Avaliação do Tópico:
  • 0 Voto(s) - 0 em Média
  • 1
  • 2
  • 3
  • 4
  • 5
[Conde] O Mito De Que Elas Sempre Irão Se Dar Mal ao Fim da Relação
#1
O Mito De Que Elas Sempre Irão Se Dar Mal ao Fim da Relação
NOBRECONDEMONTECRISTO ♦ 21 DE OUTUBRO DE 2012 ♦ 3 COMENTÁRIOS

[Image: homem-rastejando.jpg]

Nobres Confrades da Real.

Sempre se fala que ao fim da relação no qual a mulher fez inúmeras pilantragens e putarias o homem em geral dá a volta por cima e que ela sempre acaba se dando mal, tendo após isso uma grande decadência em vários aspectos da sua vida. Se você acredita nisso, sinto lhe informar mas você está muito enganado acerca dessa realidade.

Crescemos iludidos que o bem sempre vence o mal, de que quando as coisas ficam claras e se resolvem os bons são recompensados e os ruins recebem seus merecidos castigos. Vemos também em filmes, novelas e correlatos que o bonzinho vence, a mulher má sempre se fode, o vilão é punido. A lavagem cerebral é tamanha que acaba se acreditando que isso irá sempre ser uma regra em todas as situações.

Bom, mas a realidade é totalmente diferente da fantasia. Muitos homens que saem arruinados da relação após humilhações e chifres bem como falidos demoram muito tempo até se recomporem financeiramente (isso quando conseguem) mas em muitos casos as feridas psicológicas por mais que se cicatrizem sempre vão ficar latentes, vivas em sua memória. Esses homens vão viver depressivos, desiludidos, com baixa auto-estima e poucas perspectivas no âmbito dos relacionamentos. Em alguns casos chegam a cometer suicídios e/ou crimes passionais.

Já a mulher, bem diferente do que prega os contos de fadas, romances , TV e o cinema raramente se dá mal, sofre e fica na merda. Isso pode até ocorrer num primeiro momento no qual ela perde as benesses do qual usufruía através do homem em questão e se sente um pouco sem rumo. Mas em pouco tempo ela se recompõe, esquece com facilidade o Ex (afetivamente, pois sempre se mantém por perto para o caso dele poder vir a ser útil posteriormente) e volta a levar a vida que tinha anteriormente à relação, com baladas com amigas e flertes de vários outros homens.

Elas se recompõem rápido pois o baque para elas do término é infinitamente inferior, faz muito menos estragos emocionais do que faz nos homens. As mulheres não são afetivamente apegadas à homens no qual elas agem de má fé e não respeitam, apenas ficam com receio de perder o utilitarismo que ele a proporciona e é a única razão que a prendia a ele. E como invariavelmente elas de certa forma os mantém por perto mesmo após o término, pois fazem a famosa inversão de culpas e ele sempre acaba saindo da relação se sentindo culpado pelo fim, elas se aproveitam dessa “culpa” que imputam ao homem para conseguir assim “compensações” futuras quando julgar necessário.

É comum também se ver que muitas que saem de uma relação voltam com mais intensidade às baladas / farras / bebedeiras com amigas vadias e rodam a banca com Cafas. Elas assim o fazem pois a barganha da mulher é anos-luz maior que o homem. Dificilmente a mulher fica sozinha, apenas por opção da mesma. Mas quando ela se propõe a sair e ficar /dar para vários homens ela sempre vai obter êxito neste contexto.

Mesmo no caso das que passam dos 30 e ficam acabadas, com filhos e mães solteiras elas não se dão mal também. Embora não tenham mais a barganha física de outrora, pelo simples fato de ser mulher elas sempre vão conseguir homens que as aceite assim e as assumam com seu “kit mãe solteira”(filhos de cafas + Barganha física / estética decadente + buceta arrombada). Fora as que conseguem arrancar boas pensões / bens do Ex corno, graças às leis de pensão e divórcio totalmente feministas e consequentemente favoráveis à elas. Graças aos Capitães Salva Putas, elas sempre vão estar garantidas dentro deste contexto.

Mas por que, afinal, estou falando sobre isso? Pois muitos homens ficam, após o fim do relacionamento, quase que obcecados por provar à Ex-Vadia que ela ficou na merda sem ele e que após se superar e dar a volta por cima ela irá se arrepender amargamente de tê- lo perdido, geralmente com elas na merda, depressivas e que irá rastejar atrás dele posteriormente.

Esqueça isso. As mulheres podem até ficar emocionalmente abaladas ao término da relação mas não porque perdeu o homem em si mas por conta de perder o que usufruía dele. O erro desses caras é querer provar o tempo inteiro que elas estavam erradas e ele certo, sendo que isso ela já está careca de saber. Querem provar que elas perderam um grande homem, que ela sem ele não será feliz etc. Pura balela, pois homem é o que não falta e jamais faltará às mulheres, elas sempre tem o poder de escolha e a lei da oferta e da procura sempre irá favorecê-las.

Por isso a importância de se conhecer a Real. O homem que absorve esse conhecimento à sua vida, sabe interpretar bem seus ensinamentos e passa à praticá-los percebe e conclui que Ex fica definitivamente morta e enterrada no passado. Não tem essa de querer se “vingar” dela, o que passou, passou, segue em frente. Não se apega, passa a ser justo, com elas e principalmente consigo mesmo na lida com as mesmas. Passa a focar em si, em seu crescimento e desenvolvimento pessoal independente do que as mulheres acham ou deixam de achar à respeito, pois não as tem como finalidade e sim como consequência, como um algo mais na sua vida.

Enfim, entenda, paspalho, que elas nunca se dão mal, não se iluda com isso. O sistema é todo feito para elas se darem bem, seja na forma de leis ou emocionalmente, não perca tempo com vingancinhas imbecis e nem querendo provar nada à Ex-Vadias. Se terminou por descobrir safadezas e pilantragens dela agradeça à Deus de ter se livrado desse lixo ao invés de ficar se lamentando e sofrendo por isso. Não se culpe por erros dela, um erro jamais justifica outro. Siga em frente, tenha a razão e a Real ao seu lado. Como bem disse o Doutrinador, o SUCESSO é a verdadeira vingança do homem honrado.


Sem mais,
O Nobre Conde de Monte Cristo.
Spoiler Revelar
MARCIANO
21 DE OUTUBRO DE 2012 – 14:31
Cara se superaste! Já tinha notado isso! Mulheres sempre se dão bem nas relações!
O homem, principalmente o bonzinho sempre se fode. Fica deprê! Passa anos e anos sem sequer beijar na boca! É foda!
Conheço mulheres que eram praticamente prostituta mesmo, de bordel, antes era uma piranha de marca maior, tranzava com primos, tios, patrão, filho de patrão… e hoje tem 2 filhos, é casada, evangélica e virou uma mulher de “respeito”! Angel E ai de quem falar mal! rsrsrs Big Grin É mole?

JOSEH
23 DE OUTUBRO DE 2012 – 20:09
Incrível como esse texto veio na hora mais correta e propícia no meu dia. Mais uma vez estava transbordando de ódio Angry justamente por te que aceitar essa realidade. Essa injustiça de que mesmo praticando atitudes desleais elas ainda tenham a vantagem da sociedade (provida por manginas) A minha Ex infernizou toda a minha vida com mentiras, enganações, pose de santa e desentendida… enquanto eu me afundava em ódio e loucura. Hoje (sem esforços ou estudos) foi colocada, de forma ilegal ainda por cima, em um cargo público faturando na faixa de mil reais/mês, por um panaca de uma campanha da minha cidade. São as brechas do sistema e as falhas dos homens perante as mulheres. Só textos como esse para nos colocar no rumo e saber onde reside nossa real força. Saber novamente onde está o nosso orgulho. Agradeço humildemente aos provedores da real.

JULIO
22 DE DEZEMBRO DE 2012 – 14:15
Totalmente correto é o homem que sempre se fode ao fim da relação. Meu primo entrou em depressão e se suicidou. Depois de fazer tudo pela esposa por anos se sacrificando pela família, ela DO NADA o abandonou. Sad Hoje ela está com outro, na maior cara de pau como se nada tivesse acontecido. A Real salva vidas.

*Texto extraído do antigo Blog Nobres Homens*
Responda-o
#2
Conde merece todo o sucesso e reconhecimento, independentemente das conquistas pessoais e do respeito conquistado. Uma coisa é fato, anos antes ele já era uma voz ativa nos alertando da merda que estava por surgir na Real: mimimi e vitimismo. Tá foda. É muito choro, é muita discussão que foge do escopo da Real, para análises triviais e sem sentido: "por que ela fez isso comigo? "mas por que ela é assim?" "e agora o que fazer?" e etc. Tirando a parte comportamental e os reflexos que isso causa no homem, pelo amor de Deus, desde quando brincar de Charles Xavier com uma mulher aleatória é Real? Desde quando querer brincar de Mãe Diná e ficar antecipando a próxima foda de uma mulher random com uma vida sexual ativa? Desde quando passou a ser regra fiscalizar cu, xoxota, rola e status civil? Pro caralho. Cadê o individualismo?

A simplificação trazida nas reflexões do Conde, aliadas com a máxima legada pelo Doutrinador se prestam para derrubar esses espantalhos de merda, criados por vitimistas, chorões, que deturparam a Real achando que ela sozinha irá massagear o ego feriado. Não, ela não vai massagear nada. Arrisco dizer que ele vai oprimir mais ainda.
O que levanta um homem da lama, do insucesso, da derrota, é a perseverança, força de vontade, motivação, disposição, energia e ambição. Sem isso, esqueça. Pode jogar o texto motivacional que for, decorar N.A, passar vídeo e etc, não tem como. A Real sozinha não se materializa se as ferramentas não forem utiilizadas, e não for convertida em combustível para tirar o homem da inércia.
Outro ponto também que não merece qualquer destaque é aquele butt-hurt natural que fica, mas transitório. Inveja, ciúmes e vingancinha são sentimentos de merda e negativos, incapazes de serem convertidos em qualquer energia. Não importa se indivíduos se desenvolveram nutrindo-os, no final continuam rancorosos, problemáticos, doentes e incapacitados por uma cegueira que torna o mundo completamente binário. Além dos estudos científicos que apontam para o desenvolvimento de doenças, especialmente cardíacas.

Discutir o término de um relacionamento é como dissecar um cadáver. Sua função é unicamente compreender os erros e acertos, os quais se prestarão futuramente em uma evolução do indivíduo com toda aquela experiência (negativa ou positiva). Em outras palavras, é como entender a causa mortis. Qualquer coisa além disso, primeiramente deve ser aplaudida pelo tempo à disposição, noutro lado, deve ser ignorada porque não levará a lugar algum, que não uma porta para um apego, que poderá resultar em algum ciúmes patológico, ou uma âncora que não permitirá  que aquele indivíduo siga em frente. É como cultuar o que há de ruim, de inútil, de desnecessário, uma espécie de sadismo voluntário (se é que isso não é um pleonasmo), mas se voluntariar para sofrer inultimente com algo que não trará qualquer retorno significativo e necessário para a vida particular em questão. 
E caso não tenha ficado claro, a figura de linguagem em questão é utilizada justamente para pontuar que o término representa a morte. A morte de alguns objetivos, metas, interesses, sentimentos, sonhos e alguns deveres. E a morte é natural, inerente a própria existência da vida.

Se ela irá se fuder, se dar melhor, continuar igual e etc, sinceramente, foda-se.
Com o término do relacionamento, tal realidade sai completamente da esfera de controle do homem. Afinal, não há mais qualquer dever de fidelidade, reciprocidade, convívio e etc, diante do fim inequívoco da relação outrora estabelecida. Assim, por qual motivo é válido tentar controlar fatos que estão além do seu controle? Por qual motivo tentar continuar buscando informações que não são mais relevantes e necessárias? Como disse, é se voluntariar para buscar um novo sofrimento, seja pelo término (com suas particularidades), seja em saber o que ela está fazendo. Absurdo. Bizarro. Ilógico. São indivíduos pobres e fracos de espíritos, que sequer controlam as próprias vidas, ou o que há no seu em torno, mas por um sentimento negativo, querem tentar controlar fatos que estão além de sua ciência e controle. Mas há, por óbvio, uma insistência em remoer tais pontos, como se eles fossem necessários, ou tivessem algum tipo de conexão com a Real, o que é um golpe.

O sucesso em questão é algo factível. Sair do ponto B, na merda, literalmente, e caminhar para o ponto A, em condições mais satisfatórias. Ninguém está "mais ou menos melhor, ou mais ou menos pior", ou se está bem ou se está mal. Logo, não há o que se falar em buscar confrontar um alegado sucesso conquistado, após um dissabor, contra outrem, devido algum ranço não resolvido. É a típica sabotagem clássica, diante da incapacidade de se lidar de forma madura e racional com um término, criando preocupações absurdas com querer brincar de "olha só o que você perdeu". Apego mal resolvido mesmo, em síntese.
Também lembro que o sucesso não é medido pela comparação. Sendo desnecessário buscar outra pessoa e comparar o seu estado atual com o de outro. A ÚNICA COMPARAÇÃO É CONSIGO MESMO, ou seja, não envolve terceiros.
O que vejo é que isso é uma armadilha para se manter um canal de contato com alguém que não integra mais a nossa vida.

Essa evolução necessária deve ser orientada em sair da merda, vencer obstáculos que acabam sendo jogados e colocados, provando que uma adversidade da vida não é o suficiente para derrubar um homem, em que pese o dissabor experimentado. O resto é trivial.

Isso chama a atenção para observar que alguns pontos discutidos na Real, na verdade não são temas realísticos, mas algo que pode ser aprofundado além da própria Real, em outras searas, como, por exemplo, inteligência emocional e maturidade.

Por fim, a Real é na rua, na prática, aplicando a teoria, nas experiências e vivências, mas também é dentro de cada um. Essa brincadeira de "hoje vou dormir realista, mas amanhã vamos ver como vou acordar", ou, "vou dar uma olhadinha aqui e tal, e vou levando pra ver até onde chego", normalmente não acaba bem, ou, até acaba, mas longe da Real, e como sabemos.
Creio ser uma voz isolada, mas passo a acreditar que com o tempo e uma maturidade realística, acaba por se desenvolver uma espécie de sentimento niilista em relação à sociedade. Não em seu sentido negativo, é bom deixar claro. Mas em um sentido libertador, de se afastar de inutilidades, tranqueiras e situações e coisas que nos fogem completamente o controle e o interesse. Não é só um filtro, por exemplo, de se afastar de pessoas inúteis e interesseiras, mas um filtro que nos ensina pelo que lutar, perseverar, selecionar, viver e realmente pelo que se importar. Sendo sincero, é um autocontrole extremamente positivo, com toques de frieza impressionante. Somos monges modernos do século XXI, ou melhor, somos livres.

Abraços.
Responda-o
#3
Porra @Batoré !

Cá estava eu desde ontem já nessa bobagem de provar que estou bem e querer me vingar.
Nossa! kkk estou até dando risadas aqui mano. É simplesmente ridículo, mas a Real é aprender a jogar um jogo que todas as probabilidades estão contra você, parece que tudo se resume a aprender a se fuder menos.

Estou certo?
"Tudo o que te resta é o desenvolvimento pessoal." Mr. Rover 
Responda-o
#4
Spoiler Revelar
[Image: vinganca.jpg]
Responda-o
#5
"O que dissemos da amizade também pensamos e com mais razão dizemos do matrimônio. Trata-se (como deveis estar fartos de saber) de um laço que só pode ser
dissolvido pela morte. Deuses eternos! Quantos divórcios não se verificariam, ou coisas ainda piores do que o divórcio, se a união do homem com a mulher não se apoiasse, não
fosse alimentada pela adulacão, pelas carícias, pela complacência, pela volúpia, pela simulação, em suma, por todas as minhas sequazes e auxiliares? Ah! como seriam poucos os
matrimônios, se o noivo prudentemente investigasse a vida e os segredos de sua futura cara metade, que lhe parece o retrato da discrição, da pudicícia e da simplicidade!
Ainda menosnumerosos seriam os matrimônios duráveis, se os maridos, por interesse, por complacência ou por burrice, não ignorassem a vida secreta de suas esposas. Costuma-se achar isso uma loucura, e com razão; mas é justamente essa loucura que torna o esposo querido da mulher,e a mulher do esposo, mantendo a paz doméstica e a unidade da família. Corneia-se um marido? Toda a gente ri e o chama de corno, enquanto o bom homem, todo atencioso, fica a consolar a cara-metade, e a enxugar com seus ternos beijos as lágrimas fingidas da mulher adúltera. "

Erasmo de Roterdam - Elogio da Loucura 1509
Responda-o
#6
Estes textos dos primeiros rebeldes são excelentes. Mas eu diria que dá para polir um pouco mais esta jóia.

Afirmar que a grande maioria das mulheres não sofre consequências pela hipergamia serial é um erro de observação superficial. Momentaneamente ela pode ter dezenas, diga-se centenas às vadias compulsivas, de opções dos mais variados níveis para manter o circo funcionando a todo vapor, mas com o passar dos anos isso decai exponencialmente, consoante a reflexão.

O poder de barganha feminino está diretamente ligado a juventude e beleza, que com o tempo se esvai a serviço de Chronos. É no pico do gráfico da barganha que a descida sem fim se inicia. É uma bolha, atingiu o topo, vai a zero ladeira abaixo.

Sem juventude, sem beleza, sem fertilidade, não há mais o que exigir, apenas contentar-se com o que vier, sendo esta a pior punição na cabeça delas. O que jamais era cogitado passa a ser considerado opção. A princesa tem que se contentar em ser plebéia, pelo resto de sua vida. O fantástico mundo de exigências e prazeres emocionais agora é um fardo.

Sinceramente, não considero sofrimento por arrependimento destas cabeças de puta, mas com certeza elas amargam uma vida de merda, segundo seus próprios conceitos, depois de ter rodado no paraíso da vagabundagem. É só isso que resta, amargor e vagas lembranças, contentar-se com o que vier, não há cirurgia, perfume, cremes caros que mudem isso. Insatisfação pessoal eterna e vazio existencial.

Até o mais ignorante em vida chegará na idade de refletir sobre o que produziu sob o céu. Triste será para as que obtiverem como resposta que viveram como animais, conquanto receberam a graça da racionalidade, viveram rendidas aos instintos mais primitivos de comer, cagar, foder e viver de vaidades.
Basta que o almejado ideal aconteça todos os dias para que a sonhada perfeição desapareça. 
Responda-o
#7
O que mais tem é homem assumindo balzaca m$ol ou até mesmo coroa, imagina as bonitinhas sem filhos? Elas podem até se sujeitar a estarem com homens de 2 linha, manginas repugnantes aos olhos delas, mas não estarão sozinhas (o que sim, seria muito ruim aos olhos delas quando cronos começa a judiar) e na maioria das vezes com grande vantagens financeiras.

O homem só deve fazer uma coisa após o término: abstrair totalmente a mulher da sua vida, o que complica completamente as coisas quando se tem um boneco. Então saibam que quando tiverem filhos nunca mais terá como se livrar totalmente do momozi.
Spoiler Revelar
"Facts don't care about your fellings!"

Responda-o
#8
As femeas gozam de prazer ao terminar relacionamento com um paspalhão... 

Eu sigo o mantra de que nada é eterno, logo tudo é apenas uma troca de interesses momentânea e teatral. Ambos saem felizes. 

Agora terminar e sofrer por femea ? Que merda heim, a mina no dia seguinte já está sentando em outra rola. 

Calma cavalos, não é geral. São alguns casos. Mas a femea moderna voce sabe como é ne ? E. Villar mandou lembranças.


Responda-o
#9
Excelente tópico , a matrix está a favor das mulheres isso é óbvio .Nós homens podemos sofrer bem mais,demorar um tempo até nos reerguer no entanto o Chronos está ao favor nosso.
Gostaria de estender um pouco o assunto do término de relacionamentos, eu por exemplo qdo terminei o meu, ela saiu com o ego ferido, mas com o passar do tempo ela somente me procurava pra reatar em domingo de noite e meio da semana, engraçado que nunca era de uma sexta feira ou sábado( devia ta rodando em várias picas ) , ou seja, mesmo ela saindo mais fudida emocionalmente que o homem, vai atrás de outras picas , sair com as amigas , ai caso o namoro volte ela aproveitou o "tempo"
Responda-o
#10
Excelente tópico
Responda-o
#11
Tópico formidável.

Pela minha experiência, levando em consideração a minha vivência e a de terceiros, todos os comentários aqui são válidos.

Já vi mulheres ficando fodidas após terem sido literalmente sugadas pelos cafas, mas também vi outros casos onde se dão muito bem.

Sobretudo, o mais importante é considerar a relevância do tópico e, principalmente, adotar o comportamento correto após um término de relacionamento. Não vamos desejar mal, mas não temos que ficar nos preocupando com o que acontecerá com a mulher depois. Simples.

Como sempre digo: Fim de relacionamento? Cada um no seu quadrado.

Foda-se.
"O que fazemos em vida ecoa pela eternidade.''



Responda-o
#12
O tópico é interessante, mas acho que está tendendo a generalizar pro outro lado...
Nem uma coisa, nem outra, não tem regras.
Texto está se referindo ao "homem bonzinho", certo? Por que os cafas (ou que tenha uma atitude desapegada) dificilmente se fodem.
ESTATISTICAMENTE, na média, talvez se chegasse a um consenso que a maioria das mulheres se dão melhor com términos de relacionamentos que a maioria dos homens.
O que tem que se aprender e não tentar "se vingar", mostrar que saiu melhor que a tal mulher. Só o fato de tentar ir pra esse lado já demonstra que foi vc quem se fodeu.
Responda-o
#13
Tópico atemporal, no entanto, nada de novo no front.
"Fiat justitia, et pereat mundus..."
Responda-o
#14
(10-05-2018, 10:08 PM)Remy LeBeau Escreveu: Conde merece todo o sucesso e reconhecimento, independentemente das conquistas pessoais e do respeito conquistado. Uma coisa é fato, anos antes ele já era uma voz ativa nos alertando da merda que estava por surgir na Real: mimimi e vitimismo. Tá foda. É muito choro, é muita discussão que foge do escopo da Real, para análises triviais e sem sentido: "por que ela fez isso comigo? "mas por que ela é assim?" "e agora o que fazer?" e etc. Tirando a parte comportamental e os reflexos que isso causa no homem, pelo amor de Deus, desde quando brincar de Charles Xavier com uma mulher aleatória é Real? Desde quando querer brincar de Mãe Diná e ficar antecipando a próxima foda de uma mulher random com uma vida sexual ativa? Desde quando passou a ser regra fiscalizar cu, xoxota, rola e status civil? Pro caralho. Cadê o individualismo?

A simplificação trazida nas reflexões do Conde, aliadas com a máxima legada pelo Doutrinador se prestam para derrubar esses espantalhos de merda, criados por vitimistas, chorões, que deturparam a Real achando que ela sozinha irá massagear o ego feriado. Não, ela não vai massagear nada. Arrisco dizer que ele vai oprimir mais ainda.
O que levanta um homem da lama, do insucesso, da derrota, é a perseverança, força de vontade, motivação, disposição, energia e ambição. Sem isso, esqueça. Pode jogar o texto motivacional que for, decorar N.A, passar vídeo e etc, não tem como. A Real sozinha não se materializa se as ferramentas não forem utiilizadas, e não for convertida em combustível para tirar o homem da inércia.
Outro ponto também que não merece qualquer destaque é aquele butt-hurt natural que fica, mas transitório. Inveja, ciúmes e vingancinha são sentimentos de merda e negativos, incapazes de serem convertidos em qualquer energia. Não importa se indivíduos se desenvolveram nutrindo-os, no final continuam rancorosos, problemáticos, doentes e incapacitados por uma cegueira que torna o mundo completamente binário. Além dos estudos científicos que apontam para o desenvolvimento de doenças, especialmente cardíacas.

Discutir o término de um relacionamento é como dissecar um cadáver. Sua função é unicamente compreender os erros e acertos, os quais se prestarão futuramente em uma evolução do indivíduo com toda aquela experiência (negativa ou positiva). Em outras palavras, é como entender a causa mortis. Qualquer coisa além disso, primeiramente deve ser aplaudida pelo tempo à disposição, noutro lado, deve ser ignorada porque não levará a lugar algum, que não uma porta para um apego, que poderá resultar em algum ciúmes patológico, ou uma âncora que não permitirá  que aquele indivíduo siga em frente. É como cultuar o que há de ruim, de inútil, de desnecessário, uma espécie de sadismo voluntário (se é que isso não é um pleonasmo), mas se voluntariar para sofrer inultimente com algo que não trará qualquer retorno significativo e necessário para a vida particular em questão. 
E caso não tenha ficado claro, a figura de linguagem em questão é utilizada justamente para pontuar que o término representa a morte. A morte de alguns objetivos, metas, interesses, sentimentos, sonhos e alguns deveres. E a morte é natural, inerente a própria existência da vida.

Se ela irá se fuder, se dar melhor, continuar igual e etc, sinceramente, foda-se.
Com o término do relacionamento, tal realidade sai completamente da esfera de controle do homem. Afinal, não há mais qualquer dever de fidelidade, reciprocidade, convívio e etc, diante do fim inequívoco da relação outrora estabelecida. Assim, por qual motivo é válido tentar controlar fatos que estão além do seu controle? Por qual motivo tentar continuar buscando informações que não são mais relevantes e necessárias? Como disse, é se voluntariar para buscar um novo sofrimento, seja pelo término (com suas particularidades), seja em saber o que ela está fazendo. Absurdo. Bizarro. Ilógico. São indivíduos pobres e fracos de espíritos, que sequer controlam as próprias vidas, ou o que há no seu em torno, mas por um sentimento negativo, querem tentar controlar fatos que estão além de sua ciência e controle. Mas há, por óbvio, uma insistência em remoer tais pontos, como se eles fossem necessários, ou tivessem algum tipo de conexão com a Real, o que é um golpe.

O sucesso em questão é algo factível. Sair do ponto B, na merda, literalmente, e caminhar para o ponto A, em condições mais satisfatórias. Ninguém está "mais ou menos melhor, ou mais ou menos pior", ou se está bem ou se está mal. Logo, não há o que se falar em buscar confrontar  um alegado sucesso conquistado, após um dissabor, contra outrem, devido algum ranço não resolvido. É a típica sabotagem clássica, diante da incapacidade de se lidar de forma madura e racional com um término, criando preocupações absurdas com querer brincar de "olha só o que você perdeu". Apego mal resolvido mesmo, em síntese.
Também lembro que o sucesso não é medido pela comparação. Sendo desnecessário buscar outra pessoa e comparar o seu estado atual com o de outro. A ÚNICA COMPARAÇÃO É CONSIGO MESMO, ou seja, não envolve terceiros.
O que vejo é que isso  é uma armadilha para se manter um canal de contato com alguém que não integra mais a nossa vida.

Essa evolução necessária deve ser orientada em sair da merda, vencer obstáculos que acabam sendo jogados e colocados, provando que uma adversidade da vida não é o suficiente para derrubar um homem, em que pese o dissabor experimentado. O resto é trivial.

Isso chama a atenção para observar que alguns pontos discutidos na Real, na verdade não são temas realísticos, mas algo que pode ser aprofundado além da própria Real, em outras searas, como, por exemplo, inteligência emocional e maturidade.

Por fim, a Real é na rua, na prática, aplicando a teoria, nas experiências e vivências, mas também é dentro de cada um. Essa brincadeira de "hoje vou dormir realista, mas amanhã vamos ver como vou acordar", ou, "vou dar uma olhadinha aqui e tal, e vou levando pra ver até onde chego", normalmente não acaba bem, ou, até acaba, mas longe da Real, e como sabemos.
Creio ser uma voz isolada, mas passo a acreditar que com o tempo e uma maturidade realística, acaba por se desenvolver uma espécie de sentimento niilista em relação à sociedade. Não em seu sentido negativo, é bom deixar claro. Mas em um sentido libertador, de se afastar de inutilidades, tranqueiras e situações e coisas que nos fogem completamente o controle e o interesse. Não é só um filtro, por exemplo, de se afastar de pessoas inúteis e interesseiras, mas um filtro que nos ensina pelo que lutar, perseverar, selecionar, viver e realmente pelo que se importar. Sendo sincero, é um autocontrole extremamente positivo, com toques de frieza impressionante. Somos monges modernos do século XXI, ou melhor, somos livres.

Abraços.
Este comentário foi/é de grande valia para mim, ainda mais pelo momento que passei.
Responda-o
#15
Realmente, isso é uma falácia. Não é querendo ser metido, mas de casos de términos de relacionamento, o homem que menos se fudeu fui eu, isso por que não tenho filhos e mesmo assim passei um estresse do caralho na época. Na maioria dos casos, quem sai na vantagem é a mulher.
"Escola? E o aprendizado com os próprios erros? A experiência te faz professor de si próprio".
Responda-o
#16
(06-05-2020, 08:54 PM)Bilidequidi Escreveu: Realmente, isso é uma falácia. Não é querendo ser metido, mas de casos de términos de relacionamento, o homem que menos se fudeu fui eu, isso por que não tenho filhos e mesmo assim passei um estresse do caralho na época. Na maioria dos casos, quem sai na vantagem é a mulher.

Mas acho que tem uma diferença entre ser ex namorado e ex marido, ex namorado eu acho que tende a sair por cima, ex marido sai aniquilado.  Yaoming
Responda-o


Possíveis Tópicos Relacionados...
Tópico Autor Respostas Visualizações Última Postagem
  [Conde] Saiba Encarar e Seguir em Frente Após o Fim da Relação Batoré 10 1,986 26-04-2019, 07:36 PM
Última Postagem: Samurai Jack
  [Conde] Por Que os Homens Sempre Caem nos Mesmos Erros Com Elas? Batoré 2 1,307 22-04-2019, 10:40 PM
Última Postagem: Guardião

Pular fórum:


Usuários visualizando este tópico: 1 Visitante(s)