Avaliação do Tópico:
  • 0 Voto(s) - 0 em Média
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
Estou escrevendo um livro
#21
Posta o livro aí Naváia, Gargalhada

Tenho algumas idéias de algo pra escrever, mas não é muito bem a minha praia. Então até lá to pensando em como vou colocar isso em prática.

Ala dos Poeteiros foi foda kkkkk
強さと名誉と尊厳
Responda-o
#22
(19-06-2018, 12:57 AM)Samanosuke Escreveu: Posta o livro aí Naváia, Gargalhada

Tenho algumas idéias de algo pra escrever, mas não é muito bem a minha praia. Então até lá to pensando em como vou colocar isso em prática.

Ala dos Poeteiros foi foda kkkkk

Se eu ver que vai ficar muito tenso usar meu nome real, vou acabar postando aqui mesmo kkkk. 

Vai um trecho que acho que poderia dar problema. Após o subtitulo INJUSTIÇA

Lembrando que sou apenas um aspirante a escritor, sendo assim não tenho ideias extraordinárias e minha escrita é bem medíocre.

Sim, tem uma parte que ele fala mau do mundo corporativo, não como se eu de fato acredita-se nisso, ocorre que viajo 3 horas por dia de onibus para ir para faculdade, nesse dia em questão eles passaram um trabalho, e em vez de liberarem os alunos para começar o trabalho, começaram com uma dinâmica estupida de você fingir que está em um avião imaginário, aquilo me irritou e descontei no personagem, que já tem esse intuito de ser um revoltado sem causa, apenas uni o útil ao agradável, se alguém ai for empresário ou coisa do tipo, por favor, não se ofenda.

Citação:ESTIMAÇÃO
 “Merda, mais uma palestra motivacional ridícula naquele lugar de merda, mais um bando de sorrisos falsos falando um monte de abobrinhas que todos já estão cansados de ouvir, os infelizes não tem nem sequer a capacidade de tentar inventar algo novo para motivar, mesmo que seja uma nova forma medíocre, porque provavelmente será, mas não, não basta ser uma forma absolutamente ridícula de motivar, tem que ser sempre mais do mesmo, é sempre algum imbecil engomadinho pedindo para você fazer atitudes idiotas, gritar e agir de forma alegre, como se a realidade corporativa fosse alegre, vermes, eles sabem que tudo aquilo é uma grande farsa, eles sabem que nada de bom será tirado daquilo, está estampado na cara deles que tudo aquilo não passa de uma grande encenação, um prazer sádico em submeter os inferiores que precisam de um salário no final do mês, essas merdas tinham tanto no setor publico quanto no setor privado, é verdade, mas no privado era pior, era mais explicito, estava quase estampado nitidamente da testa dos organizadores daquele show de horrores “se submeta a mim” e tudo aquilo, se visto de forma profunda era isso, apenas isso, submissão, fazer coisas ridículas, fingir animação e uma animação que todos ali sabiam que era falsa, foi feita para ser falsa, de fato ninguém ali estava se importando se você estava realmente animado com algo, não, a intensão deles era outra, era mostrar como eles tem poder sobre sua vida, sua vidinha medíocre, mostrar como você não vale nada, como você deve se submeter a situações ridículas para ter um salário no final do mês, esfregar na sua cara a sua insignificância, agora entendo porque certos idiotas se tornam comunistas e passam a odiar o capitalismo, por infelizes assim, e claro, por coisas piores, mas foda-se, eu odeio eles, mas odeio o comunismo também, no fim das contas eu odeio tudo, sorte que o dia hoje já acabou.”
Esses eram os pensamentos de Thomas enquanto voltava para casa, na primeira impressão da entender que ele foi um dos mais antipáticos no evento não é mesmo? Não, ele foi um dos mais “discretos” digamos assim, participava das dinâmicas que julgava estupidas, mas não se exaltava muito, fazia as coisas apenas por fazer, quando mandavam levantar as mãos, o fazia, mas sem esboçar nenhum sorriso, como a maioria ali, ou um sorriso visivelmente falso, para que a maioria percebe-se mesmo, não se importava muito, sabia que seu setor, e principalmente, seu cargo, era de fato insignificante, de modo que ninguém iria tirar satisfações, era medíocre, e por ser medíocre, era livre de certa forma, essa era sua linha de raciocínio.
Apesar de odiar esses momentos, no fundo os adorava, adorava sentir ódio daqueles psicopatas que criavam essas gincanas de propósito para ridicularizar os funcionários, adorava ver a indignação dos trabalhadores do local, adorava ver todo aquele circo arquitetado pegando fogo, se deliciava com o sadismo de quem organizou tudo aquilo, e com a duvida de saber se aquilo era realmente sadismo ou burrice real, muito embora já tivesse a resposta dentro de si.
Mas o que mais gostava mesmo, de verdade, era do ódio que tudo aquilo lhe proporcionava, adorava sentir ódio, seu ódio era seu animal de estimação, e adorava quando alguém dava motivos para seu ódio crescer, para seu ódio ser alimentado, antes, se indignava, discutia, tentava mostrar seu ponto de vista par os outros, mas com o tempo, passou a falar menos e ouvir mais, começou a conversar com pessoas que sabia que iriam dizer coisas que iriam irritar ele, que iriam defender coisas que iriam fazer ele sentir nojo, ou raiva, muito embora fosse difícil ter algo em especifico que fizesse nosso coleguinha sentir um ódio por aquilo, pois ele odiava muitas coisas atualmente, não por indignação ou algum outro motivo altruísta, não, por puro esporte mesmo, cansou de ser hipócrita consigo mesmo em relação ao que ocorria ao mundo ao seu redor, e apenas admitia que odiava muitas coisas no fim das contas, e vida que segue.
Mas sua vida mudou muito depois que passou a cuidar de seu querido bicho de “estimação”, não mostrava mais sua indignação com as coisas, apenas concordava e aceitava tudo, de forma cínica, sabia que seria inútil tentar mudar as coisas, as coisas são do jeito que são, sujas, hipócritas, e imundas, a vida é um grande rio de merda que hora ou outra aparece alguma pedrinha preciosa, muitas pessoas perdem sua vida inteira tentando encontrar essa pedrinha, essas pedrinhas, e se sujam mais e mais, mas a grande verdade é que essas pequenas pedrinhas são muito raras, de modo que pouca diferença faz se você se suja nesse grande rio corrente de merda tentando encontra-las, ou se agarra a algum galho, pedra, ou seja la o que for e tente se sujar o menos possível, você não pode sair do rio de merda, mas pode escolher não se sujar tanto, as pedrinhas são tão raras que procura-las ou não acaba dando no mesmo, de modo que alguma pode simplesmente vir até você, sem que você precisa ficar mergulhando na imundice, mas ase não vier, você será apenas mais que viveu uma vida imunda e sem nenhuma preciosidade, a diferença entre você e os outros, é que você ao menos se sujou um pouquinho menos, manteve um pouco de sua.. dignidade? Não saberia responder, seu raciocínio terminava aqui, e estava feliz com isso.
A única coisa que sabia é que sua pequena bola de ódio de estimação crescia e crescia, a cada dia que passava, e estava contente com isso, pois se algum dia precisa-se fazer algo que de fato vale-se a pena, teria o combustível necessário para isso, essas pessoas querendo usar alegria como motivação, pobre coitados, mau sabem eles o quanto o ódio pode ser infinitamente mais motivador, e consistente, você não precisa se motivar todo dia quando tem ódio no coração, pobres pessoas que dependem da alegria para fazer alguma coisa, alegria, felicidade.. são coisas tão frágeis, nada se compara ao ódio, quando se trata de motivação, é tão fácil acabar com a alegria de uma pessoa... uma palavra consegue fazer isso, veja a fragilidade dessas emoções! Agora ódio? Ah! Não, não é assim tão fácil diluir o ódio, e o melhor de tudo, ele aumenta com o tempo, o ódio que você acumulou ontem não vai embora, mas se junta com o ódio que você acumulou hoje, que também vai se juntar ao ódio que você vai acumular amanhã... nada é superior ao ódio, nada é mais resistente que o ódio, ou será que existe algo, amor talvez? Mas no fim das contas amor e ódio são duas faces diferentes da mesma moeda, e não é muito difícil transformar amor em ódio, imagine sua mãe sendo assassinada na sua frente, pois é... de qualquer forma, nosso jovem revoltado não amava algo a muito tempo, então era no ódio que depositava todas as suas esperanças e motivação.
 
INJUSTIÇA
 
Thomas já estava em casa, fazia já alguns dias que havia acontecido a dinâmica no trabalho, sua bolha de ódio estava adormecida, parecia estar diminuindo, as coisas estavam relativamente tranquilas, até que ele vê em uma rede social uma feminista criticando pais que abandonaram os filhos, e fazendo deboche disso, Thomas não resistiu, sabia que era perda de tempo, uma grande masturbação mental, mas resolveu postar sua opinião nesse lugar, sabia que daria merda, mas foda-se, gostava de discutir com idiotas, e Thomas julgava as feministas os seres mais idiotas que conhecia, não era como se ele fosse conservador ou realmente se importa-se com valores e honra, não, ele odiava essas coisas também, odiava tudo na verdade, bem, ele odiava estar vivo, então feministas entrariam nessa lista também. Mas apesar disso tudo, elas incomodavam mais, mais que o trabalho, mais que os conservadores, mais que os idiotas comuns, para ele, não passavam de idiotas mais barulhentos, ou melhor, barulhentas, idiotas que falavam mais alto e só, e nesse dia resolveu colocar sua opinião, sabia que iria se estressar, mas era mais forte que ele, e quanto maior era o estresse, maior era a diversão também, assim ao mesmo tempo que odiava, adorava discutir com idiotas, sejam eles quais fossem, calhou de ser feministas dessa vez.
Comentou sobre como mulheres tem mania de escolher homens errados, bandidos, marginais, e toda a escória masculina, enquanto tratava mau os homens bons, trabalhadores e bla bla bla, a grande verdade é que tudo isso para ele já era chover no molhado, mas queria ver qual seria a reação dessas idiotas com altofalantes embutidos na porra da garganta, só para se divertir um pouco, muito embora já desconfia-se sobre como seria sua reação, e acertou em cheio, deboche, ad hominem, deboche, ad hominem, deboche, “nossa você tem procurar o psicólogo(ad hominem)”, ad hominem. Logo em seguida foi banido do da página feminista, gargalhou na frente dos teclados, uma risada espontânea, mas que vinha acompanhada de um leve desespero, por fora apenas ria, mas nas profundezas de sua mente se perguntava o que estava fazendo de sua vida, porque discutia com desconhecidos, ou desconhecidas, na internet? E se divertia com isso? Odiava profundamente pessoas populares que saiam para baladas e bares, para se divertir, mas seria ele diferente delas tendo esse tipo de comportamento frívolo? Sua gargalhada sinistra se acalmou rápido, mas esse pensamento permaneceu na cabeça dele, por um bom tempo ainda.
Mas o motivo dessa angustia não foi ao todo sua diversão exótica, a questão é que realmente acreditava no que havia falado, em cada palavra, havia falado sobre elas preferirem os drogados, bandidos, traficantes, e toda a escoria, havia falado sobre como são inconsequentes na juventude, e como elas são as principais culpadas por tudo de ruim que está acontecendo em nosso século, segue o comentário abaixo:
“Percebe-se como vocês não passam de uma bando de cretinas que adoram ocultar a própria culpa, ou melhor kkkkk, colocar ela nos outros, sempre colocam a culpa nos outros não é mesmo? E quem são esses outros? Os homens é claro, quem mais seria? Típico de um bando de mau comidas que não tem mais nenhum sentido na vida a não ser espezinhar os outros e inventar problemas para dar um sentido a suas vidinhas medíocres, nem sei porque perco meu tempo escrevendo isso, como se alguma vagabunda aqui realmente tivesse cabeça pra entender o que eu vou dizer agora, mas foda-se só quero me divertir mesmo.
Não é novidade pra ninguém que quando jovens vocês curtem mesmo se relacionar com bandidos, drogados, traficantes, playbozinhos de merda e toda essa escoria masculina, vocês sempre buscam esses caras, e depois vem com esse papo de que nenhum homem presta, não minhas queridas, vocês é que sempre escolhem os que pior tratam vocês muito provavelmente por não possuir cérebro, mas o que mais me deixa puto é essa história de querer colocar a culpa em TODOS os homens pelas experiências QUE VOCÊS tiveram com os poucos que escolhem a dedo, mas não, me recuso a ser ofendido assim, vocês sempre querem colocar a culpa em quem não tem nada a ver com a vida decadente e medíocre de vocês, são contra as autoridades, e fazem questão de esfregar na cara de todo mundo que adoram dar esse rabo flácido pro primeiro drogado traficante que encontram pela frente, e quando se fodem bonito e merecidamente nas mãos destes vem colocar a culpa EM TODOS OS HOMENS DO UNIVERSO, não minha querida, eu não tenho culpa por você ser uma pessoa tão medíocre que só a atrai cretinos que não querem nada mais do que comer teu rabo e cair fora, não me coloque no mesmo patamar que essa gente, porque eu estaria a um passo mais próximo de ser tão medíocre quanto vocês caso isso acontecesse e isso pode ter certeza que eu não sou.

Bando de mulheres hipócritas e mau amadas que sempre procuram colocar a culpa em alguém para seus problemas de merda, ao invés de tentar resolve-los, bem como faz um criança, mas crianças pelo menos enchem menos o saco do que vocês.
Mas o tempo tem a resposta para tudo, vocês vão acabar velhas e sozinhas, e eu vou rir da cara de vocês quando isso acontecer.”

Ele foi banido por esse comentário, e apesar da angustia que sentiu em perder tempo com coisas que julgava praticamente tão fúteis quanto ir em baladas o bares populares, se sentiu mais leve de certa forma, como se tivesse dado uma descarga emeocional dentro de si, não saberia explicar direito.
Responda-o
#23
(27-05-2018, 04:51 PM)Ogro Escreveu: @Cavalheiro Negro  É sério que pra escrever livros tem seguir regras da ABNT? Você tem certeza disso? É livro ou monografia, ou ensaio científico que você vai escrever?

Outra coisa, tem um usuário já banido aqui do fórum que deixou um relato, com certeza imaginário. A história dele é tão imaginária e com um aspecto literário que dá pra servir de base pra um livro. Tá aqui dando sopa, e como o cara não registrou a história como de autoria dele, fica a dica.

edit: achei. Fala se isso aqui não dá um livro: ( Relato ) Um homem que não deu certo.

Li o relato, de fato parece bem fantasioso, mas eu gostei, principalmente porque ele mexeu com um tema que ando refletindo muito ultimamente, que é com a bondade excessiva de alguns, e a maldade excessiva em outros, para mim, ambos são nocivos, um pela passividade, e outro pela atividade, o correto é ser justo.

Penso, quando for beeeem mais maduro em escrever 3 livros, o Sadomasoquista, relatando uma pessoa excessivamente boa, o Sádico, relatando uma pessoa ruim, e que ao perceber que é fácil ser alguém ruim, vai se tornando cada vez pior, e o Justo, relatando alguém que transcendeu tanto a maldade, quanto a bondade, mas por hora fica apenas o anseio, não tenho a maturidade necessária para escrever tais obras ainda, mas espero do fundo do meu coração adquirir essa maturidade um dia.

Agradeço ao confrade pela dica.
Responda-o
#24
Eu gosto de resenhar as coisas que leio durante a semana.

Confesso não ter a capacidade de síntese para passar o que penso em forma de livro, então escrevo apenas para fixar os entendimentos do que li e quando eu precisar vão servir de fonte de consulta mais adiante.

Mas estou com uma duvida, será que pode dar algum problema eu colocar meu nome real no livro? Digo isso porque existe um personagem em especifico que é revoltado, ele não foi feito para ser um personagem bom, ele é revoltado com tudo, o objetivo é mostrar que revolta por si só não leva a lugar nenhum, entretanto eu faço ele proferir algumas verdades sobre o feminismo atual e coisas do tipo, só que de forma meio perdida em meio a tudo que ele diz, fico me perguntando se isso não pode dar problema devido ao politicamente correto vigente nos dias de hoje.

Confrade @Navalha eu não vejo nenhum problema, pois o Sr. está narrando as características desse personagem, não há indício de que o Sr. como autor legitime as atitudes desse personagem ... Mas só para evitar a fadiga, é bom usar um pseudônimo.

Responda-o
#25
(19-06-2018, 11:31 AM)Fernando_R1 Escreveu: Eu gosto de resenhar as coisas que leio durante a semana.

Confesso não ter a capacidade de síntese para passar o que penso em forma de livro, então escrevo apenas para fixar os entendimentos do que li  e quando eu precisar vão servir de fonte de consulta mais adiante.

Mas estou com uma duvida, será que pode dar algum problema eu colocar meu nome real no livro? Digo isso porque existe um personagem em especifico que é revoltado, ele não foi feito para ser um personagem bom, ele é revoltado com tudo, o objetivo é mostrar que revolta por si só não leva a lugar nenhum, entretanto eu faço ele proferir algumas verdades sobre o feminismo atual e coisas do tipo, só que de forma meio perdida em meio a tudo que ele diz, fico me perguntando se isso não pode dar problema devido ao politicamente correto vigente nos dias de hoje.

Confrade @Navalha eu não vejo nenhum problema, pois o Sr. está narrando as características desse personagem, não há indício de que o Sr. como autor legitime as atitudes desse personagem ... Mas só para evitar a fadiga, é bom usar um pseudônimo.

Se der para comercializar o livro, mesmo como pseudônimo, acho que farei mesmo, de qualquer maneira, vou acabar disponibilizando o livro gratuitamente eu acho, só para começar a "fazer um nome" ou coisa do tipo.

Eu já tentei fazer resenha das coisas que lia, para fixar melhor, fiz isso com história da filosofia, volume 2, mas vi que não adiantou nada, não lembro de quase nada que foi dito naquele livro gigantesco kkkk, hoje, apenas printo um trecho que gostei, é melhor para memorizar, eu acho.
Responda-o


Pular fórum:


Usuários visualizando este tópico: 2 Visitante(s)