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[RELATO] Balada - Uma das maiores mentiras da Terra
#61
Ja fui em 3 oportunidades, na boa... Nunca mas vou naquilo
"A critica não tem sobre a psicologia das massas o poder sugestivo que tem as crenças afirmativas, mesmo falsas." - Olavo de Carvalho

"Quanto menos inteligente um homem é, menos misteriosa lhe parece a existência." - Arthur Schopenhauer
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#62
Spoiler Revelar

(27-06-2017, 12:14 PM)TheOak Escreveu:
(27-06-2017, 01:34 AM)Hombre de hielo Escreveu: A principal motivaçao dele ter entrado com a açao nao foi pela injustiça em si, mas sim pela inveja do poder da xana!


Claro, claro!

Mas ele precisava de um argumento pra conseguir brigar por essa questão do preço, e foi bem esperto em usar isso da igualdade de gênero. As mulheres estão insuportavelmente falando no empoderamento feminino e blá blá blá, de repente ele pegou no Tendão de Aquiles das donzelas, pois preços diferentes é uma afirmação fortíssima contra essa força das fêmeas.

Esse argumento bem bolado, por mais que não seja a real preocupação dele, comoveu muita gente. Juíza, advogados e até o Fantástico, pico de audiência da Tv aberta no domingo, apoiou.




Se eu conseguisse usar alguma brecha nesse feminismo doentio pra fazer algo pelo bem dos homens honrados que têm que pagar a conta das vadias, eu faria feliz.

Porra! Eu não tenho que pagar caro pra que as donzelas possam "gastar com o salão de beleza" pra ficarem alimentando o próprio ego a custa de betas...


Concordo algo em favor aos homens deve ser feito. Não adianta ficar dormindo, cada um vivendo apenas o seu canto e deixar o feminismo fazer o que quiser. Se todos pensassem assim, os caminhoneiros não teriam feito nada e a gasolina até o fim do ano estaria R$ 9,90 o litro. Tem coisas que não da para fugir. 

Mas entrar na justiça não é a solução, a justiça é toda tumultuada com processos muitas vezes desnecessários. 
O certo é lutar pela criação de leis. 

No caso de shows e baladas que cobram mais dos homens, o melhor que se tem a fazer é boicotar e incentivar o boicote.
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#63
Dizem que a mentira tem a perna curta:

Citação:gq.globo.com

Por que as baladas estão morrendo? Para os 'reis da noite', a culpa é (também) dos millenials

Com uma epidemia mundial de boates fechando as portas e os caretíssimos millennials trocando a balada pelo Netflix e pelo Spotify, a noite não é mais aquela criança. Os reis que a mantiveram viva nos últimos 40 anos dão seu diagnóstico à GQ. Haveria luz no fim da pista?

Em algum momento da pré-história, três coisas atraíam uma criatura para a boate:

1) exorcizar a dureza da vida dançando, como se não houvesse amanhã, ao som de uma música que você só descobriria graças aos bem-informados disc-jóqueis;

2) poder ficar bem louco tomando todas e tudo sem que ninguém chamasse uma ambulância;

3) a maior de todas elas: transar.

Mas, hoje, com o Spotify bombando e os aplicativos de encontros gerando matches em qualquer esquina, quem, afinal, precisa de uma boate? E nem fale de drogas: as novas gerações estão mais interessadas em suco verde e pedalar às 5h da manhã, além de acharem que, sim, pega mal cheirar uma linha no banheiro enquanto milhares de pessoas são assassinadas por causa da guerra contra o tráfico.

Atual rei da noite paulistana, Facundo Guerra, dono de nove casas noturnas, diz que tem repensado seus negócios. “O que a gente chamava de noite cinco anos atrás, hoje, é dia, com as sunset parties que acontecem até meia-noite no máximo. Ninguém mais fica dando teco até 3h da manhã, enchendo a cara. A nova galera não quer mais isso”, afirma.

A teoria de Facundo encontra respaldo num estudo da entidade Monitoring The Future, que acompanha o comportamento dos jovens nos Estados Unidos. Segundo ela, o uso de drogas sintéticas e de álcool por adolescentes às vésperas da maioridade chegou a seu nível mais baixo desde que a pesquisa foi iniciada, em 1975. Apenas 40% dos estudantes declararam ter ingerido algum tipo de bebida alcoólica. E noite à base de clorofila, será que dá pé?

Boates, baladas, nights e discotecas estão em vias de se tornar letras mortas no mundo todo. Segundo a Nightlife Association, mais de 10 mil bares e casas noturnas fecharam as portas nos Estados Unidos na última década; na Inglaterra, de baladas históricas como a Tramp, das 3.100 casas noturnas existentes em 2007, quase metade desapareceu. Basta dar uma voltinha por Paris, onde eu iniciei minha vida noturna, em clubes como o Les Bains Douches, o Queen e o Castel, para saber que a cidade luz passou a funcionar à base da luz do sol. Na última semana de moda, só o minúsculo clube Montana tinha um certo quórum de dancing animals.

Em são paulo, depois da febre da importação das megacasas noturnas estrangeiras, como a Pink Elephant e a Mokai, ninguém quer nem ouvir falar de balada. A pá de cal veio com a história do notório “rei do camarote”, uma figura que se gabava de torrar fortunas em garrafas jumbo de vodca com estrelinha na boca trazidas por belas garçonetes para seu curralzinho vip. O rapaz foi o último moicano da falsa bonança da era Lula, antes que o país mergulhasse em seu frangalho econômico. Com a crise, os emergentes, que imitavam seus pares russos nas boates do sul da França gastando desmedidamente em camarotes repletos de bebidas e mulheres, submergiram. O show-off do tempo dos BRICs é o novo brega.

No Rio, das 192 casas cadastradas com a atividade boate, apenas 70 têm inscrição municipal ativa, o que não quer dizer que estejam em funcionamento. No último ano, quatro das principais baladas da cidade, Nuth, Miroir, 021 e 00, disseram adeus à noite. Aliás, o fechamento da agradabilíssima 00, com seu espaço outdoor ao lado do Planetário da Gávea, teve ares de fechar a tampa do caixão.

Você pode dizer que é culpa da violência ou da crise, mas nem se estivéssemos nadando em dinheiro as boates como nós conhecíamos triunfariam a longo prazo. Tudo culpa da tal geração millennial, pessoas que atingiram a maioridade depois do ano 2000 e entraram na vida adulta com um celular em punho. Um dos primeiros a antever esse movimento foi o empresário Marcus Buaiz, que, em outubro de 2015, vendeu suas 12 casas noturnas, que chegaram a faturar, no ápice, R$ 70 milhões por ano. “Vi que a forma como os jovens saíam estava mudando. É uma garotada ultraconectada em redes sociais, que não se apega a hábitos, que não quer ir três noites por semana a uma mesma casa noturna. Ela é ligada aos eventos, e esses têm que ser muito diferentes uns dos outros para mobilizá-los”, diz ele. “As baladas foram derrotadas pelo suco verde, pelo Facebook e pelo Netflix.”

No Brasil, as baladas sertanejas são o filé do momento. “Nos meus últimos anos da noite, eu cheguei a investir nesse filão, mas o prazo de validade dele está vencendo também”, alerta Buaiz. “A galera prefere gastar nos megafestivais, com mais variedade e atrações, como o Villa Mix, e os gringos, como o Lollapalooza, o Glastonbury e o Coachella.”

Entre os motivos que os millennials alegam para terem abandonado as boates estão os preços das bebidas, as filas, o excesso de pretensão e rudeza dos funcionários, a incapacidade de conversar por causa da música alta e, pasmem, o medo de “perder a linha”, ser filmado e acabar humilhado nas redes sociais. Esse comportamento transformou a Geração Y na Geração “Yawn”, a geração bocejo.

“É impossível você realmente se divertir só se preocupando em ficar bonito nas redes sociais. Isso é um horror”, avisa a eterna rainha da noite Régine Choukroun, empresária belga que ganhou fama planetária no fim dos anos 1960 ao inventar o conceito de boate. “Fui a primeira a colocar um DJ para tocar num clube no lugar da orquestra, a colocar uma garrafa de champanhe na mesa e inventei a mesinha com um buraco no meio para servir de cinzeiro”, orgulha-se ela, que chegou a manter 20 casas de seu clube Régine’s abertas ao mesmo tempo em cidades como Paris, Nova York, Rio, Salvador e São Paulo.

Frequentavam o Régine’s potestades do jet-set, como o bilionário grego Aristóteles Onassis e sua amante, Maria Callas, estilistas do naipe de Yves Saint Laurent e Karl Lagerfeld, atrizes de Hollywood e todo mundo que contava nos anos 1970. “Imagine o que Onassis não faria se viessem pedir uma selfie. Ele faria a pessoa engolir o celular”, diverte-se ela, cética em relação ao futuro da noite.

“Não vai aparecer outro Régine’s. Era uma época de desafogo da repressão sexual, da invenção da pílula, ninguém mais tem esse fogo. E a noite tem que ter fogo.”
Ex-promoter do Studio 54, a peruana Carmen d’Alessio, que convenceu Bianca Jagger a entrar na boate em cima de um cavalo em 1977 e contratou um grupo de travestis para animar o aniversário de Giorgio Armani, reforça o coro. “A noite ficou velha, cinza e desinteressante. Hoje, prefiro um jantar ou ir à praia a fazer uma noitada. Eu quero é sol”, anuncia ela, habituée dos Carnavais do Rio. “Diziam que no Studio 54 era servida a melhor cocaína do mundo. Era uma época de experimentação, mas acabou. Os que sobreviveram praticam ioga e pilates. As pessoas estão procurando a energia do sol, a iluminação espiritual, no que fazem muito bem."

Mas a noite ainda encontra seus focos de resistência. Nos balneários turísticos, como Ibiza, Saint Tropez e Marbella, as boates estão no pacote de férias. Em Moscou, ainda é na balada que os grandes negócios são selados. Em Miami, emigrados da crise latino-americana ainda gastam a sola dos sapatos em novas casas noturnas nos bairros descolados de Downtown, Design District e Wynwood.

Em Nova York, existem bares, como o Spritzenhaus 33 e o South, no Brooklyn, que oferecem até cerveja sem glúten para atrair a geração neoalérgica. Em Londres, estrangeiros multimilionários – gregos, russos, indianos, árabes – mantêm vivos os clubes fechados apenas para sócios, como os excelentes Loulou’s  e The Arts Club. Mas esses não oferecem só a pista de dança; ela é apenas parte de um ambiente que reúne ótimas comida e bebida, bate-papos sobre arte contemporânea e a sensação de pertencer a uma casta cosmopolita. Uma coisa é certa: o melhor lugar para dançar ainda é Berlim, sempre na vanguarda do apocalipse.

Até no Rio, quem diria, o lendário Hippopotamus reabriu, com um simpaticíssimo rooftop, um excelente restaurante, boate e o slogan “Os bons tempos voltaram”, mesmo com as notícias desoladoras sobre a cidade. “Em mais de 40 anos de noite, já vivi todo tipo de crise. Nós batemos no fundo do poço, e está na hora de virar”, diz o rei da noite brasileira, Ricardo Amaral. “E para esses millennials, só digo uma coisa: o perfume, a troca de olhares, a mão na mão, a mão na coxa e um beijo repentino na pista de dança são insubstituíveis, nenhum aplicativo vai dar."

Prestes a abrir sua décima casa em São Paulo, o bar Arcos, no subsolo do Theatro Municipal, Facundo Guerra vai abrir mão da pista de dança. “Ela vai rolar onde for. A festa não precisa mais ser dentro da boate, pode ser num edifício abandonado, embaixo de uma ponte. O problema é que as estruturas estão obsoletas. As boates ficam seguindo o modelo dos anos 1980, e os restaurantes, o do século 16.”

Ele afirma que talvez tenha achado a fórmula para a sobrevivência do negócio: baladas super exclusivas. “O clube não morreu, mas deve ser fechado para assinantes. Por que não juntar gente com afinidade e, via crowdfunding, montar uma boate só para os doadores? Ou retomar os clubes de cavalheiros da década de 1920, em que cada um tinha a chave, mas com a tecnologia de hoje?”, pergunta. “Não precisa ser essa coisa esnobe e elitista, para escolhidos. Os escolhidos hoje são as trans, os ‘mano’, que sabem fazer o caldo, o malandro, o playboy. A mauriceia é chata pra caralho! Tenho preguiça de gente que tem dinheiro e acha que isso basta. Isso é que é velho.”
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#64
Não é que a minha geração é chato, o negócio em sí é chato, não tem a menor graça passar 4 horas em pé no escuro achando que vai descolar um baladeira imunda.
Por isso q vc tem q beber, cheirar e talz, sóbrio voce não fica nem 30 minutos la dentro, ah e cobrar 13,50 em uma cerveja que no mercado custa 2,50 espanta até o diabo.
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#65
Nunca fui em balada mesmo tendo oportunidades,não enxergava função em balada pra mim.Tenho um amigo de infância(gay) que fala que balada é pra o homem dançar e descontrair. Pode parecer rígido,mas descarto pra relacionamento sério mulher que comumente já frequentou ou frequenta balada- raramente nas igrejas tem mulher que vale a pena,imagine na balada as chances de prestabilidade.
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#66
Leiam esta notícia:

https://g1.globo.com/google/amp/g1.globo...tico.ghtml
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#67
Lesão corporal é a cabeça do meu pau. Isso é tentativa de homicídio.
"Primeiro vêm os sorrisos, depois as mentiras; por último, o tiroteio" - Roland de Gilead
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#68
(09-07-2018, 08:50 PM)Roland Escreveu: Lesão corporal é a cabeça do meu pau. Isso é tentativa de homicídio.

Puta covardia. Pior que eu acho que não vai dar em nada, acho que vai sobrar pro pai querer fazer justiça com as próprias mãos...

Mas fica a lição aí pra galera que curte balada, confesso que já fui e também já fui em PUBs etc. mas não vou há um bom tempo e cada vez sinto menos necessidade e vontade. Graças a Real.
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#69
Gente mas esse do caso do rapaz em Santos é meio óbvio, ninguém respeita homem que frequenta boate, todo mundo sabe que aquilo é puteiro de mulher, ainda mais que esta todo mundo chapado e os seguranças todos cheirados, ninguém liga pra voce, te acham um bosta (e é mesmo por se sujeitar à ir a um local destes), daí eles esculacham mesmo, se for conversar com pessoas por aí ou mesmo procurar na internet vão achar vários casos parecidos.
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#70
tem algo aí. a pilantragem desses ambientes. o cara nao pagou algo porque nao tinha mas porque foi catrupiada a conta. kkkk
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#71
(19-06-2018, 05:31 AM)SapoCaco Escreveu: Não é que a minha geração é chato, o negócio em sí é chato, não tem a menor graça passar 4 horas em pé no escuro achando que vai descolar um baladeira imunda.
Por isso q vc tem q beber, cheirar e talz, sóbrio voce não fica nem 30 minutos la dentro, ah e cobrar 13,50 em uma cerveja que no mercado custa 2,50 espanta até o diabo.

Pra falar bem a verdade, foram as mulheres (na verdade a Internet) que acabaram com as baladas... mesmo que os homens que se tocassem que balada é fria, sempre haveria ciclos de renovação.

Hoje, as mulheres não precisam levar cantadas pra se sentirem bem, as curtidas no Instagram fazem esse trabalho (tudo isso na palma da mão e no sofá confortável de casa)!
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#72
(05-08-2018, 06:26 AM)Hombre de hielo Escreveu:
(19-06-2018, 05:31 AM)SapoCaco Escreveu: Não é que a minha geração é chato, o negócio em sí é chato, não tem a menor graça passar 4 horas em pé no escuro achando que vai descolar um baladeira imunda.
Por isso q vc tem q beber, cheirar e talz, sóbrio voce não fica nem 30 minutos la dentro, ah e cobrar 13,50 em uma cerveja que no mercado custa 2,50 espanta até o diabo.

Pra falar bem a verdade, foram as mulheres (na verdade a Internet) que acabaram com as baladas... mesmo que os homens que se tocassem que balada é fria, sempre haveria ciclos de renovação.

Hoje, as mulheres não precisam levar cantadas pra se sentirem bem, as curtidas no Instagram fazem esse trabalho (tudo isso na palma da mão e no sofá confortável de casa)!

Excelente observação. Também venho percebendo que balada está acabando. Agora, grandes eventos são os alvos.

Tomorrowland
Rock In Rio
Coachela
Lollapalooza etc.

No contexto municipal, não faço a mínima ideia do que é entretenimento principal.

Bares nunca vão acabar. Assim como os tradicionais raves.

Netflix, uma puta de uma mão na roda, é outra coisa que segura a galera em casa.

O facebook está degringolando pelo visto. Estou por fora. O Instagram é soberano.
lla
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#73
Balada é perda de dinheiro e energia.
Cheguei a essa conclusão depois de um tempo, o problema é que gosto de festa, de beber e dar uma zoada.
Que que fiz, parei de ir em balada, e combino com os amigos só churrascos, festas residenciais ou alugamos alguma chacrinha, além de gastar muito mais muito menos, as bebidas são compradas em mercado quando não alguém consegue a preço de custo, e como todos são amigos e ajudam a organizar "todo mundo tem moral" e é fácil pegar a mulherada.
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#74
(05-08-2018, 04:31 PM)Luckier Escreveu: Balada é perda de dinheiro e energia.
Cheguei a essa conclusão depois de um tempo, o problema é que gosto de festa, de beber e dar uma zoada.
Que que fiz, parei de ir em balada, e combino com os amigos só churrascos, festas residenciais ou alugamos alguma chacrinha, além de gastar muito mais muito menos, as bebidas são compradas em mercado quando não alguém consegue a preço de custo, e como todos são amigos e ajudam a organizar "todo mundo tem moral" e é fácil pegar a mulherada.

Festas particulares são infinitamente superiores do que baladas escrotas. Sai muito mais barato, fora que as mulheres que vão em baladas vão para desfilar e ficar esnobando todo mundo. Já em festas particulares, elas sabem que a proposta dos organizadores é pegação e se ficarem de sacanagem, nas próximas festas elas estão fora.
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#75
(05-08-2018, 06:26 AM)Hombre de hielo Escreveu:
(19-06-2018, 05:31 AM)SapoCaco Escreveu: Não é que a minha geração é chato, o negócio em sí é chato, não tem a menor graça passar 4 horas em pé no escuro achando que vai descolar um baladeira imunda.
Por isso q vc tem q beber, cheirar e talz, sóbrio voce não fica nem 30 minutos la dentro, ah e cobrar 13,50 em uma cerveja que no mercado custa 2,50 espanta até o diabo.

Pra falar bem a verdade, foram as mulheres (na verdade a Internet) que acabaram com as baladas... mesmo que os homens que se tocassem que balada é fria, sempre haveria ciclos de renovação.

Hoje, as mulheres não precisam levar cantadas pra se sentirem bem, as curtidas no Instagram fazem esse trabalho (tudo isso na palma da mão e no sofá confortável de casa)!

Ah, só um adendo, isso da cerveja de 13,50 que custa no mercado 2,50 o lugar faliu, ficava na Rua Augusta aqui em SP, tb pudera né.
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#76
(06-08-2018, 11:16 AM)Crixus Escreveu:
(05-08-2018, 04:31 PM)Luckier Escreveu: Balada é perda de dinheiro e energia.
Cheguei a essa conclusão depois de um tempo, o problema é que gosto de festa, de beber e dar uma zoada.
Que que fiz, parei de ir em balada, e combino com os amigos só churrascos, festas residenciais ou alugamos alguma chacrinha, além de gastar muito mais muito menos, as bebidas são compradas em mercado quando não alguém consegue a preço de custo, e como todos são amigos e ajudam a organizar "todo mundo tem moral" e é fácil pegar a mulherada.

Festas particulares são infinitamente superiores do que baladas escrotas. Sai muito mais barato, fora que as mulheres que vão em baladas vão para desfilar e ficar esnobando todo mundo. Já em festas particulares, elas sabem que a proposta dos organizadores é pegação e se ficarem de sacanagem, nas próximas festas elas estão fora.

Saibam que o valor que é cobrado pelos organizadores desses churrascos / festas estão incluídos a parte deles e mais "impostos".
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#77
(06-08-2018, 06:45 PM)Hombre de hielo Escreveu:
(06-08-2018, 11:16 AM)Crixus Escreveu: Festas particulares são infinitamente superiores do que baladas escrotas. Sai muito mais barato, fora que as mulheres que vão em baladas vão para desfilar e ficar esnobando todo mundo. Já em festas particulares, elas sabem que a proposta dos organizadores é pegação e se ficarem de sacanagem, nas próximas festas elas estão fora.

Saibam que o valor que é cobrado pelos organizadores desses churrascos / festas estão incluídos a parte deles e mais "impostos".

As festas particulares as quais me referi são as organizadas por amigos, sem passar por terceiros aproveitadores. Se a festa estiver super faturada dá pra saber.
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#78
Ex-dono de balada (muito) esperto!

Na principal cidade da minha Região Metropolitana, um cara alugou um casarão numa avenida que liga (em linha reta) a principal avenida dessa cidade (que corta os metros quadrados mais caros), só que essa avenida começa num bairro comum, pra poder inflacionar os preços das entradas, ele colocava no endereço oficial da balada, no bairro vizinho (onde começa encarecer os metros quadrados) e todos pagavam a entrada sem nunca questionar (enfim, supostamente era "bem localizado")! Também estávamos na Era pré-Internet e seria difícil averiguar em que bairro realmente se encontrava tal endereço!

Esse cara deve ter ficado milionário!
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#79
(06-08-2018, 11:16 AM)Crixus Escreveu: Festas particulares são infinitamente superiores do que baladas escrotas. Sai muito mais barato, fora que as mulheres que vão em baladas vão para desfilar e ficar esnobando todo mundo. Já em festas particulares, elas sabem que a proposta dos organizadores é pegação e se ficarem de sacanagem, nas próximas festas elas estão fora.

No caso "se não ficarem de sacanagem" estão fora  Yaoming

Essas festas caseiras com universitárias no cio realmente é uma aputalhação sem limites, ao contrário de baladinhas inúteis  onde elas vão apenas para elevar a auto-estima, ou molhar fio para algum playboy com uma M7.
"IT'S ALL ABOUT WORKING BODY, MIND AND SOUL" 

"Todo mundo tem um plano....Até tomar o primeiro soco"  M. Tyson
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#80
Já eu tive muita sorte na época que frequentava baladas, era competente em conseguir boas mulheres nesse ambiente e até gostava de ir só por ir, sempre acabava descolando uma ou outra; sabendo jogar com a situação dá para brincar bastante, mas tem que ser baladinha top, balada meia boca inflaciona as melhorzinhas demais, e outra se vc tiver contato vc sempre consegue alguma promoção ou desconto diferente. Festinhas particulares e cervejadas também fácil, fácil pegar mulher.
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