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Evidências Bíblicas arqueológicas
Arqueólogos descobrem evidências de acontecimento narrado na Bíblia


Um grupo de arqueólogos descobriu no Monte Sião (Israel), novas evidências da conquista de Jerusalém pela Babilônia entre 587 e 586 a.C., um acontecimento narrado na Bíblia. Em meados de agosto de 2019, a Universidade da Carolina do Norte (UNC), em Charlotte, Estados Unidos, anunciou que sua equipe de pesquisa descobriu uma série de objetos que provariam a riqueza das elites de Jerusalém antes da conquista babilônica. O local da escavação está dentro do parque Sovev Homot, administrado pela Autoridade de Natureza e Parques de Israel. A descoberta inclui um depósito com cinzas, pontas de flecha, vasos, lamparinas e uma importante peça de joalheria da época: um brinco ou pingente feito de ouro e prata. Também há sinais de uma estrutura significativa da Idade do Ferro.

O projeto arqueológico se chama The Mount Zion Archaeological Project e é co-dirigido pelo professor de história da UNC Charlotte, Shimon Gibson, pelo professor titular em Ashkelon Academic College e membro da Universidade de Haifa, Rafi Lewis, e pelo professor de estudos religiosos da UNC Charlotte, James Tabor. Para a sua realização, o projeto contou com a ajuda de voluntários, incluindo estudantes da UNC Charlotte.

O centro de estudos afirma que “a descoberta atual é uma das mais antigas e talvez a mais proeminente em sua importância histórica, pois a conquista babilônica de Jerusalém é um momento importante na história judaica”.

A equipe acredita que o depósito encontrado pode ser datado no acontecimento específico da conquista devido à combinação única de artefatos e materiais encontrados: cerâmica e lâmpadas, juntamente com evidências do cerco babilônico representado por madeira e cinzas, além de várias pontas de flechas de bronze e ferro típicas desse período.

“Para os arqueólogos, uma camada de cinzas pode significar várias coisas diferentes. Poderiam ser depósitos de cinzas retirados dos fornos; ou poderia ser a queima localizada de lixo. Entretanto, neste caso, a combinação de uma camada de cinzas cheia de artefatos, misturada com pontas de flechas e um ornamento muito especial indica algum tipo de devastação e destruição. Ninguém abandona as joias de ouro e ninguém tem pontas de flechas no lixo doméstico”, disse Gibson, um dos diretores do projeto.

Em outro momento, o especialista disse que “gosta de pensar” que está “escavando dentro das ‘casas dos poderosos’ mencionadas no segundo livro de Reis 25:9”. “Este lugar estaria em uma localização ideal, pois fica perto do cume ocidental da cidade, com uma boa vista sobre o Templo de Salomão e o Monte Moriá, a nordeste. Temos grandes expectativas de encontrar muito mais da cidade da Idade do Ferro em futuras temporadas de trabalho”, afirmou o especialista.

O incêndio e a conquista de Jerusalém e o desmantelamento do templo do Rei Salomão teriam sido cometidos há mais de 2.600 anos por um comandante da guarda de Nabucodonosor, rei da Babilônia. Esse acontecimento é narrado no livro de Jeremias 52:13-34 e em 2 Reis 25:1-9, no Antigo Testamento. A história indica que o então rei de Jerusalém, Zedequias, foi preso e levado para a Babilônia e que os judeus foram deportados.

Também assinala que o comandante da guarda, Nebuzaradã, “incendiou a Casa do Senhor, a casa do rei e todas as casas de Jerusalém, e incendiou todas as casas dos nobres. Depois, o exército dos caldeus, que estava com o comandante da guarda, derrubou todas as muralhas que cercavam Jerusalém”.

O cerco babilônico de Jerusalém durou muito tempo, apesar do fato de muitos habitantes quererem se render.

UNC Charlotte realiza escavações arqueológicas em Jerusalém desde 2006 e muitas informações relevantes são constantemente extraídas das operações de escavação.

(ACI Digital)
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(06-03-2019, 12:27 AM)VOLVO Escreveu: Muito bom mesmo. O simples exemplo do nome João/Jean/John/Johann, dado no vídeo, já calaria a boca da turminha do Zeitgeist e outras porcarias que tratam a Bíblia como plágio de contos do Oriente Médio.

O problema é que eles não se importam com fatos e verdades.

E ja indico aqui mais um video bom desse arqueologo:



"A paixão é como o álcool. Entorpece a consciência, elimina a lucidez, impede o julgamento crítico e provoca alucinações, fazendo com que o ser amado seja visto como divino." Como lidar com Mulheres - Nessahan Alita
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E este outro contando sobre a historia do papado tambem gostei muito



"A paixão é como o álcool. Entorpece a consciência, elimina a lucidez, impede o julgamento crítico e provoca alucinações, fazendo com que o ser amado seja visto como divino." Como lidar com Mulheres - Nessahan Alita
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Tópico fixado na seção Desenvolvimento Espiritual.
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Paleontólogos criacionistas? Sim, eles existem


Paleontólogos criacionistas têm se dedicado ao longo das últimas décadas a fazer coletas de campo ou trabalhos laboratoriais, analisar, fazer experimentos, extrair conclusões a partir de uma perspectiva única do que se observa na natureza, orientar trabalhos científicos e a publicar pesquisas em renomados periódicos revisados por pares, a fim de juntar as pecinhas do grande quebra-cabeça que envolve a história do planeta e da vida na Terra. Uma história, a propósito, que parece ser recente, e não aquela que lhe contaram de “milhões e milhões de anos”.

Sempre em busca da verdade, esses paleontólogos, em sua maioria, são financiados por instituições criacionistas de pesquisa científica. Caso você queira saber mais a respeito das principais instituições criacionistas no mundo que possuem linhas de pesquisa em Paleontologia e que financiam publicações científicas que contribuem para a igreja compreender melhor a veracidade do relato bíblico de Gênesis e de outros livros, acesse (aqui) uma matéria que preparei para você. Abaixo, segue a lista contendo as instituições:

Nome, localidade e ano de fundação:
Geoscience Research Institute (GRI) / Loma Linda-CA (desde 1958) [Site]
Creation Research Society (CRS) / Chino Valley-AZ (desde 1963) [Site]
Institute for Creation Research (ICR) / Dallas-TX (desde 1970) [Site]
Answers in Genesis (AiG) / Petersburg-KY (desde 1993) [Site]
Earth History Research Center / Keene-TX (desde 1999) [Site]
Creation Ministries International (CMI) / Brisbane-Qld (desde 2006) [Site]

A propósito, o Earth History Research Center, por meio da sua mantenedora Southwestern Adventist University, conduz o Dinosaur Project, um projeto de pesquisa de escavação de dinossauros na Formação Lance, no leste do Wyoming (EUA). A instituição adventista é a única organização criacionista no mundo a possuir um sítio paleontológico próprio – com uma estação de pesquisa fixa no local contendo toda infraestrutura – para as pesquisas que já ocorrem desde 1997. Até o momento já foram resgatados e tombados mais de 25 mil fósseis (saiba mais).

Para a prospecção de fósseis, isto é, a identificação dos locais onde estão os fósseis, a equipe utiliza uma tecnologia própria inovadora (que fez do grupo pioneiro no uso), a qual tem sido elogiada por outras equipes, baseada na seguinte combinação de técnicas: (1) uso de equipamento GPS de alta precisão para medir e registrar a localização de cada osso; (2) software GIS para analisar e produzir uma imagem integrada de cada pedreira; (3) um catálogo online/base de dados de fósseis para consulta pública por pesquisadores em todo o mundo.

A Southwestern Adventist University foi reconhecida pela PaleoAdventures no Journal of Paleontological Sciences por seu trabalho com o Upper Cretaceous Hell Creek e Lance Formations, que são algumas das unidades de rochas mais ricas em fósseis dos Estados Unidos. No artigo, que discute um censo de cerca de 65 universidades e instituições com bancos de dados virtuais de fósseis de dinossauros, o catálogo online de ossos do museu da instituição adventista foi considerado o melhor do mundo devido a “fornecer o máximo de detalhes no formato mais fácil e mais estético”. A Southwestern Adventist University, “em particular, forneceu fotografias, contexto histórico e geológico para quase todos os espécimes no grande e quase completo banco de dados”.

Ok, agora que você já conhece um pouco acerca dos institutos que financiam publicações científicas criacionistas, está na hora de conhecermos as estrelas dessa matéria. Quem são eles? Como vivem? Como dormem? Brincadeiras à parte, o fato é que eles são raríssimos na comunidade acadêmica e por isso vale a pena uma matéria exclusiva sobre esse assunto com o objetivo de motivar você, aluno, a seguir a carreira de cientista, e ao mesmo tempo utilizar sua profissão para a defesa da fé cristã, assim como muitos cientistas criacionistas têm feito ao redor do mundo.

É perceptível que, a partir do momento que um aluno passa no vestibular para os cursos de Biologia e Geologia (as principais graduações para se tornar paleontólogo), ele abandona a cosmovisão criacionista e “se bandeia” pro lado de lá. Porém, alguns bravos heróis resistem ao bombardeamento de conteúdo evolucionista nos quatro ou cinco anos seguintes e sobrevivem para contar a história e, principalmente – em relação a esses que ousam contestar a “poderosa macroevolução” e o deus do gradualismo fóssil –, seguir carreira na Paleontologia criacionista.

Quando entrevistado sobre quão raro é um paleontólogo criacionista, o Dr. Matthew McLain respondeu:

“Quando a maioria dos cientistas evolucionistas descobre que sou criacionista, eles se afastam ou tentam discutir comigo. A maioria dos paleontólogos é antagônica ao ponto de vista criacionista. Alguns nos chamam de ‘não mencionáveis’, nem mesmo dizem a palavra ‘criacionista’. No entanto, a maioria dos evolucionistas nunca conheceu realmente um paleontólogo ou geólogo criacionista qualificado. Alguns até negam nossa existência como se fôssemos unicórnios ou fadas. A melhor coisa que posso fazer é ser o melhor cientista que posso ser, para trazer glória a Deus, contribuindo com a comunidade científica e demonstrando boas práticas e raciocínios científicos.”

Assim como o Dr. McLain, existem outros paleontólogos qualificados que têm contribuído de forma imensurável para o entendimento da igreja a respeito da veracidade do texto bíblico sobre as origens. Abaixo estão, em ordem alfabética, os paleontólogos mais influentes que, como diz Albert Szent-Györgi, buscam “ver o que todos os outros viram e pensar o que ninguém mais pensou”:

Ariel A. Roth (1927-atual)
Bacharel em Biologia pela Pacific Union College (1948).
Mestre em Biologia (Zoologia de invertebrados) pela University of Michigan (1949).
Doutor em Biologia (Zoologia de invertebrados) pela University of Michigan (1955).
Treinamentos adicionais (nível de graduação) em biologia da radiação pela Universidade da Califórnia, Berkley, e em Geologia e matemática pela University of Califórnia, Riverside.
Roth, 93 anos, aposentado, é zoólogo e paleontólogo, com linha de pesquisa em zoologia de invertebrados e em recifes de corais vivos e fósseis.
É ex-diretor do Geoscience Research Institute (1980-1994), ex-pesquisador do GRI (1966-1996) e ex-professor do Departamento de Ciências Biológicas da Universidade de Loma Linda (1963-1996). É membro da Geological Society of America, Society for Sedimentary Geologists e American Association of Petroleum Geologists.
Clique aqui e conheça um rico material disponibilizado por ele em língua portuguesa.

Arthur Chadwick (1949-atual): chadwick@swau.edu
Licenciatura em Biologia pela San Diego State University (1963).
Bacharel em Biologia pela La Sierra College (1965),
Doutor em Biologia Molecular pela Universidade de Miami (1969).
Pós-doutorado em Geologia pela Universidade da Califórnia (1973-1977).
Chadwick, 71 anos, é geólogo e paleontólogo, com linha de pesquisa em tafonomia de vertebrados, dinossauros do Cretáceo, sedimentologia do arenito de Tapeats no Grand Canyon, padrões globais de paleocorrentes. É professor-pesquisador de Biologia e Geologia da Southwestern Adventist University (2009-atual). É diretor do Dinosaur Science Museum e Coordenador do Dinosaur Research Project (1999-atual). É membro da Geological Society of America, Society of Vertebrate Paleontologists, Society of Economic Paleontologists and Mineralogists e da American Association of Petroleum Geologists.

Brian Thomas: bthomas@icr.org
Bacharel em Biologia pela Stephen F. Austin State University (1993).
Mestr e em Biotecnologia pela Stephen F. Austin State University (1999).
Doutor em Paleobioquímica pela University of Liverpool (2019).
Thomas é paleobiólogo, com linha de pesquisa em presença de tecidos moles e carbono-14 em fósseis antigos. O título da sua tese de doutorado é “Collagen Remnants in Ancient Bone”.
Escritor e editor de ciências do Institute for Creation Research (2008-2019).
Pesquisador Associado do Institute for Creation Research (2019-atual).

Elaine Graham-Kennedy: elainekennedy@gmail.com
Bacharel em Geologia pela Phillips University (1965).
Mestre em Geologia pela Loma Linda University (1987).
Doutora em Geologia pela University of Southern California (1991).
Kennedy, aposentada, é geóloga e paleontóloga, com linha de pesquisa em Sedimentologia e Paleoambientes no Grand Canyon, excavação de dinossauros no Wyoming e ninhos fósseis na Argentina.
Foi pesquisadora do Geoscience Research Institute (1991-2005) e professora adjunta de Geologia na Southwestern Adventist University.
Clique aqui e leia uma entrevista com ela.

Gabriela Karine Rocha de Carvalho Haynes: ghaynes@answersingenesis.org
Bacharel em Biologia pela Universidade Regional do Cariri-URCA.
Mestre em geociências (Paleontologia) pela Universidade Federal do Ceará.
Doutora em geociências (Paleontologia) pela Universidade Federal do Ceará com sandwich pela University of Kentucky.
Haynes é paleontóloga de invertebrados, com linha de pesquisa em himenópteros fósseis da bacia do Araripe. Trabalhou na Formação Santana e identificou novas espécies de insetos fósseis.
Pesquisadora do Answers in Genesis (2019-atual).

Harold G. Coffin (1926-2015) in memoriam
Bacharel em Biologia pela Wala Wala College (1947).
Mestre em Biologia pelo Wala Wala College (1952).
Doutor em Zoologia pela University of Southern California (1955).
Foi professor e chefe do Departamento de Ciências no Canadian Union College (1955-1956) e no Walla Walla College (1958-1964).
Foi pesquisador sênior do Geoscience Research Institute (1964-1991) e do Earth History Research Center, com linha de pesquisa em Paleobotânica e Sedimentologia. Ficou famoso por desvendar a história real das florestas fósseis do Parque Nacional de Yellowstone, sendo o primeiro cientista a entrar na área de Spirit Lake após a erupção do Monte St. Helena em 1982.
Foi membro da Geological Society of America.

Leonard R. Brand (1941-atual): lbrand@llu.edu
Mestre em Biologia (Biossistemática) pela Loma Linda University (1966).
Doutor em Biologia (Zoologia) pela Cornell University (1970).
Brand, 79 anos, é Paleontólogo e Geólogo, com linha de pesquisa em Paleontologia de Vertebrados, Tafonomia, Icnologia, Paleoecologia e Sedimentologia.
É professor do Departamento de Geologia e Biologia da Loma Linda University (1970-atual).

Kurt P. Wise (1959-atual): kwise@truett.edu
Bacharel em Ciências Geofísicas pela University of Chicago (1981).
Mestre Geologia pela Harvard University (1984).
Doutor em Geologia (Paleontologia de invertebrados) pela Harvard University (1989).
Em Harvard, ele estudou sob a direção do renomado cientista Stephen Jay Gould.
Wise, 61 anos, é paleontólogo, com linha de pesquisa em Baraminologia.
É professor do Departamento de Ciências Naturais e diretor do Creation Research Center no Truett-McConnell College em Cleveland, na Geórgia (2009-atual).
Membro da Geological Society of America.

Lee A. Spencer (1949-2017) in memoriam
Bacharel em Paleobiologia pela University of California (1980).
Mestre em Geologia pela Loma Linda University (1984).
Doutor em Paleobiologia pela Loma Linda University (1987).
Spencer foi um paleontólogo de vertebrados, com linha de pesquisa em Tafonomia de Dinossauros e Icnologia (ovos fósseis).
Foi pesquisador do Earth History Research Center (1995-2006) e professor associado do Departamento de Biologia da Southern Adventist University (2004-2008).

Marcus R. Ross (1976-atual): mross@liberty.edu
Bacharel em Geologia pela Pennsylvania State University.
Mestre em Paleontologia pela Escola de Minas e Tecnologia de Dakota do Sul.
Doutor em Ciências Ambientais (Geociências) pela University of Rhode Island.
Professor associado de Geologia da Liberty University.
Ross, 44 anos, é paleontólogo, com linha de pesquisa em diversidade, biostratigrafia e extinção de répteis marinhos mosassauros.
Diretor assistente do Centro de Estudos da Criação da Liberty University.

Matthew A. McLain: mmclain@masters.edu
Bacharel em Geologia pela Cedarville University (2012).
Doutor em Geociências (Paleontologia) pela Loma Linda University (2016).
McLain é paleontólogo, pterossaurólogo, com linha de pesquisa em paleontologia de vertebrados (dinossauros e pterossauros), Tafonomia, Paleobiologia e Baraminologia.
Professor associado de Geologia e Biologia na Mater’s University.
É membro da Geological Society of America, The Paleontological Society e Society of Vertebrate Paleontology.

Neal A. Doran: neal.doran@bryan.edu
Bacharel em Geologia (Zoologia Menor) pela Universidade da Flórida (1989).
Mestre em História da Ciência pela Universidade da Flórida (1994).
Mestre em Geologia (Paleobiologia) pela Universidade de Cincinnati (2000).
Doutor em Geologia (Paleobiologia) pela Florida State University (2003).
Doran é paleontólogo, sua linha de pesquisa é em Baraminologia.
É professor de biologia e diretor do Centro de Pesquisa da Criação Bryan College (CRC), em Dayton, Tennessee.
É membro da Geological Society of America, History of Science Society, Paleontological Society, Society for the Study of Evolution, Society of Vertebrate Paleontology e Southeastern Geological Society.

Raúl Esperante: resperante@llu.edu
Bacharel em Biologia pela Universidade de Valência (Espanha).
Doutor em Biologia (Paleontologia) pela Loma Linda University.
É pesquisador sênior do Geoscience Research Institute.
Professor adjunto da Loma Linda University, com linha de pesquisa em Paleontologia de vertebrados, Tafonomia, Icnologia, Estratigrafia em rochas sedimentares no Peru, Espanha e Bolívia.
É membro da Ichnological Association, Geological Society of Spain, Spanish Society of Paleontology, Society of Economic Paleontology and Mineralogy e da International Palaeontological Association.

Roberto E. Biaggi (1949-atual): rebiaggi@gmail.com
Bacharel em Geologia pela La Sierra College.
Mestre em Biologia (Palinologia e Paleoecologia) pela Wala Wala College (1978).
Mestre em Geologia (Paleambiente) pela Loma Linda University (1989).
Doutor em Geociências (Paleontologia) pela Loma Linda University (2001).
Professor adjunto associado de Biologia da Loma Linda University, com linha de pesquisa em Paleoambientes de sedimentos lacustres, Micropaleontologia, Palinologia, estromatólitos e Paleoecologia (2019-atual).
Pesquisador do Geoscience Research Institute (2005-atual).

O que achou? Não foi suficiente para você? Então vou deixar aqui uma segunda lista contendo outros paleontólogos ao redor do globo que assinaram o documento de Dissensão de Darwin (isto é, uma declaração de que discordam da visão tradicional da paleontologia evolutiva):

Anne Dambricourt-Malasse, PhD, é uma paleoantropóloga do Institute de Paléontologie Humaine, Prehistory Lab.

Arlton C. Murray, D.Sc., foi um paleontólogo que começou a trabalhar em 1934 para o Smithsonian Institute em Washington DC. Trabalhou por 27 anos como preparador paleo-osteológico e coletor de campo, Divisão de Paleontologia de Vertebrados. Alguns dos fósseis que ele ajudou a preparar ainda estão em exibição. He also worked for the William Penn Museum in Harrisburg, Pennsylvania and the National Park Service in Washington D.C.

Dave Philips, M.S., recebeu seu bacharelado e mestrado em Antropologia Física/Paleoantropologia, ambos pela California State University, Northridge, e seu Ph.D. in Paleontology. Atualmente, é professor de ciências físicas na Mater’s University e também é pesquisador no laboratório de paleontologia da La Brea Tar Pits.

David Dockery III, PhD, chefe da divisão de geologia de superfície do Escritório de Geologia do Mississippi em Jackson. Ele recebeu seu Ph.D. em paleontologia pela Tulane University.

Gary E. Parker M.S., Ed.D., Professor de Ciências Naturais na Clearwater Christian College, Clearwater, Florida. Ele é bacharel em Biologia/Química pela Wabash College, Crawfordville, Indiana; mestre em Biologia e doutor em Biologia e Geologia com um conhecimento em Fisiologia e Paleontologia da Ball State University, Muncie, Indiana.

H. Thomas Goodwin, PhD, professor adjunto de Paleontologia da Loma Linda University. Seu Ph.D. é da University of Kansas.

Jacques Sauvagnat, PhD, é um cientista pesquisador do Geoscience Research Institute, sua linha de pesquisa é com Barremian obstracodes no sudeste da França. Seu PhD em Paleontologia é da University of Geneva.

Joachim Scheven, PhD, possui um cargo de professor em Biologia na Alemanha e é curador do Museu Alemão Lebendige Vorwelt. Ele estudou zoologia, botânica, biologia e geologia e recebeu um Ph.D. da University of Munich com uma tese em entomologia. Seus estudos de pós-doutorado foram em parasitologia, medicina tropical e ele fez uma extensa pesquisa de pós-doutorado em paleontologia.

John H. Whitmore, PhD, atua como professor assistente de Geologia na Ceadervill University. Ele obteve seu bacharelado em Geologia pela Kent State University, seu MS em Geologia do Institute for Creation Research Graduate School, San Diego, e seu Ph.D. em Biologia com ênfase em Paleontologia pela Loma Linda University in California.

John Lang Leedy, PhD, professor emérito de Botânica da Wheaton College. Seu bacharelado é em ciência geral, seu mestrado em paleontologia e seu PhD em botânica.

Larry Dean Martin, PhD, professor e curador sênior de paleontologia de vertebrados, Museu de História Natural; Professor de Ecologia e Biologia Evolutiva, University of Kansas, Lawrence, Kansas.

Marvin L. Lubenow, PhD, recebeu seu mestrado em Antropologia/Paleontologia em 1976, pela Eastern Michigan University, e um PhD honorário em Paleoantropologia pela Christian Heritage College, San Diego onde ele era professor emérito.

Mary Higby Schweitzer, PhD, professora de Paleontologia Molecular na North Carolina State University. Ela tem bacharelado em Biologia pela Utah State University. Seu PhD é em Paleontologia pela Montana State University sob orientação de Jack Horner. Ela publicou amplamente, inclusive na Science e foi nomeada pela Discover Magazine, "uma das paleontólogas mais conhecidas do mundo" (May, 2006, p. 40). Seu trabalho é amplamente utilizado para duvidar da alegação de que os dinossauros foram exterminados 65 milhões de anos atrás, embora ela seja muito crítica ao uso de suas descobertas científicas para apoiar alegações teológicas.

Miroljub Petrovic, PhD, é presidente e diretor do Centro de Estudos Naturais de Belgrado, Yugoslavia. Ele é bacharel em Geologia pela Faculdade de Mineração e Geologia da University of Belgrado e recebeu seu PhD em Filosofia pela Universidade Alexander Joan Cusa em Iasi, Romênia

Richard M. Ritland, PhD, Professor de Biologia na Andrews University, Michigan. Dr. Ritland se formou em Harvard com um PhD em Paleontologia e mestre em Zoologia pela Oregon State University.

Roberto Fondi, PhD, é professor de paleontologia na University of Sienna. Ele recebeu seu bacharelado em Química pela Rhodes College, Magna cum laude, Phi Betta Kappa, e seu PhD em Paleontologia. Ele publicou várias críticas ao darwinismo.

Warren H. Johns, M.S, é um cientista pesquisador. Possui mestrado em geologia e é bibliotecário na Andrews University, Berrien Springs, Michigan. Johns também é estudante de pós-graduação em paleontologia, Michigan State University, East Lansing, Michigan.

(Everton Alves é divulgador científico especializado em Paleontologia)

Clique aqui e confira uma listagem completa de todos os artigos científicos publicados pelos principais paleontólogos criacionistas.

http://www.criacionismo.com.br/2020/05/p...-eles.html
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Pesquisadores israelenses descobrem o reino bíblico de Edom

[Image: edom.jpg]

Pesquisadores israelenses descobriram evidências que corroboram o relato bíblico do antigo reino de Edom, informou a CBN News. O reino de Edom existiu durante os séculos 12 a 11 a.C. e foi fundado pelo filho mais velho de Isaac, Esaú. Estava localizado na Transjordânia, entre Moabe (a nordeste), Arabah (a oeste), e o vasto deserto da Arábia (ao sul e leste). O capítulo 36 do livro de Gênesis mostra que Edom era uma terra próspera, muito antes de “qualquer rei israelita reinar”. Mas, durante anos, os especialistas não encontraram praticamente nenhum registro arqueológico confirmando quando e onde Edom existiu. Um estudo inovador publicado pelo PLOS One, por uma equipe de cientistas israelenses e americanos, descobriu que Edom realmente existiu na época e no local que a Bíblia descreve.

“Usando a evolução tecnológica, fomos capazes de identificar e caracterizar o surgimento do reino bíblico de Edom. Nossos resultados provam que o reino surgiu antes do que se pensava anteriormente e de acordo com a descrição bíblica”, explicou o professor Ben-Yosef, do Central Timna Valley Project, da Universidade de Tel Aviv.

Ben-Yosef, o professor Tom Levy, da Universidade da Califórnia, em San Diego nos EUA, e sua equipe foram ao deserto de Arava, no atual Israel e na Jordânia, para analisar a fonte da riqueza do reino: o cobre. Especificamente, a equipe analisou o resíduo restante da extração de cobre, para determinar que Edom não só existiu no momento em que a Bíblia descreve, mas também que era um reino poderoso e tecnologicamente avançado.

“Com técnicas avançadas de análise química, análise arqueológica e investigação microscópica, conseguimos entender como as pessoas produziam cobre. Os resultados são surpreendentes e eles nos dizem que algo grande estava acontecendo muito cedo, pelo menos no século 11 a.C.”, disse Ben-Yosef à CBN News.

A análise do cobre data o reino de Edom cerca de 300 anos antes do que se pensava – exatamente na época em que a Bíblia diz e antes de qualquer rei governar os filhos de Israel. “Isso apoia a noção de que de fato não só havia pessoas na região naquele período, mas um reino forte. Que foi responsável por realizar uma indústria de larga escala na produção de cobre. Você não pode exagerar na importância do cobre naquela época”, disse Ben-Yosef.

O cobre era um material precioso, usado nos tempos antigos para criar armas, escudos de defesa, ferramentas agrícolas e muito mais. “Se você quisesse ser forte, precisava ter cobre”, disse Ben-Yosef.

A equipe também encontrou evidências ligando Edom a outro grande evento bíblico: a invasão da Terra Santa pelo faraó Sheshonk I – o bíblico rei Sisaque, citado em 2 Crônicas 12:2 –, que invadiu Jerusalém no século 10 a.C.

[Image: edom2.jpg]

Ben-Yosef disse que o faraó não estava interessado em destruir os edomitas, mas os apresentou à tecnologia de cobre que transformou completamente a região. “Como consumidor de cobre importado, o Egito tinha um grande interesse em agilizar a indústria. Parece que, através de seus laços de longa distância, eles foram um catalisador de inovações tecnológicas em toda a região. Por exemplo, o camelo apareceu pela primeira vez na região imediatamente após a chegada de Sheshonk I”, disse Ben-Yosef.

O professor Ben-Yosef explicou que suas novas descobertas comprovam fortemente a veracidade da Bíblia, mesmo quando as evidências arqueológicas originais não pareciam somar. “Nossas novas descobertas contradizem a visão de muitos arqueólogos de que o Arava foi povoado por uma aliança frouxa de tribos, e elas são consistentes com a história bíblica de que havia um reino edomita aqui”, concluiu Ben-Yosef.

(Conexão Política)
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Não há problemas em um paleontólogo ser criacionista. Mas se ele for um Criacionista da Terra Nova, a coisa se torna complicada.
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