmico, dado ao fato dele não ser popular, ou não ser convidado para orgias, ou não traçar as calouras gostosinhas;

O 'homem-comum', agora em contato com materiais realistas, deve dar uma banana pro maconheiro do DCE, mandar as putinhas ególatras para caixa-prego e focar em ser bem sucedido nos Estudos, enfim: 'cagar e andar' o que esta sociedade misândrica e mangina pensa;

Eu era o homem-comum na faculdade. Magro, espinhento, usuário de ônibus, careta, mangina, mas como vim de baixo eu só pensava em uma coisa: ME FORMAR LOGO PRA GANHAR A PORRA DO DINHEIRO. Me formei cedo, trabalho na área e tenho um bom salário há anos.

Ia em algumas festas, e claro que não pegava nada. E quer saber? Foda-se. Eu nem me importava porque lá no fundo eu sabia que as espertinhas queriam mesmo era andar de carro, ir em festas, "viver a vida". Eu acabava pegando umas suburbanas e tava tudo certo.

Esse texto me lembrou obesas comedoras de torrone reclamando que a sociedade as oprime para serem magras.

Eu não queria me integrar aos maconheiros, aos cafas, aos vagabundos, para assim conseguir um xaninha quentinha, ser popular e descoladão, eu estava lá somente para fugir da própria mediocridade.
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"Facts don't care about your fellings!"

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#10
Pois é.... a beleza passa, o charme da malandragem e do descolamento passam, mas o que permanece é sua capacidade de trabalhar, de manter-se firme num planejamento sistemático e muita disciplina, renunciando a muitas coisas para depois ter uma vida mais digna e tranquila. A gente tem de olhar por este lado.
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#11
(09-04-2019, 10:11 AM)Stumm Escreveu: Pois é.... a beleza passa, o charme da malandragem e do descolamento passam, mas o que permanece é sua capacidade de trabalhar, de manter-se firme num planejamento sistemático e muita disciplina, renunciando a muitas coisas para depois ter uma vida mais digna e tranquila. A gente tem de olhar por este lado.

Tem a ver com saber o seu lugar no mundo. Quando você sabe onde está e quem realmente é, fica mais fácil tomar as decisões certas.

Veja o trglodita da faculdade, era um guri que não tinha merda nenhuma, era um zero a esquerda, um zé ninguém, mas que estava FAZENDO algo pra mudar isso, mas enquanto não mudava, tinha que continuar fazendo mais do que todo mundo fazia.
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"Facts don't care about your fellings!"

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#12
(09-04-2019, 10:21 AM)Trglodita Escreveu:
(09-04-2019, 10:11 AM)Stumm Escreveu: Pois é.... a beleza passa, o charme da malandragem e do descolamento passam, mas o que permanece é sua capacidade de trabalhar, de manter-se firme num planejamento sistemático e muita disciplina, renunciando a muitas coisas para depois ter uma vida mais digna e tranquila. A gente tem de olhar por este lado.

Tem a ver com saber o seu lugar no mundo. Quando você sabe onde está e quem realmente é, fica mais fácil tomar as decisões certas.

Veja o trglodita da faculdade, era um guri que não tinha merda nenhuma, era um zero a esquerda, um zé ninguém, mas que estava FAZENDO algo pra mudar isso, mas enquanto não mudava, tinha que continuar fazendo mais do que todo mundo fazia.

Essa visao de ponto futuro e muito importante. Quando o cara é imediatista acaba fazendo merda pra agradar colher e "pertencer" a algum grupo. 

Como você mesmo disse, por ter essa visao realista da vida, sabia que no futuro o esforço valeria a pena. Os fracos acabam por mudar quem sao e abrem mão dos proprios princípios pra se encaixar em algum padrão (Zé droguinha, militante, bobo da corte, etc).
Jet Sky < link

Um homem com escolhas é um homem livre.
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#13
É desse jeito mesmo confrade @Guardião que as coisas acontecem, eu fiz ensino superior e sei bem como
são essas coisas que tu falou. Ainda bem que sempre foquei no meu desenvolvimento pessoal antes mesmo de
entrar nesse antro de degenerados matrixianos. Se tu deixar, a matrix te "engole" para dentro, aí fode toda a tua vida.
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#14
" Ao final do curso vem uma espécie de prêmio: as mulheres de sua sala, que passaram anos sem saber seu nome, dão-lhe um abraço e choram de emoção, dizem que vão sentir saudade, como se fossem amigos há tempos."

Dei risada dessa parte, GargalhadaGargalhada

Terminei a faculdade em dezembro do ano passado e realmente, isso aí é o que mais acontece por aí.

Lembrei-me de um sujeito que tentou falar umas verdades no grupo de whatsapp da sala (na verdade não era um grupo da sala, e sim de todas as salas do 10º período). Coitado, era um Zé Ruela, ninguém o conhecia e por coisa boba que não me recordo agora, começou a discutir logo com a famosinha maconheira do curso. Vi o sujeito apenas mais uns dois dias depois na faculdade, nunca mais o vi novamente. O engraçado (leia-se lamentável) foi ver os bundões matrixianos escravocetas pagando pau para a mina.

Enfim, só para constar, baita atitude do @Trglodita , exemplo a ser seguido com toda certeza.
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#15
(09-04-2019, 09:26 AM)Stumm Escreveu: Francamente, o brasileiro é muito chorão e se importa com essas coisas como status, sexo, emprego dos sonhos, carreira. Os asiáticos que vêm pra cá e fazem seus filhos se enfiar em estudos e empreendem pastelarias, lanchonetes, vendem coisas de paraguay, trabalham em granjas, começam por baixo, e enriquecem. Outra coisa essencial, eles poupam, e muito! Não ostentam, são como formigas trabalhadoras.
Agora vejam o típico brasileiro: espera salvação de governante, joga em loteria, amaldiçoa os patrões, recorre à malandragens para sobreviver, ostenta quando consegue um pouco de grana, mete som e rodas no carro, e entra numa espiral de dívidas; outro se vitimiza dizendo que a cor da pele dificulta sua ascenção por ser discriminado.... mas veja, não vejo ninguém dessa gente poupar, empreender, e continuar a juntar grana, se sacrificar pra construir algo, querem tudo pronto.
AFINAL, EMPREENDER É POSSÍVEL PARA TODOS, A BUROCRACIA PRO CHINÊS/FILIPINO QUE VEM AQUI É A MESMA BUROCRACIA PARA O BRASILEIRO NEGRO OU BRANCO QUE RECLAMA.


Eu estava conversando EXATAMENTE isso com um amigo meu, que tem um escritório de contabilidade e conhece a real de muitos empreendimentos.


Aquele chinês que tem uma pastelaria, é dono de um estabelecimento bem simples e não tem status, lucra R$ 20 mil por mês. E ainda poupa a maior parte.

Já aquele outro cara que fica ostentando um carrão pela cidade, esnoba a todos contando que trabalha numa multinacional, ganha R$ 3 mil por mês, no fundo é só um peão de uma área bem técnica da multinacional.





Muitos anos depois, os filhos do chinês estudaram nas melhores universidades, estão até fora do país.

Já aquele "trabalhador de multinacional" continua num empreguinho medíocre, apesar de ser numa multinacional como adora dizer, e essa renda bancava um carrão quando ele morava com os pais/avós e não tinha gastos. Hoje mora na periferia, numa casa de meio terreno, e só reclama da vida. Espera que o Lula tire ele dali.
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#16
(09-04-2019, 05:09 PM)TheOak Escreveu:
(09-04-2019, 09:26 AM)Stumm Escreveu: Francamente, o brasileiro é muito chorão e se importa com essas coisas como status, sexo, emprego dos sonhos, carreira. Os asiáticos que vêm pra cá e fazem seus filhos se enfiar em estudos e empreendem pastelarias, lanchonetes, vendem coisas de paraguay, trabalham em granjas, começam por baixo, e enriquecem. Outra coisa essencial, eles poupam, e muito! Não ostentam, são como formigas trabalhadoras.
Agora vejam o típico brasileiro: espera salvação de governante, joga em loteria, amaldiçoa os patrões, recorre à malandragens para sobreviver, ostenta quando consegue um pouco de grana, mete som e rodas no carro, e entra numa espiral de dívidas; outro se vitimiza dizendo que a cor da pele dificulta sua ascenção por ser discriminado.... mas veja, não vejo ninguém dessa gente poupar, empreender, e continuar a juntar grana, se sacrificar pra construir algo, querem tudo pronto.
AFINAL, EMPREENDER É POSSÍVEL PARA TODOS, A BUROCRACIA PRO CHINÊS/FILIPINO QUE VEM AQUI É A MESMA BUROCRACIA PARA O BRASILEIRO NEGRO OU BRANCO QUE RECLAMA.


Eu estava conversando EXATAMENTE isso com um amigo meu, que tem um escritório de contabilidade e conhece a real de muitos empreendimentos.


Aquele chinês que tem uma pastelaria, é dono de um estabelecimento bem simples e não tem status, lucra R$ 20 mil por mês. E ainda poupa a maior parte.

Já aquele outro cara que fica ostentando um carrão pela cidade, esnoba a todos contando que trabalha numa multinacional, ganha R$ 3 mil por mês, no fundo é só um peão de uma área bem técnica da multinacional.





Muitos anos depois, os filhos do chinês estudaram nas melhores universidades, estão até fora do país.

Já aquele "trabalhador de multinacional" continua num empreguinho medíocre, apesar de ser numa multinacional como adora dizer, e essa renda bancava um carrão quando ele morava com os pais/avós e não tinha gastos. Hoje mora na periferia, numa casa de meio terreno, e só reclama da vida. Espera que o Lula tire ele dali.

Só li verdades!! kkkkk
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#17
Infelizmente nosso país não tem uma aptidão, ou melhor, um interesse em criar valor no trabalho. Aqui o apelo ao crescimento coletivo em ambientes acadêmicos ainda é muito forte, e isso acaba prejudicando aqueles que estão acima da média - "freados" para acompanhar a mediocridade. Esse motivo, aliado às péssimas grades curriculares dos 3 níveis de ensino, são as principais razões de eu não gostar desses ambientes, embora eu goste muito de estudar.

O que eu aprendi com isso é que você deve se guiar rumo a algo que dependa cada vez mais (percentualmente) das suas competências individuais; e isso não é nada fácil. Em outras palavras, procurar caminhos que respondam ao seu mérito, sem depender de uma resposta de algum chimpanzé para ter sucesso no seu objetivo; é claro que isso não é nada fácil, mas aprender por interesse próprio ainda é a forma mais efetiva de aprender que eu conheço. 

Nós temos que tirar proveito da mediocridade dos outros. Não precisamos ter bens materiais (carros, casas, etc.) superiores aos deles, até porque a maioria deles são gastadores compulsivos que se forem demitidos mal possuirão dinheiro para manter a bebedeira nos próximos finais de semana. Nós nos diferenciamos sendo gestores melhores da nossa vida, em variados aspectos - financeiro, físico, familiar, lazer, etc. A ideia é que é mais fácil vender quando você tem clientes que são compradores compulsivos, quando um "malandro" tem vários "otários" para encontrar... por isso precisamos estar sempre acima da média, sempre na condição dos "espertos" prontos para tirar proveito de alguma oportunidade; e isso é recompensador demais porque depende muito mais de nós do que dos outros (responde aos nossos méritos!).

O brasileiro médio gosta de viver como a cigarra. Pega o dinheiro e já vai gastar; se ganha mais, gasta muito mais. O importante é ostentar e tirar os proveitos disso (mulheres, status, etc.).

Até que o inverno chega (E VAI CHEGAR PARA TODOS ESTES) e quem dá as cartas são as formigas. 
Em tudo dai graças.

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#18
(09-04-2019, 06:23 PM)Monarca Escreveu:
. .

O que eu aprendi com isso é que você deve se guiar rumo a algo que dependa cada vez mais (percentualmente) das suas competências individuais; . 

Então cara, é o que estou fazendo atualmente. Depois de quase uma década numa empresa eu não consegui galgar postos maiores, fiquei no nível "analista", era sempre preterido a favor de pessoas que não tinham as mesmas competências (inglês, pós-graduação). Na minha leitura, a pessoa acima de mim não queria me promover, por má-fé.

Então eu peguei o acerto, mais uma grana que acumulei por 16 anos, e estou vivendo no mercado financeiro: aqui sim eu dependo das minhas competências de análises, observação, estratégias de alocação. 

Como estamos ainda no começo de uma recuperação econômica, entendo que as ações vão render bons ganhos, enquanto deixo o grosso em renda fixa para financiar minhas despesas (vivo frugalmente) e eventualmente comprar mais ações em momentos de crise.
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#19
Na boa primeira coisa que me veio na cabeça após ler o tópico foi esse vídeo kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
https://www.youtube.com/watch?v=jAZA9oTsAEo

Me formei em engenharia em uniesquina, preciso nem falar q n trabalho na área kkkkk.
A luta por emprego após se formar, entrevistas com essa psicólogas esquerdistas é desanimador pro homem comum.
"O homem que não atravessa o inferno de suas paixões também não as supera. Elas se mudam para a casa vizinha e poderão atear o fogo que atingirá sua casa sem que ele perceba. Se abandonarmos, deixarmos de lado, e de algum modo esquecermo-nos excessivamente de algo, corremos o risco de vê-lo reaparecer com uma violência redobrada."
Carl Jung
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#20
(09-04-2019, 05:09 PM)TheOak Escreveu: Aquele chinês que tem uma pastelaria, é dono de um estabelecimento bem simples e não tem status, lucra R$ 20 mil por mês. E ainda poupa a maior parte.

Já aquele outro cara que fica ostentando um carrão pela cidade, esnoba a todos contando que trabalha numa multinacional, ganha R$ 3 mil por mês, no fundo é só um peão de uma área bem técnica da multinacional.

Aqui na cidade tem uma lanchonete dum chinês, ele veio com bem pouco; pelo jeito dele, cara sofrida, esquálido, percebi que vivia como camponês. Mas o cara ralou, vende salgado bem no centro da cidade, e assim ele vai. Por que eles conseguem? 

Na minha opinião, a atitude deles na vida é bem diferente da nossa. A gente não aceita começar por baixo, não aceita que tem de fazer coisas simples pra ir melhorando e fazendo outras atividades. 

A cultura brasileira preza pelo medíocre, como refere o colega acima, isso cria nosso padrão de pensamento em relação a dinheiro, negócios, emprego. Os asiáticos são como ilhas nas convivências deles, eles ficam em si mesmos sem se misturar com os locais, então absorvem pouco da nossa atitude medíocre e pobre. 

Imaginem um cara chegando da ásia, num ambiente hostil como o nosso, sem falar nossa língua, começa por baixo a ralar e enriquecer, enqto os que estavam aqui permaneceram chorando esperando ajuda de governo, de grupos de representação étnicos que militam esquerdismos.... meu Deus, tem algo errado com nossa gente, é bem claro isso.
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