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Nessahan Alita - Como lidar com mulheres (2004)
#1
O segundo livro escrito por Nessahan Alita, "Como lidar com mulheres" 1° edição versão 2004, essa é a versão original, conhecida também como a versão politicamente incorreta por estar com linguagem direta e forte, posteriormente o Nessahan Alita fez novas edições deste livro suavizando o discurso. O livro foi postado aqui para facilitar a consulta e também incentivar a leitura do clássico da Real.


[Image: ibxw6d.jpg]


Nessahan Alita - COMO LIDAR COM MULHERES
Apontamentos sobre o perfil comportamental feminino nas relações com o homem


Introdução


Neste trabalho retratarei o lado negativo, a face obscura, destruidora e fatal do feminino. Não abordarei seu lado divino e celestial mas apenas o aspecto infernal e monstruoso, o qual deve ser vencido para que a mulher nos entregue as chaves do paraíso.

As mulheres são seres deliciosamente terríveis, de dupla face, que nos fazem sofrer terrivelmente. Atormentam-nos com seus jogos contraditórios e incoerências, nos levando à loucura. Quando as vencemos, elas nos presenteiam com os segredos que reservam aos eleitos. Como sofri muito nas mãos delas e tenho visto muitos homens sofrerem, resolvi compartilhar com outros o conhecimento que adquiri em duras experiências.

Quando eu era jovem, não entendia porque certos filósofos e escritores diziam que necessitávamos nos desapegar das mulheres. Os considerava injustos e discordava. Hoje os entendo perfeitamente e concordo com tudo o que disseram Nietzsche, Platão e outros. As advertências do Alcorão, da Bíblia e de outros livros sagrados contra esses seres simultaneamente maravilhosos e malignos não são gratuitas.

O jogo da paixão é uma batalha de sentimentos em que a mulher tenta incansavelmente vencer usando como armas as carências afetivas e sexuais do homem. A intenção é conquistar o nosso coração para dispor, deste modo, da subserviência que se origina do estado de apaixonamento.

Basicamente, me empenhei em descrever as estratégias femininas para ludibriar o homem, acorrentando-o, os erros que normalmente cometemos com elas e as formas de nos defendermos emocionalmente. Espero não ter chocado o leitor por ter, como Maquiavel, tratado apenas das coisas reais e não das coisas ideais. A realidade do amor não é bela e difere totalmente do que gostaríamos que fosse.


I. Características do falsamente chamado “sexo frágil”


1. Comparam-se sempre umas com as outras.
2. São altamente competitivas.
3. Lutam para conquistar o homem de uma mulher linda.
4. São naturalmente adaptadas à espera.
5. Detestam homens débeis e fracassados.
6. Se dão bem apenas com homens que ignoram suas flutuações de humor e seguem seu ritmo.
7. Nunca deixam o homem concluir se são santas ou prostitutas para que ele não arranje outra.
8. Instrumentalizam o ciúme masculino.
9. Se auto-afirmam por meio do sofrimento masculino que se origina do desejo ou do amor (se culminar em suicídio, será melhor ainda e elas não sentirão nenhuma piedade).
10. Não amam em simples retribuição ao fato de serem amadas mas sempre por algum interesse.
11. Gostam de enlouquecer o homem com torturas mentais.
12. Sofisticaram a tortura mental como forma de compensar a fragilidade física.
13. São emocionalmente muito mais fortes do que os homens.
14. Se entregam apenas àqueles que as tratam bem mas não se apaixonam.
15. Enjoam dos homens que abandonam totalmente os rituais de encantamento (bilhetinhos, poemas, filmes, presentinhos, chocolates...) ou que os realizam em demasia.
16. Tentam nos induzir a correr atrás delas para terem o prazer de nos repudiar.
17. Sentem-se atraentes quando conseguem rejeitar um homem.
18. Simulam desinteresse por sexo para atiçar o nosso desejo.
19. Necessitam sempre sentir que estão enganando ou manipulando para se sentirem seguras.
20. Quanto menos conseguem manipular e enganar o homem, mais tentam fazê-lo.
21. Desistem dos jogos de engano e manipulação quando as ludibriamos habilmente, fazendoas supor que estão nos enganando e manipulando.
22. Simulam fragilidade para ativar o instinto protetor masculino.
23. Jogam com o nosso medo de entristecê-las e desagradá-las.
24. Simulam indiferença para sugerir que estão interessadas em outro.
25. São pacientes.
26. Testam e observam reações.
27. São irresistivelmente atraídas por homens que lhes pareçam destacados, melhores do que os outros e, ao mesmo tempo, desinteressado por elas.
28. Comportam-se como se sempre fossem desejadas.
29. Amam e se entregam totalmente aos cafajestes experientes.
30. Desejam um homem na mesma proporção em que outras mulheres o desejam.
31. Preferem aqueles que se aproximam sem nenhum interesse além da amizade.
32. Querem que o homem esconda seu desejo sexual até o momento da entrega.
33. Simulam indiferença para sugerir que estão interessadas em outro.
34. Têm verdadeira loucura por homens que compreendam seu mundo. O chamam de “diferente”.
35. Tornam-se inacessíveis após a conquista para que o homem preserve o sentimento que tem por elas.
36. Sempre tentam descobrir o que o homem sente nas várias situações.
37. Costumam “amarrar” o homem, repudiando-o e evitando-o.
38. Temem o ódio masculino real, sem mescla alguma de afeição.
39. Afastam-se para verificar se o homem vai atrás ou não.
40. Constantemente observam e avaliam se, como e quanto o homem necessita delas emocionalmente.
41. Incitam perseguições atraindo e em seguida repudiando.
42. Nos torturam mentalmente dando e desfazendo esperanças de sexo.
43. Negam-nos a satisfação sexual plena para acender o nosso desejo.
44. Nunca permitem que saibamos se fogem porque querem ser deixadas em paz ou porque querem ser assediadas.
45. Impressionam-se com homens decididos que não temem tomar atitudes enérgicas e as surpreendem.
46. Levam o homem que está “atrás” delas para onde querem.
47. Fogem e resistem para evitar que sua entrega provoque o desinteresse do “perseguidor”.
48. São irresistivelmente atraídas por homens que provocam emoções fortes.
49. Assediam aqueles que marcam sua imaginação como diferente e especial e, ao mesmo tempo, deixe entrever que está desinteressado nelas.
50. Concluem que precisamos delas quando as procuramos e perseguimos.
51. Sentem-se seguras de seu poder de sedução quando são assediadas.
52. Têm necessidade de levantar a auto-estima quando um homem as rejeita, assediando-o.
53. Sempre acham que estão sendo desejadas quando um homem as observa detidamente ou toma a iniciativa do contato.
54. São física e psiquicamente lentas: demoram para serem encantadas, para terem o orgasmo, para tomarem decisões, para sentirem falta de sexo, suportam esperar muito tempo, são pacientes etc.
55. Não se compadecem por nosso sofrimento emocional.
56. Não se compadecem do sofrimento masculino ocasionado pela insatisfação sexual (consideram "frescura" ou "sem-vergonhice").
57. Uma vez relacionadas com um homem, ficam atrás dele somente se ele resistir mais do que elas, evitando buscar contato e sexo.
58. Tornam-se emocionalmente dependentes de homens compreensivos, carinhosos, seguros, decididos e que, ao mesmo tempo, não dependem delas emocionalmente.
59. Concebem o homem ideal como seguro, forte, distante, decidido e calmo.
60. Sonham em converter os cafajestes porque sua conversão seria uma prova inequívoca de amor.
61. Simulam desinteresse para não serem desprezadas como "fáceis".
62. São atraídas pelo "diferente" que seja superior aos outros machos em vários sentidos, principalmente na possibilidade de oferecer segurança.
63. Cultivam no homem a dependência.
64. Observam e testam continuamente os nossos sentimentos até o limite de romper a relação.
65. Instrumentalizam nossos erros em seu favor.
66. Jogam a culpa dos erros delas em nós.
67. Sempre possuem uma desculpa para as mancadas.
68. Dobram e manipulam o homem quebrando sua resistência através da fragilidade.
69. Submetem e manipulam o homem sem que ele perceba.
70. Sempre dão abertura para que outros a cortejem e nunca admitem.
71. Juram fidelidade de sentimento mas sempre se contradizem com atitudes suspeitas e "sem intenção".
72. Envolvem-se mais fortemente com amigos e conhecidos com os quais travam amizades "sem interesse", "sem intenção" e "sem maldade".
73. Não têm medo de jogar até o limite porque consideram que, se o cara romper a relação, a ruptura aconteceu porque ele já não prestava antecipadamente.
74. São afetadas pela nossa perda apenas depois que ela realmente se efetiva.
75. Jogam com ambigüidades e evitam assumir as conseqüências.
76. São incapazes de visualizar a dor da insatisfação sexual masculina, que consideram "sem-vergonhice".
77. Descobrem os limites do homem jogando com seus sentimentos.
78. Sentem um alívio em sua angústia de não serem amadas quando descobrem que alguém sofre por elas.
79. Querem ser amadas por aqueles que sejam melhores em todos os sentidos.
80. Nunca estão satisfeitas com os homens com os quais contraem matrimônio.
81. Gostariam de ter um homem que correspondesse à satisfação de todos os seus desejos conflitivos e contraditórios.
82. Detestam adaptações.
Responda-o
#2
II. As etapas do trabalho de encantamento da mulher


1. Cumprimente sutilmente toda mulher bonita que passar por você e te olhar. Uma delas irá te responder.
2. Estabeleça um contato desinteressado (invente algum motivo: cumprimente-a se ela olhar para você, olhe com um sorriso leve para ela, avise-a sobre algo real ou imaginário, se vire).
3. Tente prolongar o contato comentando algo que tenha relação com o momento.
4. Deixe-a prolongar o diálogo pelo tempo que quiser. Se sentir que ela quer terminar, termine antes.
5. Não olhe para o seu corpo. Ignore o decote, as pernas e a barriga de fora.
6. Se ela for linda, ignore sua beleza. Se ela for feia, encontre alguma coisa bonita nela para elogiar.
7. Tente conversar com ela sobre ela mesma.
8. Garanta um segundo contato: entregue o telefone, e-mail ou dê alguma dica de como ela pode te encontrar com facilidade.
9. Elogie sua inteligência, principalmente se ela for burra.
10. Converse sobre os problemas dela, principalmente os de tipo emocional.
11. Faça ou diga algo que demonstre indiretamente que você não quer transar.
12. Introduza a questão do amor nas conversas, sempre. Evite introduzir o sexo a não ser que ela tome a iniciativa.
13. Diga aos poucos que você sente sua falta.
14. Estimule-a a falar sobre seus medos, sonhos e desejos.
15. Diga que se lembrou dela em algumas circunstâncias bonitas.
16. Escreva-lhe frases românticas “por amizade” e sempre “sem intenção”.
17. Convide-a para algo mais ousado como um passeio ou uma ida ao cinema (para assistir um filme romântico, é claro).
18. Quando estiverem a sós, diga-lhe que está adorando estar ali e que se sente triste porque aqueles momentos irão acabar (não mostre nenhuma intenção de transar).
19. Retome todo o romantismo que você construiu desde o início da relação: lembre como vocês se conheceram, o que pensavam um do outro no início. Diga que sempre sente sua falta quando ela está longe, que sente muitas saudades, que a considera inteligente,diferente e especial (sei que é um pé no saco, é preciso um grande teatro mas vale a pena – uma dica nessa hora: imagine ela pelada e você recobrará as suas forças). Diga-lhe, pela primeira vez, que você a acha linda! Seja teatral ou ela desconfiará de sua verdadeira intenção, que é apenas transar bastante tempo até que ela fique feia ou chata.
20. Explicando que nunca viu outra mulher igual na Terra e olhando profundamente em seus olhos, aproxime-se para beijá-la. Se ela desviar o olhar, pare e repita os passos dos itens 17 e 18 até que ela o encare sem desviar o olhar mesmo se você aproximar.
21. Beije-a. Agora ela já está nos seus braços e o restante é com você.


III. Cuidados a tomar durante o trabalho de encantamento


1. Nunca tente beijá-la se o olhar for desviado durante sua aproximação.
2. Excite sua imaginação fazendo-a pensar constantemente em você, preferencialmente como um homem absolutamente diferente dos outros.
3. Impressione-a fortemente sem se exibir.
4. Seja misterioso.
5. Oculte sempre a intenção sexual.
6. Conduza a conversa na direção dos problemas emocionais dela e não dos seus. Não fale sobre coisas idiotas.
7. Espere pacientemente que a confiança vá se instalando.
8. Tenha regularidade nas freqüências das conversas.
9. Deixe-a definir a duração da conversa e dos intervalos entre uma conversa e outra.
10. Jamais demonstre pressa ou urgência sexual.
11. Confira gradativamente e de modo imperceptível um sentido romântico à “amizade desinteressada”.
12. Quando a intimidade se tornar maior, diga aos poucos que sentiu saudades e que se preocupa.
13. Escreva frases românticas de efeito sobre a amizade que os une, sempre escondendo sua intenção verdadeira, que deve ser a de levá-la para a cama.
14. Deixe-a falar sobre sexo, caso queira, e demonstre grande conhecimento a respeito.
15. Torne-a dependente de suas conversas.
16. Concorde com ela a maior parte das vezes mas não sempre.
17. Demonstre ser alguém compreensivo com os seus pontos de vista.
18. Sempre sugira indiretamente que não está interessado em transar.
19. Não monopolize a conversa. Deixe-a falar à vontade. Você apenas deve ouvir e tanger os assuntos nas direções que interessam, estimulando a continuidade da fala para não deixá-la sem assunto.
Responda-o
#3
IV. Como sobreviver no difícil jogo das forças magnéticas da sedução


1. Não se aposse da mulher. Tire de sua cabeça a idéia de que ela é sua, principalmente se ela disser que é fiel, que você é o melhor cara que ela conheceu, o único etc.
2. Procure sempre vê-la como uma prostituta maravilhosa que não se assume por medo da repressão social mas que necessita de um grande amigo que a compreenda porque ela sai com todo mundo.
3. Não caia na tentação de vê-la como ente celeste. Jamais acredite em sua fidelidade ou que não paquere ninguém além de você.
4. Seja indiferente aos seus jogos de atitudes contrárias e incoerentes.
5. Beije-a sempre ardorosamente, com muito sentimento.
6. Tire de sua cabeça a preocupação com a fidelidade. Se ela quiser dar para outro, ninguém a vai segurar.
7. Não a irrite e nem a sufoque com manifestações contínuas de amor.
8. Não seja um bebê chorão dependente gritando pela mãe.
9. Quando ela furar nos encontros, aceite as desculpas mentirosas e furadas que receber no dia seguinte e faça de conta que acreditou, ignorando.
10. Nunca se iluda acreditando que descobrirá o que ela sente por meio de perguntas ou conversas.
11. Seja indiferente aos jogos de aproximar e afastar que elas fazem para nos deixar loucos. Isso a deixará confusa.
12. Seja homem e esteja sempre preparado para o inesperado: ser trocado por outro macho, ser definitivamente ou temporariamente abandonado, ser frustrado nos encontros etc.
13. Não se apegue. Ame-a desinteressadamente, ainda que à distância.
14. Nunca se esqueça de que a histórica repressão cruel da cultura machista as obrigou a misturar verdades com mentiras em tudo o que falam. Nunca acredite e nem desacredite no que dizem: limite suas conclusões ao que vê.
15. Escreva-lhe frases de amor de vez em quando mas não sempre.
16. Conquiste sua independência emocional total.
17. Quando for comparado a algum outro macho idiota, recorde-se dos pontos em que você é melhor que o cara e esqueça a questão.
18. Adote conscientemente um comportamento que a agrade mas não se condicione.
19. Não se guie por generalizações sobre o sexo feminino mas pela singularidade da mulher específica que você quer encantar.
20. Derreta-se em declarações de amor cheias de sentimento porém raras e falsas.
21. Simule ter as mesmas idéias e concepções que as dela.
22. Maldiga o que ela detesta.
23. Elogie o que ela ama.
24. Seja firme e amável ao mesmo tempo.
25. Solicite sua presença por via indireta.
26. Solicite demonstrações de amor indiretamente.
27. Solicite delicadeza o mais indiretamente possível.
28. Não ligue quando ela não cumprir os compromissos de encontros e telefonemas.
29. Não acredite quando ela se comprometer a telefonar ou vê-lo.
30. Mate a paixão dentro de si.
31. Esteja disposto a perdê-la a qualquer momento.
32. Não a veja como única.
33. Não tente impressioná-la com seus talentos.
34. Não exiba gratuitamente seus talentos mas deixe-a percebê-los aos poucos .
35. Não fique atrás dela o tempo todo.
36. Não pense se ela sai com outro ou não.
37. Nunca seja grosseiro ou mal educado.
38. Não se aposse.
39. Não a sinta como se fosse sua.
40. Utilize as indefinições como definições.
41. Defina o teor da relação apenas com base no que demonstra o comportamento e as atitudes.
42. Não entre de cabeça na relação, NUNCA!
43. Não se fascine por sorrisos, olhares e palavras apaixonadas mas comporte-se como se estivesse um pouco fascinado, apenas um pouco.
44. Tenha os anelos dela como pauta central e constante nos diálogos.
45. Não fique atrás dela e nem se deixe ser atraído. Seja atraente para que ela fique atrás de você.
46. Para atrair, combine em doses homeopáticas seriedade, desinteresse, lealdade, altruísmo, sinceridade, cuidados com a aparência, eloqüência, determinação, independência econômica, independência material (pelo menos uma casa e um carro), uma imagem de homem assediado que não se jacta disso (pode ser falsa, basta dizer para uma amiga bem fofoqueira que há várias mulheres lindas atrás de você e pedir-lhe para não contar a ninguém que ela se encarrega do resto), virilidade, masculinidade intensa, sensibilidade, gentileza, ponderação e inteligência.
47. Detecte as contradições no comportamento dela.
48. Desenvolva o poder de se apaixonar intensamente por todas as mulheres que se parecerem ao seu modelo ideal e não apenas por uma única mulher.
49. Não espere bom senso ou compreensão.
50. Resista ao magnetismo feminino negativo.
51. Não discuta.
52. Não cultive o conflito.
53. Observe-a "de fora" (sem identificação) tentando captar seus sentimentos.
54. Seja silencioso, escute-a.
55. Seja distante para dar asas ao mistério.
56. Não deixe transparecer o que se passa em seu interior.
57. Adestre-a gradativamente, recompensando-a por bom comportamento.
58. Deixe-a conduzir o rumo das conversas.
59. Estimule-a a falar sobre o que mais gostar.
60. Concorde sempre, exceto quando ela quiser
ser contradita.
61. Exalte sua imaginação.
62. Encarne os princípios do amor superior.
63. Não vacile em suas posições.
64. Trate-a como uma menina.
65. Jogue com o binário, a alternância de opostos.
66. Devolva-lhe as responsabilidades pelos seus atos, joguinhos bobos etc.
67. Não fale em tom apelativo.
68. Cumpra pequenos rituais românticos.
69. Seja um espelho sem lhe dar muita abertura.
70. Faça-a rir.
71. Aponte suas virtudes sempre que se manifestarem.
72. Alterne severidade com doçura.
73. Alterne silêncio com falas breves que a estimulem e acalmem.
74. Beije-a subitamente na boca.
75. Diga-lhe de vez em quando que a ama (mas não sempre).
76. Não se deixe possuir por sentimento de inferioridade com relação a outros homens.
77. Concorde com suas tendências comportamentais errôneas e estimule-as, empurrando-a na direção das mesmas. Por exemplo: quando ela quiser sair com um decote exagerado, diga que o decote ainda está fechado e que deveria abrir mais; quando ela usar uma saia muito curta, diga que está comprida e que deveria ser mais curta. Vá com ela até o limite extremo para descobrir que tipo de mulher você realmente tem ao lado. Se ela se recusar e voltar atrás, então ela é uma boa mulher. Se não o fizer, use-a sexualmente e a ofereça a seus amigos, por um bom preço, é claro.
Responda-o
#4
V. Sobre o desejo da mulher


Por ser o complemento e o pólo contrário do homem, a mulher tem uma estrutura psíquica inversa. Para nós, o sexo vem em primeiro lugar e o amor em segundo. Para elas, o contrário ocorre.

Elas nunca nos amam em simples retribuição ao nosso amor, ou seja, simplesmente por as amarmos ou desejarmos. Desejam nossas características atraentes e não nossa pessoa. Querem o melhor macho do bando, o melhor reprodutor: o vencedor, o rico, o famoso, o destacado em relação aos outros machos. Não diferem das macacas.

São características masculinas que as encantam: falar e vestir-se de forma diferente e original, ser diferente de todos, principalmente no que se refere ao modo de compreendê-las e de chamar a atenção das outras fêmeas.

Não cuidarão de preservar o macho ao seu lado caso se sintam seguras. Apenas o farão antes de conquistá-lo ou sob a ameaça real de perdê-lo. Somente entregam seus tesouros em situações extremas. O amor que oferecem em situações normais é um lixo.

As traições femininas principiam quase sempre pelo sentimento e não pelo desejo carnal, o qual para elas é complemento e não ingrediente central do amor. Por tal razão, é muito fácil para elas se defenderem quando as apanhamos em condutas suspeitas dizendo coisas do tipo: "Você é maldoso, a maldade só existe em sua cabeça etc." 

Costumam camuflar seus casos ou flertes nas amizades e até unir ambos, motivo pelo qual devemos sempre estar atentos e desconfiar de gentilezas, admirações, cuidados e atenções que elas dão a certos homens que escolhem a dedo.

Há uma personalidade específica, um tipo especial de homem que as mulheres assediam: o cafajeste, aquele que se aprimorou na arte de representar o apaixonamento para convencer e que, ao mesmo tempo, nada sente. Se o amor for real, será desinteressante. O cafajeste não se apaixona. Ele encarna a fantasia feminina.


VI. As torturas psicológicas


A fragilidade feminina se restringe ao âmbito físico mas não ao âmbito emocional em sua totalidade. No campo da relação a dois, as fêmeas humanas não são nem um pouco delicadas ou frágeis, são poderosas, impiedosas e jogam sujo, sempre.

Entretanto, devemos aceitar tais características como instintivas e naturais, sem nos revoltarmos. Elas possuem grande poder magnético de provocar sentimentos negativos no macho. Se este for emocionalmente fraco, com facilidade fazem-no cair em estados de ciúme, irritação, impaciência e, do mesmo modo, fazem-no sentir-se pequeno, como se fosse um pirralho imbecil. 

Por serem psicológicas, as estratégias femininas de ataque e retaliação raramente são admitidas. Ocultam-se muito bem dos olhos comuns que apenas sabem enxergar o externo, o físico. Não obstante, são altamente eficazes na indução do sofrimento alheio.

O segredo para se defender de todas as artimanhas femininas de manipulações e torturas mentais consiste em não nos identificarmos com as estratégias da mulher, isolando-a em seus próprios atos caprichosos e contraditórios. Para tanto, é imprescindível não estar apaixonado. Então ela realizará seus jogos sozinha e sorverá toda a loucura que tentou introduzir em nosso coração. 

Tal poder é conseguido quando procuramos sentir fortemente e o mais sinceramente possível que ela está atuando "lá" e nós "aqui", ou seja, quando mantemos viva em nós a recordação da separatividade entre "eu" e a "outra pessoa". Também convém olhá-la sempre como uma prostituta até prova em contrário. Há mulheres que se fingem de santas por vários anos.

Uma vez que tenhamos conseguido tal independência emocional, devemos observar a fêmea, aguardando para saber quanto tempo resistirá em suas tentativas de nos enfeitiçar e submeter. Temos que devolver-lhe o fardo que insistentemente tenta ser lançado sobre nossas costas, ou seja, deixá-la realizar todo o trabalho pesado e apenas aguardar, até que lhe sobrevenha a extenuação.
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#5
VII. A quebra das defesas emocionais


Assim como nós somos vulneráveis a assaltos eróticos de fêmeas fatais, as mulheres não possuem nenhuma resistência contra um desinteressado amor sem intenções sexuais. As fêmeas humanas não são invulneráveis como se mostram aos homens que, à primeira vista, lhes parecem desinteressantes.

Vou agora expor a fraqueza feminina; obviamente, estou pensando nas mulheres "difíceis" porque as "fáceis' não exigem trabalho. Na mente feminina há uma abertura constante, uma passagem que nunca se fecha. Um sedutor hábil rapidamente a identifica e a utiliza. Trata-se da abertura para a intimidade "sem malícia" com um homem que se faça crer desinteressado, sem segundas intenções, sem objetivos sexuais. Paradoxalmente, quanto mais ocultamos a intenção de transar, mais abertura para uma intimidade "inocente" conseguimos.

Os ginecologistas, por exemplo, têm permissão para olhar dentro das vaginas simplesmente porque se respaldam na crença de que seus objetivos são meramente terapêuticos. A mulher que lhe abre as pernas o faz a partir da crença inabalável em sua honestidade e ausência de interesses sexuais. Seguindo a mesma linha, porém indo mais avante, o ginecologista pode tocar-lhe o clítoris sob a alegação de realizar um exame e até mesmo excitá-la.

Enquanto a crença for preservada, não haverá nenhuma reação feminina contrária ao toque, no sentido de rechaçá-lo. Esta é uma prova de que a crença e a confiança na ausência de intenções sexuais permite que a mulher se abra e se entregue aos poucos. O mesmo sucede com os psicoterapeutas, para os quais elas revelam segredos que jamais revelariam a ninguém e muito menos aos maridos. No fundo, as fêmeas querem se sentir acolhidas, compreendidas e aceitas tal como são, sem que nenhum favor sexual seja exigido em troca. Querem se sentir seguras, ter um porto no qual podem atracar.

A necessidade de ser aceita com seus "atos reprováveis" é muito forte e torna as mulheres absolutamente vulneráveis aos homens que demonstram não ter intenções secundárias e não reagem com desaprovação aos erros que cometem. Quando o conhecem, gradativamente vão lhe revelando as coisas "mais feias" ou "erradas" que já fizeram na vida e observando suas reações. À medida em que comprovam que são aceitas, criam mais confiança e as confissões se aprofundam ao mesmo tempo em que a intimidade cresce. Então, sem que percebam, já estão envolvidas emocionalmente e sexualmente.

Esta é a passagem mental que nunca se fecha e através da qual pode-se conquistar qualquer mulher. Não há mulher que resista a investidas por este canal porque todas possuem uma necessidade desesperada de um cúmplice absoluto que as façam sentirem-se seguras para confessar tudo aquilo que temem revelar à sociedade por medo de serem reprovadas ou por vergonha. Se alguma ainda assim resistir, será por alguma inabilidade do candidato a sedutor que resultou em alguma comunicação subliminar de intenção.

As mulheres são absolutamente vulneráveis a amizades e, se alguma algum dia virou a cara para algum homem, é simplesmente porque achou que ele queria algo mais. Aquelas que evitam o contato e se comportam de modo inacessível não o fazem por respeito ou amor ao homem com quem vivem ou com quem se comprometem mas simplesmente por não nutrir esperanças de que haja alguma intenção assexuada sincera por trás dos caras que cruzam o seu caminho.

A capacidade de ocultar a verdadeira intenção confere-nos um irresistível poder de sedução. Uma vez conquistada a capacidade de simular desinteresse com perfeição e por longo tempo, a dificuldade residirá, então, em atravessar os limites da intimidade e entrar profundamente no mundo feminino. Esta é uma forma de penetração psicológica que se obtém ao se conversar desinteressadamente com a mulher sobre si mesma, fazendo-a se sentir acolhida e segura.

O rumo dos diálogos deve girar em torno de questões amorosas gerais e, posteriormente, das questões amorosas específicas da mulher que estamos seduzindo. A temática sexual somente pode ser introduzida depois de um bom tempo. Quanto mais intensas forem as manifestações de amor desinteressado, mais embriagada emocionalmente ela ficará.

Sabendo disso, as fêmeas humanas sempre colocam cuidado especial em não serem enganadas e nunca acreditam logo à primeira vista em nosso desinteresse. Algumas chegam a resistir durante muito tempo verificando quais são as intenções masculinas. A intenção exclusivamente sexual é vista como agressiva e desinteressante.

As defesas emocionais femininas são atravessadas através de atitudes que comuniquem aceitação, amor e, ao mesmo tempo, desinteresse sexual. A imagem a representar é a de um amigo muito íntimo, desinteressado e, inicialmente, assexuado. Com esta técnica adentra-se ao mundo até das mulheres mais proibidas e difíceis. Há homens que tiveram relações sexuais com mulheres impensáveis apenas com este procedimento.
Responda-o
#6
VIII. Porque não se deve discutir ou polemizar


As mulheres costumam ter muitas atitudes que prejudicam o seu relacionamento conosco. Entre tais atitudes, posso citar o gosto por amizades masculinas, o hábito de admirar ou elogiar outros homens, famosos ou não etc. Quando as apanhamos em flagrante, negam terminantemente e dizem que foi tudo algo inocente e sem más intenções, "sem maldade".

Por serem baseados em sentimentos e não na razão, estas idéias e comportamentos femininos indesejáveis continuam incólumes após destruirmos intelectualmente seus argumentos. Em geral, os argumentos femininos para atitudes que destroem a relação são muito frágeis. Entretanto, de nada adianta discutir ou polemizar pois, mesmo após destruídos, seus motivos prevalecem por serememocionais.

Elas então elaboram outros caminhos psicológicos para justificar suas atitudes libertinas sem nunca assumí-las. Por tais razões, é uma total perda de tempo discutir ou polemizar quando as apanhamos na pilantragem. Este hábito, que vejo em muitos homens, apenas cria um clima desagradável na relação e nos conduz à loucura, para a felicidade feminina.

Ao invés de polemizar, é melhor tomarmos uma atitude radical e inesperada que a deixe desconcertada a nosso respeito. A experiência me mostrou que quando incentivamos seriamente à mulher que está paquerando outro cara a ficar com ele, ela fica desesperada. Esta é uma boa forma de vingança porque, na maioria das vezes, o cara não a quer seriamente, deixando-a no final sozinha, sem ninguém e poderemos rir.

Por outro lado, se o cara a quiser de verdade, isto significará que você apenas deveria tê-la tratado como uma prostituta e que, caso a tenha considerado sua namorada, o erro foi somente seu.

Esta é a atitude menos esperada de um homem e, justamente por isto, a mais desconcertante. Em geral, o esperado é que em tais situações protestemos e caiamos em transtornos emocionais de diversos tipos. Se, ao contrário, as incentivamos a levar adiante esta fantasia de galinhagem, ficarão emocionalmente encurraladas.

Entretanto, para não sermos previsíveis, convém de vez em quando passar ao extremo oposto, desmascarando implacavelmente seus disfarces sem o menor medo de perdê-la e sem vacilar. Esteja preparado porque, nestes casos, as reações femininas costumam ser violentas e você precisará estar presciente para segurar as pontas de uma fêmea em surto de loucura por ter sido desmascarada à força e se sentir subitamente como se estivesse nua.

Mas isso logo passará se você for o mais forte e mais frio dos dois e se mantiver centrado. Não tema alaridos, gritos ou choros. Não se afete por tempestades de palavras.

Mantenha-se firme e decidido em sua posição. O fluxo de energia que você disparou logo se esgotará. Obviamente, você não deve tentar fazer isso se estiver apaixonado ou cairá de cabeça no precipício. O homem apaixonado está em um estado servil e miserável, sendo incapaz de dominar a relação. É por isso que as mulheres querem tanto que nos entreguemos.
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#7
IX. Sobre a (im)possibilidade de dominar o "sexo frágil"


Nossas queridas e perigosas fêmeas tentam incansavelmente dominar a relação para impor-nos os padrões que desejam, os quais correspondem à freqüência, à intensidade e à qualidade nos encontros, nos telefonemas, no sexo, no trato carinhoso, na fala etc.. Aquele amar mais, isto é, necessitar mais do amor do outro, cederá e se submeterá por medo de perder a pessoa amada. Aquele que amar menos, sairá vitorioso e dominará a relação.

O poder de dominar ou ser dominado vincula-se estreitamente à beleza física, no caso da mulher, e ao destaque social, no caso do homem, embora não apenas a esses elementos. Se você tem uma namorada ou esposa já deve ter percebido que ela costuma sempre resistir contra quase tudo o que você quer, principalmente em dar sexo exatamente na hora em que você está com vontade. Esta resistência é natural e não devemos protestar.

São obstáculos que seu inconsciente nos coloca para ver se conseguimos superar e provar nosso valor masculino. Apesar de nunca serem admitidas ou reconhecidas pelas mulheres, as resistências nunca cessam, nem mesmo após décadas de casamento. Quando resistem, as mulheres estão, na verdade, querendo ser encantadas até um ponto de total embriaguez emocional. Querem que quebremos a resistência lançando-as em um estado de loucura de modo que não consigam mais resistir.

Se não o fazemos, nos consideram incompetentes e com o tempo nos colocam alguns belos chifres porque necessitam de emoções intensas e loucas. Esta é a razão pela qual sempre tentam nos dominar ao invés de se submeterem passivamente.

Alguns homens ignorantes, desesperados por não conseguirem dominar a mulher, agridem-na fisicamente. Esta atitude é desnecessária, como veremos a seguir. A mulher dispõe de sofisticados mecanismos psicológicos para burlar qualquer tentativa de dominação. Resistem continuamente, somente podendo ser dominadas realmente pela força bruta, física, ou por uma força emocional superior à sua.

Nem tudo está perdido...

Há um meio muito eficaz de nos protegermos e ao mesmo tempo dominarmos a relação sem ficarmos loucos: consiste em renunciarmos à tentativa de dominar a fêmea, preferindo dominar nossos próprios sentimentos de posse, ciúmes e outras fraquezas. Isto parece contraditório mas realmente funciona por serem as mulheres seres contraditórios e ilógicos em essência.

Eliphas Lévi nos diz que a mulher nos acorrenta por nossos desejos. Acrescento que, além dos desejos, elas nos acorrentam por nossos sentimentos. Logo, se eliminarmos os sentimentos, as lançamos em seu próprio calabouço mental. O tiro sairá pela culatra devido ao efeito especular que lança o feitiço de volta àquele que o enviou. A mulher então cairá no inferno mental-emocional no qual tentou nos jogar.

Desde o início da relação, devemos sempre por mais cuidado em nós mesmos, no que sentimos, do que na mulher. Isto não significa que tenhamos que tratá-la mal, com frieza etc. mas apenas que precisamos sobrepujá-la nos campos em que somos fracos e ela é forte. Ciúmes, fúria, posse etc. são debilidades que nos deixam dominados. Ao invés de dominar o sexo oposto, é melhor dominar a relação.

Mas para dominarmos a relação temos que dominar a nós mesmos. Logo, tudo se reduz ao domínio de si. Não se pode dominar a mulher por via direta, nem mesmo pela força bruta. Se você lhe pedir algo, seu pedido será amavelmente recusado ou protelado indefinidamente.

Se você ordenar, ela irá testá-lo para descobrir até onde você é capaz de ir, curiosa por saber até que ponto a relação está vulnerável. Se recusará a atendê-lo e observará suas reações para certificar-se de sua capacidade de desagradá-la obtendo, por este meio, importantes informações a respeito da profundidade do seu apego, do seu grau de dependência emocional.

Nunca deixe-a fechar conclusões e saber o quanto dela você necessita. As mulheres amam os fortes e desprezam os fracos, apenas se submetendo a um poder demonstrado e comprovado de forma inequívoca em seus próprios domínios: os sentimentos. É preciso vencê-las em dois campos opostos: o da frieza e o do carinho.

Temos que sobrepujá-las em força sem nos deixarmos tomar por suas fraquezas, ou seja, precisamos ser mais frios e indiferentes do que elas são conosco mas, ao mesmo tempo, mais carinhosos e amorosos do que elas são conosco.

Contraditório? Ilógico? Sim! E eficiente!

Não há outra saída: seja desapaixonado e teatral. Você pode até não dominá-la diretamente mas se premiá-la nos momentos corretos com intenso carinho poderá domá-la por seus próprios instintos, como se faz com animais selvagens. Quando ela agir mal, sumir, não telefonar, evitar ou adiar sexo, dar atenção ou ser gentil com outro cara etc. seja indiferente. Ela irá resistir, resista também até quebrar a resistência. Então, quando a fêmea se submeter, recompense-a com muito carinho e outras bobagens, cartinhas de amor, flores etc. retornando em seguida ao seu distanciamento.

Nunca se polarize na distância ou no carinho, alterne. Se você não estiver disposto a ser forte e não for corajoso, é melhor desistir de ser macho e virar homossexual. Ou então se disponha a adquirir coragem. Vejo muitos caras achando que as mulheres vão se apaixonar por eles apenas por piedade. Acreditam que basta dar-lhes amor e, assim, a retribuição será automática. Estão perdidos.

Se você pensa que basta ser bonzinho para ser reconhecido...está perdido. Jogue seu cabeção no vaso sanitário e dê descarga para o bem das gerações futuras. A principal fraqueza masculina que tenho visto é o medo da perda. Daí derivam ciúmes, tristezas, desconfortos e muitas brigas. Elas constantemente avaliam os nossos limites e o grau de poder que possuem sobre nossa vontade. Nos observam e medem até onde podem ir. Jogam ao extremo. Tudo com intenção de dominar a relação e não serem dominadas.

Se realmente ignorarmos estes jogos, o que lhes sobrará serão apenas os próprios sentimentos. Terão jogado em vão e sozinhas. Se sentirão solitárias, com medo de nos perderem para sempre e, talvez, venham até nós sem que precisemos chamá-las. Mas nem isto é certo no mundo desses seres enigmáticos, absurdos e ilógicos. O mais curioso e contraditório é que, apesar de resistirem como podem à dominação, as fêmeas se entregam somente àquele que as domina, ao melhor.

Poucas coisas dão tanto prazer à fêmea do que saber que há um macho que sofre por elas. Paradoxalmente, este mesmo macho é considerado desinteressante e fraco, não proporcionando as emoções fortes que as deixam fascinadas. Quanto maior for o sofrimento do imbecil, maior será a sua satisfação e, contraditoriamente, seu desinteresse. É por isto que não sentem pena de nós quando nos suicidamos por uma grande dor de amor.

O homem que se mata por amor está comunicando que é um fraco e, com isto, seu sacrifício ficará sem sentido, a não ser que leve a bruxa que o enfeitiçou consigo para a morte. Ao invés de nos matarmos ou de a matarmos, é melhor matarmos os nossos sentimentos e desejos. Então poderemos tratá-las como nos tratariam. A capacidade de tratar a mulher como ela nos trata nos permite agir como se fôssemos seu espelho.

Seus comportamentos, e não sua fala, serão os elementos que regerão a relação. Um grande erro masculino é acreditar no que as mulheres dizem. Outro grande erro é fascinar-se por seu carinho, lágrimas e fragilidade, acreditando que são sinais de que o coração lhes está entregue. Aqui começa nossa perdição. Deixe-a dizer à vontade que o ama, deixe-a chorar aos cântaros e acredite apenas nas atitudes que testemunhar.

Acima de tudo guie-se pelos comportamentos concretos e não pelas falas femininas inúteis e enganosas. Não corra atrás do que elas dizem porque você estará sendo observado ao cair nesta fraqueza. O mundo das mulheres é um pestilento antro de mentiras, dissimulação, dominação e engano. Isto é válido para todas, em maior ou menor grau, e tem sua origem em um remoto passado histórico.

O espaço para a sinceridade com as fêmeas parece ser nulo ou quase nulo. Logo, temos que tratá-las segundo estas leis, às quais estão acostumadas. Para dominar a relação, é preciso ser superior à mulher em suas forças. É preciso ter sangue frio para sermos mais dissimulados e mais carinhosos do que são conosco.

Também convém ocultar nosso histórico anterior de relações, como fazem elas. Quando as vencemos em seus próprios domínios, isto é, nos campos dos sentimentos e da inteligência emocional, que são os campos em que as mulheres se locomovem à vontade, elas se entregam espontaneamente a nós. Passam a nos ver como únicos, os melhores e a nos considerar aptos a guiálas e comandá-las.

Para que a mulher nos admire, precisamos feri-la nos sentimentos para que sinta o nosso poder. O medo de desagradar e perder revela fraqueza e o homem deve tomar todo o cuidado para não ser tomado por um fraco pois os fracos sempre são desinteressantes enquanto homens.
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#8
X. Como somos aprisionados


É bom lembrar que o adultério satisfaz a fantasia feminina. Os maridos, em nossa sociedade atual, possuem três finalidades:

1) proporcionar segurança;
2) ser exibido para a sociedade, principalmente para as fêmeas rivais, como prova de que não se está "encalhada";
3) levar chifres.

Vamos tratar desta ultima função.

O casamento é uma grande armadilha para o homem. Após ser atraído, fisgado e preso, o esposo serve a alguns desejos do inconsciente feminino, dos quais o principal é a fantasia de ser cortesã, prostituta. Convém observar que as explosões de paixão e libido nunca se dão dentro do casamento mas sempre fora. E uma das razões para tanto é que a esposa precisa sentir-se uma princesa raptada por um vilão ou um dragão. O amante, então, encarna o arquétipo do príncipe encantado, do cavaleiro que a resgata da dor, do sofrimento e da prisão.

Obviamente, após a princesa se casar com o príncipe, este se converte em marido e, portanto, em novo vilão e o ciclo se repete. Eis a razão pela qual o amante, quando se casa com a adúltera, tem grandes chances de ser posteriormente traído por esta. Uma vez casado, os papéis se modificam e a fantasia feminina já não pode mais ser satisfeita sem uma nova paixão extra-conjugal.

Após sofrer muito, descobri o principal mecanismo de dominação do homem: consiste em nos prender lentamente através dos nossos próprios sentimentos e desejos. Para acorrentar o macho, a fêmea humana lhe dá carinho, amor e sexo de boa qualidade até senti-lo bem preso e comprovar seu grau de dependência com muitos testes. Quando o idiota está bem aprisionado e dependente, então começa a ser torturado para proporcionar à mulher o prazer de vê-lo perdido e desorientado, tentando encontrar uma saída. Trata-se de um teste para medir nosso valor enquanto homens.

Elas sabem que necessitamos muito do carinho e da fragilidade que possuem. Isso pode ser comprovado experimentalmente muitas vezes. Basta darmos uma olhada ao redor. Portanto, a paixão ou amor romântico é a principal arma da mulher para aprisionar o macho.
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#9
XI. A alternância


A relação nunca deve se polarizar na frieza ou no afeto contínuos. Temos que ser indiferentes e, ao mesmo, tempo ardentemente românticos. O homem exclusivamente afetuoso torna-se repulsivo e a mulher passa a considerá-lo pegajoso.

Por outro lado, a distância e a indiferença prolongadas esfriam a relação. Logo, temos que alternar deixando-a confusa, sem saber o que realmente sentimos. Temos que sobrepujar a mulher em suas tendências opostas, bipolares. Temos que conduzir a relação e administrar os sentimentos femininos ao invés de tentar submetê-los.

Por conhecerem bem os mecanismos emocionais, as mulheres costumam fazer jogos de alternância. São jogos que variam muito na forma mas que sempre são marcados pela oscilação entre opostos: aproximam-se e depois afastam-se, comportam-se como se fossem fiéis e em seguida admiram outro macho etc.

A melhor forma de estraçalhar esses odiosos jogos emocionais femininos com os opostos consiste em empurrar a mulher justamente para a direção inesperada. A responsabilidade e a culpa que lhe cabem, e que ela sempre tenta transferir a nós, precisa ser devolvida muito amigavelmente. Exemplo: quando uma mulher tece um comentário sobre outro homem na frente do marido ou namorado, em geral espera que ele reaja com ciúmes e sofra, dando-lhe satisfação. Se o marido, ao contrário, forçar (com atitudes reais) uma aproximação dela com o cara, terá duas vantagens:

1) ficará sabendo se a mulher é fiel ou é realmente uma cadela vadia como está demonstrando ser
2) a deixará desorientada

Eis, portanto, mais um bom motivo para eliminarmos os ciúmes. Os ciúmes, consequência nefasta do apaixonamento, são uma importante ferramenta nos jogos de alternância que elas fazem para nos torturar e nos deixar loucos. Normalmente, a mulher não quer assumir a responsabilidade por suas atitudes. Quer "compromisso sério" mas não quer deixar os amigos, quer ter amigos homens mas não quer ser tratada como prostituta etc.

Portanto, temos que desenvolver mecanismos para forçá-las a assumir as conseqüências do que fazem. Obviamente, não temos nada contra as prostitutas (e até lhes damos um valor especial) mas sim contra mulheres que agem de má fé e jogam com nossos sentimentos, simulando fidelidade de sentimentos sem dá-la, deixando que criemos expectativas falsas. São essas que não merecem piedade.

Não alimente a ilusão de descobrir por meio de perguntas o que elas realmente sentem por você ou de que isso possa ser confessado. Você apenas fica sabendo o que se passa no coração de uma mulher em situações extremas. Não dê importância a nada do que disserem pois suas inúteis falas são contraditórias, vagas, enganosas e incoerentes, servindo apenas para ludibriar.

O grau de dependência emocional por você apenas será revelado à força, em uma situação extrema como, por exemplo, uma indiferença total de sua parte por algum erro grave que ela cometeu. Daí a importância de ser desapaixonado para se ter a capacidade de manter-se indiferente por muito tempo, se necessário.

Entretanto, não devemos nos polarizar na frieza mas sim alternar. Vejamos melhor. No trato com a mulher, há somente duas opções básicas:

1) ser frio, indiferente e às vezes meio agressivo
2) ser carinhoso e gentil

Se nos polarizarmos exclusivamente em qualquer um dos lados, a perderemos. O ideal é alternar de acordo com as flutuações de ânimo e oscilações propositais dos joguinhos femininos: quando o comportamento de sua namorada não te agradar, dê um gelo e ignore-a. Você a verá então desesperada tentando descobrir o que está acontecendo. Não revele ou perderá o domínio da situação.

Encontre um meio de fazê-la acreditar que está sendo rejeitada pela má conduta e resista até que ocorra a mudança da forma que você quer. Então a premie com muito carinho, bilhetinhos, seja amigo, compreensivo e protetor mas mantenha-se sempre à espera, em alerta porque logo o problema voltará. Adestre-a assim aos poucos mas alterne o padrão de vez em quando para não ficar previsível ou será você o dominado.

Quando somos frios e distantes, duas possibilidades se abrem: a mulher se desespera, ficando insegura, ou te esquece de vez. De todas as maneiras, você ficará sabendo o teor real dos sentimentos que se ocultavam por trás das enganosas palavras. Se ela realmente estiver apaixonada, não te deixará ir embora, virá atrás de você. Se não vier, é porque nunca te amou e somente queria te enrolar.

Não tenha medo da verdade. Seja frio sem temor mas não continuamente indiferente. Quando somos carinhosos e cuidadosos, abrem-se igualmente outras duas possibilidades: a mulher se cansa, nos considerando pegajosos, ou gosta desse carinho protetor e fica dependente.

Se a dama se enfastiar, significa que nunca te deu importância real, apenas o via como um trouxa. Se não enjoar e não te evitar, é porque realmente está ficando dependente. Tome cuidado com fingimentos. Não seja sempre carinhoso, alterne para confundi-la. Algumas fêmeas apreciam atitudes viris nos machos e os provocam para vê-los enfurecidos e ameaçadores.

Sugiro que não caiam nessa a não ser que estejam fingindo um estado de fúria porque se trata de uma forma de teste que lhes confirma o nosso grau de submissão às suas manipulações.
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#10
XII. Porque elas nos observam


Todo o nosso comportamento é alvo da curiosidade feminina (é por isso que existem fofoqueiras nas esquinas). Quando estão envolvidas com um homem, tudo o que este faz, o que veste, o que come etc. é objeto de curiosidade para esses seres superficiais.

Ao observar o homem, a mulher busca compreender o que se passa na sua cabeça e no seu coração. É deste modo que ficam conhecendo os nossos limites emocionais para jogar conosco até o extremo com total segurança.

O grau de dependência afetivo-sexual do homem é medido pela mulher por meio da contínua observação. Daí a importância de confundi-la com atitudes desconcertantes.


XIII. Como lidar com mulheres que fogem


Já vi muitos homens sofrendo nas mãos de mulheres que os atraem e fogem. Há também mulheres que fogem quando o homem quer uma resposta definitiva para um caso de amor que terminou mal resolvido. Descobri uma estratégia muito boa para alcançarmos e capturarmos estas fujonas com facilidade.

O que devemos fazer com as fujonas é encurralálas mentalmente. Como? Dando-lhes um ultimatum de modo a jogar a responsabilidade em suas mãos, forçando-as a tomarem uma decisão dentro de um prazo muito curto. Vejamos melhor.

Sei de um caso de um cara que namorava uma mulher casada apenas por telefone. Sempre que se viam na rua, ela o flertava mas não dizia nada, alegando medo do marido. Não obstante, vivia lhe telefonando e dizendo que estava apaixonada etc. De repente, a sacana parou de atender as ligações.

Sempre que o coitado ligava e se identificava, a vadia desligava o telefone imediatamente. Estava medindo seu grau de persistência. Então, em um certo dia, o cara virou homem e lhe telefonou. Porém, antes que a dama pudesse pensar, disse: "Se você não me atender da próxima vez em que eu telefonar, terá me dado a certeza de que não me ama e te esquecerei para sempre". No dia seguinte, ligou novamente e foi atendido amavelmente. Conseguiu transformar a fujona em uma boa menina.

As fujonas querem sempre nos manter emocionalmente presos através da dúvida. Muitas querem apenas nos enrolar, mantendo-nos atrás delas sem nos dar sexo em troca. Sabem que, quando nos evitam repentinamente, ficamos dominados pelos nossos próprios sentimentos. Gostam muito de nos fazer perder o tempo e se divertem vendo-nos correr atrás delas feitos uns imbecis.

Gostam de fugir, fugir e fugir, sentem prazer neste ato porque sabem, instintivamente, que deixarão dúvidas e indagações mal resolvidas na mente do homem e uma pessoa com questões amorosas ou sexuais mal resolvidas com alguém fica "amarrado".

A intenção das fujonas é nos manter presos a elas por meio da dúvida. Para virar o barco, basta dar-lhes um ultimatum. O ultimatum deve ser a notificação de uma situação que a encurrale, fazendo com que suas fugas e esquivas funcionem como uma definição pelo fim da relação.

Por exemplo: se você conseguir alcançá-la de algum modo, através de carta ou telefone, e lhe comunicar que se não houver nenhum sinal claro, da parte dela (dentro de um prazo muito curto definido por você) de que ainda o quer, ela estará encurralada.

Poderá até continuar fugindo por algum tempo mas, à medida em que o fim do prazo se aproxima, suas fugas tornam-se respostas claras para sua dúvida. Deste modo atingimos o desejo inconsciente que a motiva e saberemos de verdade se a fujona quer algo conosco ou não.

Algumas fujonas gostam também de atormentar seus maridos e namorados fugindo do sexo. Neste caso, evitam ir para a cama sempre que o infeliz precisa ou prometem dar e recusam na hora H. O melhor a fazer nestes casos é encontrar um jeito de jogar a bomba nas mãos dela de volta.

Uma forma de fazer isso é medir o tempo de duração da recusa e oficializar este ritmo, comunicando que nos demais dias nada será esperado, sempre colocando isso como uma decisão dela. Então a imaginação feminina irá trabalhar com os ciúmes da forma que desejamos e talvez a situação se inverta.
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#11
XIV. A impossibilidade de negociação


As mulheres costumam resistir às tentativas de negociação ou conduzi-las apenas nas direções que lhes interessam. Quando a negociação toma um rumo favorável ao homem, qualificam-no de "intransigente" ou "radical", mesmo que estejam totalmente sem razão em suas reivindicações.

Os homens maleáveis, que cedem em pontos inaceitáveis, parecem fracos, indecisos e manipuláveis. A despeito do que digam, as mulheres sempre se decidirão por aquele que se mantiver firme em seu ponto de vista até o final e demonstrar não retroceder por nada, nem mesmo pelo medo de perdêlas.

Isso é especialmente válido para os casos das "amizades inocentes" com outros homens. A essência do que as fêmeas são é absolutamente distinta do que elas mesmas dizem, razão pela qual devemos nos guiar apenas pelas suas atitudes e nunca por suas falas. A fala é o principal mecanismo de ludibriação nas negociações.

Os verdadeiros sentimentos e intenções femininos se revelam apenas em situações extremas em que são colocados à prova. Fora deste âmbito, tudo será confuso, absurdo e contraditório. Por estes motivos, é melhor comunicar-lhes condições do que contar com compreensão.

Quando as condições para o relacionamento são comunicadas de modo absolutamente claro, não há saída para a mulher. Para qualquer lado que tente se mover estará se revelando. Assim descobriremos se a mesma é uma santa, uma boa esposa, uma simples amiga sexual ou uma vadia ludibriadora. As condições precisam ser formuladas de maneira tal que até mesmo a recusa em manifestar-se e a indiferença tenham um significado claro e definido.

Como uma das maiores armas femininas é a contradição, atitudes contraditórias e ausência de atitudes também precisam ter um significado preciso, claramente formulado.Há uma imensa diferença entre pedir e afirmar de forma decidida. A mulher não irá renunciar aos maus costumes (sexo com pouca freqüência ou pouca qualidade, atitudes simpáticas para com outros homens etc.) somente porque você pediu.

Apenas o fará caso seja comunicada de modo inequívoco que aquelas atitudes implicarão, sem apelação, no fim da relação ou na ruína de sua imagem. Se você tentar negociar, ela perceberá, com seu sexto sentido, um medo de perdê-la e jogará com este medo até o seu limite extremo. Logo, a saída é não ter medo.

Mas para não ter medo é preciso não se apaixonar. Será incapaz de impor condições sem vacilar aquele que for emocionalmente dependente. A mulher, através do instinto, pressentirá sua fraqueza e lhe resistirá até dobrá-lo. Quanto mais cedermos, mais teremos que ceder, até ficarmos completamente loucos.
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#12
XV. Porque é necessário ocultar nossos sentimentos e nossa conduta


As mulheres são seres imaginativos e intuitivos, muito pouco racionais, que se orientam pelos sentimentos e não pela lógica ou pela razão. Assim, apresentam pouca resistência à verdade e necessitam viver na ilusão e na mentira. Isto é próprio da natureza feminina.

Não suportam a realidade crua e se desesperam ou se enfurecem quando somos absolutamente diretos mas ao mesmo tempo, curiosamente, nos admiram por tais qualidades pois são altamente contraditórias em si mesmas e com relação às próprias opiniões.

Quando excitamos e exaltamos sua imaginação na direção correta, podemos dominar a relação. Mas se não formos fortes o suficiente, seremos nós os dominados. Aí reside o perigo e a necessidade de não nos apaixonarmos. A tendência feminina à negação veemente da realidade cria na mente masculina um inferno.

Portanto, o desejo de sempre saber a verdade sobre a mulher (com quem anda e o que faz quando está longe de nós, o que sente realmente etc.) é uma debilidade. É lícito enganar as mulheres porque isso é feito conosco todo o tempo. Não existem mulheres sinceras pois todas enganam ou ocultam fatos.

A ocultação de fatos e, principalmente, dos reais sentimentos é uma das armas magnas. Quando não sabemos o que se passa no coração de alguém, não podemos tomar decisões e ficamos à sua mercê. Por meio de atitudes e falas contraditórias, as fêmeas impedem que assumamos posições definidas na relação mas nos cobram incessantemente pelas mesmas, acusando-nos de indecisos, inseguros etc.

Os homens mais novos geralmente caem nestas armadilhas e sofrem muito. Como elas nunca nos deixam saber o que sentem e o que fazem quando estão fora do alcance de nossa vista, a única alternativa que nos resta é considerá-las prostitutas até que provem o contrário.



XVI. O miserável sentimento da paixão


O sentimento de apego em suas várias facetas é a arma magna da fêmea humana para submeter o macho. As várias faces são o apaixonamento, o ciúme, a posse, a saudade, o bem querer e o medo de perder. Resistir ao feitiço feminino é antes de tudo resistir aos sentimentos amorosos. A paixão é o maior perigo e corresponde a um miserável estado de servidão.

Quando não está instalada, a servidão passional é mais fácil de ser evitada. Porém, uma vez que esteja instalada, apenas pode ser removida com muita dificuldade. Para resistir ao encanto da paixão é preciso segurar a imaginação, não crer nas palavras da mulher e não deixar-se fascinar pelos encantos de seus delicados traços e da fragilidade de seu corpo. É imprescindível resistir ao encanto das lágrimas.

Todo o trabalho da fêmea consiste em prender o macho através dos sentimentos. Uma vez preso, o levam para onde querem, o submetem e, curiosamente, o desprezam em seu íntimo, considerando-o um fraco. Elas se entregam apenas aos fortes que nada sentem e resistem a todas as tentativas de encantamento. É por este motivo que nunca apresentam explosões de paixão pelos próprios maridos mas apenas pelos piores amantes. O homem bom é visto, sob a ótica feminina, como uma besta de carga facilmente domesticável. Elas sempre se decidem pelo absurdo porque são seres ilógicos.

A tentativa feminina de encantar o macho na verdade é um teste: aquele que não se entrega demonstra ser o melhor. No homem, a dor da paixão tem sua origem na infância e guarda muitas semelhanças com os sentimentos infantis provocados pela falta da mãe. É um sentimento de desamparo, de nunca mais encontrar outra mulher igual, o que é absolutamente irracional pois no mundo atual há aproximadamente 3.000.000.000 de mulheres.

A idéia básica de fundo com a qual a mulher trabalha na mente masculina é a de que nenhuma outra poderá substituí-la. Esta crença é continuamente reforçada sem que o percebamos, para nossa desgraça emocional.
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#13
XVII. Os testes


A fêmea humana é essencialmente traidora: solicita incessantemente que o macho se entregue mas, simultaneamente, considera aqueles que o fazem débeis e desinteressantes, traindo-os com outros mais fortes, que não as amam. Esta essência traidora feminina se origina da necessidade de testar o valor masculino. As solicitações de entrega, bem como as recriminações e os jogos de ciúmes, visam testar a qualidade do reprodutor e protetor de sua prole. Sua intenção é verificar o quanto o homem está seguro de si, de sua força e de seu valor.

As mulheres costumam nos testar simulando estarem decepcionadas conosco, tratando-nos como se fôssemos pirralhos, moleques culpados por travessuras condenáveis, com o intuito de ativar em nossa mente lembranças da infância e, deste modo, nos forçar a vê-las como mães severas. Também é comum que ataquem nossos pontos de vista e concepções, muitas vezes qualificando-os de infantis, visando abalar nosso moral para que duvidemos do nosso valor. Por meio destes procedimentos irão nos comparar a outros machos e concluirão que somos superiores aos que vacilaram e duvidaram de si mesmos.

Atenções e gentilezas com outros machos são outra modalidade de teste que empregam. Por este caminho, descobrem se nos sentimos inferiores aos outros homens ou não. Se reagirmos com ciúmes, isto lhes mostrará duas coisas:

1) que acreditamos que o outro pode fasciná-la mais do que nós;
2) que temos medo de não encontrar outra fêmea melhor e, portanto, somos incompetentes enquanto homens.

Logo, é necessário não termos ciúmes. Mas isso não será possível enquanto sentirmos amor. Por este motivo, e somente por isto, devemos evitar totalmente o amor e o apaixonamento. Tais sentimentos são debilitantes e tornam o homem desinteressante, ainda que todas digam o contrário. As mulheres amam os homens maus e fortes, sem amor e sem sentimentos, porque são justamente estes que lhes transmitem a segurança que precisam. Os bons são débeis e inseguros.

Elas raciocinam, talvez inconscientemente: "Se eu conseguir atrair a afeição deste demônio, estarei protegida". É por isto que os mafiosos e poderosos possuem tantas mulheres. O sexo feminino é atraído pelo poder e pela maldade como a mariposa é atraída à luz. É claro que estes caras não as tratam mal; são absolutamente fingidos e carinhosos.

Prometem-lhes o céu sem nunca lhes dar e excitam-lhes a imaginação. Se você acha que basta ser bonzinho para ser amado, mude de idéia. Caso contrário, o inferno em vida irá te esperar. As torturas psicológicas visam testar e selecionar o melhor reprodutor e protetor da prole, mesmo no caso daquelas que insistem em dizer que não querem casar. O mais destemido, cruel e insensível é o eleito. Quanto mais você a pressionar para te amar, dar sexo e ficar ao seu lado, mais repulsivo será aos olhos femininos. É que a dinâmica da mulher é regida pelo seguinte princípio: seus amores são dirigidos apenas àqueles que delas não necessitam, de preferência em nenhum sentido. Quanto mais você correr atrás, pior será.

Quando a fêmea descobre um macho (hetero de verdade e não gay, logicamente) que dela não necessita, seu inconsciente trabalha a idéia de que este é muito bom, muito valoroso e forte, que deve ter muitas mulheres lindas disponíveis etc. Então o desejará mas a coisa não termina por aí. O cara será testado. Somente os durões e insensíveis é que passam nestes testes infernais. A chave para tanto é não sentir nada, não amar, não estar apaixonado. Então, os testes nos parecerão absolutamente ridículos e não nos afetarão.

A mulher irá embora, esperará alguns dias e voltará em seguida. Ficará sem te telefonar por muito tempo e por fim cederá. Recusará o sexo até o limite extremo para em seguida lançar-se nua sobre você, devorando-o. Se oferecerá insistentemente, não por ternura, como você gostaria, mas sim porque se sentirá excitada sem entender o motivo. E você nunca deve dizê-lo, obviamente.
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#14
XVIII. O círculo social estúpido

Descobri uma técnica muito eficiente para reconquistarmos uma antiga namorada, uma exesposa ou simplesmente uma fêmea que cobiçamos: consiste em nos aproximarmos do maior número possível de pessoas que a mesma admira e gosta e que fazem parte daquele círculo estúpido de amizades que tanto nos irritam. Se você conseguir um lugar destacado naquele círculo amistoso e, ao mesmo tempo, mostrar-se meio desinteressado especificamente pela mulher que quer reconquistar, esta virá atrás de você.

Toda mulher tem um círculo idiota de amigos e parentes que roubam sua atenção. Em geral, ficamos com uma justa raiva porque estas pessoas as tiram de nós e, muitas vezes, elas até podem acabar dando para algum cara que estiver por ali, camuflando tudo na amizade. Entretanto, se pularmos dentro deste círculo, ao invés de fugirmos, e cativarmos todos estes imbecis, principalmente as pessoas mais magnéticas, teremos duas vantagens:

1) a mulher irá nos admirar;
2) se ela tiver algum "amiguinho" suspeito ali, poderemos ter um caso amoroso com alguma amiga, de preferência a mais chegada, e isto será uma boa vingança que irá doer muito. Então poderemos rir e nos divertir.



XIX. Porque é importante sermos homens decididos



A fêmea humana nunca sabe o que quer e costuma desejar coisas excludentes e contraditórias. Também é comum que se contradiga constantemente por meio de atitudes e palavras discrepantes. A indefinição nos causa enorme confusão e nos expõe à dominação. Apenas os homens decididos conseguem se orientar neste labirinto que as mulheres criam em nossa mente e em nosso sentimento.

A dúvida e a indefinição são preciosas ferramentas para manipulação mental e emocional do macho. Estão presentes quando somos atraídos e subitamente rejeitados em seguida, quando sofremos os jogos de afastamento e aproximação, quando ela nos atrai e depois foge, quando fica sem telefonar, quando recusa sexo, na instrumentalização dos ciúmes etc.

Convém, portanto, adquirir meios de encurralar a mente feminina forçando-a a se polarizar em uma ou outra direção. Todos os jogos psicológicos da mulher apresentam duas polaridades entre as quais oscila sua indefinição. Trata-se de uma sofisticada tortura mental instintiva que visa quebrar a resistência do macho para forçá-lo a cair em uma posição de quem precisa mas não merece e, deste modo, induzí-lo a correr atrás.

Conseguimos encurralar a mente feminina para reverter seu jogo e virar o barco quando somos refratários, especulares e dispomos de mecanismos que nos permitam utilizar suas próprias indefinições como definições, como respostas definidas e precisas. Ser refratário é não se identificar e não se fascinar pela figura feminina, por sua delicadeza e fragilidade, e ao mesmo tempo deixá-la livre para ser, sentir e agir como quiser enquanto apenas se a observa tentando entrar fundo em sua alma, em seus pensamentos, sentimentos e intenções. É ainda não reagir aos seus ataques psíquicos, mantendo-nos impenetráveis como uma rocha.

Ser especular é flutuar de acordo com as flutuações dela, oscilando frieza, calor, romantismo, distância, indiferença e paixão ardente no seu próprio ritmo. É ser adaptável e maleável como a água. Deste modo, a mulher definirá o ritmo das circunstâncias e ficará confusa. As indefinições, grande arma feminina na guerra dos sexos, são inutilizadas quando as utilizamos como definições.

Por exemplo, se você pergunta para sua namorada se ela vai te telefonar ou visitar no dia seguinte e ela diz "não sei" (resposta indefinida) para te deixar esperando feito um idiota, o melhor a responder é "Considero, portanto, que você não o fará" ou então "Que pena! Eu ia me preparar para te esperar...Mas tudo bem, eu entendo!" Deste modo, devolvemos a culpa e a responsabilidade que a mulher tentou subliminarmente nos lançar e tiro sairá pela culatra. O mesmo você poderá fazer caso ela queira andar por aí com algum amiguinho "sem maldade", como elas dizem. As respostas indefinidas tornam-se definidas quando as tomamos como tal.

As fêmeas humanas temem tomar decisões e nunca querem assumir as conseqüências de suas atitudes, jogando com a indefinição sempre. Por isto, as vencemos por meio de devolução de culpas e de decisões quando as forçamos a se definirem, pelo bem ou pelo mal. Apenas um homem decidido, que não vacile, mas que ao mesmo tempo tenha grande adaptabilidade, pode quebrar os jogos emocionais da mulher. Nunca vacile em suas posições. Se você vacilar, o instinto animal feminino imediatamente pressentirá esta fraqueza e tentará se rebelar e dominá-lo por aí.

Nos relacionamentos amorosos e sexuais, cada uma das partes assume a posição que corresponde à força de suas convicções a respeito de si mesmo e da vida. Se você vacilar em seus pontos de vista, estará comunicando que pode estar errado em seus julgamentos e somente lhe sobrará a alternativa de ser submetido pois quem é que se submete a uma pessoa insegura? Ninguém! O mais seguro é sempre o que lidera.

Tenha a razão sempre do seu lado, nunca deixe que a fêmea a tire de você. Seja sempre justo e faça tudo de forma limpa e correta até o momento em que ela jogar sujo, o que sempre acontece mais cedo ou mais tarde. Aquele que joga sujo fornece ao outro razões para trucidá-lo, humilhá-lo e submetê-lo (emocionalmente falando, é claro). Se você perder a razão terá dado motivos de sobra para a mulher se rebelar e estará perdido.
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#15
XX. Como destroçar os jogos emocionais delas


Há vários casos em que a mulher joga com a sinceridade do homem para fazê-lo de idiota com a intenção de simplesmente se auto-afirmar por meio da confirmação de que pode atrair alguém para frustrá-lo em seguida. Vejamos alguns:
  • A mulher age como se estivesse interessada em você, pede o número do seu telefone mas não liga. Você posteriormente lhe pergunta se vai ou não telefonar e ela responde: "Quem sabe..." ou então: "Não sei..."
  • A garota te telefona mas diz que quer ter apenas uma "amizade"
  • A pilantra finge que quer dar para você e fica te enrolando, adiando sem se comprometer com nenhuma data definida.
  • A vadia te fornece o número, você liga e ela não atende ou sempre manda alguém dizer que não está.
Observe que em todos estes casos ela está jogando com dois elementos básicos: a indefinição e os opostos. A intenção é criar uma situação infernal de dúvida para que o homem fique preso pelo próprio desejo, sem saber o que fazer. Trata-se de um jogo sujo e insincero, no qual os nossos sentimentos masculinos, o principal dos quais o nosso desejo sexual, são pisoteados.

As variantes dos jogos que apontei são inúmeras e ocorrem inclusive na vida conjugal pois são parte do mecanismo instintivo feminino para seleção dos melhores exemplares masculino da espécie. Porém, sempre possuem as duas características: jogar com opostos e jogar com indefinições.

Para estraçalhar este jogo emocional, basta reagirmos da forma contrária à esperada. Ao invés de insistirmos para que a relação se aprofunde, devemos, ao contrário, assumir como normal e até desejável o pólo do problema que elas imaginam que para nós é o desinteressante. Ocorre que as fêmeas humanas sempre se comportam como se não precisassem dos machos mas precisam e muito, apesar de nos ocultarem tal fato. Nos joguinhos imbecis que fazem, esta necessidade é encoberta por um comportamento simulado que transmite a impressão de que apenas a parte masculina precisa do encontro, do sexo e do amor.

Nestes casos, ao invés de lutarmos contra a resistência, insistindo para ter um encontro, conseguir sexo etc. é melhor concordarmos com a garota e insistirmos na direção contrária fazendo-a assumir as consequências de sua brincadeira de mau gosto. Então descobriremos o que realmente se oculta por trás das contradições e ficaremos sabendo o que realmente há por trás de seus jogos emocionais.

Também auxilia muito, nestes casos, uma comunicação antecipada de que já sabemos o que virá e que não ficaremos esperando nada mais, ou seja, que já assumimos o lado desinteressante da proposta para a relação, o que será justamente o inesperado. Por exemplo: se sua esposa ou namorada fica te enrolando, prometendo e evitando sexo, descubra quantos dias ela demora para ceder e, em seguida, se antecipe dizendo-lhe: "Tenho certeza que você vai demorar tantos e tantos dias para concordar em transar de novo comigo e, portanto, não tenho a menor esperança de que ocorra algo antes. Não vou nem esperar" É importante que o número de dias que você comunica nesta mensagem seja bem maior do que o número de dias reais que você verificou e que ela pensa que seria o tempo de sua espera. Assim, a garota terá que esperar todo este tempo antes de começar a curtir o jogo idiota e ficará desconcertada pois terá dado motivos de sobra para você ir com outra.

Sempre nestes jogos há duas saídas, duas possibilidades: uma é o desfecho realmente desejado e o outro o que ela não quer mas simula querer. Se concordarmos com a resistência e amavelmente "empurrarmos" a dama na direção que suspeitamos ser a simulada e indesejável, destruiremos o jogo. Então a conquistaremos ou, na pior das hipóteses, descobriremos que na verdade estávamos sendo apenas enrolados.

Tenho observado que a totalidade do comportamento feminino com relação ao homem é marcado por este jogo de indefinição entre opostos. Todo o comportamento feminino passa por aí, pelo jogo de contradições. A forma de destruí-lo é não insistir na direção que a mulher espera que insistamos e contra a qual se prepara para nos enfrentar mas sim na direção contrária, em que sua abertura e vulnerabilidade são totais. Obviamente, você deverá ser absolutamente amável todo o tempo mas não poderá jamais vencer o jogo se estiver apaixonado. Não esqueça de abraçá-la com cuidado e carinhosamente sempre.

Aquele que está apaixonado, sempre será o perdedor no jogo da paixão. Como os jogos partem das mulheres, resulta que, inconscientemente, elas preferem sempre os homens fortes e durões, que nunca se apaixonam por ninguém mas decidem prestar-lhes um pouco de atenção e dedicar-lhes um pouco (mas não muito) de carinho. No fundo, são idênticas às primatas do paleolítico inferior: querem o melhor macho, o melhor macaco do bando.

O jogo da paixão é um jogo de forças emocionais. A mulher precisa ser ferida no sentimento para sentir a força do coração do homem; somente assim se entrega. Quer ser dominada pelo melhor e não por qualquer um. De nada adiantará você ser alto, fisicamente forte, bonito ou rico se for emocionalmente débil, inseguro, infantil ou se morrer de medo de perdê-la, ser trocado etc. porque você será corno do mesmo jeito...
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#16
XXI. Sobre o tipo de segurança buscada


É comum ouvir-se que as mulheres querem segurança mas ninguém sabe precisar que tipo de segurança é essa. Alguns homens, desesperados, pensam que se trata de segurança a respeito dos sentimentos que possuem pela mulher e se apressam em lhes entregar flores. São uns imbecis.

A segurança masculina buscada não é a segurança dos sentimentos do homem pela mulher mas sim do homem por si mesmo. O homem seguro ao qual as damas tanto se referem é o homem que não teme e não precisa de ninguém, que não se arrasta e não se apressa em agradar, que agrada pela sua simples existência. É também aquele que está seguro com relação a seus objetivos de vida, que não abre mão de suas metas e que está ciente do tipo de amor e do pergil de mulher que procura, não fazendo concessões. É um homem especial, um super-homem que não se curva ao encanto de nenhuma fêma, que resiste a todos os feitiços, inclusive às tentativas de conflitos, de geração de climas inamistosos e aos infernais testes femininos. Este perfil proporciona à fêmea intensa segurança.

Paradoxalmente, tal homem deverá temperar esta segurança acerca de si mesmo inserindo na mente feminina uma insegurança a respeito do que ele sente por ela, fazendo-a oscilar entre a esperança e o desespero, entre ser acolhida e o medo de perdê-lo. Se deixá-la se polarizar, a perderá.

Esta segurança nada tem a ver com entregar flores, bilhetinhos ou chocolates. Embora possamos fazer isso de vez em quando, não é recomendável que o façamos sempre para evitar comunicação subliminar de fraqueza emocional.

Embora nunca admitam, as fêmeas querem homens emocionalmente fortes que as guiem, dominem e protejam. De nada adianta você ser alto, forte, rico e bonito se não tiver um coração valente. Também não adianta ser valentão com outros homens, andar com facas e ameaçar fisicamente os machos rivais. Ela se cansará de você do mesmo jeito, irá enjoar e meter-lhe chifres. E será bem feito porque você mereceu...

Outra coisa: nunca fale com elas em tom submisso e nem tampouco seja mandão. Fale concentrado, com o coração e sem vacilar. Não fique pedindo opiniões, perguntando coisas etc. Simplesmente tome decisões acertadas e comunique. É claro que quando você errar deverá reconhecer seu erro e se apressar em corrigí-lo antes que sua companheira dispare a reclamar (oportunidades que elas não perdem). Sugiro ainda que nunca grite e não a deixe gritar com você, não faça ameaças que não possa cumprir e nunca blefe. Perca todo o medo. Se você disser que não irá mais atrás dela, não vá realmente e mate a vontade de vê-la dentro de si.

Os homens ainda não compreenderam que a mulher não é o ser tão frágil que aparenta ser. Devido precisamente à sua fragilidade corporal, a mulher sofisticou as estratégias para dominar e submeter por meio de jogos de sentimentos e da manipulação das crenças e dúvidas na mente masculina. A única forma possível de anular estes efeitos é não entregar-se emocionalmente. Então a tornamos impotente contra nós e a dominamos.

É conveniente descobrir o teor real do sentimento que a mulher tem por nós. Para tanto, basta testá-la sem medo de perdê-la pois, afinal, se você a perder é porque nunca a teve e então não há sentido em temer.

Tudo isso exige muita segurança a respeito de si mesmo, desapego e confiança no próprio potencial.
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#17
XXII. Entrevista com o autor


P - Por que razão as mulheres se casam?

Na esmagadora maioria das vezes, porque querem um trouxa para exibir para a família, para as amigas e para sociedade e também para meter-lhe chifres. É por isso que exigem que sejam sinceros, trabalhadores e queiram assumir compromisso. Estes são os chamados "bons rapazes", os quais tem a função de amarem sem serem amados pois os que de verdade receberão todo o amor são os maus, os cafajestes, aqueles que não prestam, que elas chamam de "pedaço de mau caminho". Estes são mais magnéticos e atraem intensamente as mulheres. É comuns ouvir-se dizer que elas se casam com os bons rapazes, ou seja, os idiotas.


P - Você afirma que a mulher não sabe o que quer ser (amiga, garota "ficante" de sexo casual, amante, namorada ou esposa). Nunca pensou que isso acontece porque os homens não demonstram nenhum interesse e não tem segurança, sendo que nós precisamos disso e, se não temos, caímos fora?

Sim. Eu analiso. É por isto que recomendo ao homem que defina a relação conforme a mulher age e se comporta e não a
partir do que ela diz.


P - Por que os homens se fecham quando estão com problemas? E por que acham que seus pensamentos são a única verdade?

Se fecham para se concentrarem e abaterem a caça ou o inimigo (o problema). Nenhum caçador ou guerreiro gosta que o interrompam. Sobre a outra pergunta: porque os argumentos femininos carecem de objetividade lógica e para nos convencer é preciso ser racional. Não mudamos de opinião quando há falha lógica, assim porque sim.


P - Por que vocês são tão preconceituosos e nunca se abrem para outras opiniões?

Ocorre que as mulheres têm dificuldade com a elaboração de argumentação por serem pouco lógicas.


P - Se realmente calar-se e esquecer o problema é o ideal, porque os homens vão a debates, conferências e estudam?

Aos debates vão para se enfrentarem uns aos outros. A conferências e estudos vão para entender coisas que lhes interessam. Entretanto, não se pode debater, conferenciar ou estudar a relação com a nossa companheira.


P - Se o homem pode discutir problemas no trabalho, com parentes e amigos, porque não pode discutir a relação com a mulher, especialmente pelo fato de dizer que a ama?

Por que a mulher é refratária a opiniões contrárias às suas. Suas posições se originam de sentimentos e não de análises.


P - Se um homem possui uma filha jovem que fica grávida, ele não dirá nada pelo fato de que "é inútil discutir problemas com mulheres pois elas tem a opinião formada e homens não são de falar", nada sendo dito ou resolvido? Nada importará?

Não. Neste caso ele deve orientá-la corretamente a respeito do que fazer e não discutir, deixando-a arcar com as consequências caso não queira concordar. Jamais deve obrigar à força.


P - No caso desta filha (que também poderia ser a namorada, a esposa, ou a mãe) estar depressiva e o HOMEM se fechar supondo que a tristeza acabará por si mesma: ele nada faz ou apenas diz: "Isso não é nada demais, logo passará" ? Será que passará realmente?

Não passa. Apenas passará se ele a ouvir ao invés de discutir. A mulher quer ser ouvida e não interrogada, muito menos ainda contradita.


P - Será que ainda que se ache que passou a mulher, na verdade, apenas não insistiu com ELE por ser inútil uma vez que o homem é frio e não entende, resolvendo não mais compartilhar os problemas por não valer a pena, iniciando assim um pequeno vazio que se tornará um abismo?

Sim pois a mulher sempre necessita se sentir incompreendida pelo homem com quem vive para poder justificar para si mesma o fato de que vai se abrir e se entregar para outro homem. Isto está na base de uma teoria pessoal que estou desenvolvendo.


P - Se "falar é coisa de mulheres e não fica bem um homem tagarela" para que vocês conversam nas sextas-feiras quando termina o trabalho?

Para encontrar mulheres para transar.


P - Como e sobre o que vocês homens conversam?

Conversamos de forma concentrada e buscando objetividade, em geral sobre nossas conquistas e reveses amorosos. Tais conversas são extremamente importantes para o aprimoramento de nossas habilidades, principalmente no que se refere a estratégias de sedução, ataque e defesa nos jogos de sentimentos e atração com as mulheres. São reflexões. A fala das mulheres não é concentrada, é dispersa.


P - Por que vocês ficam falando tanto sobre mulheres ou acusando homens que não pegam ninguém de serem gays?

Sim falamos pois deste modo adquirimos conhecimento estratégico. É claro que esse cara que não pega ninguém é viado ou, no mínimo, pouco saudável. Se fosse realmente um macho sexualmente ativo estaria atrás das fêmeas.


P - Volto a perguntar: os homens amam nos relacionamentos?


Somente os homens ingênuos. Já nas mulheres ocorre algo assim: ela se apaixona pelos atributos sociais do cara.


P - Por que vocês homens se desesperam quando a mulher vai embora para sempre se vocês mesmos dizem que "há muitas por aí"?

Porque vocês astuciosamente nos prendem emocionalmente dando carinho para que sintamos falta nessas horas. Obviamente um homem amadurecido está imune por já ter caído nessas armadilhas muitas vezes no passado.


P - Porque vocês ficam furiosos com a dificuldade da mulher em se decidir que a faz ficar na indefinição da situação, se todas são iguais e existem muitas à disposição?

Porque gostamos de situações definidas. Queremos saber se ela vai querer ser garota de programa, garota ficante, amante casual, amante duradoura, amiga sexual, namorada ou esposa. No fundo, queremos uma só que tenha todos os atributos que necessitamos, principalmente o sexual, é claro, mas além disso a sinceridade. Odiamos a dissimulação típica da mulher.


P - Defina um bom relacionamento?

Para mim é um relacionamento definido, sem os jogos emocionais sujos femininos.


P - Como é um relacionamento estável?

Há vários tipos. O mais comum é o da mulher que "vai ser como a minha mãe", isto é, uma santa no dia a dia. Mas além
disso deve ser uma deusa pornô conosco, e somente conosco, à noite na cama.
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#18
P - Por que vocês nunca gostam que suas mulheres/namoradas tenham amigos homens?

Porque é uma porta para transar com outro que a mulher não quer fechar. Os maiores amores nascem das amizades. Os contatos próximos e estreitos são uma passagem para uma relação amorosa e a mulher que se recusa a rompê-los está se recusando a destruir possibilidades de uma traição. Nenhuma mulher sonha com um homem que tenha um pênis de quatro metros...você sonham com homens legais e que saibam se aproximar de vocês sem maldade. Além disso, quando vocês tem um amigo, somente vocês é que sabem de fato se algo rola ou não. Deste modo, ocultam informações de nós para poderem dominar a relação. Por isso não queremos compromissos com mulheres que tenham amigos.


P - Mas vocês podem ter amigas mulheres?

Não. Somente se a mulher agir como mulher "liberal". O problema não está em ser liberal mas em não assumir, não admitir, dissimular, iludir o homem dando a entender que será fiel etc.


P - Tudo que fazemos é insuficiente para agradá-los, nunca está bom. Então diga, como é a mulher que vocês homens querem?

Queremos uma mulher bem gostosa, que dê sexo e amor para nós de todas as formas possíveis e sempre que queiramos, que não tenha frescuras, que mantenha os outros machos à distância, que policie seus atos com relação aos homens e não faça nada que não gostamos sem o nosso consentimento. Por estranho que pareça, também queremos o casamento mas não com galinhas. Há muitas prostitutas que se casam disfarçadas de dama e esta é nossa preocupação.


P - Um ex-namorado que tive não soube me responder quando lhe perguntei o que queria de mim. Afinal, vocês procuram o que?

Ele provavelmente sabia o que queria mas estava confuso pela condenação da sociedade feminista atual às suas idéias. Além disso, estas características masculinas que estou apontando são inconscientes na maioria das vezes. Somente um estudioso as detecta, como é o meu caso.

P - De acordo com suas afirmações, a relação estável não deve ter amor romântico. Então eles nunca terão relacionamentos de verdade?

Eles terão, porém a mulher é que irá amá-los por suas características diferenciantes e atrativas, e não o contrário. A mulher não ama em retribuição ao fato de ser amada, ao contrário do que sempre querem dar a entender. É por isto que não podemos amá-las: para que vocês nos amem. O homem que ama (amor comum, romântico), se torna ciumento, possessivo, dependente e pegajoso. A mulher se irrita e o rejeita. Esses são aqueles infelizes que se matam ou que matam a esposa. Em troca, o homem desapaixonado é frio, distante, inacessível, misterioso, inabalável, indiferente e seguro. Então a mulher tenta testá-lo e atormentá-lo mas ele nem nota ou, se nota, não dá importância ou acha graça. Este é o macho interessante, que passa no teste de seleção natural das fêmeas. Para não ser possessivo, pegajoso, ciumento, inseguro e dependente é preciso primeiramente não estar apaixonado e não amar. As mulheres adoram homens assim e os perseguem incansavelmente.


P - Qual é o inferno psicológico criado pela mulher que você cita várias vezes?

Há vários. O mais comum é nos induzir a depender emocionalmente delas sem nos deixarem fechar conclusão a respeito do que são, isto é, se são sérias ou são fáceis para os outros machos. Deste modo, preservam a dúvida. Há outros, muito interessantes: marcar um encontro e não aparecer, observando nossas reações em seguida; pedir para que liguemos e não atender para verificar o quanto insistimos; prometer sexo e não cumprir para ver se nos irritamos etc. A cada inferno mental que criam, muitas informações sobre nós é obtida. É por isso que as mulheres ficam desconcertadas diante dos caras misteriosos e impenetráveis. Ficam impotentes. Somente eles as vencem, e então elas se entregam, vencidas.


P - Por que vocês evitam se apaixonar? Por medo?

Porque precisamos nos tornar fortes, invulneráveis ao feitiço do apaixonamento para desfrutar do amor. É uma luta: ou vencemos o Diabo ou o Diabo nos vence. Aquele que vence comanda o derrotado e o dirige. O apaixonamento é uma fraqueza, como mostram as várias lendas. A mulher é que tem medo do homem que não se apaixona.


P - Qual é a diferença entre paixão e amor, de acordo com seu ponto de vista?

A paixão é uma forma específica de amor em que o apaixonado se torna passivo e tem sua vontade capturada pelo objeto adorado. Trata-se da pior enfermidade que pode atingir a alma humana. Eliphas Lévi e Platão explicam bem isso. Um prérequisito básico para que esta enfermidade emocional se instale é uma melhor situação da outra pessoa em relação à nós. Nos apaixonamos apenas por quem se encontra em uma situação superior à nossa e que de nós não necessite.


P - O que um homem quer dizer quando diz que está apaixonado?

Que ele está desesperado por aquela mulher, que sem ela ele não vive e que não suporta sua ausência. É um imbecil infantilizado. Em nada se diferencia de um moleque chorando pela falta da mãe.


P - Porque vocês casam se consideram o casamento um lixo e acusam as mulheres de serem perversas manipuladoras? Só pra ter sexo seguro e a toda hora?

Sim. E também para ter uma mulher que preste ao lado. Como é cada vez mais difícil de achar, fugimos quando sentimos o cheiro de compromisso pois o casamento na maioria das vezes é uma armadilha.


P - Porque vocês querem morrer quando a mulher trai sexualmente mas não ligam muito quando ela trai apenas emocionalmente?

Porque quando vocês dão sexo para outro vocês fazem o que nunca fizeram para nós na cama. Por exemplo: para o amante, a mulher faz tudo, sexo oral, anal etc. de ótima qualidade, com vontade, carinho e amor. Para o marido nunca faz isso do mesmo modo pois o sexo no casamento é uma obrigação e, portanto, uma tortura. Ou seja: o que tem de melhor a mulher sempre reserva para o outro macho que não se compromete e não para o idiota comprometido. O homem não sofrerá se não estiver apaixonado pela mulher que se foi com outro.


P - Por que vocês querem morrer se não conseguirem transar por falta de ereção?

Porque se sente anulado como homem, sente que não existe mais pois o homem é um pênis ambulante, o resto é aderente. É por isso que precisamos transar bastante enquanto temos força para isto.


P - Esta frase é sua: "Há uma diferença entre o fraco, que faz isto contra a sua própria vontade por medo de perder a mulher etc. e o forte que faz isto por não precisar dela. Somente este é que pode desfrutar do seu carinho." Explique-a.

É que o homem forte não se identifica com a relação. Está dentro da relação mas se mantém psicologicamente fora e isolado. Então deixa a mulher agir livremente para descobrir quem ela é e para que função serve. Já o homem fraco deixa a mulher fazer o que quer por medo de perdê-la.


P - Vocês querem uma mulher que adivinhe suas necessidades sem que vocês contem, como a mãe faz ao um filho pequeno?

Não. Queremos uma relação explicitamente definida desde o início para não perdermos tempo esperando o que não virá. É por isto que os homens mais fracos matam as mulheres, agridem etc. porque esperam uma coisa e vem outra. Como são débeis, não conseguem dominar a mulher dominando a si mesmos e a única saída que encontram é a agressão. Obviamente estão errados, deveriam crescer e se tornar HOMENS de verdade mas não são totalmente culpados porque não temos em nossa sociedade quem os ensine a sê-lo. Hoje a moda é ser homossexual e "sensível". A masculinidade é vista como um defeito porque vivemos em uma sociedade decadente e degenerada. O máximo que vemos são valentões que pensam que a masculinidade está nos músculos dos braços e das pernas. São ignorantes pois a masculinidade está no cérebro, no coração e no órgão sexual.
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#19
XXIV. Apontamentos diários


9/09/2004

Revise a sua história de vida amorosa e descobrirá que sempre as damas que você mais amou não te amaram e aquelas que mais te amaram não foram igualmente amadas por você. Depreendemos então que é fundamental não se apaixonar para se dispor da paixão da mulher. A primeira e fundamental capacidade a ser adquirida é esta: a de não se apaixonar. Lembre-se disso acima de tudo o que foi escrito neste livro.

Aquele que oculta suas emoções deixa o outro sem referencial para se comportar de forma a dominálo. Nas relações, nosso comportamento é definido pelos sentimentos do outro. Por isso as mulheres somente revelam o quanto necessitam de nós em situações extremas, sob a real iminência de nos perderem ou quando sentem que somos inacessíveis.
    
Faça-a crer que você é um cara maravilhoso em todos os sentidos mas difícil de ser preso. Inverta as crenças que a mulher tenta introduzir em sua mente. Faça-a sentir que a perda será dela, e não sua, se a relação terminar. Encarne esta idéia e se rebele contra tentativas de induzí-lo a acreditar que será você o prejudicado. Lembre-se que há
aproximadamente 3.000.000.000 de mulheres no planeta.


10/09/2004

Homens dispõem apenas de uma história quando mentem. Mulheres dispõem de uma história, de choro, de encenações dramáticas e de simulada indignação quando não acreditamos em suas mentiras. Não se comova com lágrimas de crocodilo. Você nunca saberá realmente se aquela desculpa para algo mal explicado é verdade ou mentira. Nunca terá certeza se aquele derretimento não esconde uma tentativa de induzi-lo a se entregar. Portanto, nunca acredite em nada.

Excite a imaginação e os desejos femininos. Prometa satisfazer seus anelos bobos mas nunca satisfaça. Deixe-a com sede, aproxime água e retire-a quando a sede estiver prestes a ser saciada, como ela faria com você. Trate-a como ela quer trata-te. Prolongue e estimule indefinidamente a sede de amor, carinho e compreensão sem nunca satisfazê-la totalmente. Não pense que ela teria piedade de você porque elas são impiedosas com os fracos.

Não tome a dianteira nos jogos sujos. Não jogue sujo com uma mulher sincera (se é que existe alguma - eu nunca vi). Observe-a e espere que ela tente pisar em seus sentimentos antes de devolver-lhe o contrafeitiço. Assim a razão permanecerá ao seu lado.

15/09/2004

As mulheres gostam de criar e manter situações em que apenas elas saibam se nos traem ou não.

Um homem experiente tira conclusões a partir das atitudes femininas e não se deixa comover gratuitamente pela fala ou por lágrimas. Não se comprometa com mulheres amistosas, simpáticas ou gentis com os homens pois são potencialmente adúlteras.

Seja imprevisível, oferecendo amor e carinho nos momentos mais inesperados. Surpreenda telefonando quando tudo indicar que você não o fará mas faça-o raramente, de maneira desconcertante. Seja capaz de desgostar de sua companheira e ao mesmo tempo cuidar dela como nenhum outro faria.

As mulheres sempre dão a entender que seremos nós que as perderemos se a relação terminar e não o contrário, isto é, que elas nos perderiam. Homens que sentem amor imenso pelas mulheres as odeiam de forma anormal e igualmente intensa.

Nossa esperança de que sejam sempre carinhosas é vã. É igualmente vã a esperança de que confirmem com atitudes a fidelidade de sentimento que tanto apregoam ter. As fêmeas sempre escondem o quanto precisam realmente de nós e somente o revelam em situações extremas.

Não aceite a insinuação, muito comum, de que você é inseguro quando exige cuidados com relação à forma como sua namorada ou esposa se comporta com outros homens. Por trás desta insinuação astuciosa está a idéia subliminar de que nos comparamos aos outros machos e nos sentimos inferiores (como se nossa preocupação em não sermos enganados não fosse legítima). Tal idéia oculta o fato de que a desconfiança, a dúvida, ausência de segurança e a preocupação se referem à atitude dela e não a uma possível "superioridade" dos outros machos.

Obviamente, o homem cuidadoso (que elas chamam de "ciumento") não é inseguro com relação ao seu próprio valor mas sim com relação à sinceridade e honestidade de sua parceira pois não queremos cair em armadilhas montadas por vadias. Para destroçar este sistema mental, use seu intelecto para quebrar todos os argumentos femininos sem piedade e sem medo de perdê-la. Não vacile em sua posição masculina ou sua dúvida será pressentida e você continuará a ser atormentado.

As fêmeas atormentarão sempre os machos que não souberem dominá-las por meio de uma vontade poderosa e uma severidade extrema. Tenha sempre a razão do seu lado para não cair de cabeça no precipício. Um homem temível que atenua sua severidade extrema temperando-a esporadicamente com atos de bondade e que a utiliza para proteger e dar segurança à mulher se torna fascinante.

A constituição física e psíquica da mulher é adaptada e preparada para extrair forças físicas, vitais e psíquicas do homem. São vampiras naturais dotadas de sofisticados procedimentos sugadores de energia. Paradoxalmente, a mesma mulher é necessária à nossa virilidade porque excita os órgãos masculinos e ativa sua produção energética. Conclui-se, portanto,
que a mulher não é exclusivamente boa ou má para o homem mas ambas as coisas simultaneamente.

Desta natureza controversa que enfraquece e fortifica ao mesmo tempo se origina a necessidade de dominá-la (em sentido magnético, obviamente, e jamais em um sentido absurdo de brutalidade machista) por meio de suas próprias fantasias de mulher, permitindo que ela viva seus sonhos absurdos sem, no entanto, nos identificarmos com os papéis que assumimos nestes sonhos.

Se não a dominarmos, ela nos dominará e, em seguida, irá procurar outro macho mais forte que a domine pois o que lhe interessa é sempre o melhor, o mais forte, aquele que resiste a todos os encantos. Quando nos deixamos arrastar pelo perigoso magnetismo feminino em suas variadíssimas formas, inclusive as românticas (que considero mais perigosas do que a luxúria bruta), não acumulamos energia, apenas dissipamos força até o enfraquecimento total e a ruína.

17/09/2004

Ante um comportamento indesejável de sua companheira em relação a outros machos, experimente interrogá-la resolutamente, por duas ou três vezes, olhando-a fixamente nos olhos, a respeito da idoneidade daquela atitude e solicitar-lhe que a assuma o indesejável comportamento como algo normal para a relação. Então você a verá se esquivando a todo custo.

No campo da fidelidade feminina, não conte com bom senso e não espere compreensão dos nobres motivos que te obrigam a querer que ela se mantenha longe dos machos. A despeito de tudo, sua parceira sempre se recusará a reconhecer o óbvio em suas próprias atitudes excusas. O que elas querem é apenas um trouxa que as aceite exatamente como são, sem nenhuma concessão, adaptação ou mudança. Logo, a única alternativa que sobre é não amá-las como gostaríamos. Esqueça este sonho e lembre-se que a mulher é absurda por natureza.

Experimente mostrar-se intensamente ciumento e carente ao telefone: sua parceira alegará algum pretexto qualquer e desligará em seguida para mantêlo neste estado durante os próximos dias. É que elas gostam de nos ver assim, desesperados, porque isso lhes dá um mórbido prazer associado à sensação de que há um trouxa que a esperará por toda a vida. Entretanto, esta modalidade de prazer não a preenche enquanto mulher e você será considerado um macho secundário e desinteressante, um mero sobressalente guardado de reserva para o último caso.

O primeiro da lista será sempre aquele que não der muita bola sem se deixar polarizar na frieza. Se você cometeu este erro, para corrigí-lo é necessário perturbar a crença que foi criada, o que pode ser conseguido dando a entender à ela que a cena de ciúmes ou carência que você fez foi apenas uma simulação com alguma outra intenção qualquer.

Este padrão comportamental feminino de afastarse quando o macho está enciumado ou carente também pode ser muito útil quando você estiver de saco cheio e quiser sossego por alguns dias: basta simular uma cena assim e você será deixado em paz. Mas não se esqueça: se com o passar dos dias você não confirmar com sinais adicionais a crença que induziu, sua companheira virá desesperada atrás de você.

Revoltar-se contra as inevitáveis mentiras da mulher é uma fraqueza. Revolte-se contra as mentiras que você contou para si mesmo e contra sua ingenuidade em acreditar na encantadora magia feminina. O rito de encantamento atinge a vítima em cheio quando realizado em uma situação que o torna inesperado por ser oposta às situações em que normalmente deveria ocorrer. Uma declaração de amor intensa emitida após dias de frieza, distanciamento ou hostilidade tem mais efeito do que se for realizada durante períodos românticos. O mesmo é válido para recriminações e castigos.

Quanto mais exaltado e intenso for o rito de encantamento (de amor ou de ódio) tanto mais efetivo será o seu poder. Entretanto, maior será também o risco que correremos de sermos vitimados pelo mesmo, sendo arrastados pela paixão desencadeada.

Para embriagar sua fêmea de amor, você deve simular estar absolutamente louco de paixão porém, ao mesmo tempo, não deverá estar realmente. O perigo aqui consiste em simular a loucura da paixão e efetivamente apaixonar-se no transcurso da simulação.

Esteja atento a simulações perfeitas de submissão, paixão e entrega que ocultam indiferença. Este é um dom originalmente feminino mas que pode ser desenvolvido pelo homem até níveis impensáveis, inclusive ultrapassando o ápice da dissimulação feminina. Podemos dizer que este é o segredo magno da sedução e do domínio: simular com perfeição uma paixão intensa e submissa sem que se tenha realmente este sentimento. É este poder que confere às fêmeas a capacidade de passar subitamente de um extremo a outro sem a menor perturbação, deixando-nos loucos no meio da confusão.

O impacto de uma declaração de amor derretida será sentido mais intensamente se antecedido por um período de distância e frieza e vice-versa. Não a deixe ter certeza de que você compreende todos os seus jogos, percebe as mentiras e enxerga tudo o que se passa.

Sua parceira sempre irá exigir ser aceita tal como é, sem nenhuma alteração, mas jamais fará o mesmo por você. Isto significa que o seu ritmo sexual e o incômodo causado pelas amizades masculinas dela jamais serão levados em consideração. A despeito de qualquer razão, ela sempre passará por cima dos seus sentimentos e não te aceitará tal como é, com todos os cuidados, necessidades e preocupações de homem.

Dirá, ainda por cima, que é amistosa e gentil com outros machos porque não quer ser mal educada, que você está errado em querer exclusividade e que deveria concordar com tudo pois não há maldade alguma, que sexo de boa qualidade todos os dias é um exagero etc. Deste modo, você nunca ficará realmente sabendo se ela é uma mulher virtuosa ou uma vadia fingida. Ao atiçar a desconfiança e simultaneamente negar qualquer possibilidade de flerte com outro, a mulher nos imobiliza por meio das dúvidas lançadas e preservadas em nossa mente.

Espero ter sido útil.


Esse foi o segundo livro escrito por Nessahan Alita, "Como lidar com mulheres" 1° edição versão 2004, foi postado aqui para facilitar a consulta e também incentivar a leitura do clássico da Real.

Gostou? Então, acesse todos os livros do Nessahan Alita disponíveis em PDF para download e para leitura AQUI!
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"A paixão é como o álcool. Entorpece a consciência, elimina a lucidez, impede o julgamento crítico e provoca alucinações, fazendo com que o ser amado seja visto como divino." Como lidar com Mulheres - Nessahan Alita
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